"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A romântica voltou.


autor: Publicitario45
publicado em: 12/09/16
categoria: hetero
leituras: 2048
ver notas
Fonte: maior > menor


No dia seguinte Ana mandou um bom dia no Whatsapp acompanhado de um textão que sinceramente eu nem li. Apenas respondi que se ela quisesse eu poderia deixar o gravador dela na portaria do prédio, pois eu não tinha tempo muito menos paciência para ler aquele texto todo.

- Calma. Eu estava apenas pedindo desculpas por ontem.

- Tudo bem Ana. Espero que você esteja bem.

- Não, não estou. Eu fiquei morta de vergonha, a gente lá em cima, meu noivo me ligando... desculpa.

- Tá tudo bem. E o gravador?

- Voce pode levar na faculdade pra mim hoje a noite. Meu intervalor é a partir das 20h.

- Posso sim. Te mando uma mensagem e você me encontra do lado de fora.

- Ok obrigada.

Cheguei na porta da faculdade às 20h em ponto, mandei uma mensagem avisando que eu estava dentro do carro e Ana desceu rapidamente. Mais uma vez, linda como sempre, ela caminhou e entrou no carro com cara de quem tinha feito algo errado. Em suas mãos cadernos e livros. Achei estranho mas não perguntei o porquê dela estar carregando aquelas coisas, sendo que a maioria das aulas terminam por volta das 22h.

- Sobre ontem a noite...

- Ana. Não precisa me dar explicações. Você é uma mulher comprometida e eu te entendo.

- Posso continuar?

- Pode.

- Eu quero sentir aquilo de novo. Eu sou noiva do Pedro há sete anos e nunca gozei. Me leva daqui pra onde você quiser, mas leva agora.

Liguei o carro, sai em direção do motel mais próximo. Ana desligou o celular, colocou suas coisas no banco de trás e com a mão esquerda já começou a apertar meu pau exatamente como no dia anterior.

Chegamos, escolhemos a suíte e entramos. Mal saímos do carro e Ana já me imprensou na lateral do carro me beijando com vontade. Ela usava um vestido azul claro e minhas mãos logo alcançaram sua pele.

Ana parecia sedenta, estava disposta a tudo para sentir prazer de novo. Virei seu corpo, a coloquei com as mãos no capô do carro, abri suas pernas e com uma puxada rasguei sua calcinha, ela se assustou e olhou pra mim. Mandei que ela se virasse, me ajoelhei por trás dela e cai de boca no seu grelo, minha língua passeava entre suas pernas indo da xaninha ao cuzinho alternadamente. Ana se contorcia em cima do carro, gemia, abria mais as pernas, rebolava esfregando sua boceta na minha cara e não demorou muito para gozar de novo.

Com a cara toda melada eu me levantei e Ana me beijou. Dei um tapa na sua bunda e ela sorriu com cara de quem estava realizando algo que até pouco tempo seria impossível de realizar.

Entramos e eu acabei de despi-la. Seu corpo lindo à minha frente era um convite para outro banho de língua. Pedi que ela se deitasse com os seus 1,80 de altura enquanto eu me livrara das minhas roupas.

Meu pau latejava, pulsava de tesão. Virei Ana de costas e beijei seu corpo da nuca até os pés. A cada toque um gemido baixinho, sua ele ia arrepiando, ficando eriçada. Sua boceta escorria, molhou a cama.

Virei seu corpo e cai de boca, abri bem as suas pernas, queria explorar cada centímetro do seu sexo. Ana gemia, me arranhava o couro cabeludo, soluçava de prazer, abria pernas, rebolava e chegou ao seu segundo orgasmo.

Depois de sentir seu corpo dando espasmos, subi meu corpo lentamente até alcançar a sua boca. A cabeça do meu pau ficou tocando de leve a portinha da boceta e Ana se movia tentando fazer meu pau entrar logo. Essa dificuldade deixava ela cada vez mais excitada e eu disse que eu só iria come-la depois que ela chupasse meu pau.

Num gesto rápido, Ana saiu debaixo de mim e já com o corpo por cima caiu de boca no meu pau. Aquela boca deliciosa me chupou com vontade, lambeu o meu pau de cima até embaixo, deu mordidas leves e mais fortes, lambeu meu saco, mordeu minhas pernas e ela sempre ficava me olhando, parecia querer ver as minhas reações.

- Não goza, quero seu pau aqui dentro.

- Vem.

Ana trouxe sua boca até a minha e me beijou longamente. Suas pernas abertas se posicionaram em cima do meu pau e com as mãos ela guiou a cabeça ate sua xana. Esfregou meu pau no seu grelo e sentou deixando que ele entrasse por inteiro.

Ela gemeu, sentiu meu pau reenchendo sua boceta. Mandei que ela rebolasse e ela subia e descia lentamente, queria sentir a sensação do pau entrando e saindo quase que por inteiro. Aquilo me levava a loucura, sua boceta era quente, úmida, carnuda, lisa e ficava apertando meu pau.

Aos poucos Ana foi aumentando os movimento, rebolou mais rápido, quicou na minha pica, esfregou o gelo na minha virilha e cravou as unhas no meu peito quando gozou pela terceira vez.

Virei meu corpo sobre o seu e coloquei seus pés nos meus ombros, me coloquei de pé, meti o pau com vontade fazendo ecos no quarto. Ana foi se soltando, pediu mais, disse que aquilo era loucura mas ela estava se sentindo como uma verdadeira puta.

- Fica de quatro.

Ana apenas obedeceu, virou aquele corpo de 1,80 de altura e eu entrei de uma vez só. Soquei, segurei pelas ancas e puxei o cabelo enquanto socava aquela boceta doce com vontade, ana gemia e abafou os gritos no travesseiro quando acelerei o ritmo para encher sua boceta de porra pela primeira vez. Gozei e cai ao seu lado, exausto, com o corpo transpirando e foi só ai que nos percebemos que não tínhamos ligado o ar. O calor estava insuportável no quarto.

Ana ficou deitada de bunda pra cima, em silencio, apenas me olhando.

- O que foi?

- Nada safado

- Safado?

- É... como alguém pode fazer isso com outra pessoa?

- Isso o que?

- Fazer gozar desta forma... eu noivo não sabe nada sobre o prazer feminino. Estou molinha.

Ficamos ali deitados e a fome nos pegou. Pedimos um lanche e enquanto comíamos a gente foi falando sobre os contos, Ana como sempre, me bombardeando de perguntas, ela disse que ficava molhada lendo os contos e meu pau foi dando sinal de vida de novo.

- Vem aqui... ajoelha na minha frente e chupa meu pau.

Ana sorriu e lentamente se aproximou de mim, pegou meu pau e começou a me chupar bem devagar, explorando todas as possibilidades, me fazendo delirar. Sua boca subia e descia, suas mãos macias massageavam meu pau no mesmo ritmo da sua boca. Sua língua atrevida brincava em torno da cabeça, o tesão foi crescendo e eu gozei dentro da sua boca. Ana nunca havia tomado porra e este foi o primeiro dia. Sua boca fazia pressão, ea foi engolindo cada gosta do meu leite, sem desperdício.

Depois eu e Ana tomamos um banho quente demorado, onde eu não resisti e acabei caindo de boca em seu corpo novamente. Horas depois saímos do motel e ao entrar no carro e ligar o celular, uma chuva de mensagens do seu noivo invadiu o celular dela.

- Vou te levar em casa.

Ana apenas sorriu e me beijou.

- Vou ligar pro meu noivo, fique em silencio.

Enquanto seguíamos para sua casa, Ana colocou meu pau pra fora de novo e foi me punhetando até chegarmos na sua casa. Falando ao telefone com o noivo que estava viajando, Ana disse que tinha o celular estava desligando por causa de uma apresentação na sala de aula. Enquanto falava com o corninho, Ana sorria, massageava meu pau e quando chegamos na porta do seu prédio eu puxei sua cabeça em direção ao meu pau. Ela entendeu e voltou a me chupar até que eu gozasse pela terceira vez, sendo a segunda na sua boca.

Nos despedimos e eu segui pra minha casa, com o pau ardendo mas muito realizado.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.