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16 - Iniciando uma Virgem - 1ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 20/09/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Marcos estava namorando Vera, uma vizinha de prédio, divorciada e mãe de Alice, uma linda adolescente, prestes a fazer quinze aninhos.

Vera estava com o carro na oficina e pediu, se não se incomodaria, na volta do trabalho, pegar a sua filha na escola até o carro dela ficar pronto.

Não custava nada para Marcos fazer esse favor, já que Alice era um doce de menina e assim, passou a sair mais cedo do escritório para pegar a garota.

Nos primeiros dias a conversa no carro, versava sobre aula, a matéria que Alice mais gostava, passa- tempo, música, literatura, cinema etc...

Depois de uns dias, o assunto passou a ser a escolha da faculdade que ela faria e Alice disse que primeiro desejaria fazer intercambio estudantil na Irlanda para melhor o inglês, pois, a convite do pai, iria fazer faculdade nos Estados Unidos.

Certa vez, pararam em um Mc Donald e o assunto passou a ser sobre as amizades, os meninos do colégio e os namorados.

Alice disse que, tanto ela, como as amigas, na verdade quatro inseparáveis, estavam decepcionadas com os garotos e que não queriam nada com os eles, pois, eram infantis e que uma das amigas ficou grávida e se casou, e estava arrependida porque o menino não sabia transar direito, que era tudo muito rápido, coisa e tal. Então ela perguntou ao Marcos se era assim mesmo que os homens transavam.

Surpreso com o teor da conversa, mas com a maior naturalidade, ele falou que nem todos, que os que agem assim, não satisfazem as mulheres, que tudo tem que ser feito devagar, com muito cuidado, com carinho, conversas e que o homem nas preliminares tem que deixar a mulher bem relaxada e dar muito prazer a ela.

Já no clima Alice, perguntou se ele, quando mais jovem, já tinha tirado a virgindade de muitas meninas.

Sem se incomodar com a pergunta ele falou que sim e que algumas delas mesmo constituindo família, continuavam suas amigas até hoje, além do mais, ele sempre foi profissional nesse assunto.

Ao dizer isso, Alice diz: “-hummmm que convencido hem” e os dois riram muito.

Dois dias depois, na volta para casa, Alice disse: “- Eu estava conversando numa boa com mamãe e perguntei se ela transava com você e como ela ficou calada, como diz o ditado: “quem se cala consente”, acho que vocês transam, pois, todas as vezes que ela chega após sair contigo, ela volta radiante e muito feliz. Eu disse a ela que gostaria que a minha primeira vez fosse com um homem experiente e que me desse muito prazer, e que gostaria que fosse você o meu primeiro homem. E que isso acontecesse antes da minha viagem para a Europa. Essa conversa aconteceu antes dela te pedir para ir me buscar no colégio, acho que ela quer dar uma força para gente. Que tal? O que você acha? ”.

Alice tinha razão nas duas coisas: a primeira é que Marcos realmente transava com a mãe dela e sabendo o quanto a mãe era liberal, ela deveria estar dando uma força para ela sim, aliás, não era a primeira vez que uma mãe, com quem ele namorava, oferecia também a filha para ser desvirginada por ele.

Então, olhando nos olhos lindos daquela ninfetinha sedutora a procura de um homem experiente que rompesse seu cabacinho, Marcos, acariciando suas coxas, disse que teria o maior prazer em fazê-la mulher e que tudo aconteceria na hora certa. E sem ela menos esperar, deu-lhe um selinho nos lábios, arrancando-lhes suspiros e com um lindo sorriso nos lábios, agradeceu e saiu do carro saltitante.

Meses depois em um feriado qualquer, três dias antes do aniversário de Alice, Marcos em conluio com a mãe dela a convidou a um passeio em um parque de diversão muito famoso em São Paulo, o que a deixou muito feliz, pois a muito tempo andava desejosa de conhecer tal parque e enfrentar corajosamente a montanha russa e a big tower as maiores da América Latina.

Ao pegar a garota em sua casa, Marcos não deixou de notar que ela estava muito tesudinha. Era a personificação pura do tesão, vestida com um short de laycra que deixava desenhada a sua xaninha gordinha, um top azul que modelava seus peitinhos pontudinhos e durinhos... deixando à mostra uma cinturinha de abelha... cabelos claros e compridos até a bundinha redondinha e arrebitadinha, com as duas bandinhas bem salientes....... uma pele que parecia um pêssego e ainda assim um sorriso malicioso e olhar como o da atriz “Mariana Barbora”, sensual, misterioso e convidativo para o pecado.

No Parque brincaram muito e Alice colou-se em Marcos em todos os brinquedos a ponto de as vezes o abraçar, dar beijinhos no rosto, segurar sua mão e chama-lo de tio... quem os via realmente pensava que era sobrinha e tio ou pai e filha tamanha intimidade entre eles. Claro que Marcos começou a notar um certo exagero principalmente em brinquedos que se passavam no escuro em que ela o agarrava "mais do que deveria" chegando a passar "acidentalmente" a mão na virilha dele sob pretexto de estar com medo e insegura.

Quando podia, ele também retribuía dando lhe passadinhas de mão e encoxadinhas fazendo-a sentir, na bundinha, o seu cacete duro. Lógico que tudo bem rapidinho e de forma mais discreta possível e o seu tesão foi a 1000 quando sentiu sua bundinha roçando seu cacete enquanto estavam em uma fila de brinquedo.

Por várias vezes Marcos teve que ir ao banheiro dar uma ajeitada no cacete e ela sempre o esperava com a carinha de quem sabia o que estava acontecendo... Até que, já à tardinha, quando foram embora, dentro do carro com os vidro escuros, ainda no estacionamento, com o ar condicionado ligado e o rádio tocando uma linda canção, Marcos beijou-a, gesto que foi plenamente correspondido, e para melhorar a situação uma chuva torrencial caia forte lá fora.

Suas línguas invadiam a boca um do outro, até que ele inclinando os bancos, voltou beijar-lhe e com volúpia. Alice estava em um misto de medo e tesão e ao mesmo tempo curiosa, queria mais, muito mais... não sabendo como aconteceu mas quando percebeu, estava sentada no colo dele beijando-o, que embalado pela situação enfiou a mão por baixo do seu Top liberando seus peitinhos, cujo bicos estavam duros de tesão.

Ele se pôs a massageá-los, primeiro com a mão, depois lambendo toda a extensão e mordendo os biquinhos com muito carinho, fazendo-a sentir pela primeira vez a boca de um homem mamando seus seios e brincando com seus biquinhos, arrancando-lhe gemidos de: “-aiiiiiii, delicia...... ummm como isso é bom”.

Só quem já experimentou ser mamada pela primeira vez sabe o que Alice sentiu naquele momento em que se contorcia e gemia apertando a cabeça Marcos em encontro aos seus seios, e só quem já mamou uma ninfetinha pela primeira vez sabe o que Marcos sentiu naquele momento em que levou as mãos até a bundinha da garota e a deitou no banco, tirando seu short juntamente com a calcinha expondo uma linda bucetinha lisinha e gordinha a sua total disposição.

Alice, deitada no banco e com as perninhas aberta, toda oferecida ao seu macho que a devorava com os olhos, sentiu uma sensação como que de uma descarga elétrica sobre seu corpo quando Marcos começou a alisar sua bucetinha sentindo-a já umedecida, masturbando-a de início bem devagar e depois conforme a respiração se tornava ofegante mais rápido, bem mais rápido, até leva-la ao primeiro orgasmo.

Em um momento de sanidade ficou olhando aquela ninfetinha com fogo de mulher, mas ainda pura e inocente, nuazinha sorrindo toda oferecida para ele com carinha de pidona, então ele pensou no lugar que estavam, nos riscos que corriam e na situação daquela virgem que queria sentir os prazeres do sexo, mas não estavam em lugar apropriado para uma iniciação sexual....

Foi então que ele propôs continuar aquilo em outro lugar e outra hora, dali a três dias, exatamente no dia do seu aniversário e assim teriam a chance de fazer a coisa corretamente para ser prazeroso para ambos.

Estavam descabelados e bem vermelhos... sem contar a respiração acelerada e corpos molhados pelo calor que sentiam, e vidro embaçados, mas antes de dar partida no carro e sair, deram mais um beijo longo... quente... com mais algumas caricias, agora ela apalpando seu cacete duro por sobre a calça.


Pelo espanto da rigidez e tamanho ficou sabendo que media 22 cm e Marcos vendo aquela carinha de bebe pedindo leitinho abriu a calça e deixou saltar para fora seu enorme cacete. Alice olhando aquela tora, imaginava estar ali a razão de toda a felicidade que a mãe sentia ao voltar para casa depois dos encontros com Marcos, mas não sabia como aquilo tudo caberia dentro da sua bucetinha pequenininha e apertadinha, mesmo assim não se conteve e apalpou-o sentido o calor e toda a sua extensão e querendo retribuir o mesmo prazer que acabara de sentir tentou punhetá-lo mas foi impedida por marcos.

Ambos estavam explodindo de tesão e combinaram que no dia do aniversário dela, dentro de algumas semanas, ele a levaria em um lugar especial e apropriado e lhe daria o seu presente. À noite, Marcos descontou na buceta e no cuzinho da mãe da Alice o tesão reprimido duramente o dia.

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