"Os mais excitantes contos eróticos"


Segredos de Família (Parte 1)


autor: corabopp
publicado em: 24/09/16
categoria: incesto
leituras: 16543
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Fonte: maior > menor


Não me orgulho nem um pouco da história que vou contar aqui, nunca tive coragem de contar pra ninguém o que vou relatar agora, sempre senti um pouco de vergonha e no fundo muito medo, porém a necessidade de desabafar para alguém esse relato é maior do que qualquer julgamento errado que poderiam tirar dessa história toda.
Me chamo Renato, atualmente divorciado, tenho 40 anos, sou moreno, adoro correr, faço exercícios físicos regularmente e gosto de cuidar de minha saúde, não sou do tipo sarado de academia, mas tenho um aspecto físico ótimo para minha idade, cabelos grisalhos e estatura alta, a modéstia parte, faço um certo sucesso com as solteironas, mas enfim, não estou aqui para fazer propaganda e sim contar minha história.
Tenho uma filha de meu primeiro e único casamento chamada Tainara, não há pessoa no mundo em que eu ame mais que ela. Nunca houve e nunca haverá. Não tenho palavras para descrever o quanto ela é importante pra mim.
Pra mim é muito difícil escrever essas palavras, talvez inconscientemente tenha alimentado esse desejo proibido por anos, nunca ao menos havia conseguido pensar nisso, porém na medida em que Tainara foi crescendo, tudo foi ficando cada vez mais difícil e incontrolável.
Nunca pensei que teria tais sentimentos pela minha própria filha.
Esse desejo não surgiu do dia para a noite, é claro. Posso até dizer que começou muitos antes de pensar em ser pai.
Desde muito tempo tenho um certo apreço por garotas mais novas. Na praia ficava louco de ver aqueles corpos em desenvolvimento já mostrando traços de mulher. Ficava louco só de imaginar aquelas bucetinhas imaculadas. Essas fantasias começaram a dominar minha mente em minha juventude. Posso até dizer quando tudo isso começou...
Era a época do colegial, ainda morava com meus pais. Lembro-me como se fosse hoje o dia em que vi aquela garota pela primeira vez. Ela se chamava Larissa, era bem mais nova que eu, seu cabelo era loiro como ouro, seus olhos eram de um azul profundo, ela parecia um anjo, porém seu comportamento era bem o contrário disso. Por culpa dessa garota ficaria amaldiçoado pelo resto de minha vida por essa obsessão.
Num sábado a noite a rua da nossa vizinhança foi tomada por uma enorme carreta de mudança. Foi impossível não correr para a janela ao ouvir aquele barulho. Acompanhando pela janela da sala via vários móveis sendo retirados do caminhão e sendo colocados para dentro da casa.
Meu pai curioso, saiu e foi ver de perto toda aquela agitação na casa do novo vizinho. Se apresentou ao novo dono e lhe fez as boas vindas.
Na mesma noite meu pai nos contou: "vieram do sul, parecem ter bastante dinheiro".
Disse que havia nos convidado para um churrasco de bem vindas na casa deles.
Nunca vou me esquecer daquele domingo.
Ao entrar na casa dos vizinhos, fomos logo apresentados ao senhor Augusto e sua esposa Raquel. A primeira vista eles pareciam muito simpáticos e extrovertidos.
Fomos levados para o quintal onde havia uma enorme piscina. Senhor Augusto se virou para nós e apontou dizendo: “e aquela ali é Larissa, nossa filha”.
Meus olhos acompanharam seus dedos em direção a coisa mais extraordinário que vi em minha vida.
Larissa estava deitada de bruços, seu rabo, nunca vou me esquecer daquele rabo, redondinho e empinado, seu corpo todo brilhando por conta do bronzeador, ela vestia um bikini branquinho bem fino, seu cabelo estava de lado mostrando sua nuca, ao chegarmos mais perto ela se virou mostrando aqueles seios pequeninos sobre seu bikini, sequei sua cinturinha e desviei procurando seu rosto, sua boca rosada sorriu e então olhei em seus olhos. Azuis, profundos, me perdi olhando aquela pequena deusa em minha frente, meu sexo endureceu no mesmo momento, eu não estava acreditando que uma garota tão nova podia fazer aquilo comigo. Na hora não consegui formular nenhum pensamento na cabeça, ela era nova demais para parecer assim tão atraente, como eu podia me excitar assim?
Ela deu “oi” para todo mundo e se virou novamente de bruços.
“Vocês trouxeram roupa de banho né? Não podem sair daqui antes de estrear a piscina”.
Afirmei com a cabeça que sim. Perguntei para o senhor Augusto onde era o banheiro e ele me indicou o caminho.
Ao entrar, tirei meu short , meu pau estava totalmente melado. Urinei com dificuldade. Tirei minha sunga da mochila e olhei pela janela do banheiro. Larissa agora estava deitada em outra posição. Com as costas no chão e suas pernas dobradas, podia ver uma racha bem pequena, disfarcei olhando seu umbiguinho, meu tesão aumentou mais ainda vendo aquela barriguinha, voltei a atenção em seu bikini, sua bucetinha estava toda marcada, meu pau doía de tanto tesão. Eu não podia estar com tesão vendo aquilo, ela era nova demais, porque estava assim? Não havia nada de errado em olhar, ficava repetindo pra mim mesmo, eu não era um pervertido. Larissa se levantou, fiquei secando aquela bucetinha, que delicia aquela garotinha, onde eu estava com a cabeça? Ela andou em direção a ponta da piscina e pulou. Ao sair da água meu queixo foi ao chão, seu bikininho branco ficou todo transparente, quando voltou para a toalha onde estava deitada, se agachou de bruços e ficou de quatro por alguns segundos. Fechei os olhos com aquela cena em minha cabeça e bati uma punheta gostosa. Gozei rapidamente, sujando o banheiro todo. Onde estava com a cabeça, nunca havia feito isso se não em minha casa. Limpei com desespero toda aquela sujeira, passei água e sabonete em meu pau tirando todo aquele cheiro de porra de mim.
Ao sair do banheiro pulei direto na piscina. Queria me afogar ali de tanta vergonha. Mal sabia eu que aquilo era só o começo de minha perversão.
Tentei passar aquilo domingo inteiro sem olhar para Larissa, mas era impossível. Até mesmo na hora do almoço, não me aguentava em assistir ela comendo. Tudo piorou quando seu Augusto trouxe vários picolés para sobremesa. Fui a loucura vendo aqueles lábios chupando aquele picolé enorme, com aquele cabelo enorme para o lado, aqueles olhos, seu rosto era angelical mas seu olhar parecia diabólico, meu corpo esquentava a cada momento em que nossos olhos se encontravam, não consigo nem ao menos descrever, era algo muito surreal e único.
Ao chegar em minha casa me tranquei em meu quarto e me masturbei feito louco pensando em Larissa. Me lembrava de seus lábios babando chupando aquele picolé, aquela racha em seu bikini, seus olhos. Gozei inúmeras vezes, meu pau doía, mas minha mente não parava de elaborar as mais perversas fantasias com aquela garota.
Depois de meses olhando por cima do muro e a secando toda vez que passava em frente a minha casa, tomado pelo desejo, tive uma idéia maluca, queria roubar uma de suas calcinhas, na época não pensei nas consequências dessa idéia estúpida, porém naquela mesma noite a coloquei em prática.
Ao perceber que todos em minha casa haviam dormido, sai de meu quarto e fui para o quintal. Coloquei o ouvido procurando ouvir algum barulho indicando que havia alguém ali. Peguei uma pequena escada e subi. Não havia ninguém na área da piscina, subi no muro e pulei na casa do vizinho. Meu coração de imediato começou a bater mais rápido. Olhei em direção para a lavanderia, havia um poste no jardim bem ao lado da lavanderia, era a única luz ligada, graças a ela pude ver mesmo de longe que a porta estava semi-aberta.
Andei na ponta dos pés em direção a lavanderia, ao chegar perto, percebi o som de uma máquina ligada. Me afastei no susto achando que havia alguém ali, mas logo percebi que não havia luz alguma saindo por baixo da porta, se tivesse alguém ali ao menos estaria ligada, cheguei mais perto e o som das máquinas foi ficando maior, quando coloquei minha mão sobre a maçaneta ouvi um som de gemido, estranhei, parei por um segundo e percebi outro gemido mais forte, logo ele se misturou com o bate estaca da máquina de lavar. Não podia perder tempo com aquilo, já estava começando a ouvir coisas demais, achando estar paranóico, ignorei, respirei fundo e então abri a porta.
“Ai, que rabo gostoso, meu deus”
Iluminado pela luz do poste do jardim, Seu Augusto, totalmente nu, metia loucamente sobre a máquina de lavar, a sombra de seu corpo cobria totalmente sua esposa, vi aquele rabo na silhueta e minha boca secou, Seu Augusto esticou os braços agarrando seus cabelos e a puxou para perto de seu rosto. Era Larissa. Eles se beijaram loucamente sem parar de meter.
“Assim, aiiii” Larissa gemia babando mordendo os próprios lábios enquanto Seu Augusto a fodia segurando aquela pequena cinturinha com as duas mãos.
A porta bateu no armário derrubando uma bacia vazia.
Seu Augusto se virou para a porta e me viu petrificado assistindo aquela cena. Não tive outra escolha senão correr.
Nem sei como consegui me pendurar no muro num só pulo. Cai no quintal de minha casa, torci meu calcanhar, corri para meu quarto e fechei a porta.
Meu coração batia a mil por hora, não consegui nem ao menos sentir dor pelo calcanhar, comecei a suar frio, minha camisa estava molhada de tanto suor, eu não estava entendo se aquilo era um sonho, será que estava dormindo, dei duas palmadas fortes em meu rosto olhando para o espelho. O que foi isso?
Tomei um banho frio e me deitei na cama esperando a campainha soar a qualquer momento.
Fiquei o dia inteiro seguinte naquele dia trancado em meu quarto com medo algo acontecer comigo. Era como se tivesse presenciado um assassinato ou coisa do tipo. Não sabia muito sobre leis mas sabia o quanto aquilo era perturbador e proibido.
Inventei uma febre qualquer e não sai de meu quarto até o amanhecer de segunda-feira.
Olhei o para o relógio, eram seis da manhã, fui para a cozinha e fiz um cereal. De longe ouvi o som de um caminhão. Corri para a janela e era a mesma carreta de mudanças de meses atrás.
“Nunca vi alguém ficar tão pouco tempo numa casa assim”
Disse meu pai quase me matando de susto.
Me virei para ele e perguntei sobre aquilo.
“E eu que sei? Eles simplesmente arrumaram as coisas deles e partiram, se mudaram ontem, nunca vi coisa igual”.
Permaneci em silêncio vendo todos aqueles homens carregando os móveis para dentro do caminhão.
Os anos se passaram e eu fiquei com aquela cena ecoando em minha mente. Nunca me esqueci daquela garota. Na época não sabia o que era um incesto. Mesmo descobrindo anos mais tarde, aquilo só me atiçou ainda mais. Depois de muito tempo fiquei me questionando se Seu Augusto era de fato pai de Larissa, se tudo aquilo não passava de uma fachada. Teorias em minha cabeça não faltavam, pensei por um tempo que aquilo poderia se tratar de um caso claro de abuso, porém minha memória ainda guardava aquele seu semblante de prazer, sua boca meia aberta gêmendo, seus lábios sorrindo de satisfação, ela adorava aquilo. Enfim, depois disso todas as garotas que via em minha frente me faziam lembrar de Larissa, consequentemente me conduziam para aquela sexta-feira de minha juventude.
Namorei diversas garotas, todas elas tinham traços que lembravam ela. Os olhos, pequena estatura, o jeito, mas nenhuma era igual.
Até quando me casei, em minha plena lua de mel, pensei de ter a visto de relance num dado momento fora do carro.
Larissa só saiu de minha mente depois de anos de casamento, exatamente quando percebi que iria ser pai. Não conseguia pensar em mal maior que um pai poderia fazer para um filha se não isso.
Quando vi aquele pequeno ser nas mãos de minha mulher, soube no mesmo dia em que minha vida iria mudar finalmente.
Pobre de mim.
Tainara sempre foi mais apegada a sua mãe do que a mim, mesmo casados, acompanhei quase que se longe o seu crescimento. Os anos foram se passando e ela foi crescendo e se tornando uma adolescente linda. Ela tinha os olhos verdes da mãe, mas havia herdado o meu tom de pele. Era um morena linda de olhos claros. Era muito protetor e ciumento. Mesmo não tendo a mesma intimidade que ela tinha com sua mãe, tínhamos um relacionamento muito bom.
Mesmo sendo tão linda, nunca consegue a olhar com segundas intenções. Rezava todos os dias para continuar assim.
Durante os anos em que meu casamento foi indo para ladeira abaixo, comecei a consumir muitos materiais pornográficos. Minha esposa na época viajava muito a trabalho, o que nos deixava sozinhos em casa. Sempre depois de certificar que Tainara dormia, ia para meu computador desfrutar dos mais variados sites pornográficos.
Não preciso nem dizer quais eram os meus favoritos. Gostava de me masturbar olhando para aquelas garotas jovens transando com inúmeros caras, engolindo suas porras, ficando todas sujas de tanto esperma. Ia a loucura vendo aquilo. Adorava ver aquelas garotas com cara de santinha fazendo loucuras. Em uma dessas madrugadas, fui direcionado para um site com inúmeras subcategorias do tema. Havia ruivas, morenas, negras, jovens com velhos, lésbicas jovens e um na qual tomou instantaneamente minha atenção, incesto. Um flash estourou em minha cabeça. Me relembrei de tudo. Larissa, seu pai. Cliquei rapidamente ao ver esse título.
Havia inúmeros vídeos de supostos pais comendo suas filhas. Sabia que tudo não passava de encenação. Lembro até hoje do primeiro vídeo que vi. Um coroa entrava sorrateiramente no quarto de sua filha e tirava sua coberta. A garota era deliciosa, seios enormes, um pacote grande escondido na calcinha, devia ter vinte e tantos anos, mas seu pijama infantil a fazia aparentar menos idade.
Sem acordá la, seu pai tirava seu pau para fora e se masturbava perto de seu rosto. Com os lábios brilhando, ele esfregava seu pau na boca de sua filha e gemia.
Eu não me aguentando vendo aquele vídeo, comecei a me masturbar me deliciando com aquela cena.
Depois o pai puxou a calcinha da filha para o lado e começou a chupar. A filha gemia de olhos fechados. Depois seu pai penetrou seu caralho em sua buceta e começou a fuder sua própria filha.
A garota gritava de olhos fechados enquanto seu pai lhe enchia de porra.
Depois de assistir esse vídeo, fechei os olhos e me recordei daquela cena. Larissa e seu pai.
Fiquei repassando tudo em minha mente, me masturbando me lembrando daquele rostinho dela, gemendo com o pau do seu pai em seu rabo. Me imaginei fazendo o mesmo com ela. Em vez de Seu Augusto era eu, eu metia deliciosamente em Larissa e ela gritava pedindo mais.
Nós dois totalmente nus fazendo amor em minha cama, abri os olhos e imaginei Larissa sentada em meu pau, punhetava aquele caralho grosso em minha frente e via Larissa chupando aquela cabeça enorme. Sua boquinha pequena não conseguia engolir tudo.
“Chupa o papai, chupa sua putinha!”
Quando estava prestes a gozar ouvi um barulho de vidro quebrando. Vesti meu calção e fui para a cozinha. Tainara estava ao lado olhando assustada para vários cacos de vidro.
“O que foi isso?”
“Eu derrubei a jarra de água, desculpa!”
Fiquei meio puto na hora, minha esposa havia comprado aquela jarra fazia dias na tok-stok, sabia que ia reclamar, respirei fundo e disse
“Tudo certo filha, pode deixar que o papai limpa”.
Me agachei ao seu lado. Recolhei todos pedaços e coloquei dentro do resto da jarra que não havia de estilhaçado. Olhei para o lado e reparei que Tainara vestia uma camisolinha rosa. Era quase transparente e terminava na altura de sua calcinha, meu olhos foram não saíram dela, tinha uma pequena racha, toda marcadinha. Voltei a atenção para o chão e limpei tudo.
Onde estava com a cabeça? Nem ao menos dei chance para meu cérebro de pensar outra coisa e fui logo falando para Tainara ir dormir.
Fiquei forçando minha mente pensando nas mais variadas coisas para afastar aquilo que havia visto, pensei num filme de ação, coisas do trabalho, pássaros.
Fui andando para meu quarto quando ouvi Tainara gritar por mim.
Abri a porta do seu quarto, ela estava deitada em sua cama. Meus olhos percorreram por seus pés, passaram por suas coxas e logo desviei para seu rosto.
“Fala filha”
“Traz água pra mim pai”
“Ta bom”
Voltei para a cozinha me recordando daquele vídeo que acabara de ver. A garota vestia uma camisola muito parecida com a de Tainara.
Enchi dois copos d'água para mim e tomei rapidamente, enchi outro e fechei a geladeira.
Entrei no quarto de tainara e lhe estendi o copo. Ela se sentou e então olhei novamente para suas coxas. Morenas, totalmente a mostra. Ela tomou a água num gole, olhei para seu pescoço mexendo e notei sua nuca, a alcinha de sua camisola estava caindo de lado. Depois de tomar a água toda ela olhou pra mim com os lábios todos molhados. Limpei a água de seus lábios e ela sorriu olhando pra mim. Meu pau se enrijeceu na hora..
Me assustei com aquilo e disse para ela ir dormir.
“Boa noite papai”
Fui para meu quarto, me sentei na escrivaninha, abri meu notebook novamente e abri no vídeo de incesto.
Voltei a me masturbar sem tirar a atenção do vídeo, meu pau ficou mais duro ainda. Fechei os olhos e retomei a lembrança de Larissa, daquele rabo pequeno, sendo fodido, um flash de Tainara surgiu em minha mente, suas coxas nuas, forcei a mente para Larissa, depois me veio a imagem de seus lábios molhados, carnudos, eu punhetando me recordei da racha de sua calcinha, imaginei aquele bucetinha, peladinha, fui começando a suar, me lembrei daquelas coxas, me lembrei do dia em que reparei naquele bum bum em seu shortinho legging, meu batimento foi ficando mais forte. Abri o facebook e entrei na página de Tainara. Sem parar de punhetar fiquei vendo suas fotos, ela de bikini, que corpinho gostoso, seus seios pequenos, , com aqueles mamilos pontudinhos. Coloquei uma foto que estava de legging. Seu bum bum era bem empinadinho, redondo, apertado, com o vídeo na cabeça me imaginei fazendo todas aquelas coisas com Tainara. Aquela bucetinha virgem sem pêlos, sendo chupada de forma bem safada, imaginava ela gemendo me olhando com aqueles olhos verdes dizendo “que gostoso papai”.
Gozei litros sobre meu próprio notebook, sobre meu corpo, por todos os lados. Meu coração estava na minha boca, não conseguia me mover.
Me deitei com dificuldade sem limpar nada. O que havia feito? Fiquei com um peso enorme na consciência. Dormi chorando pensando ser a pior pessoa do mundo.
Depois daquele dia, comecei um desafio na vida para me controlar, para não pensar em minha filha daquele jeito.
A via desfilando pela casa com aqueles shortinhos, aquela cinturinha fina, aquele rabo empinadinho, enlouquecia vendo seus lábios grossos ficando molhados depois de tomar leite.
Quando ela se aproximava para me beijar no rosto, meu pau instantaneamente se enrijecia, a abraçava forte sentindo aqueles seios em mim, o cheiro de seu cabelo, sua pele, tudo me fazia delirar.
Não sei dizer em que momento me entreguei a esse desejo proibido, mas quando dei por mim já o fazia diariamente. Entrava diariamente em seu instagram e me masturbava olhando para suas fotos. Mesmo dei por mim já fantasiava com Tainara enquanto transava com minha esposa, fechava meus olhos e imagina Tainara ali em minhas mãos. Eu gozava com mais força quando isso acontecia. Comecei a optar por transar sem luz para me deliciar nesses delírios cada vez mais.
Quando íamos ao clube, ou para praia, sempre fotografa Tainara, dizia que ela era minha modelo favorita. Ela adorava. Fazia poses para mim, passávamos o dia tirando fotos. Tinha uma coleção vasta de fotos suas. Não me continha em as utilizar para saciar meus desejos.
Por conta das discussões, meu casamento foi se acabando rapidamente.
Quando me divorciei, Tainara já estava no colegial. Minha ex-mulher havia encontrado o novo amor de sua vida e se mudara para a europa. Taianara e eu ficamos ainda mais unidos.
Na época eu deveria ter procurado ajuda psicológica, mas acabei indo para o lado oposto.
Estava enlouquecendo. Na contramão desse meu pesadelo psicológico, Tainara ia crescendo e se tornando cada dia mais maravilhosa. Me envergonho de escrever tais palavras, mas era a verdade. Seus seios haviam crescido, estavam perfeitos, apetitosos, empinadinhos, sempre usava blusinhas decotadas, que quase sempre mostravam o formato de seus mamilos pontudos, seu rabo estava delicioso, carnudo, aquela barriguinha definida, sua cinturinha fina contrastando com suas coxas maravilhosas, seus cabelos eram cacheados, mas a pouco tempo ela havia feito progressiva a deixando ainda mais linda, meu deus, fico louco aqui só de escrever. Depois de assistir todos os vídeos de incesto que podia, comecei a procurar por contos eróticos de incesto. Minhas fantasias só aumentavam. Ficava louco a vendo sair do banho só de toalha. As vezes esquecia a porta de seu quarto aberta. Sempre lhe assistia trocando de roupa ou passando hidratante em seu corpo. A situação foi ficando cada vez mais complicada.
Chegou ao ponto de eu começar a me masturbar cheirando suas calcinhas usadas. Lambia elas com voracidade enquanto gozava com outra calcinha sua envolvida em meu pau.
Nossa relação por outro lado era a melhor possível, eu fazia todas as suas vontades, dinheiro, roupa, não havia nada em que não fazia para a deixar feliz. Éramos muito unidos.
A deixava sair quando quisesse e voltar a hora que bem entendia Ela adorava sair para dançar. Quanto mais liberdade dava para ela, mais intimidade nós tínhamos.
Me tornei um pai ainda mais feliz depois que lhe presenteei com um galaxy novinho em folha.
Ela era muito vaidosa, adorava tirar fotos de si mesma. Seu instagram era um sucesso. Milhares de fãs, inclusive eu. Como eu tinha sua senha de bloqueio, sempre pegava seu celular quando estava no banho. Havia fotos melhores do que as que postava. Enviava todas as fotos para meu email e me deliciava vendo elas.
Cada dia que passava ela ficava cada vez mais safada. Tirava fotos de calcinha. Seminua.
Sempre quando estava trancada em seu quarto, imaginava as inúmeras coisas que estava fazendo.
Eu estava a ponto de enlouquecer.
Houve uma quarta-feira, nunca vou me esquecer desse dia, estava atolado de trabalho e liguei para Tainara dizendo que chegaria tarde.
Por um milagre no escritório acabei sendo liberado mais cedo e corri para casa.
Logo ao estacionar o carro na garagem, pude notar uma música de funk muito alta vindo de dentro da casa, fiquei furioso pensando se tratar de uma festa, quando abri a porta da sala me deparei com Tainara. Meu coração parou, ela dançava de costas pra mim, usava um vestidinho cinza super curto e decotado, seus seios quase pulavam pra fora e se podia notar que estava sem sutiã, pois os mamilos estavam todos marcados e rígidos. Parecia uma puta. Fiquei paralisado vendo aquela cena. O suor descia por minhas têmporas. Ela rebolava girando aquele enorme rabo em direção ao chão, sua coxas iam ficando nuas na medida em que se abaixava rebolando de coxas abertas. Seu rabo todo ficava a vista podendo-se notar que usava um fio dental preto. Demorei a perceber que tinha uma câmera em frente a ela. Dançando, ela apertava os seios contra si mesma e levava seu dedo do meio a boca insinuando-se para a câmera.
Estava hipnotizado com aquela cena, meu pau estava em pedra, acordei com seu grito:
“Paiiii!!!!!”
Tainara correu desligando o som, pegou a câmera na cômoda e disse gaguejando:
“Pai, não é nada disso que você está pensando!”.


(continua…)



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