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Curtindo a vida adoidado


autor: Publicitario45
publicado em: 27/09/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Desde que Mari e eu resolvemos ser apenas amigos, eu resolvi curtir a vida adoidado e é claro que a sorte me ajudou me apresentando a duas mulheres completamente diferente uma da outra.

Ana tem 33 anos, noiva, sonha em casar, faz faculdade de psicologia e acabamos transando num motel aqui da cidade. Até então, o que ela tinha experimentado na cama era um boquete muito do sem graça no noivo corninho e sentar no pau do cara e cavalgar até ele gozar, virar pro lado e dormir.

A outra figura é totalmente diferente da primeira. Analua tem 23 anos, estuda artes plásticas, filha de pais liberais, mora com o irmão, é descolada, tatuada e sim, muito liberal, sem amarras e frescuras.

O problema disso tudo é que a primeira descobriu como é bom dar com força e está ficando cada vez melhor na cama. A segunda, é um encanto e adora realizar surpresas e é sobre uma dessas surpresas que eu quero compartilhar com vocês neste conto.

Eu estava atendendo um cliente na minha empresa quando um motoboy chegou com uma caixa pra mim. A secretaria anunciou mas eu não me recordava de nenhum pedido para ser entregue naquele dia. Como eu precisava assinar o comprovante de recebimento, pedi licença e fui até a recepção pegar a tal caixa.

Retornei pra sala e deixei a caixa em cima da mesa. Continuamos a reunião e meia hora depois os meus clientes estavam indo embora.

Chegando na sala a curiosidade estava bombando, e claro que eu abri a caixa. Dentro dela tinha uma calcinha vermelha toda rendada, um vibrador, um vidro de óleo daqueles que esquentam a pele durante a penetração, duas taças de champanhe e um bilhete onde se lia: Larga tudo que você está fazendo, pegue esta caixa e venha me comer agora. Assinado, Analua.

Meu pau ferveu. Colado no bilhete o endereço do motel e o número da suíte. A excitação que tomou conta do meu corpo era absurda, meu pau lateja de uma forma que parecia que a cabeça ia explodir a qualquer momento. Fechei o notebook, peguei a caixa e sai a mil por hora indo em direção ao motel.

No caminho eu ficava pensando nessa menina de 23 anos que parece adorar e saber fazer a coisa acontecer. Adoro mulheres com iniciativa e Analua tem inciativa.

Liguei pro celular dela para avisar que estava a caminho mas deu caixa postal, provavelmente fazia parte do plano dela me instigar ainda mais. Chegando no motel tinha um recado pra mim, eu tinha que ir para a suíte árabe. Voei com o carro dentro do motel e mal estacionei e já sai carregando a tal caixa com os brinquedinhos.

Quando abri a porta tinha pouca luz acesa, uma música tocando e eu não vi Analua. Uma fumaça muito usada em casas noturnas tornava a visão ainda mais difícil. Entrei, coloquei a caixa numa mesa e quando me virei lá estava ela. Naturalmente linda, usava uma saia que ia até os pés, uma blusinha sem nada por baixo deixando seus bicos rijos aparecendo mesmo de longe.

Nas mãos duas taças e no rosto um sorriso sedutor que ninguém em sã consciência conseguiria resistir. Analua veio dançando até a mim e me beijou os lábios, pediu que eu me sentasse e começou a dançar pra mim.

Seu corpo se remexia como uma serpente, as peças de roupas iam voando pelo quarto e ela ficou apenas com uma calcinha branca, fio dental com uma pedrinha de cada lado.

Se aproximou e quando eu tentei toca-la ela fez sinal dizendo que eu não poderia, ainda. Dançou pra mim sensualmente, rebolou, olhou com cara de quem estava prestes a aprontar e meu pau duro como pedra que chegava a doer.

Naquele corpinho lindo apenas as sandálias e a calcinha. Não me aguente, tirei o terno e fiquei apenas de cueca box, o calor estava tomando conta do meu corpo porque a esta altura a minha mente já estava vendida, meu corpo extasiado, meu pau latejando e a boca seca de vontade de sugar aquela boceta deliciosa protegida apenas pela calcinha

Analua pegou a caixa e foi jogando as peças em cima da cama. Primeiro o óleo que esquenta, depois a calcinha que ela fez questão de enfiar dentro da sua outra calcinha, esfregar na boceta molhada e em seguida jogar em minha direção. Não deu outra, peguei, cheirei e lambi. Em seguida o vibrador, que ela passou na xaninha por cima do tecido rendado da calcinha como se estivesse se masturbando.

Por fim, ela resolveu me tirar do castigo e veio em minha direção, abriu as pernas, sentou no meu colo e ainda de calcinha começou a se esfregar em mim, indo e vindo, usando meu pau como um brinquedo.

Analua rebolou, virou de costas, sentou, abriu as pernas, sentiu minhas mãos passearem pelo corpo inteiro mas sempre que eu me aproximava da boceta ela tirava a minha mão me deixando ainda mais louco de tesão.

Levantou-se, foi até a cama, pegou o vibrador e voltou a sentar no meu colo, de costas pra mim e com as pernas bem abertas. Colocou sua calcinha de lado, se abriu ainda mais, me entregou o brinquedo elétrico e sussurrou – vem, me masturba – pronto. Enlouqueci.

Liguei aquele troço grosso que começou a vibrar na velocidade menor. Ela pegou minha mão e guiou até o seu grelo e sentiu o primeiro toque. Eu senti seu corpo estremecer, ela se contorcia e gemia baixinho. Mudamos para a velocidade dois e ai eu já levava o vibrador pra cima e pra baixo, Analua seguia gemendo e me chamando de safado. Não resisti e meti o outro dedo dentro da grutinha e aumentei a velocidade do negócio, Analua gritou, pediu que eu não me mexesse e com as pernas bem abertas gozou como uma cachorra no cio. Seu mel escorre entre meus dedos, desliguei o vibrador e resolvi assumir o controle da brincadeira.

Levantei com ela no me colo, deitei ela sobre o sofá onde estávamos e cai de boca na sua boceta melada por causa do primeiro gozo. Chupei a xana, mordi seu grelo, ela empinava a coluna e esfregava seu sexo na minha cara, puxava meu cabelo, pedia que eu metesse o vibrador nela e continuasse chupando sua boceta e nesse ritmo louco ela gozou de novo, desta vez na minha boca me dando de presente aquele gosto bom do seu mel.

Depois do segundo gozo, coloquei Analua de quatro e com o vibrador comecei a massagear a porta do seu cuzinho, a menina gritou pedindo que eu metesse logo no seu rabinho. Lambuzei meu pau com aquele óleo que esquenta e fui empurrando a pica para dentro daquele cuzinho apertado. Analua gemeu, se ajeitou e foi se abrindo pro meu pau entrar todo. Acelerei o movimento e o óleo começou a esquentar, aceleramos cada vez mais e gozamos juntos. Caímos no sofá e ficamos agarrados recuperando o folego por alguns minutos, meu pau ainda dentro de Analua dava pequenos espasmos, fruto de um orgasmo incrível que ela havia me proporcionado.

Quando meu pau amoleceu, automaticamente ele saiu, Analua foi até o banheiro e eu aproveitei para beber um pouco de agua. A sede e a fome tomam conta de mim depois que gozo. Analua voltou e sem dizer nada me levou até a cama, pegou meu pau, bebeu um gole de agua gelada e com a boca fria voltou a me chupar. Aquela sensação me deixava transtornado, o tesão é incrível porque o pau ainda esta sensível da trepada anterior. Logo ele endureceu, ela lambeu de cima abaixo e se colocou de cócoras, ajeitou com a mão e desceu sobre ele cobrindo o pau inteiro com a sua boceta quente e ainda úmida.

Analua subia e descia, rebolava ao ritmo da música, quicava e as vezes sentava deixando ele inteiro la dentro. Ficamos nessa safadeza por um bom tempo e eu sempre massageando o seu cuzinho que eu tinha acabado de comer. Analua gozou de novo e desta vez gemeu baixinho, de olhos fechados, curtindo cada minuto daquele momento.

Depois foi a minha vez, coloquei ela deitada na beirada da cama, abri bem suas pernas, passei mais óleo no meu pau e voltei a socar.

A medida que aquilo ia esquentando os gemidos de Analua aumentavam, ela se abria mais e mais e eu acelerei o movimento pra sentir meu pau explodir em novo gozo.

A nossa tarde foi no motel, vontade de ir embora, nenhuma e Analua voltou a me chupar como nunca. Um boquete delicioso, sem pressa, que as vezes era interrompido por uma frase bem sacana até que eu não resisti e voltei a gozar, desta vez na sua boca.

Depois da tarde deliciosa fomos embora, deixei Analua em casa e ao chegar na minha casa tinha dezenas de mensagens no celular, uma delas era de Ana, a noivinha de 33 anos que descobriu como é bom meter um par de chifres no noivo machista.

Beijos a todos, me desculpem pelo sumiço mas a semana passada e retrasada foram bem corridas.






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