"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Janela Indiscreta 4


autor: Publicitario45
publicado em: 29/09/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Após o nosso primeiro ménage, eu Savio e Lara passamos a semana falando basicamente através de mensagens. A sincronia estava aumentando e cada dia que se passava eu queria saber ainda mais sobre os dois, afinal de contas apesar de ter sido vizinho deles eu não sabia quase nada sobre eles.

Savio é representante comercial, viaja o estado todo mais parte de Minas Gerais, as vezes passa uma semana inteira na estrada. Lara é esteticista e atende na sua própria casa ou em algumas residências.

Para evitar problemas e crises de ciúmes falo mais com Savio, papo de homem, futebol, carro, mulheres, cervejas e claro, putaria. Já com Lara é basicamente uma guerra de sedução o tempo todo, frases de duplo sentido, fotos e algumas cantadas.

Numa noite de muita chuva, Sávio me ligou e pediu um favor. Lara estava na casa de uma cliente e com a chuva ela não conseguia ir embora. Como meu carro é alto, fui busca-la do outro lado da cidade e quem conhece a Grande Vitoria sabe que dependendo da chuva ninguém entra e ninguém sai de casa. A coisa fica feia e somente os carros mais altos conseguem passar.

Quando cheguei Lara veio correndo, abriu a porta, estava ensopada dentro de uma roupa branca. Me deu um selinho e colocou suas coisas no banco de trás. Liguei o carro e com muita dificuldade de enxergar fomos em direção ao nossa bairro. Por causa da forte chuva e ruas alagadas demoramos mais de uma hora para fazer um percurso que duraria cerca de vinte minutos em condições normais.

Chegamos no apartamento e a rua inteira tomada de agua. Descemos do carro e fomos em direção ao prédio. Quando fui me despedir Lara disse que eu teria que subir, pois por ter ido buscado num lugar distante debaixo de tanta chuva eu estava merecendo um caldo verde, bem quente. No início recusei pois Sávio estava viajando, mas ela me mandou relaxar e mostrou uma mensagem dele concordando com a proposta que ela havia me feito. Então, não pensei duas vezes e subimos.

Lara me deu uma toalha para eu me enxugar e foi direto pra cozinha para colocar o caldo para ferver. Enquanto a panela estava no fogo, ela foi pro quarto se trocar e pediu que eu a esperasse na sala.

Minutos depois ela voltou usando um vestidinho florido, curto, tecido fino que mais parecia uma camisola. De onde eu estava dava para ver que debaixo daquele tecido não tinha nada mais do que seu corpo.

Nada de calcinha nem de sutiã.

Terminei de me enxugar e fui até a cozinha ver se Lara precisava de ajuda, ela estava deliciosamente de bunda empinada, de propósito só para me provocar.

- Está com fome?

- Sim, adoro caldo.

- Qual?

- Todos os sabores.

Lara riu. As perguntas de duplo sentido continuavam.

- Voce quer qual tipo de caldo agora?

- Qual você quer me dar?

- Todos.

- Então eu quero.

Lara parou de mexer na panela e me olhou fixamente.

- Tem certeza?

- Absoluta.

Ela desligou o fogão, tampou a panela e veio em minha direção. Seus lábios buscaram os meus e aos beijos fomos caminhando até o quarto.

- Lembra desta janela?

- Sim, agora vai ser a minha vez.

Soltei as alcinhas do vestido de Lara e num piscar de olhos ele foi ao chão. Ela estava realmente sem calcinha e sem sutiã. Na cômoda, um vidro de creme e eu mandei (adoro mandar) que ela se deitasse de bunda pra cima e com as pernas abertas.

Abri o vidro e despejei o creme gelado que ao tocar a sua pele lhe fez o corpo arrepiar. Lara soltou um gemidinho e eu comecei a massagear todo o seu corpo. Passei as mãos meladas de creme pelas costas, bunda, pernas, fui até os pés e voltei.

Depois ela se virou de frente e repeti o caminho começando pelos seios, barriga, virilha, pernas e os pés. Lara abriu as pernas se oferecendo toda, meus dedos tocaram seus lábios inferiores, ela abriu ainda mais as pernas e os dedos tocaram a porta da boceta já melada de tesão. Masturbei seu grelo, ela se contorcia, eu penetrava seu sexo com dois dedos e fazia pressão no grelo com o outro fazendo Lara gemer e se contorcer cada vez mais.

- Me chupa, quero gozar na sua boca.

- Não... ainda não.

Lara implorava, queria sentir as ondas de choques tomando conta do seu corpo. Seus seios estavam duros o bicos pareciam que ia estourar de tanto tesão. Suas mãos procuraram até encontrarem o meu pau, rapidamente ela abriu o zíper e sacou minha rola, tirou a calça, a cueca e caiu de boca. Começamos um sessenta e nove insano, ela se abaixava, me chupava depois erguia o corpo e praticamente sentava na minha boca. Rebolava na minha cara como se estivesse em cima de uma pica, cavalgou na minha língua e gozou me deixando melado.

Depois que gozou Lara não desacelerou, virou e começou a me chupar com vontade, sua boca aveludada engolia meu pau, fazia uma pressão gostosa na cabeça, me fez xinga-la de tudo quanto era nome, subiu a língua até a minha boca e sentou no meu pau deixando que ele deslizasse pata dentro da sua gruta.

Já com meu pau cravado na boceta, Lara começou a subir e descer lentamente. Ela ia até o limite da cabeça do meu pau e quando ele parecia sair ela descia colocando ele inteiro dentro dela de novo.

Aquilo foi me enlouquecendo de uma maneira que cada vez que ela fazia isso eu desferia um tapa na sua bunda. Lara ria, me chamava de safado pra baixo e continuou até que ela sentiu que estava prestes a gozar. Acelerei e gozamos juntos, um gozo intenso, forte e cheio de beijos, arranhões, puxões de cabelos e tapas.

Depois do primeiro gozo a fome tomou conta de mim e Lara foi buscar o nosso caldo. Estava quente e na própria cama do casal começamos a sacia a nossa fome. Mas quando a sacanagem reina, nada é capaz de segurar uma mulher doida de tesão.

Lara pegou a colher e colocou na boca e depois pegou a boca ainda quente e começou a chupar meu pau. Aquilo foi mágico, quase enlouqueci com aquela boca quente me chupando a em pouco tempo meu pau estava gritando de novo.

Retribui a brincadeira. Caldo quente na minha boca e em seguida minha boca na boceta de Lara. A mulher pediu que eu não parasse mais de chupa-la daquele jeito e mais uma vez gozou na minha boca.

Entre caldos e chupadas eu a coloquei de quatro, passei a cabeça do meu pau na porta do cuzinho ela consentiu, fui entrando, metendo aos poucos, a vara foi invadindo aquele rabo apertado e quente e eu acelerei as estocadas. Lara se masturbava, esfregava a mão na boceta e isso acabou levando ao terceiro orgasmo. Meti ainda mais forte e gozei também.

Depois da segunda foda resolvemos realmente tomar o caldo, na sala, como pessoas civilizadas. Savio então chamou Lara no Skype e perguntou se eu tinha conseguido busca-la. Ao responder que sim,
Lara se levantou e mostrou a boceta melada pro marido que pediu que ela pagasse um boquete pra mim em frente ao computador.

Lara fez sinal com as mãos, me aproximei e falei com Savio. Lara pegou meu pau e começou a me chupar de frente pro notebook. Do lado de lá da tela, Savio colocou o pau pra fora e começou a se masturbar. Logo ele gozou e depois foi a minha vez de gozar na boca de sua esposa.

Encerramos assim nossa brincadeira, ao me despedi de Lara ela disse que iria dormir melada de porra pra continuar sentido meu cheiro.

Me despedi de Savio pelo Skype e fui pra casa tomar um banho e descansar, pois Lara tinha conseguido acabar com as minhas forças.





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