"Os mais excitantes contos eróticos"


Fran


autor: publicitario45
publicado em: 07/07/15
categoria: hetero
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Olá amigos. Voltei para contar mais uma das minhas aventuras que vivi no período que estava separado. Conheci a Fran numa sala de bate papo, aliás, como todas as outras mulheres que mencionei nos contos anteriores.

Era um sábado chuvoso, frio e com um vento sul daqueles que desanima que desanima qualquer pessoa a sair de casa, seja para passear, namorar ou trabalhar. Dia cinza, feio e eu resolvi abrir uma garrafa de vinho, botar uma música e bater papo na internet.

Não tardou muito comecei a conversar com uma pessoa que se identificava como “a loira”. Papo vai, papo vem e eu fui descobrindo e dando informações. Fran era uma mulher de 34 anos, loira, 1,65 de altura, mãe de um casal de filhos. Estudava administração na UVV e trabalhava numa empresa que comercializava equipamentos de segurança. Era responsável pelo RH desta empresa. A conversa estava tão boa que não tardamos em sair da sala e começarmos uma conversa no MSN. Depois de horas, ela resolveu me passar o link do seu Orkut onde começamos uma amizade virtual.

Fran, loira malhada, corpo perfeito, seis médios, cintura trabalhada na academia, coxas grossas com pelos loirinhos e bunda grande era a minha mais nova amiga. A conversa ia bem até o dia que ela me disse que tinha um namorado de 49 anos, na época ela tinha 34 e eu 37 e que o cara estava no quarto dela, deitado, dormindo enquanto a gente batia papo via MSN. Um dia, não resisti e liguei para ela dizendo que estava na UVV para resolver problemas, já que eu havia trabalhado na rádio da faculdade alguns anos antes e tinha um problema da Receita Federal para resolver.

Marcamos na faculdade e chegando lá mandei uma mensagem dizendo que estava no Estação da Lata, ponto de encontro dos alunos durante os intervalos. A conversa que era boa no computador se revelou ainda melhor pessoalmente e Fran decidiu matar as últimas aulas. A conversa rendeu e o namorado dela mandou uma mensagem dizendo que demoraria para ir busca-la e como ela já tinha matado algumas aulas, resolvemos sair da faculdade e fomos em direção ao ponto de ônibus para que ela prosseguisse para a sua casa. Ao chegarmos no ponto, com a rua mais escura ficamos mais próximos e um beijo quente foi inevitável.

Fran parecia que queria me engolir com a sua boca quente. Ficamos ali nos beijando, sarrando, esfregando como dois adolescentes até que após perder três ônibus ela disse que teria que ir embora.

Ficou claro que a química entre nós era forte, mas mesmo assim, nos distanciamos, pois além do namorado complicado da Fran, eu tinha um relacionamento conturbado com a minha gerente de banco. Um dia, sem nada para fazer, entro no MS e começo a conversar com a Fran assuntos corriqueiros e ela me convida para sairmos na sexta, junto com dois casais de amigos dela. Iríamos para a Barra do Jucu, local onde existe uma grande quantidade de bares alternativos com excelente gastronomia e boa música sempre. Peguei o carro e fui buscar a minha amiga no terminal de Vila Velha e ao entrar no carro fui presenteado com um longo beijo quente, doce e molhado. De lá seguimos ao encontro dos dois casais que nos esperavam.

Chegando na Barra do Jucu, estacionamos numa rua escura e lá Fran mostrou que não estava de brincadeira. Novamente começou a me beijar e sem pensar duas vezes abriu a minha calça e caiu de boca no meu pau. Quando eu disse que estava gozando ela parou e disse que um dia, deixaria eu fazer o que eu quisesse com ela. Fomos para o bar, bebemos, conversamos até tarde e nos recolhemos. Chegando no centro de Vila Velha, Fran me disse que iria dormir na casa dos amigos e mais uma vez nada aconteceu. Fui pra casa e só me restou bater uma punheta durante o banho.

No sábado, lá pelas 9h, meu telefone toca. Era a Fran me convidando para um churrasco na casa dos amigos que eu tinha conhecido na noite anterior. Me arrumei e em pouco tempo cheguei na casa onde o churrasco já rolava solto. Não tinha muita gente, mas a animação era total. Mais uma vez fui recebido por um beijo da Fran que me conduziu para dentro casa e me apresentou para as outras pessoas que eu ainda não conhecia. Cerveja vai, cerveja vem e eu precisei ir ao banheiro. Fran me mostrou onde era a ficou do lado de fora me esperando. Quando abri a porta, ela me empurrou para dentro do banheiro, se ajoelhou e mais uma vez me chupou com força, me enlouquecendo e claro, mais uma vez não me deixou gozar em sua boca. Fran estava de vestido e começamos a nos agarrar dentro do banheiro. Não resisti muito tempo e meti a mão dentro da sua calcinha que para a minha felicidade era minúscula e estava completamente molhada. No final do dia, fui pra casa e tive que mais uma vez me contentar com uma punheta no banheiro.

O tempo passou e com a chegada do final do ano a correria tomou conta das nossas vidas e o nosso contato mais uma vez esfriou, até que a turma da minha agencia marcou a nossa festa de despedida num bar badalado chamado Saidêra, que ficava na Praia da Costa. Chegamos lá, sentamos numa mesa grande e começamos a bebedeira. Neste dia, optei em ir de táxi para não correr riscos, já que festa de fim de ano ninguém bebe pouco.

Foi ai que a Fran começou a me mandar mensagens, fazendo perguntas, me provocando até dizer que estava no mesmo bar que eu. Imediatamente comecei a procura-la até avistar a sua mesa, onde ela estava com a irmã e mais alguns amigos do interior. Terminando a nossa festa, Fran veio até a minha mesa e me convidou para ir com ela até uma casa noturna chamada Convento e eu aceitei imediatamente. Entramos todos no carro do amigo dela e seguimos para lá. A noite foi ótima. Dançamos, beijamos, bebemos e a Fran me chamou para ir pro carro do amigo dela, pois estava bem cansada. Ao entrarmos no carro quatro portas, sentamos no banco de trás e começamos e nos beijar freneticamente. Fran estava de vestido curto e salto alto. Mais uma vez ela caiu de boca no meu pau e começou a me chupar freneticamente, ela lambia meu pau de cima embaixo, dava pequenas mordidas e estava me deixando cada vez mais louco. Num impulso, Fran se levantou e sentou no meu colo e para minha felicidade estava já tinha tirado a sua calcinha dentro do banheiro da boate. Adoro mulher assim, decidida. Assim que ela sentou no meu colo, posicionou a cabeça da minha pica na porta da sua bucetinha ensopada que aos poucos foi me sugando lá para dentro. Fran rebolava alucinadamente na minha pica enquanto me beijava. Minhas mãos deslizavam pelo seu corpo por baixo do vestido. Liberei seus seios médios de dentro do vestido e comecei morder e lamber alternadamente. Fran anunciou seu primeiro gozo ainda no meu colo. Enquanto isso, as pessoas circulavam tranquilamente em volta do nosso carro.

Após seu primeiro gozo, coloquei minha loirinha de quatro e espremido entre seu corpo e o banco da frente do carro cai de boca naquela buceta que eu já estava louco para sentir o cheiro e o gosto. Fran retribuía rebolando na minha boca. Me posicionei atrás e comecei levemente a meter naquela bucetinha linda com estocadas mais fortes em alguns momentos. Fran pediu para eu socar com mais força que ela queria gozar de novo. Não resisti e gozei junto com ela. Depois, deixamos nossos corpos cair no banco traseiro do carro. Fran reconheceu que foi loucura transarmos sem camisinha mas tinha valido a pena.

Algumas horas depois nossos sarros ainda continuavam dentro do carro com direito a boquete e tudo mais. Assim que nossos amigos saíram da festa, fomos para casa de uma amiga em comum onde passei a noite transando com a minha loira com cara de safada. Eu e Fran namoramos por seis meses até ela se mudar para Macaé e depois Europa, onde se casou e teve seu terceiro filho.





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