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Almoço com a sobrinha


autor: Colecionador
publicado em: 02/10/16
categoria: incesto
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Fonte: maior > menor


Darei início a uma série de republicações de textos que estavam no meu perfil antigo. Espero que gostem... e gozem.

Tenho 40 anos, sou muito bem casado há 10 anos, sem filhos e nunca havia traído minha esposa, que é linda e gostosa. Sílvia é mulata, alta, seios grandes e bunda bem definida. Eu sou alto, branco, cabelos e olhos escuros. Porém, embora a gente transe diariamente, nossa vida sexual meio que havia caído em uma rotina, apenas "cumpríamos tabela" com um papai-e-mamãe básico.

O que vou relatar aconteceu há cerca de um ano e meio, e tentarei puxar da memória a maior quantidade de detalhes possível. Os diálogos logicamente não são idênticos, mas são fiéis ao que conversamos.

Era sábado, minha esposa tinha ido ao shopping para um dia de compras com sua amiga Diana. Quando isso acontece, ela fica o dia inteiro fora. Aproveitei para ir visitar minha irmã, que fazia tempo que não via. Chegando lá fui recebido pela minha sobrinha Sarah, e fui logo perguntando pela sua mãe.

-"Oi tio Marcos, que surpresa. O senhor está sumido... Mamãe foi pro sítio com papai, eu fiquei para ir dançar a noite com o Rogério (namorado dela). Mas entre, estou começando a fazer o almoço, me acompanhe."

Aceitei o convite, já que iria ficar o sábado inteiro sozinho, e iria aproveitar para "serrar" um almoço. Sarah pediu licença para ir ao quarto se trocar, pois havia chegado do mercado e queria colocar uma roupa mais leve. Ela subiu para o quarto e eu fui atacar a geladeira, em busca de uma cervejinha. Sorte minha, meu cunhado gosta de uma gelada e deixou várias para mim.

-"Tio Marcos, já não perdeu tempo, né?" - disse Sarah com um sorriso no rosto, destacando seus dentes lindos. Sarah é morena, cabelos lisos e longos que chegam até quase o fim das costas, olhos negros e expressivos, tem uma boca carnuda. Voltou bem a vontade mesmo, usando uma saia e uma camisetinha.

-"Ah, você sabe que eu adoro uma cervejinha. E veja, já coloquei um copo para você." Ela sorriu, agradeceu, brindamos ao sábado e começamos a beber. A conversa era boa e fluía bem, tanto eu quanto ela somos extrovertidos e gostamos de um bom papo. Foram 2, 3, 4, 5, 6 cervejas até eu perguntar se ela não estava esquecendo de algo.

-"Minha nossa, o almoço! Desculpe tio, já são 12:00h, vou preparar rapidinho." Eu sorri e a tranquilizei dizendo que estava à toa mesmo e que a cerveja estava uma delícia.

-"Ah, está mesmo. Estou até meio zonza" - disse, em meio a sorrisos e foi preparar o almoço. Eu abri mais uma cerveja e não sei se pelo efeito do álcool, ou se pelo clima gostoso que estava, comecei a olhar minha sobrinha com outros olhos. Vejam só, Sarah havia crescido, e somente naquele dia eu havia dado conta disso. E percebi que a garota sorridente e brincalhona havia se tornado uma mulher linda, sensual e atraente. Entre goles de cerveja a observava preparar o almoço, reparando em suas coxas grossas e nos seios médios e firmes, que se destacavam com a camiseta. Estranhando os pensamentos, resolvi ir para o jardim espairecer e fumar um cigarro. Não demorou muito ela veio atrás.

-"Pronto, agora é só a carne terminar de cozinhar. Tio, posso de pedir um cigarro?"

Estranhei, pois não sabia que ela fumava...

-"Ah, eu fumo escondido de mamãe, foi Rogério quem me ensinou. Fumo geralmente quando vou dançar, eu gosto."

_"Bem, apesar de não apoiar este nosso vício, quem sou eu para negar um pedido de minha sobrinha preferida? Só não conte para sua mãe, senão ela me mata."

Entreguei o cigarro a ela, o acendi e fiquei observando enquanto conversávamos. Se tem um fetiche que mexe comigo é mulher fumante, destas que sabem fumar de maneira sensual. E Sarah sabia, dava tragadas longas e soltava a fumaça lentamente, sempre olhando para mim. Se faltava algo para me excitar por completo, depois daquele momento não faltou mais nada. Meu pau endureceu rapidamente dentro da bermuda. Tentei disfarçar e perguntei do namorado, se ele ensinava algo de bom a ela, já que de ruim já bastava o cigarro, rs. Ela deu um suspiro e disse que o namoro não estava tão bem. Falei que ela poderia desabafar comigo se quisesse, e foi o que fez. Disse que ele era muito carinhoso, atencioso... mas que quase não a procurava mais na cama. Surpreso com a franqueza, perguntei se ela sentia muita falta de sexo.

-"Claro, né tio. Quem não adora um bom sexo?" Respondi que ela tinha razão, que o sexo era fundamental.

-"Como é sua vida sexual?" - perguntou Sarah, me surpreendendo. A conversa ia tomando um rumo bem interessante... Respondi que era boa, que não poderia me queixar. Sarah foi ficando curiosa, e perguntou quantas vezes transávamos por semana, eu e a tia dela. Quando respondi que era diariamente, ela arregalou os olhos e exclamou que a tia era uma mulher de sorte. Eu para não deixar passar, dise que quem tinha sorte era o Rogério. Ela sorriu, mas baixou os olhos dizendo: "Que adianta ter sorte se ele não deseja a namorada?" Eu imediatamente peguei em seu queixo, levantei sua cabeça, fiz um carinho no rosto e disse que não admitia vê-la triste por causa do namoro. Sarah me abraçou longamente, encostando completamente seu corpo no meu. Senti seus peitos firmes, e meu pau endureceu novamente. Ela percebeu, mas continuou o abraço, onde eu aproveitei para passar as mãos em suas costas.

-"Que abraço gostoso, não dá vontade de sair daqui" foi o que ela conseguiu dizer enquanto eu pegava firme em sua cintura com a mão direita e percorria suas costas com a mão esquerda.

-"Pois eu quero lhe dar muito mais que um abraço"- respondi, já completamente dominado pelo tesão.

Sarah olhou para mim e perguntou o que era, foi a deixa para eu beijar sua boca linda. Ela se assustou, procurou se afastar mas acabou correspondendo, em um beijo demorado. Enquanto sentia o calor dos lábios de Sarah, levei minhas mãos de encontro à sua bunda, que acabou por assustá-la. E isso fez com que se afastasse, dizendo que não era certo isso, pois eu era seu tio. E correu para a cozinha, dizendo que iria terminar o almoço. Nesta altura, em nem me lembrava do almoço, minha fome era outra. Fui atrás, já tirando minha camisa. Quando cheguei na cozinha Sarah estava de costas, terminando uma salada no balcão. A abracei por trás e ela não reagiu, nem quando encostei o volume de meu pau duro em sua bunda. Comecei a beijar seu pescoço, enquanto ela dizia:

-"Tio, isso não está certo. Você é da família, tem esposa, eu nunca traí..."

Enquanto subia minhas mãos para os seus seios, respondi dizendo que o namorado merecia um belo par de chifres, e que ela deveria fazer o que o desejo mandasse. Sarah já não disse mais nada, apenas suspirou e se arrepiou. Se virou de frente e procurou minha boca, em um beijo delicioso. Minhas mãos percorriam todo o corpo de minha sobrinha, em especial a bunda e os peitos. Mandei ela tirar a camiseta, enquanto desabotoava minha bermuda. Ela tirou a camiseta e a saia logo em seguida, ficando somente de calcinha e sutiã.

-"Sem sutiã"

-"Está mandão, tio. Gosto assim." Disse enquanto se aproximava e pegava meu pau que ainda estava dentro da cueca. Ela então se ajoelhou, abaixou minha cueca e ficou encarando meu pau, dizendo que era um pau grande e lindo. Abocanhou meu pau, sugando como uma putinha. Parecia ter muita experiência nisso, estava fazendo um boquete maravilhoso. Eu sabia que não iria aguentar segurar o gozo se continuasse recebendo aquela chupada, então a levantei e a deitei sobre a mesa, para logo tirar sua calcinha. Fiquei admirando aquela buceta linda, lisa e grande, até cair de boca e começar a chupar minha sobrinha. Minha língua entrava e saía, até eu enfiar um dedo na buceta e me concentrar no clitóris dela. Sarah gemia e falava que estava bom demais, pedindo para eu não parar. Eu continuei, enfiando mais um dedo e sugando todo o líquido de minha sobrinha, que não parava de escorrer. Então parei e a beijei, falando:

-"Me beije, lamba minha boca, a boca que estava na sua buceta, e veja o sabor delicioso que você tem." Ter ouvido isso a deixou louca, que me beijava e lambia como uma cadelinha. Então a deitei na mesa, abri suas pernas e encostei meu pau na entrada da buceta de Sarah, que pedia para ser comida.

-"Vem tio, me coma logo. Vem!" Então posicionei a cabeça de meu pau na entrada e forcei a penetração. Nem precisava, pois o pau entrou fácil, parecendo já conhecer o caminho. Sarah gemia e rebolava, sempre pedindo por mais. E eu dava, mas de maneira suave, até que minha sobrinha gritou:

-Porra tio, não sou mais mocinha, sou mulher. Me fode direito." Isso aumentou ainda mais meu tesão e minhas estocadas, que passaram a ser fortes e rápidas. Minhas mãos tocavam os peitos duros de Sarah, enquanto eu falava, provocando-a:

-"Isso, minha gostosa. Rebola no pau do seu tio, do macho que está te fodendo.

Ela gemia, e não demorou muito a querer gozar.

-"Ai tio, não aguento mais, vou gozar" Aumentei a frequência e junto com ela cheguei ao gozo, gritando:

-"Goza minha safada, goza na pica do seu macho, gostosa".

Após recobrar as forças, enquanto dividíamos um cigarro e conversávamos, Sílvia ligou querendo saber onde eu estava. Falei a verdade, que estava almoçando na casa de minha irmã (só não avisei como foi o almoço, rs).

Então nos recompusemos, almoçamos de verdade e eu ainda tive tempo de fazer alguns carinhos em Sarah. Ela agradeceu muito, dizendo que fazia tempo que não gozava daquela maneira (e nem eu, pensei). E para minha surpresa, pediu para que eu não me afastasse dela. Eu disse que era complicado, mas que iria ver o que faríamos...

A verdade é que depois daquele dia, Sarah e eu temos nos encontrado frequentemente e vivido algumas tantas aventuras. E minha vida sexual com Sílvia melhorou consideravelmente. Mas isso tudo é assunto para outros relatos.

Para críticas, sugestões e bate-papo: matosmarcos77@gmail. com




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