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Segredos de Família (Parte 2)


autor: corabopp
publicado em: 05/10/16
categoria: incesto
leituras: 13031
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Fonte: maior > menor


Avancei sobre Tainara e lhe agarrei pelos cabelos.
“Sua puta!”
Levantei minha mão e dei um tapa em seu no rosto que lhe fez cair.
Imóvel se apoiando no chão, ela respirava ofegantemente. Com as pernas abertas, seu vestido estava todo levantando deixando suas coxas nuas e sua calcinha à vista.
Peguei sua cabeça e a fiz olhar em meus olhos.
Ela sorria diabolicamente. Sem soltar seu cabelo dei-lhe outro tapa no rosto, ela gemeu.
“Isso, me bate”
Seus seio esquerdo quase saia do vestido, olhando para ele percebi que seu mamilo quase estava a mostra e ela reparou.
“Gostou papai?” disse puxando seu decote para baixo e deixando seu seio pra fora.
“É todinho seu!” disse apertando seu seio e lambendo os próprios lábios.
Meu pau doía de tanto tesao. Tainara olhou para o volume em minha calça e o apalpou.
“Nossa pai, tudo isso pra mim?”
Tainara se ajoelhou, puxou a outro lado de seu decote deixando ambos os seios para fora e abriu meu zíper.
Meu pau pulou pra fora rígido e envergado.
“Nossa papai, que pauzão!.”
Tainara beijou minha glande olhando em meus olhos. Sem ao menos piscar, Tainara lambeu meu pau do saco até a cabeça e o engoliu. Que boca gostosa, quente, molhada, perfeita.
“Vagabunda!”
Puxei-a pelo cabelo, seus lábios carnudos derramavam saliva sobre seus seios, dei outro tapa em seu rosto e ela sorriu.
“Bate na sua putinha!”
“Chupa gostoso!” disse empurrando sua boca a fazendo engolir meu pau inteiro.
“Paaaiii!, eu juro não é nada disso que você está pensando!”.
Acordei de meu devaneio e percebi que permanecia parado na porta.
“Me desculpa pai, me desculpa!”
Tainara se sentou no sofá e afundou nas próprias pernas chorando copiosamente.
Avancei para perto dela e me sentei ao seu lado. Não sabia direito o que fazer.
“Calma filha, calma meu amor” disse acariciando suas costas.
Tainara não tirava os olhos do chão, não pude deixar de notas suas coxas lisinhas e gostosas, fiz carinho em seu cabelo e disse:
“Não precisa chorar meu amor, papai não está bravo”.
Tainara levantou a cabeça, seus olhos estavam vermelhos e sua maquiagem borrada.
Envolvi seu rosto em minhas mãos e lhe beijei na testa
“Nossa pai, jurava que você ia querer me bater.”
Imaginei lhe batendo e fazendo todas aquelas loucuras com ela. Imaginei lhe colocando de quatro naquele sofá e a fudendo até gozar.
“Eu te amo filha, nunca vou te bater meu amor”.
Tainara sorriu sem graça, limpei as lágrimas de seus rosto e lhe abracei forte.
“Você não precisa esconder nada do papai meu amor.”
Abraçado, sentia seus seios em meu peito, meu pau já se apertava em minha cueca, me afastei disfarçando minha ereção. Segurando Tainara nos ombros, olhei para seu corpo, podia ver perfeitamente seus seios, que delicia ela estava.
“Que roupa linda filha, gostei”
Ela limpou a maquiagem borrada com as mãos e sorriu olhando para si mesma
“Você não acha exagerado pai?”
“Você está maravilhosa filha.” aproveitei a oportunidade de descansei minha mão em sua coxa.
“ Filha, mas me explica, porque quê você tava gravando esse vídeo?”.
Tainara colocou sua mão sobre a minha e fixou seu olhar nela.
“Você jura que não vai ficar bravo?” disse fazendo carinho em minha mão.
“Claro que não meu amor.”
Levantei seu rosto segurando seu queixo e olhei em seus olho.
Seus olhos viraram para o lado, ela parecia hesitante, acariciei sua coxa e ela olhou para mim.
“Você sabe que eu adoro dançar né pai. Então...é que eu tem esse canal do youtube que pede para as meninas enviarem vídeos de dança. Faz um sucesso enorme e tal, aí eu achei que seria uma boa forma para eu divulgar o meu trabalho. Sabe pai, eu nunca contei isso pra ninguém, mas meu sonho é me tornar uma dançarina profissional, eu pensei que talvez isso seria um bom começo sabe…”
Ter um vídeo de minha própria filha dançando seminua na internet? Milhões de idéias passaram por minha cabeça, pensei em lhe dar um fumo, em passar um sermão, Pensei rapidamente em várias respostas possíveis para aquela situação, talvez devesse lhe proibir de o fazer, confiscar aquela câmera, pensei, pensei e pensei. Depois de permanecer por alguns segundos em silêncio finalmente disse:
“Que incrível filha!”
“Nossa pai, você não ta bravo?”
“Não”
Ela sorria sem tirar as mãos das minhas.
Aproveitando de sua empolgação, fiz um carinho em sua coxa, que sensação boa, lisinha, minha mão deslizou facilmente por toda sua lateral. Tainara nem ligou.
“Iria adorar assistir o que você gravou filha”
Tainara pegou a câmera do seu lado e disse receosa:
“Acho que seria meio estranho pai”
“Porque estranho?!”
“Ah, não sei, tenho vergonha”.
“Tah, você não precisa ter vergonha do papai” passei novamente minha mão por sua coxa agora quase chegando no fim se seu vestido.
Tainara sorriu timidamente e ligou a câmera:
“Você jura que não vai contar pra mamãe né”.
“Claro que juro filha”.
Tainara colocou a câmera na minha mão e falou para eu apertar o play.
Encostei as costas no sofá e segurei a câmera próxima ao meu rosto. A música começou a tocar e Tainara surgiu no canto de quadro, “Que cachorra” pensei, ela andou em direção ao centro, deixando seu corpo inteiro a mostra,. Tainara sorriu para a câmera e se virou mostrando a bunda, colocou as mãos em sua coxa e começou a rebolar.
Apesar de estar ao meu lado com os seios quase revelados com a blusa que usava, eu não conseguia tirar os olhos do pequeno visor da câmera.
Ela rebolava agachando quase mostrando sua calcinha, depois levantava arrumando seu vestido e continuando a dançar.
Minha boxer começou a molhar minha calça de tanto tesão. Tainara agarrada no meu braço esquerdo, assistia comigo olhando sempre para mim, esperando a minha aprovação.
Na telinha, agora de frente, Tainara se agachava colocando a mão sobre a buceta escondendo a calcinha. Com as coxas a mostra ela rebolava simulando sentar num pau. Subia e descia, subia e descia.
Tainara se levantou e arrumou novamente o vestido e o decote que quase saiam pra fora
Seus seios pulavam enquanto ela balançava o rabo de ladinho.
Meu coração batia a mil por hora vendo ela balançar aquela bundinha deliciosa. Quase menos percebi chegou na hora em que a peguei no flagra. O vídeo acabou.
“E ai? O que achou papai?”
Eu estava paralisado. Não conseguia me mover. Meu pau doía de tão duro. Eu queria a agarrar e lhe rasgar inteira naquele instante.
Pensei um milhão de coisas naquela hora para fazer, analisei, ponderei e então disse:
“Eu não sabia que você era tão talentosa amor”.
Seus olhos brilharam.
“Mas pode melhorar né filha”
Seu sorriso se desmanchou na hora.
“Você achou ruim?”
Ri percebendo o seu desapontamento;
“Filha, você é muito talentosa, muito linda também, não há dúvida, mas sabe o que, o vídeo está muito mal feito, muito amador”.
“Você acha?”
“Sim amor, alem que essa câmera tem uma qualidade muito ruim”.
Tainara ficou em silêncio. Uma luz surgiu em minha mente e eu tive a idéia mais genial da minha vida.
“Porque você não usa a câmera do papai?
Tainara sorriu novamente..
“E eu posso?”
“Quer saber, vamos fazer melhor. Porque você não me deixa lhe ajudar a gravar esses vídeos, vou fazer edição e tudo.”
Tainara sorria como uma criança.
“Você faria isso pra mim?!
“Claro meu amor!”
Tainara bateu palminhas de felicidade e pulou sobre mim
Você é demais pai”. disse me abraçando forte.
Afastei-a um pouco a fazendo não notar minha ereção.
“Deixa só o papai tomar uma ducha rápida e a gente faz agora, o que acha?”
“Obaaaa”.
“A gente também pode fazer mais de um, porque você não separa outras músicas e outros figurinos hein?” as ideias estavam brotando como um milagre de minha cabeça.
“Nossa pai, nunca pensei que você ficaria tão empolgado com isso. Que máximo!”
Tainara estava extremamente feliz .
“Eu vou tomar um banho também e arrumar essa maquiagem” disse Tainara.
Beijei Tainara na testa e fui para meu quarto
Não estava crendo na oportunidade que estava tendo. Era o pai mais sortudo da face da terra.
Tirei minha câmera da gaveta e coloquei sua bateria para carregar.
Entrei no banheiro, tirei minha roupa e liguei o chuveiro. Meu pau continuava duro e pulsante. A cabeça se encontrava totalmente lambuzada. Tomado pela visão de minha filha dançando daquela forma, me masturbei ali mesmo, repassando mentalmente aquela cena espetacular, Tainara com aquela carinha de safada rebolando até o chão. Encharquei o chão do box rapidamente.
Me enxuguei e coloquei uma camiseta branca nova. Para ajudar a esconder qualquer tipo de ereção que poderia se fazer notada, vesti uma bermuda jeans com uma boxer apertada.
Ao voltar para a sala vi que Tainara não estava la. Fui em direção a seu quarto, do corredor pude notar que a porta de seu quarto estava aberta.
Estendi meu braço batendo na porta, não obtendo resposta entrei no quarto.
A porta do seu banheiro estava fechada, pelo barulho, percebi que Tainara ainda tomava banho, olhei para sua cama, havia várias roupas separadas em cima dela, shortinhos, calças legging, saias, camisolinhas, bikinis, baby-dolls e várias calcinhas diferentes.
Não resisti e peguei um shortinho branco, era bem minúsculo, não conseguia imaginar como Tainara cabia nele, era muito pequeno, com aquele short em minhas mãos, fechei os olhos e imaginei Tainara usando-o.
“Bu!!!” gritou Tainara atrás de mim.
Meu corpo gelou e meu coração foi a boca.
“Que susto filha!”
Tainara gargalhou vendo minha reação.
Tentando me recuperar do susto percebi que Tainara estava de toalha.
Não consegui tirar os olhos de seu ombro molhado enquanto ela desfazia seu coque.
“O que achou desse aí pai?” disse apontando para o shortinho em minhas mãos.
Fiquei meio sem graça com a situação a gaguejei dizendo:
“Éééé...lindo, a...adorei filha.”
Tainara estranhou minha reação e tirou o short de minhas mãos.
“Então vou usar ele.”
Ela vestiu o short por debaixo da toalha e se aproximou da cama.
“Será que uso um topzinho ou uma blusinha?”
Não consegui formular uma resposta para aquilo, fiquei maluco só imaginando ela com qualquer uma daquelas roupas, me aproximei de Tainara e disse:
“Você vai ficar linda com qualquer um amor”.
Tainara sorriu, pegou um top bem pequeno na cama e tirou a toalha.
“Meu deus!” pensei.
Seus seios eram perfeitos, redondinhos, pontudos, tinham uma marquinha quase apagada de biquíni, minha boca salivou olhando para aquele mamilo durinho e pequeno.
Tainara vestiu o top deixando seus seios moldados e juntinhos. Ela se virou olhando para o espelho e perguntou:
“O que acha papai?
Olhando para seu conjuntinho, meu pau já se sufocava em minha boxer, o top que usava era curtíssimo deixando sua sua cinturinha e barriga à mostra. Seu shortinho branco parecia uma calcinha de tão pequena, por estar sem calcinha, podia se notar o formato e volume de sua bucetinha lisa.
Se ela soubesse o quanto ela deixava seu pai louco.
“Ta linda amor”.
Tainara passava a mão por seu corpo se admirando no espelho.
Forçava a minha mente para fugir daquela situação, estava me segurando para não avançar em minha própria filha.
“Vamos começar? Tô indo pegar a minha câmera.”
Sai do quarto quase que correndo a fim de me controlar. Cheguei em meu quarto, entrei no banheiro, estava suando, joguei uma água em meu rosto e olhei no espelho.
“Se controle, pelo amor de Deus!” disse olhando para meu próprio reflexo.
Peguei minha câmera na cômoda e sai.
Tainara continuava em frente ao espelho, agora dançava em frente a ele. Ela nem ao menos havia reparado minha presença na porta, estava muito à vontade, fazia movimentos bem sensuais tocando a si própria.
Liguei minha minha câmera e comecei a filmar.
Dei o máximo de zoom e foquei em seu rabo, toda arrebitada e redondinha. Que delicia.
Cheguei mais perto e fui notado:
“Pai, para!” disse sem graça colocando a mão na lente
“Que foi filha? Tava tão bonito.”
Tainara riu sem graça.
“Eu não sabia que já tava valendo!”
“É que estava muito bonito filha, eu não resisti”.
“Pai, eu nem passei maquiagem”.
“Não precisa amor, você está linda assim”.
“Não tô”
“Ta maravilhosa filha, vamos gravar assim.”
Tainara olhou para o espelho e insistiu.
“Pai, me escuta, só vou passar um batom, aí a gente grava”.
Não disse mais nada, fiz um carinho em seu queixo e disse que a esperaria na sala.
No caminho fui assistindo o que acabara de gravar. Não via a hora de jogar para meu computador e de deliciar assistindo aquilo numa tela inteira.
Chegando na sala coloquei a câmera sob o balcão do mini-bar. Olhei para a prateleira cheia de bebidas e vi um whisky chivas que havia ganhado a anos. Pensei que poderia ajudar a relaxar. Preparei uma dose e tomei gole. Que idéia maravilhosa, fazia tempos que não desfrutava de um bom whisky. Dei mais um gole e abri a câmera novamente. A bateria dela estava na metade, não havia conseguido carregar inteira.
“Hmmm, eu quero um pouquinho” disse Tainara chegando por trás e apertando minha cintura.
“Que susto filha”.
Tainara me abraçou envolvendo seus braços ao redor de meu peito.
Sentindo aqueles seios durinhos em minhas costas, meu pau não parava de pulsar duro na bermuda.
“Me da?” me virei a vi, ela agora estava toda maquiada, de batom vermelho e uma sombra que destaram ainda mais seus olhos verdes, parecia um puta, estava deliciosa.
“Você não tem idade pra essas coisas filha” disse acariciando suas mãos.
“Claro que tenho, não sou mais criança”. disse sorrindo fazendo biquinho de dó.
Nunca tinha a visto maquiada daquele jeito, parecia mais velha, ,usando aquele top e o shortinho, estava mais gostosa do que nunca.
“Ta bom filha, mas é só um pouquinho hein.”
Eu não aprovava que garotas tão jovens devessem beber, mas olhando para Tainara daquele jeito minha frente,toda cheirosa e linda, imaginava como ela ficaria um pouco mais soltinha, pensei as piores perversidades possíveis, meu deus, eu não podia pensar naquilo, com minha própria filha.
Tainara pulou de alegria e eu lhe estendi o copo.
Na primeira bicadinha Tainara fez uma cara de nojo e colocou a copo para longe de si.
“Aí pai, que ruim isso!”
Dei risada percebendo que ela havia se babado toda. Passei a mão delicadamente em sua boca limpando seus lábios tentando não borrar seu batom.
“Acho que tem outra coisa melhor pra você”.
Abri a prateleira e tirei uma garrafa de Jurupinga.
“Experimenta essa” coloquei uma dose e lhe estendi.
“Hmmm, docinho”. disse depois de dar o primeiro gole.
“Não toma muito hein”
Não adiantou dizer, Tainara bebeu o resto quase de uma vez só expressando um grande deleite.
“Muito gostoso isso pai, me da mais”.
“Filha, isso não é pra tomar assim!”
É claro que estava fingindo, estava louco para lhe dar a garrafa inteira.
“Paiiiii, só mais um pouquinho”.
“Ok meu amor, só porque eu te amo muito.”
Enchi o copo até quase a boca e dei uma piscadinha pra ela.
“Você é o melhor pai!”
Perguntei qual música Tainara iria dançar.
“Ta no meu celular pai, ô, pega aqui”.
Ela me estendeu o aparelho e eu peguei. O papel de parede era uma foto sua de bikini, que filha maravilhosa eu tinha, claro que sabia de decor a senha de desbloqueio, mas fingi desconhecer.
“Como que eu destravo isso?”
Tainara tirou o celular da minha mão, colocou sua senha e abriu na música que iria usar.
Com o celular em mãos fui em direção ao som, conectei o cabo nele e um funk começou a tocar.
Eu nunca tinha ouvido aquilo, não me interessava nenhum pouco por funk. Olhei para Tainara e ela cantava a música segurando o copo já vazio nas mãos.
Na hora comecei a gostar da música, Tainara rebolava discretamente olhando seu reflexo na prateleira de bebidas.
“Que tal se a gente usar aquela parade?”
Nossa sala era bem espaçosa, logo a esquerda, ao lado do home theater, havia uma parede enorme da cor vermelha. Afastei duas poltronas que estavam encostadas e deixei o espaço livre. Liguei a câmera e a enquadrei. Ninguém poderia dizer que estávamos em nossa sala, parecia um fundo de estúdio, era perfeito.
“Vem filha, vem”.
Só pelo andar de Tainara pude notar que ela já estava um pouco alterada. Não devia ter o costume de beber, adorei isso.
“Poe do começo pai”. disse já se posicionando no centro do quadro.
Fui no som, dei play novamente, apertei o rec da câmera e enquadrei o corpo inteiro de Tainara.
A partir daquele momento o olhar de Tainara mudou. Olhando na lente da câmera Tainara passou as mãos por seu corpo inteiro até chegar em sua cabeça. Segurando seus cabelos ela começou a rebolar com as pernas juntas girando seu quadril sensualmente. Parecia de elástico de tão perfeito que era seu rebolado. Ela girava o corpo inteiro dando voltas e voltas no ritmo da música. Aproximei a câmera e acompanhei suas mãos descendo para suas coxas que se abriram mostrando o pacotão de sua buceta . Com os joelhos dobrados, Tainara rebolava de coxas abertas se abaixando progressivamente. Posicionei a câmera mais abaixo deixando sua bucetinha bem a vista . Com uma das mãos ela subiu lentamente para seus seios e o apertou contra si. Dei um close em seu rosto na qual ela respondeu mordendo um dedinho sorrindo para a câmera.
“Que safada” pensei.
Tainara empinou seu rabo jogando seu torso para frente e se virou ficando de costas para mim, sua bunda tomou conta toda do quadro e balançava no ritmo da música.
Imaginei meu pau entrando e saindo daquela bundinha deliciosa. Eu deitando e Tainara fazendo aqueles exatos movimentos sentando em meu pau. Eu estava quase infartando vendo aquilo.
Quando se virou não pude deixar de notar seus mamilos rígidos e pontudos no top.
Tainara encostou as costas na parede e sorriu mordendo os lábios inferiores passando a mão por seu corpo todo. Fiz um movimento de câmera de seu rosto até seus pés. Pegando seu corpo inteiro bem de perto. Quando estava subindo para seu rosto novamente, Tainara colocou sua mão sobre a minha e forçou a câmera para baixo. Parando exatamente em sua buceta. Rebolando mais lentamente, Tainara enfiou as mãos na parte interna da coxa e subiu as mãos até virilha a acariciando todinha.
Minha boca salivava, eu não estava acreditando naquilo. Fiquei de joelhos e aproximei a câmera de sua buceta toda moldada pelo shortinho legging, rachadinha, perfeita.
Olhei para Tainara e ela sorria se divertindo..
Meu batimento aumentou no momento em que Tainara colocou as duas mãos sobre o short e o abaixou… até a metade, desceu até o meio do caminho e voltou, eu quase infartei. Fez um sinal de “não, não” para a câmera e puxou meu braço para cima.
Sorrindo com uma cara de safada, Tainara enfiou uma das mãos por debaixo do top e rebolou jogando a cabeça pra traz. Com a outra a mão ela forçou o shortinho pra baixo deixando a buceta quase a mostra.
Nem ao menos havia cogitado disfarçar meu deleite em ver aquilo, fazia caras e bocas acompanhando todos os movimentos de minha filha. Aquilo estava sendo muito melhor do que eu remotamente teria imaginado.
Tainara andou em minha direção e virou novamente sua bunda para mim. A empinou mais alto que podia e se agachou lentamente até ela tocar o chão.
Meu coração parou no momento em que se ela ficou de quatro e começou fazer um vai e vem.
Queria arrancar aquele seu shortinho e enfiar minha lingua em seu cu. Minha boxer já estava melada de tanto tesão. Continuei gravando tentando me segurar.
Rebolando circularmente, Tainara jogou a cabeça pra trás fazendo seu cabelo voar, agarrou seu bunda, fez um sinal de “vem ca” com o dedinho olhando para a lente e deu um tapa bem forte na bunda.
“Eu vou comer ela, vou fuder esse cu” pensei.
Fui me aproximando de seu rabo, chegando muito perto, já sentindo o cheiro de sua bucetinha, a poucos centímetros de finalmente avançar em minha própria filha, meu sonho finalmente realizado.
E então a música acaba…

(continua…)



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