"Os mais excitantes contos eróticos"


Ainda sobre a feira...


autor: Publicitario45
publicado em: 10/10/16
categoria: hetero
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Depois da feira varejista aqui no meu estado (Leiam o conto anterior) que eu e Amanda acabando transando dentro do carro no estacionamento do pavilhão, a turma resolveu marar uma farra e o local escolhido foi na minha casa.

Para ajudar vocês entenderem a situação eu vu tentar explicar o quadro geral. Meu cliente é o dono da feira, lá tem 6 mulheres na comunicação, entre elas Jaqueline e Carlinha, que são as mais próximas. Todas são casadas exceto Carlinha, porém esta acabou virando uma grande amiga e a possibilidade de irmos pra cama chegou a zero. A Amanda, a loira casada é amiga de todas elas e depois que transamos passamos a nos falar todos os dias pelo telefone.

Uma outra pessoa entra na história, um amigo meu que esteve presente na festa passada e ficou encantado com a filha da Amanda que é uma modelo linda de 1,80 de altura.

Passamos a semana falando sobre a tal festa na minha casa e ela seria uma espécie de bota fora da Carlinha que estava trocando de emprego.

De todas as pessoas que eu citei, apenas Amanda,, a sua filha, Jaqueline, Carlinha e meu amigo confirmaram presença no bota fora, que ficou agendado para um sábado, começando por volta das 20h.

Entre brincadeiras e conversas no Whatsapp, Carlinha me disse que Jaqueline estava enfrentando problemas no casamento, o marido estava com depressão e isso estaca causando vários problemas.

Jaqueline é uma loira de 38 anos, olhos claros, boca grande, corre 10km por dia para manter a forma. De segunda a sexta segue uma dieta ferrenha mas nos finais de semana chuta o balde. Entre eu e ela sempre houve uma cumplicidade, muito respeito mas depois do evento passamos a trocar olhares que nunca havíamos trocados e passamos a usar frases de duplo sentido em nossas conversas.

Sempre a noite, após o marido dormir, a gente vara a madrugada falando sobre a festa, a minha escapada com Ana e eu mexo com ela falando sobre a sua forma de dançar funk que é uma verdadeira tentação. As conversas sempre iam esquentando e Jaqueline insistia em jogar um balde de agua fria quando a coisa começava a ferver.
Enfim, chegou o grande dia. Os drinks seriam por minha conta, fui ao supermercado e comprei tudo que precisava para deixar Jaqueline no ponto. Ela deixou escapar uma vez que Skol Beats Spirit deixava seu corpo com calor e ela perdia o juízo e que seu marido adorava quando ela tomava umas latinhas.

Na hora marcada o povo foi chegando, Amanda e a filha chegaram primeiro, depois Carlinha e meu amigo que já se engraçou com a novinha da festa, Jaqueline chegou com uma amiga tempo depois e disse que o marido tinha ido leva-la mas que elas voltariam de taxi.

Começamos a bebedeira, Jaqueline já assumiu o controle do som e começou a dançar na sala enquanto eu ia preparando os drinks. Ela usava um short jeans curto, uma blusa branca e uma sandália com um salto não muito alto. Aquela maldita jogada de cabelos olhando pra tras me desconcentrava e ela sabia disso, rebolava, descia, olhava pra trás e ria.

Por trás do balcão meu pau já gritava de tesão. Amanda achou pouco e resolveu dançar com ela e ai vendo aquelas duas loiras dançando sensualmente eu realmente senti meu pau latejar.

A festa seguiu rolando e já passava das 21h, Jaqueline já tinha tomado algumas lata de Sol Beats, estava soltinha, dançava, se insinuava pra mim, olhava com cara de safada e parecia ter esquecido que tinha um marido em casa.

Meu amigo já estava aos amassos com a novinha na varanda e a coisa só não esquentou mais porque Amanda, a mãe estava lá e o marido podia chegar a qualquer momento. Quando ele chegou, Amanda estava saindo do banheiro e eu passando em frente e quando fomos nos despedir rolou um beijo quente cheio de mãos se tocando no corredor que dá acesso ao meu quarto.

- Meu marido está chegando, precisamos ir.

Amanda ia falando e me beijando ao mesmo tempo. Entramos no banheiro que ela estava, fechamos a porta e ela abriu o zíper da minha bermuda e caiu de boca no meu pau. Que chupada gostosa, uma lambida ávida em volta da cabeça e um beijo de despedida. Pedi pra ela continuar porque eu queria gozar na sua boca mas Amanda saiu rindo dizendo que “na próxima” eu poderia fazer o que quisesse com ela.

Amanda saiu primeiro do banheiro e quando eu sai Jaqueline chegou me empurrando de volta pro banheiro.

- Voce é safado, fica me comendo com os olhos e tras a minha amiga pro banheiro?

- Calma, vamos pro outro banheiro.

Fomos pra minha suíte e eu e Jaqueline demos nosso primeiro beijo. Um beijo longo, com suspiros intermináveis, minhas mãos apertando sua bunda e ela arranhando as minhas costas. Pedi que ela se virasse, apoiasse as mãos na pia e rebolasse me olhando por cima do ombro.

Jaqueline apenas obedeceu, encostou sua bunda no meu pau e rebolou como uma verdadeira vagabunda, sorria olhando a minha cara de tesão e ficou assim por um bom tempo. Voltei a atacar a sua boca e quando ameacei abrir o zíper da sua bermuda ela segurou a minha mão e mandou eu ir atrás da Amanda.

Voltamos pra sala em momentos diferentes mas todo mundo sabia que a gente tinha dado uns pegas no banheiro. Meu amigo que estava as beijos com a novinha já estava dançando forro com a amiga de Jaqueline, uma morena bonita, gostosa, solteira, cabelos longos e doida pra se acabar com o meu amigo.

Carlinha seguia fazendo as vezes de dj, brincava com um, depois o outro, a gente ria, dava risadas mas quando eu olhava pra Jaqueline ela fazia cara de puta e sussurrava alguma coisa.

A bebedeira segui firme e forte e Carla apagou no sofá. O som continuava alto, meu amigo e a morena dançando tudo, beijando, amassando, um alisando o outro e eu e Jaqueline brincando de gato e rato, um provocando o outro até que ela foi pro banheiro de novo.

Dei alguns minutos e fui atrás, ela estava na suíte do meu quarto, parei na porta e fiquei parado esperando ela abrir. Apenas ouvi ela falando pro marido que talvez dormiria na casa de Carlinha que estava apagada no sofá.

Quando Jaqueline abriu a porta nem dei tempo dela falar, apenas segurei pela intura, fui empurrando e fechei a porta do banheiro. Abri seu short e com um movimento brusco tirei ele por inteiro, me ajoelhei, coloquei a calcinha de lado, Jaqueline entendeu e abriu as pernas e eu abocanhei sua boceta com pelos loirinhos.

Chupei a sua boceta até que ela gozasse na minha boca, Jaqueline gemia, puxava meus cabelos em direção a sua boceta e logo veio seu primeiro gozo. Me levantei, ela tirou a minha camisa, abriu a minha bermuda, se livrou dela, puxou meu pau e sentou no vazo, caiu de boca, chupava e punhetava ao mesmo tempo. Passava a língua na cabeça, ia até o saco, mordia meu pau e depois me mandou sentar.

Abriu as pernas e veio por cima, colocou a cabeça do meu pau na porta da sua boceta, segurando ele com uma das mãos, esfregou e depois foi sentando engolindo cada centímetro de pica. Jaqueline rebolava no ritmo do funk, parecia estar dançando com a minha pica toda dentro dela, seu corp dava umas tremidas, girava, subia, descia me deixando louco.

Pedi que ela ficasse de pé, apoiada na pia e comecei a meter por trás.

Ela me olhava, ria, jogava os cabelos, pedia mais pressão, mais força e eu seguia estocando com força até que não aguetei e gozei enchendo sua boceta de porra.

Imediatamente Jaqueline sentou de novo no vazo, a porra escorria e ela pediu meu pau de nvo.

- Me dá, eu vou limpa-lo.

Quando ela colocou ele na boca senti minhas pernas fraquejarem, ainda estava sensível e ela fez mais pressão na cabeça, parecia sugar as ultimas gotas de porras que havia dentro do meu pau. Jaqueline chupou de novo, lambeu e meu pau foi dando sinal de vidas, lá fora o som corria solto e provavelmente alguém estava comendo alguém e

Jaqueline pediu que eu gozasse na sua cara o que não demorou muito pra acontecer.

Lá pelas 23h Carlinha acordou, estávamos na varanda conversando e depois ela e Jaqueline foram embora levando a amiga junto com elas.

Hoje em dia, todas as nossas reuniões de trabalho a gente evita sentar perto um do outro. Jaqueline continua casada, a gente continua se vendo e saindo sempre que possível, mas estas historias eu conto depois.

Boa semana a todos.




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