"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A dona da pousada


autor: Publicitario45
publicado em: 11/10/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Depois de muitas tentativas, consegui convencer uma das pessoas citadas neste conto a me autorizar a escreve-lo. E isso só foi possível porque a tal pessoa que era casada, se separou depois de 28 longos anos de insatisfação matrimonial.


Então, vamos ao que interessa.

A maioria de pessoas que entram em contato comigo aqui pelo site são de outros estados, já falei com gente de todas as regiões do Brasil, mas do Espirito Santo mesmo aconteceu pouquíssimas vezes.

Sai com algumas delas, outras simplesmente não rolou interesse e uma tinha alguns amigos em comum comigo e resolveu me bloquear de todas as formas possíveis.

Mas o pouco que rolou, foi inesquecível, valeu a pena casa segundo.

Eis que no início dos contos eu recebi uma mensagem de uma mulher de 48 anos, casada, mãe de dois filhos, empresária do ramo de turismo. O começo das mensagens são quase sempre iguais, elogiam os contos, perguntam se são reais, se eu ainda saio com casais, se uso ou não uso camisinha etc. mas com esta foi diferente. Elisa, vamos chama-la assim, começou a conversar comigo de uma forma diferente, ela expôs toda sua frustação sexual que ela vivia há 28 anos de casamento. Disse com todas as letras que nunca tinha tido um orgasmo na vida e que sempre teve vontade de trair o marido mas sempre lhe faltou coragem.

Elisa é dona de uma pousada nas montanhas capixabas, vive confortavelmente lá e nem cogita a possibilidade de se mudar para outro lugar. Passamos meses conversando, falamos sobre tantas coisas que eu achei que o que poderia ser mais uma trepada tinha virado uma bela amizade.

Um certo dia, Elisa me mandou uma mensagem dizendo que viria a Vitoria trazer o marido ao aeroporto, ele iria viajar para Europa para participar de um congresso médico. Junto com a mensagem tinha um convite, simples, mas direto: quer passar o domingo comigo?

Confesso que fiquei confuso. Elisa não dava mais sinais de querer algo fora do casamento, eu já sabia o nome do marido, dos filhos e dos cachorros da família. Ela já tinha me adicionado ao Facebook e falava comigo com se nos conhecêssemos há anos. Mas como todo curioso, aceitei passar o domingo com ela e fui ao seu encontro no aeroporto.

O marido iria no primeiro voo, algo em torno das 6h da manhã. Marcamos de nos encontrar as 8h no estacionamento e no horário marcado eu parei meu carro no estacionamento que por não se grande, deu para localizar seu carro com muita facilidade.

Estacionei ao seu lado e mandei uma mensagem pedindo que ela passasse pro meu carro. Elisa saiu de dentro do seu carro e eu me espantei com a sua beleza. Como pode um homem não fazer ou querer fazer uma mulher como aquela gozar por 28 anos?

Elisa tem a pele morena, quase negra, olhos castanhos tão claros que parecem verdes, cabelos cacheados naturalmente até a metade das costas, é alta, bem mais alta que eu, tem um corpo normal, mas para quem já tem quase 50 anos e dois filho, ela estava ótima.

Ela veio caminhando em direção ao meu carro, segurava uma bolsa grande na mãos, usava um vestido azul bem claro que contrastava com a sua pele morena, calçava uma sandália que o salto, apesar de não ser muito alto, a deixava ainda mais alta.

Se aproximou lentamente do meu carro, abriu a porta e entrou. Rapidamente seu perfume, Angel, tomou conta do ambiente. Um beijo no meu rosto e um sorriso meio tímido, meio envergonhado e uma certa dose de medo tomaram conta do seu rosto.

- Muito prazer Elisa.

- Prazer, até que enfim criei coragem né?

- Eu achei que este dia nunca aconteceria.

- Sério?

- Sim, achei que sempre teríamos aquela amizade virtual, onde um encontro jamais aconteceria.

- Verdade, mas eu sou casada, tenho meus medos minhas inseguranças. As mulheres que você descreve são lndas.

- Não mais que você, eu garanto.

- Voce é gentil e galanteador, isso não vale.

- Estou apenas sendo sincero. Você e linda, meiga, educada e tem um perfume que inebria qualquer um.

Elisa apenas sorriu e perguntou para onde iriamos. Disse que ela poderia escolher e ela sugeriu sair andando por ai sem destino. Então, liguei o carro, pegamos a estrada em direção a Guarapari. No caminho
Elisa foi me contando a sua vida, casou cedo, era rica, mas infeliz, linda porem não sabia explorar o próprio corpo, casada mas se sentia totalmente solitária. Pensou várias vezes em trair o marido com algum garoto de programa mas sempre em cima da hora desistia.

- E porque me chamou para passar o dia com você?

- Não sei, você me passa uma coisa boa quando nos falamos pelo telefone.

Fomos seguindo pelo caminho mais longo e no meio do percurso uma das mãos de Elisa já estava em cima da minha perna, mais um pouco eu repousei a minha mão sobre sua perna, ela me olhou, ficou meio sem graça mas não tirou.

Quando chegamos no pedágio, Elisa estava um pouco mais solta, já tinha tirado as sandálias, cantava algumas musicas e esbanjava uma felicidade contagiante e alguns quilômetros depois e sai da estrada principal e entramos numa praia chamada Setiba e por causa do tempo meio nublado, estava quase deserta.

Saímos do carro e eu pude perceber como Elisa era realmente alta. Suas pernas longas e bem torneadas eram perfeitas, seu corpo era esguio e acreditem, nada de academia, genética pura.

Ficamos conversando e uma música no rádio chamou atenção dela, meio que sem querer começamos a dançar, nossos corpos juntaram num ritmo só e eu pude sentir o coração dela e a respiração ficarem alterados.

- Calma, estamos dançando, curta a música e o som do mar quebrando nas pedras.

Elisa fechou os olhos e eu puxei sua cintura para mais perto de mim, suas pernas roçaram no meu pau que já estava duro desde o estacionamento do aeroporto. A musica acabou e não nos largamos,

Elisa me olhou fixamente, eu sorri e para quebrar a tensão disse a ela que estava me sentindo um anão perto dela. Ela sorriu e disse as gargalhadas que eu era mais alto que o marido dela.

- Vamos caminhar um pouco?

- Sim, vou fechar o carro.

Elisa que já estava descalça saiu caminhando na minha frente e eu a segui reparando cada curva do seu corpo. Uma mulher linda, madura, mas insegura e sem ter tido o prazer de gozar na vida.

Seus cabelos esvoaçantes brigavam com o vento, as vezes ela segurava a barra do vestido para que não subisse demais e quando ela segurava ele bem rente ao corpo, dava para ver o contorno de sua calcinha, que não era muito pequena mas parecia ser bem sexy, com um corte cavado que deixava sua bunda ainda mais destacada.

Rapidamente alcancei Elisa e fomos caminhando de mãos dadas, ela estava realmente a vontade, parecia estar vivendo algo que queria há muito tempo. No final da praia tinha umas pedras, subimos ali, sentamos num canto onde podíamos ver o mar mas as pessoas não podiam nos ver.

Atrás das pedras a conversa ia rolando e na medida que a gente ia conversando eu me aproximava, passava as mãos no rosto de Elisa, abraçava, beijava seu rosto e ela seguia retribuindo.

- Nossa, deveria ter vindo ao seu encontro antes. Você está me tratando tão bem que nem quero ir embora pra casa hoje.

- Não vá. Fique aqui em algum hotel, amanha cedo você sobe.

- Hotel?

- É, tem um perto da minha casa que é muito bom.

- Perto da sua casa? Sei.

- Tem a minha casa também, mas lá a diária é bem mais cara.

- Cara quanto exatamente?

A resposta foi um beijo. Eu tomei a iniciativa, mesmo correndo o risco de deixa-la chateada, eu beijei e pro meu espanto fui correspondido com um beijo quente, molhado que mais parecia um beijo guardado por uma vida inteira.

Elisa não parou, continuou me beijando, não dizia nada, apenas me beijava e me segurava pelo rosto. Eu estava louco para tocar todos os cantos daquele corpo mas me contive por um tempo até que Elisa abriu um pouco as pernas e se ajeitou entre as pernas. Encostei nela exatamente ali, entre as pernas, percebi que por baixo do vestido havia uma boceta avantajada com lábios grossos. Ao sentir meu toque ela me olhou nos olhos, sorriu e voltou a me beijar como se estivesse me dando permissão para seguir em frente.

Os beijos foram ficando cada vez mais quentes, minhas mãos que estava comportadas já estavam deslizando por cima do vestido fazendo com que ele aos poucos fosse subindo, as pernas de Elisa iam ficando a mostra, seus pelos eriçavam e sua respiração já estava bem mais ofegante.

Pensei me perguntar se podia continuar mas achei desnecessário e com uma das pernas forcei a perna dela a abri um pouco mais e para meu espanto, Eiisa apoiou a perna em cima de uma perna menor deixando o caminho livre pra mim.

Olhei em seus olhos e ela sorriu, me beijou novamente e começou a acariciar as minhas costas. Minhas mãos estavam cada vez mais incontroláveis e em pouco tempo eu já estava com ela entre suas pernas, massageando sua boceta por cima da calcinha que já estava completamente ensopada.

A boceta de Elisa é uma história a parte. Grande, carnuda, lábios grossos, rosados, nada de pelos e quando baba, faz em excesso. Ao tocar por cima de um tecido a primeira impressão e que ali tem um pau pequeno, mas é carne, muita carne.

- Eu quero senti seu cheiro e seu gosto agora.

- E se chegar alguém?

- A praia está deserta.

Elisa ficou muda, era uma espécie de “sim, me chupa logo”. Desci e beijei seu pescoço, mordi levemente sua orelha, apertei sua bunda e fui em direção ao seu sexo. Coloquei a calcinha de lado e pude conferir de perto aquilo que eu já suspeitava. Elisa tem uma boceta grande, suculenta eu diria.

Aproximei meu rosto e respirei fundo, o cheiro de sexo e óleo invadiram as minha narinas, ela estava depilada, lisinha, um verdadeiro convite. Dei um beijo e Elisa bambeou as pernas, talvez seu marido nunca tenha lhe dado uma chupada na boceta e isso poderia ter causado essa reação. Passei a língua e ela gemeu baixinho, segurou forte no meu cabelo e me puxou de encontro ao seu sexo como se quisesse acabar com um jejum de 48 anos. Entendi sua mensagem e cai de boca, comecei a morder aquela carne toda, chupei o grelo, passei a língua, meti os dedos na boceta melada e Elisa gozou em alguns minutos de uma forma surpreendente, gemeu, pediu mais, xingou, deu pequenos gritos esquecendo até que estávamos numa praia e por fim chorou.

A ideia era levantar e meter o pau sem dó, mas não, abracei Elisa, pedi que ela se acalmasse e voltamos pro carro.

A caminhada das pedras até onde havíamos estacionado serviu para acalmar Elisa, entramos no carro e eu perguntei onde ela queria ir. A resposta foi curta e grossa – me leva pra onde você quiser – e dali pro motel foi um pulo.

Pedimos uma suíte completa, estacionei o carro e já na garagem eu voltei a atacar Elisa. Ela sentou no capô do carro a automaticamente já foi abrindo as pernas, ela queria mais e teve. O capo quente não intimidou, ela deitou abriu as pernas eu lhe arranquei a calcinha e joguei na sua cara. Cheira e lambe a sua calcinha, sinta o gosto da sua boceta, ordenei.

Elisa obedeceu, estava entorpecida e nem sequer viu a hora que eu voltei a chupar sua boceta mas desta vez sem a delicadeza da vez anterior abri bem as suas pernas, meti a língua os dedos, voltei a chupar, mordi aquele grelo enorme e ela gozou novamente na minha cara.

Me levantei, tirei minha camisa, minha alça, cueca, e coloquei o pau na porta do seu sexo, Elisa se assustou, estava entendo que ela realmente estava traindo seu marido, se levantou e veio em direção aos meus lábios. Voltamos a nos beijar, ela pegou no meu pau pela primeira vez e saiu de cima do carro. Me puxou pra dentro do quarto, pediu que eu sentasse numa cadeira e se ajoelhou na minha frente.

Pegou meu pau novamente, olhou fixamente e eu mandei que ela chupasse da forma que quisesse. Elisa meteu a boca, meio sem jeito mas com uma vontade impressionante. Me masturbou de todas as formas sendo que em alguns momentos eu senti um pouco de dor. Ela não parava, continuava chupando, mordia, lambia sem uma ordem certa.

Puxei-a pelos cabelos e trouxe seus lábios ao encontro dos meus. Elisa foi sentando no meu colo e eu senti quando meu pau tocou a porta da sua xana. Ela gemeu baixinho, a cabeça entrou, ela sentiu dor e recuou. Sua boceta era apertada, parecia virgem, de certo o marido não comia como deveria. Ela veio novamente, sentou e o au foi sumindo la pra dentro, ela foi deixando ele alojar, se encaixar dentro dela. Comecei a me movimentar por baixo, o pau entrava e saia e junto com ele o mel escorria, era um tesão acumulado que parecia não ter fim.

Fomos pra cama, me deitei e ela veio por cima, deixou o pau entrar de novo, já estava acostumada, voltei a estocar de baixo pra cima e ao mesmo tempo apertando o bico dos seus seios, Elisa gemia, o suor escorria pelo seu rosto, a respiração estava totalmente fora do ritmo normal e ela deu um grito anunciando que estava gozando na minha rola.

Sem tréguas me levantei e a coloquei de quatro na beira da cama, meti o pau de novo, da minha posição puder ver como Elisa era alta, era mulher que não acaba mais. Comecei a estocar com força, arrisquei alguns tapas e ela gostou, pediu mais mesmo com a voz embargada, aumentei a potência dos tapas e sua pele foi ficando avermelhada, ela foi dando sinais de prazer com uma mão estapeando e a outra puxando seus cabelos eu gozei enchendo sua boceta de leite.

Deitamos lado a lado na cama mas o silencio tomou conta do ambiente.

- Quer agua?

- Quero mais isso que eu senti agora. Como pude viver tanto tempo sem?

Nem respondi. Abri suas pernas e comecei a chupar o su cuzinho. A sensação de prazer fez com que Elisa gemesse mais alto e abrisse bem as pernas para que a minha língua passeasse entre suas pernas. da boceta escorria a porra que eu havia depositado ali, meti meu dedo e com a boceta sensível Elisa gemeu de novo, melei os dedos de porra e fui massagear o grelo de novo até que Elisa gozou. Com o corpo ainda sob o efeito do orgasmo, meti um dedo no cuzinho, ela gritou, sentiu dor mas não pediu pra parar. Coloquei o segundo, ela suspirou fundo, rebolou, estava se soltando cada vez mais.

Pediu meu pau pra chupar e meteu ele inteiro na boca. Começamos
um 69 delicioso, ela limpando meu pau e eu limpando sua boceta. A timidez deu lugar a uma mulher em busca de prazer, de todas as formas e tinha que ser ali, naquele momento.

Já com meu pau duro nas mãos, Elisa se levantou e se agachou sobre mim, segurou meu cacete e foi guiando em direção ao seu rabo.

Colocou a cabeça e veio descendo, a dor lhe fez transpirar ainda mais, ela descia, subia e descia de novo. Meteu o pau na boceta para deixa-lo melado e depois voltou a posiciona-lo na porta da bundinha. Ela foi descendo, o canal foi cedendo e aos poucos a metade do cacete já estava cravado dentro dela.

Resolvi dar uma força e empinei o corpo, a metade que faltava entrou toda e Eliza arfou, porem não desistiu. Começou um vai e vem e quando ela cansava e parava eu estocava de baixo pa cima, ai eu parava e ela recomeçava e assim em diante até que eu anunciei que ia gozar e Elisa acelerou a trepada sentindo os jatos de porra dentro do seu rabo apertado.

Depois tomamos um banho, almoçamos, passamos a tarde no motel e Elisa foi se soltando. Deu pra mim de todas as formas, gozou na minha boca, pica, dedo e até se masturbou na minha frente.

Quando nos despedimos no aeroporto ela pediu que eu só escrevesse quando ela concordasse. Disse que tinha sido uma experiência incrível mas só se repetiria quando ela me procurasse. Hoje Elisa não está mais casada, ainda mora nas montanhas e nos falamos todos os dias por mensagem.

Ainda não rolou o bis, talvez nem role mas só o fato dela ter tomado coragem e mudado o rumo da sua vida já valeu a pena.

Espero que tenham gostado do conto. Elisa vai ler e eu espero que seu comentário, mesmo que via e-mail, chegue logo.






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