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O começo. Parte II - Ninfomaníaca


autor: becky
publicado em: 12/10/16
categoria: virgindade
leituras: 3244
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Fonte: maior > menor


Depois da minha primeira vez com Natacha, ficávamos sempre que podíamos e como passávamos bastante parte do tempo juntas temos uma lista bem grande de experiencias tão boas quanto esta. Quando nos demos conta que seria nosso último ano juntas decidimos viajar e curtir, e chamamos a Melissa nossa amiga mais próxima para ir junto.
Fomos para minha casa em Búzios, a casa ficava em um condomínio de classe alta, pertinho da praia e assim que chegamos decidimos deixar nossas coisas e sair para dar um mergulho. Estávamos tirando foto quando um rapaz moreno, da minha altura e de corpo atlético se aproximou pedindo uma foto.
- Posso tirar uma foto com você? - perguntou ele
- Claro, vem cá. - disse Melissa já se aproximando do rapaz que ainda não tinha nome.
- É...- coçou a cabeça e riu sem graça. - Desculpa é com ela. - disse ele apontando para mim.
- Oi? - eu disse confusa. - Comigo? - continuei
- Sim, posso? - ele disse se aproximando. Natacha só observava a situação toda e ria quando decidiu se intrometer, tomando o celular da mão do rapaz.
- Mas é claro que pode, vai la, eu tiro a foto pra você, vai amiga.
- Porque você quer uma foto comigo? eu nem te conheço. - disse olhando para o rapaz e pegando o celular da mão de Natacha.
- Ah, se o problema for esse podemos nos conhecer, meu nome é Max. - ele disse. *Max, hum, porque não?* Pensei. Seus olhos eram tão negros, ele tinha um maxilar perfeitamente marcado, seus braços eram musculosos e ele tinha um abdômen tanquinho tão definido que eu juro que queria contar um por um daqueles gominhos, nada monstruoso, eu diria que na medida certa. Então sem pensar muito eu respondi: - Ok.
- Ok... como é mesmo seu nome? - perguntou ele sorrindo e coçando a cabeça.
- Talita. - respondi. Ele pegou de volta seu celular e as meninas se afastaram, fomos conversando e andando pela praia até que paramos em um quiosque, a essa altura eu já sabia que ele tinha 21 anos de idade,que passaria uns dias sozinhos na cidade para relaxar, e outras várias coisas.
- Então Talita, vou poder tirar uma foto com você? - perguntou ele mudando de assunto.
- Até agora eu não entendi porque você quer um foto comigo, Max. - falei curiosa
- Hã, porque eu gostei do seu sorriso e queria guardá-lo comigo? - respondeu em tom de dúvida.
- Eu gostei do seu abdômen, como faço? - respondi irônica. Mas cá entre nós eu realmente tinha amado.
- Ouo que direta, e eu te enrolando com a história da foto. - ele disse
- Hum, então já que a foto é enrolação, o que você quer de mim?- perguntei
- Eu diria que muita coisa, que tal começarmos com a sua boca na minha? - perguntou ele já se aproximando. Ele colocou uma mão na minha cintura e outra na nuca, me puxou para junto dele, deu um sorriso maravilhosamente lindo e me beijou com vontade, foi um beijo rápido, infelizmente, já que fomos interrompidos pelo meu celular tocando, eram as meninas que queriam ir para casa porque estavam cansadas. Saí depressa mas não sem antes passar meu número e aceitar um convite para o luau mais tarde.
Enquanto eu me arrumava Melissa passou mal e Natacha resolveu ficar cuidando dela para que eu pudesse encontrar Max. Ele me esperava de carro na entrada do condomínio, fomos até o luau e não conhecíamos ninguém, então ficamos juntos o tempo todo. Bebemos pouco, dançamos e fomoas para um canto conversar, fizemos de tudo menos conversar. Max me deu um beijo intenso e forte misturado com mordidas nos lábios, estava tão bom que eu só torcia para ele não parar. Ele desceu sua mão que estava na minha cintura direto para a minha bunda e apertou com força, eu senti um tesão enorme, aproximei nossos corpos ainda mais enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
- Quer conhecer o ótimo hotel em que eu estou? – perguntou. Fiz que sim com a cabeça e fomos em direção ao seu carro, quando entramos no seu carro começamos a nos beijar em um nível acelerado e intenso eu podia sentir que minha calcinha já estava molhada, enquanto ele passava as mãos por dentro da minha coxa e descia seu beijo até meu pescoço.
- Preciso contar uma coisa – disse eu , enquanto ele continuava a me beijar e acariciar.
- Pode falar. – disse ele mas sem parar.
- Eu sou virgem, digo, eu quero transar com você mas acho que precisa saber antes de irmos para seu quarto.– eu disse.
- Você me parece tudo, menos virgem, é sério? – perguntou.
- Sim.
- Já que você me contou, eu já desvirginei algumas mocinhas e elas nunca reclamaram, sabe? – disse ele com um sorriso safado nos lábios.
- Nossa, que grosso “desvirginei umas mocinhas” – disse irônica
- É grosso mesmo você vai ver – disse ele que soltou uma risadinha gostosa enquanto ligava o carro e saia. Chegamos no hotel e subimos para seu quarto, eu entrei na frente e assim que pude ouvir ele fechando a porta já senti sua mão sobre mim , ele me segurou com força pela cintura me levantando e eu entrelacei minhas pernas na sua cintura. Ele me beijava de forma intensa, nossas línguas dançavam em um ritmo frenético, enquanto ele passava a mão sobre minha coxa e as colocava por dentro do meu vestido chegando de encontro a minha bunda, ele tirou meu vestido e me colocou na cama, tirou sua camisa e jogou para fora, passei a mão sobre seu abdômen e o puxei para mais um beijo. Ele foi descendo da minha boca até o pescoço e depois até o seios, tirou meu sutiã, primeiro segurou meu seio esquerdo olhou para mim e sorriu, depois lambeu suavemente meu mamilo, deu mordidinhas e o chupou, fez o mesmo do outro lado. Eu estava ali deitada apenas de calcinha com um homem extremamente lindo sobre mim, me sentia tão excitada, fiz carinho nas suas costas enquanto ele me mamava inteira, assim que ele voltou a me beijar, passei a mão sobre seu abdômen descendo até a calça e abrindo seu zíper. Ele estava de cueca branca e exibia um volume enorme, sussurrou no meu ouvido:
- Vou ensinar tudo o que você precisa. Quer me chupar? – perguntou. Fiz que sim com cabeça, então ele arrancou sua calça e sua cueca, se sentou na cama e pediu para que eu ficasse de quatro do seu lado, eu apenas obedeci. Peguei naquela ereção, sua piroca era enorme, morena clara com veias saltadas e cabecinha rosa, eu queria a ter toda dentro de mim. Primeiro o masturbei um pouco e depois comecei a dar lambidas sem esquecer suas bolas, dei um beijo suave na cabecinha e comecei a suga-la,, suguei aquela piroca inteira, e como era gostosa, ele soltava gemidos baixos e trêmulos enquanto colocava minha calcinha de lado e passava a mão sobre minha bucetinha.
- Hummm, vou gozar, você vai querer provar? – perguntou ele.
- Quero tudo – respondi o olhando. Ele jorrou da sua porra e eu engoli tudo. Então ele me jogou na cama.
- Minha vez de te fazer gozar sua ninfetinha. – disse ele. Chupou meus seios novamente e desceu lambendo minha barriga de encontro a minha calcinha, ele a tirou e começou a dar longas e intensas lambidas na minha bucetinha, lambeu cada parte dela e chupou meu clitóris,o dava mordidinhas e fazia movimentos que eu já nem identificava, eu estava louca de tesão e aquilo só aumentava. Até que ele parou e me deixou lá por alguns segundos, eu não aguentava mais precisava do seu cacete dentro de mim,então ele voltou colocando a camisinha que procurava na calça e se deitou de novo sobre mim, me olhou e perguntou: - Esta pronta?
- Sim- eu disse – Me fode Max – continuei. Ele me deu um olhar e um sorriso extremamente malicioso enquanto com a ajuda da sua mão levava sua piroca até minha bucetinha, colocou só a cabecinha e eu sentia arder, mais queria muito aquilo então aguentei, ele colocava e tirava lentamente enquanto me olhava, a dor estava se transformando em prazer.
- Esta doendo? Eu posso parar – disse ele preocupado.
- Não para, eu quero continuar. – disse fazendo que sim com a cabeça e mordendo os lábios, enquanto arranhava sua costas e ele me beijava no pescoço. Ele continuou a meter aquele piroca gostosa na minha bucetinha e eu já não sentia mais dor, apenas gemia de prazer, soltava gritos e gemidos roucos, ele me pediu para gemer seu nome algumas vezes e eu o fiz.
- aaaaah Max, isso, me fode seu gostoso.
- tá gostando minha vadiazinha? hã? - dizia ele enquanto metia com força na minha bucetinha.
– vaaaai max, aaah me fode - eu gritava
Ele gozou e eu gozei minutos depois que ele jogou fora a camisinha e voltou para lamber minha bucetinha, que tinha sangrado pouco mas ele nem se importou, engoliu toda a minha porra.
- Como foi sua primeira vez? – ele perguntou irônico
- Foi ótimo sabe, o cara já tinha desvirginado umas mocinhas. – respondi. Dormimos e pela manhã ele me levou para casa.




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