"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ele sabe do que uma mulher precisa...


autor: dantegavazzoni
publicado em: 12/10/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


- Catarina me ligou ontem... Chorando, e adivinha? Ela e o Rubens brigaram novamente.

- Não sei por que você ainda fica surpresa com isto... - disse Olavo ironicamente – por favor, me passa o requeijão.

- Já cansei de falar pra ela largar daquele homem, mas não adianta, ela não toma vergonha, ontem desligou o telefone dizendo que irá seguir meus conselhos, eu só quero ver!

- Sua irmã é louca, aquele cara é um vagabundo. Deixamos o teu carro na oficina dele faz quatro dias e ele nem um retorno deu, muito desleixado.

- É verdade. Ah! Mas hoje mesmo vou lá cobrar um posicionamento, ah se vou!
Juliana fitou seu marido e olhava-o atentamente. Semana passada ela flagrou Catarina e Olavo um tanto próximos na sala de sua própria casa enquanto ela lavava a louça do jantar. Sem jeito e orgulhosa Juliana não o repreendeu, mas agora convivia com o fantasma de sua irmã a espreita.

De repente lembrou-se da última transa que tiveram, já faziam três semanas! E agora mais do que nunca Juliana questionava se seu marido ainda a achava atraente, ainda mais depois de cinco anos de casados, filhos...

Levantando-se Juliana caminhou até seu marido, inclinou-se sobre ele e abraçou-o por trás enquanto ele tomava seu café da manhã. Beijando-lhe a nuca ela deslizava sua mão pelo peitoral dele deixando seus dedos adentrarem por entre os botões da camisa tocando o peito cabeludo.

- Bom amor, eu preciso ir, não posso me atrasar. Olavo levantou-se e deu um selinho em sua esposa – Ah! Pode deixar que eu pego a Gabi no colégio, hoje devo conseguir sair no horário.

- Tudo bem – respondeu Juliana olhando-o pegar sua maleta e partir.
...
Eram duas da tarde quando um táxi parou em frente à *Oficina do Rubens.
Deitado sobre uma plataforma Rubens trabalhava debaixo de um Gol 95 quando escutou passos. De baixo do carro espiou e avistou logo a sua frente belos pés em um luxuoso sapato alto, “Uhmm, mas que delicia, não é todo dia que aparecem pezinhos gostosos assim”, ele pensou.

Com uma mão no chão ele impulsionou a plataforma onde estava deitado fazendo-a deslizar para então se deparar com Juliana lhe encarando. Ela usava um vestido social, justo que ia até os joelhos e desenhava perfeitamente o seu corpo.

- Vim saber do meu carro Rubens, faz três dias que ele está aqui e você nem um retorno nos deu.

Com as mãos apoiadas pra trás Rubens ficou a olhá-la ali do chão, “Que pernas... cunhadinha...”, falava consigo mesmo enquanto a comia com os olhos. Sorrindo ironicamente ele levantou a encarando nos olhos. Depois olhou diretamente para sua boca o que a deixou sem graça forçando-a a desviar o olhar e voltar a questionar sobre o conserto do seu carro.

- OK, vamos até meu escritório para conversarmos sobre seu carro.

Juliana passou seu olhar de forma ligeira pela virilha quase nua que Rubens exibia com sua calça baixa e sem deixar ser notada voltou-se rapidamente para o outro lado, recobrando sua atenção.

- Vamos logo Rubens, preciso resolver este assunto, meu marido não está gostando nada desta sua demora – ela disse e saiu na frente indo aos fundos da mecânica, pois já conhecia o lugar. Rubens ficou ali parado deixando-a ir à frente apenas para contemplar aquele rebolado.

E Rubens mal entrou no escritório, Juliana já começou a atacá-lo com palavras, falando sobre seu relacionamento com sua irmã e xingando-o de todos os nomes possíveis para rebaixar um ser humano. Juliana falava sem parar, estava claramente nervosa, enquanto isto Rubens se aproximava sorrateiramente da cunhada.

- Você Rubens mal consegue se sustentar, olha pra isto que você chama de escritório!
De fato aquela pequena sala, não passava de amontoado de peças em um canto, uma mesa corroída por cupins e um coxão no chão todo furado e sujo de graça.

- Você fala demais Juliana! – disse Rubens levando suas mãos ao vestido dela e abrindo todos os botões de uma vez, depois a segurando firme pela nuca ele a trouxe para si e a beijou. Juliana se debatia, tentava se soltar dos braços daquele homem até que sua resistência foi cessando e logo ela estava beijando-o com volúpia e entregando-se àquele pecado.

Terminando de tirar-lhe o vestido, Rubens colocou-a sentada na mesa e chupava seus seios como um animal sedento mordiscando lhe os bicos e fazendo-a se contorcer-se de prazer. Aquela excitação somada ao medo de sua própria irmã aparecer e flagrar a cena deixava Juliana eufórica e ainda mais nervosa, mas ao mesmo tempo tudo aquilo só fazia aumentar ainda mais o seu tesão.

Rubens abriu sua calça e deixou seu pênis a mostra e Juliana imediatamente sentiu um calafrio percorrer seu corpo, não pelo tamanho dele, até porque não era nada fora do comum, mas sim porque ela nunca imaginou trair seu marido, muito menos com esposo de sua própria irmã.

Segurando os cabelos de Juliana ele a fez agachar-se e depois levou seu cacete a boca dela. Juliana passou a chupá-lo, “O que estou fazendo? Eu não deveria... Mas ele é muito gost...”. Os pensamentos de Juliana a incomodavam pensava que estava ali chupando aquele homem e nem se lembrava da última vez que fizera com seu próprio marido.

E enquanto chupava-o Juliana o ouvia a chamar de todos os nomes possíveis “puta, vadia, safada...”, até que segurando o rosto de Juliana Rubens começou a estocar seu pau dentro da boca dela, metendo em um ritmo forte fazendo-o até engasgar-se. Voltando a segurá-la pelos cabelos Rubens a levantou, beijou-a brincando com sua língua e depois a virando de costas enfiou um tapa na bunda dela fazendo a urrar.

Levando sua mão à calcinha dela Rubens a puxou rasgando-a. Em seguida agachou-se atrás dela, levou sua boca à boceta de Juliana e passou a chupá-la com vigor. Neste momento Juliana relaxou completamente, a sensação que a boca de Rubens causava em sua boceta era extremamente prazerosa e automaticamente ela abriu um pouco mais as pernas facilitando o trabalho dele.

Juliana gemia, mordia os lábios demonstrando tamanho prazer. De repente ela começou a sentir os dedos safados dele a tatear seu cuzinho, fazendo-a arrepiar-se, “Aiii... não... nem ouse...”, ela pensava, mas sem forças para dizer nada. Particularmente anal nunca foi sua preferência, Olavo costumava ser muito bruto, ou não conseguia deixá-la excitada o suficiente para driblar aquela dor.

Levantando-se, Rubens ajeitou seu cacete à boceta de Juliana e a segurando firme penetrou-a estocando todo seu pau. Não demorou nada para que ele começasse a bombar, segurando o cabelo dela ele virou seu rosto e a beijou de forma safada chamando-a no pé do ouvido de putinha, sem parar de estocá-la. Juliana rebolava em seu pau, sentia as mãos dele em seus seios massageando-os intensamente e apertando-lhe seus biquinhos.

Abrindo a bunda dela, Rubens olhava para aquele cuzinho com um sorriso irônico. Então ele cuspiu nele e enfiou um dedo, e foi estocando-a, depois dois depois e ao mesmo tempo não parava se socar a rola a boceta de Juliana.

De repente Juliana sentiu aquele cacete abandonar sua boceta e invadir seu cuzinho sem prévio aviso, ela urrou forte, certamente o vizinho ou se existisse alguém na parte da frente da mecânica teria escutado. Juliana sentiu uma dor intensa e naquele momento tinha cacete dele totalmente dentro de sua bunda.

Ele voltou a beijá-la e aos poucos começou a bombar e para surpresa de Juliana, passado alguns segundos ela começou a sentir um imenso prazer e o ritmo foi aumentando e Juliana àquela altura desejava mais, então empinou sua bunda e aquilo foi como um passe livre para que Rubens aumentasse a força de suas estocadas.

Com sua mão Rubens estimulava o grelo de Juliana enquanto metia sem parar em seu cuzinho. O suor escoria pelos rostos dentro daquele pequeno escritório e assim seguiram até Juliana gozar nos dedos daquele homem e depois senti-lo encher seu cuzinho de porra.

Assim que gozou Rubens ajeitou-se e olhou para Juliana que colocava o seu vestido. Segurando-a pelo braço ele a puxou para si e novamente a beijou com volúpia, depois com um sorriso maroto virou-se de costas e saiu dizendo:
- Seu carro está pronto, é só levar... O conserto está pago...
...

Duas semanas depois em um clube que frequentavam Juliana e Olavo encontravam-se deitados em uma cadeira de sol à beira da piscina olhando Catarina e Rubens se divertindo na piscina.

- Sua irmã não tem jeito mesmo, continua com este ogro – disse Olavo.
- Mas sabe... Hoje eu a entendo... Ele sabe do que uma mulher precisa... – ela respondeu encarando Olavo e depois voltou a admirar a paixão do casal na piscina.

** Conto dedicado para Renata C.

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