"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Minha Sobrinha


autor: tio59
publicado em: 13/10/16
categoria: incesto
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Minha sobrinha, Ju, estava de aniversário. Fizeram uma festa muito bonita para ela. Tinha 15 anos. Usava um vestido curto, pouco acima do joelho. Tinha um corpo já se definindo. Como em toda festa, eu gosto de sair para uma área ao ar livre, para respirar e reduzir o barulho que ouço. Nesta não foi diferente. Caminhava pelo calçamento, pensando. Foi quando vi Ju também na rua. Aproximamos-nos e começamos a conversar banalidades. Em certo momento, ela me perguntou o que achava de seu corpo. Disse-lhe que achava desejável, definido. Ela riu e disse que não estava satisfeita. Perguntei o motivo. Ela respondeu que achava seus seios pequenos e que o corpo parecia desengonçado. Expliquei que era a transição de menina para moça. Que tudo ficaria bem quando ela tivesse completado a transição. Caminhávamos na direção do estacionamento. Ela insistiu em afirmar seu desgosto com seu corpo. Leve i ela até próximo meu carro e disse-lhe que mostraria como estava enganada. Ela se encostou-se ao carro e eu toquei seus mamilos. Inicialmente surpresa, ela cedeu à minha ousadia. Olhe como são firmes, embora pequenos. Eles se desenvolverão mais. Continuei afagando os seios. Ela suspirou e sorriu. Aproximei-me e beijei seus lábios. A seguir beijei a boca com mais ímpeto. Abri a blusa e expus sés seios. Desci beijando seu pescoço e beijei os mamilos rosados e já intumescidos. Minha mão se apoiava em sua cintura e parte da nádega. Busquei sua boca para outro beijo. Minha mão desceu até a perna e se enfiou entre as coxas, num susto que a fez fechar as pernas. Olhei firme e com um beijo fiz minha mão deslizar em direção à vagina. Suspiros e gemidos leves a deixavam à minha disposição. Encostei meu corpo no dela, já com o pau duro. Puxei sua mão para o volume nas minhas calças. Em seguida, abri o fecho e coloquei meu pau nas mãos dela. Tudo isso enquanto beijava sua boca. Abri o carro e fiz ela sentar no banco traseiro. Meu pau ficou na altura de sua boca. Aproximei e ela se afastou. Disse que beijasse. Ela começou a beijar e lamber. Fui enfiando na boquinha até a cabeça ficar toda dentro. Sentia a língua dela procurando espaço para ficar. Puxei e afastei a cabeça dela para dar movimento e ritmo, que ela aprendeu logo. Avisei quando iria ejacular e que era para engolir o que viesse. Ela obedeceu e continuou sugando. Beijei sua boca e disse que queria fazer o mesmo com ela. Coloquei-a de quatro sobre o banco e passei a língua em sua xota. Abri devagar e fui lambendo enquanto ela dava gritinhos e gemidos. Lambi demoradamente a vagina e introduzia a língua nela. Ju agora estava completamente excitada e dominada. Encostei o pau na vagina. Ela arfava e não conseguia reagir. Pressionei a bucetinha, ouvindo um gemido, misto de dor e prazer. Meu pau foi entrando vagarosamente, ouvindo gemidos e até um leve soluço de choro. Passei a trabalhar aquela vagina até levar ela ao gozo e ejaculei lambuzando todo aquele corpo. Ela manteve-se na posição de quatro e eu aproveitei para uma segunda penetração. Depois de gozar, disse-lhe para ficar quietinha que iria limpa-la. Sempre tinha papel higiênico no carro. Fiz a higiene dela e coloquei a calcinha no lugar. Ela se levantou e ajeitou o vestido. Beijei-a de novo e avisei que iria procurá-la para ir a um local mais confortável, ao que ele respondeu com um sorriso. E esta é uma outra estória.



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