"Os mais excitantes contos eróticos"


Segundo tempo


autor: Publicitario45
publicado em: 13/10/16
categoria: hetero
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Ainda não tinha dado 12h quando o marido de Jaqueline ligou e disse que ela poderia ir busca-lo com o filho bem no finalzinho do dia, pois o churrasco onde ele estava com o filho após o jogo estava bem animado. Com esta informação quem se animou foi Jaque, que sorriu pra mim com uma cara mais porca do mundo e disse que teríamos o segundo tempo.

Eu ainda estava nu na cama e Jaque também, como eu iria ter o final de semana sozinho, conseguimos ficar bem a vontade na minha casa, passamos o dia quase todo sem roupa, sarrando um no outro, transando e aprontando de tudo um pouco.

Jaque começou a contar suas fantasias, preferencias, loucuras que já tinha feito com o marido quando começaram a namorar. Quando eu perguntei sua preferência ela não titubeou – sexo anal, fico louca de quatro com alguém me comendo por trás - e quando ela disse isso, meu pau vibrou e eu nem pensei duas vezes.

Coloquei Jaque na beira da cama, de quatro, abri bem suas pernas e comecei a lamber sua bunda, brinquei com a língua na porta do cuzinho, desci ainda por trás até a xana e lhe dei uma bela chupada naquela boceta ainda melada.

- Não para, isso, continua, me chupa que eu vou gozar na sua boca.

Continuei alternando o banho de língua entre o cuzinho e a xaninha e rapidamente Jaque deu uma gemida mais intensa, gozou na minha boca, rebolou na minha cara e eu que já estava de pau duro, levantei e coloquei a cabeça na porta da bundinha que ainda estava relaxada e fui entrando.

Jaque rebolava num ritmo alucinante enquanto eu metia lentamente na sua bunda olhando o meu pau sair quase por inteiro e entrar todo novamente. Depois sai, me ajoelhei e voltei a chupa-la novamente, ela gemeu e deitou a cara na cama deixando a bunda ainda mais empinada, dei um tapa forte em cada um dos lados, chamei de putinha e meti a vara de novo, desta vez estocando com mais força.

Quando Jaque estava perdendo o folego de novo, eu parava, ajoelhava novamente e caia de boca de novo, ela xingou, disse que estava uma delícia e quando ela abria as pernas para receber a minha língua eu me levantava e metia na bunda de novo e socava cada vez mais forte até que ela gozou com o meu pau dentro da sua bunda e os seus próprios dedos massageando o grelo, acelerei e gozei com vontade e voltamos a cair na cama de novo.

Jaque deitou sobre o meu peito, sua respiração estava ofegante, a minha também. Fiquei acariciando seus cabelos e um silencio tomou conta do quarto por alguns minutos.

- Nossa, eu estou ardendo toda, sabia?

- Não, quero ver.

- Olha aqui o que você fez comigo seu cachorro.

Abri as pernas dela e a xaninha estava vermelha, um pouco inchada. Toquei levemente e ela abriu as pernas, senti o mel escorrendo de dentro dela, lambuzei meus dedos e depois lambi, Jaque ficou olhando, lambuzei de novo e ofereci meus dedos melados pra ela chupar, ela meteu a boca e sugou tudo.

Depois ela deitou na cama, nua, suada, melada e ficou quietinha. Coloquei uma cueca e fui na cozinha buscar uma garrafa de agua, algumas pedrinhas de gelo, afinal de contas a maldade não pode parar.

Jaque pegou a garrafa d´agua e bebeu quase a metade – sexo dá sede, gozar me dá fome – e depois deitou de novo. Meti uma pedra de gelo na boca e aproveitando que ela estava de olhos fechados, fui em direção aos bicos dos seios, a baixa temperatura fez com seu corpo inteiro arrepiasse, ela abriu as pernas e eu fui descendo com a boca gelada em direção ao seu sexo, toquei de leve no grelo e ela urrou, chupei um pouco mais e depois abocanhei como se estivesse tentando colocar a sua boceta inteira na minha boca.

Não demorou e Jaque começou a rebolar freneticamente na minha boca, segurava a minha cabeça com as duas mãos como se estivesse guiando os meus movimentos, senti uma pressão em cima da cabeça, era ela forçando meu rosto contra seu sexo e gozando em seguida. Os espasmos do seu corpo foram se repetindo, diminuindo aos poucos e a onda de choque foi passando.

- Deita ai que agora é a minha vez.

Deitei e Jaque pegou a pedra de gelo e começou a desenhar pelo meu corpo inteiro. Senti um arrepio a cada toque da pedra gelada na minha pele, ela passou aquilo na cabeça do meu pau e eu quase morri, depis ela foi com a boca quente e deu uma deliciosa chupada, parou, passou a pedra, tirou a pedra e meteu a boca e eu fui ficando cada vez mais louco com aquela troca de temperatura na cabeça do meu pau.

- Coloca esse pau pra cima que eu vou sentar nele.

Seguei com uma das mãos e Jaque veio sentando aos poucos, ela ficou agachada e subia e descia tirando o pau quase todo, depois descia de novo, apertava meu cacete com a força interna da boceta e eu não aguentei aquilo e gozei loucamente, Jaque acelerou, sentou na minha vara e se esfregando em mim gozou logo depois.

Depois dessa putaria toda pedimos comida num restaurante, almoçamos, passamos o dia nesse jogo de gata e rato. Ganhei mais boquetes, Jaque bebeu mais porra, chupei sua boceta inúmeras vezes e as 16h ela estava pronta, na porta da sala, linda da mesma forma que chegou. Nos despedimos com outros beijos e ela se foi, deixando o meu pau esfolado de tanto comer aquela boceta deliciosa.






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