"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ela me chupou no ônibus!


autor: amantesrn
publicado em: 19/10/16
categoria: traição
leituras: 8452
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Fonte: maior > menor



Gosto bastante de andar de ônibus, pois assim não preciso me estressar com transito e ainda tenho a oportunidade de conhecer novas pessoas. E quando estou sem pressa, subo no transporte quando ele está indo ao ponto final pra poder voltar em direção de casa, coisa que me deixa bem feliz, pois posso aproveitar de um pouco de silencio em um ônibus vazio, e foi em um dia assim que este conto aconteceu.
Quando o ônibus ficou vazio, me dirigi até as últimas cadeiras e fiquei lá distraído em meus pensamentos ouvindo música, e uns cinco minutos depois o ônibus parou e um passageiro subiu e segundos depois estava sentando ao meu lado, neste momento pensei que com a porra do ônibus inteiro pra sentar aquela criatura foi logo sentar ali, mas deixei rolar e continuei perdido em meus pensamentos quando apenas sinto o meu fone de ouvido sendo puxado e uma voz doce em meu ouvido – Não vai falar comigo não? Olhei um pouco sem ação e logo abri um sorriso que foi retribuído com aqueles dois beijinhos no rosto quando se encontra com um amigo, porém na hora do segundo beijo o ônibus fez uma curva e nossas bocas se encontraram.
Eu – Me desculpa, não foi de proposito Amanda! (Era esse o nome daquela linda moça ali ao meu lado)
Amanda – Tudo bem, mas ... (e sorriu de canto de boca)
Eu – Continue.
Amanda – Como vão todos? Faz um tempo que não nos encontramos!
Eu – Todos estão bem, obrigado, faz um bom tempo que não aparece lá em casa
Ela vestia uma camiseta vermelha de alças com tecido leve, e nesse momento não pude mais segurar e olhei em direção aquele lindo decote, que cobria seus peitos por mim sempre desejados, com um tecido leve evidenciando que ela estava sem sutiã.
Deixe-me descrever Amanda:
Uma moça que tem aproximadamente 168 cm, pele branca, porém queimada do sol, com uma barriguinha linda, cabelos pretos até a cintura que por sinal é fina e evidencia seu quadril um pouco largo. Coxas redondas cobertas por alguns pequeninos pelos dourados até próximo do joelho e uma bundinha linda, que todas as vezes que a encontro na praia fico de pau duro imaginando comer aquele espetáculo de mulher.
Continuando!
Quando voltei meus olhos pra cima, ela estava sorrindo e perguntei o que foi.
Amanda – Pensei que não ia parar de olhar!
Eu – Difícil é não olhar Amanda.
Amanda – Tá bom.
E em uma curva um pouco mais brusca, ela veio em minha direção e sua boca colou na minha. Aproveitamos e trocamos um beijo gostoso e depois olhamos um para o outro com uma cara de desejo guardado a algum tempo. Verificamos se estávamos sozinhos realmente e voltamos a nos beijar, com receio de subir alguém que nos conhecesse ou pior, conhecesse minha namorada. Coloquei minha mão entre suas coxas e fui subindo lentamente, procurando sua calcinha para acariciar sua buceta enquanto nos beijávamos, ela não se fez de santa e foi logo colocando sua mão em meu pau e acariciando, estava tão excitado que ela sentiu a minha calça um pouco molhada onde estava a cabeça do meu pau.
Amanda – [ mordendo minha orelha ] sempre tive curiosidade em ver como ele é.
Eu – Aproveita a oportunidade então!
Amanda – Posso mesmo?
Balancei a cabeça concordando e voltei a beijá-la, tentando colocar sua calcinha de lado para sentir o calor de sua buceta e ter o seu doce mel em meus dedos para poder provar, mas quando estava quase conseguindo ela tirou minha mão e parou de me beijar para assim poder abrir o zíper de minha calça e colocar meu pau pra fora no ônibus, pois nosso tempo agora era bem menor, estávamos prestes a chegar no ponto final onde começa a subir muitos passageiros.
Amanda então olhou meio que indecisa em direção a ele enquanto o punhetava e parava vendo minha excitação escorrer pela cabeça, até que não aguentou e abriu minhas pernas e passou entre elas se abaixando para começar um boquete gostoso com sua boca quente e macia, que hora desciam e chupavam minhas bolas e subia lambendo até a cabeça colocando todo em sua boca deixando todo babado pra depois voltar a lamber. Amanda ficou ali me chupando por cerca de cinco minutos, minutos que pareceram uma eternidade, até que o ônibus parou e ela às pressas se levantou e sentou ao meu lado me dando poucos segundos para guardar o pau e fechar a roupa antes que o primeiro passageiro entrasse e nos flagrasse daquele jeito.
Mas enquanto fechava o zíper, ela colocou seus dedos úmidos em minha boca e falou em meu ouvido – Queria que você provasse o gostinho dela direto da fonte. Beijei sua boca e falei baixinho que estava quase gozando quando ela parou.
Amanda – Podemos continuar ou está com pressa de chegar em casa?
Eu – Podemos sim, quer descer mais na frente e ir ao motel?
Amanda – Não, estou sozinha em casa esse final de semana, dorme comigo, tenho medo do escuro!


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Continua.



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