"Os mais excitantes contos eróticos"


Dominada e obediente (com minha chefe)


autor: katyferreira
publicado em: 23/10/16
categoria: lésbicas
leituras: 11540
ver notas
Fonte: maior > menor


Oii, meu nome é Katy e tenho 25 anos, relatei algumas vezes que por curiosidade me envolvi com minha chefe Silvia, uma mulher forte e madura, que sempre se impôs como líder e despertou em mim desejos carnais. Não tem muito tempo minha mãe deixou uma casa pra alugar que nos adotamos como nosso cantinho do prazer, fica em um local discreto, entre nosso trabalho e a casa de Silvia.

Nessa semana a gente decidiu não fazer horas extras, pois ficamos exaustas da semana que se passou de muito trabalho, então conversamos bastante sobre ficarmos a sós novamente, já havia algum tempo que não tiramos um tempo pra gente e nosso delicioso adultério. Na segunda apenas planejamos, na terça feira ela disse que precisava resolver uns problemas e não ia poder, combinamos então na quarta-feira.

Finalmente depois de tanto esperar o dia chegou, só teríamos que esperar então a noite pra gente ficar a vontade. Logo que cheguei no trabalho peguei em suas coxas grossas e ela me deu um beijo, como nossa sala fica a maior parte do tempo vazia ficamos nos "animando" praticamente o dia todo. Depois de muitas brincadeirinhas, beijos e carícias, Silvia disse que tinha umas coisas pra me mostrar e queria minha opinião.

Na hora do intervalo ela me levou até o carro dela no estacionamento e me mostrou uma sacola, de lá ela tirou um chicote de sadomasoquismo, umas algemas (com plumas) e um consolo negro de mais ou menos 22cm. Eu inicialmente me assustei, pois ela nunca tinha me falado sobre nada desse tipo, sorri sem graça e perguntei qual era a intenção dela, ela rapidamente me pediu calma e explicou que era somente uma fantasia e que no dia anterior havia comprado tudo aquilo, disse também que se sentiu a vontade para me pedir pra realizar a fantasia dela. Ela já tinha se mostrado mandona, mas nunca imaginei em seu fetiche por ser dominadora.

Confesso que não fiquei a vontade com a ideia, mas ela foi me tranqilizando, dizendo que aquilo era somente uma "brincadeira" entre a gente, que não precisava ser intenso, ela só queria sentir como seria me dominar. Aquilo era muito novo pra mim e extremamente assustador, eu não sabia se eu queria ou se sentia medo. Voltamos ao trabalho e durante a tarde eu fiquei bem quieta, Silvia percebeu e me disse sorrindo que não era pra me assustar, que quando eu sentisse o que ela realmente queria eu ia gostar. Foi então que ela veio em minha direção, passou o dedo na sua boca e logo enfiou na minha, com força, me fazendo chupar como se fosse um pau ou aquele consolo que ela havia comprado. Não pensei duas vezes e chupei o dedo dela como se fizesse um boquete.

Silvia sorrindo me olhou e disse;
- Viu Katy, quando você fica a vontade tudo se torna mais excitante haha


Reparei um sorriso safado e uma vontade quando ela me tocou, rapidamente se recompôs e voltou ao trabalho, dizendo que a gente se arriscava demais. O resto da tarde foi de troca de olhares e alguns beijos soltos, esperando loucamente a hora de sair. Nessa altura o calor já tomava conta de mim e eu já prometia obedecer a minha chefe maravilhosa, fazia juras de sexo selvagem e dizia loucuras rs

Na hora de sairmos eu fui na frente e esperei ela perto do seu carro, nesse dia por estar muito calor eu estava de vestido (bem levinho e decotado), fiquei alí encostada no carro, imaginando minha amante chegar pra me levar a minha noite de prazer.

Quando ela saiu já veio "desfilando" com toda aquela pose de mulher dominadora, sensual e atraente. Eu suspirei e me contive pra não fazer nada alí mesmo, o estacionamento era bem movimentado. Silvia entrou no carro, pegou a sacola na parte de trás e me deu, sentei no banco do passageiro e nos dirigimos pro nosso cantinho.

No meio do caminho ela encostou o carro e disse que queria me ver alisando o consolo, eu então o tirei da sacola e fiquei com ele na mão, durante o caminho ela me olhava tocar aquele cacete de borracha, foi então que quando ela parou em um semáforo eu enfiei ele na boca, comecei a babar todo, fazendo um maravilhoso boquete naquele pauzão, Silvia se excitou como se o pau fosse dela rsrs, mordia os lábios e tocava seus seios por cima da blusa.

Enfim chegamos, fui logo abrindo a porta e levando as coisas pra dentro, ela fechou o carro e veio logo atrás de mim. Nos dirigimos ao quarto e colocamos nossas coisas, ela rapidamente retirou suas sandálias e sua blusa, e eu levantei meu vestido, Silvia me sentou na cama de pernas abertas pra ela e rapidamente se ajoelhou, ela mordia minhas coxas, que ficavam rosadas a cada mordida e aperto que ela dava. Ainda por cima da calcinha ela beijava e mordia minha bucetinha, foi então que abri o sutiã dela e comecei a tocar o biquinho dos seus seios.

No meio daquela pegação ela se levantou e foi até a sacola com as coisas que havia comprado, separou cada coisa e me chamou, disse que eu só faria o que ela mandasse e foi o que eu fiz. Me sentei olhando pra ela vir com as algemas e o chicote, ela me beijou, me deu um tapa bem safado na cara e me mandou tirar a roupa, eu não sabia se aquilo era bom ou ruim, só fazia.

Fiquei nua na cama, enquanto ela ajeitava as algemas, ela veio por cima de mim, nessa hora ela também já estava sem nada, e começou a me beijar, levando minhas mãos pra trás, quando percebi eu já estava algemada. O susto foi pouco pois aquilo estava sendo maravilhoso, me entreguei a ela, a minha chefe, minha dominadora. Silvia estava gostando muito mais do que eu, pois me assustei com aquilo, era novidade pra mim.

Depois de presa ela veio com o chicote, me bateu nas coxas, na barriga e nos seios, aquilo era diferente, rapidamente comecei a gostar, o formigamento que aquilo causa é muito bom, as vezes arde um pouco mas a sensação de alívio quando aquilo passa também me agradou. Eu estava ficando vermelha com as chicotadas, a pele muito branca ajudava. Minha chefe me colocou de quatro, começou a beijar meu bumbum e intercalava com tapas e chicotadas, a cada estalo eu sentia um prazer. Logo comecei a gemer, a sensação tomou conta de mim, era inexplicável.

Silvia foi ficando mais "bruta", me mandou deitar de costas pra ela, me empurrando, fui logo obedecendo. Ela se deitou por cima de mim, apertando minha bunda e passando o chicote na minha nuca ao mesmo tempo que beijava, ela então ficou em pé na cama e começou a me bater, eu dei alguns gritos mas estava curtindo a sensação, ela toda carinhosa perguntou se estava machucando, e eu bem vadia disse que era pra ela machucar mesmo. Depois disso ela se empolgou, bateu muito na minha bunda e coxas, enquanto eu me contorcia de vontade de ser possuída.

Eu era a escrava dela, a sensação de ser dominada parecia que tomou conta de mim, eu queria mais, senti vontade dela me obrigar, nesses momentos parece que ela leu meu pensamento e foi logo pegando o consolo e jogando na cama, me mandando pegar com a boca, me ajeitei com as algemas e fui pegar meu consolo delicioso, quando eu coloquei a boca ela me bateu com o chicote na cara, dizendo pra eu ser uma puta de verdade e obedecer.

Eu fiquei alí deitada com o consolo na boca e aquela mulher maravilhosa me batendo pelo corpo, as vezes beijando, foi então que ela começou a passar o chicote em minha buceta, eu abri as pernas pra facilitar e ela foi logo metendo o cabo preto daquele chicote em mim, eu respirei fundo e soltei o consolo da boca, Silvia rapidamente o pegou na cama e disse pra eu me ajeitar, abri bem as pernas e me deitei na frente dela, ela se sentou e deixou o chicote de lado, pegou o consolo e foi esfregando em minha buceta, meu clitóris, coxas.

Depois de alguns minutos ela então me penetrou, mas não foi só uma penetração, ela também tocava meu grelinho, esfregava e me fazia enlouquecer. Sem perceber aquilo já estava tudo em mim, minha chefe enfiava fundo e com vontade, parecia que queria me ver mais louca. Ficamos daquele jeito por muito tempo até que comecei a gritar e me virar na cama, ela percebeu que eu ia gozar e tratou logo de me chupar até eu escorrer meu gozo todo na boca dela.

Fiquei alí deitada, sem reação, enquanto minha amante dominadora se levantou e pegou um lubrificante, eu me assustei pois nem havia me recuperado, ela olhou pra mim e sorriu, disse que tinha acordado com umas vontades anais e deu um tapa na própria bunda. Ela parou de costas pra cama, eu deitada só observei, com uma das mãos abriu o cuzinho e com a outra derramou um pouco de lubrificante, aquele brilho parece que me excitou novamente, eu me sentei na cama e perguntei o que ela estava imaginando, ela se virou, retirou as minhas algemas e me mandou calar a boca. Silvia estava meio perversa, deu pra perceber no olhar, ela então se ajeitou na cama, de quatro e em um tom safado me disse;
- O que você está esperando mulher, pega o consolo e me fode.

Eu só respondi;
- Sim senhora

E rapidamente fiz o que ela pediu, com o consolo em minhas mãos eu abri o cuzinho dela e comecei a enfiar, bem devagar, foi então que ela perguntou se eu estava com dó, era pra enfiar tudo de uma vez. Eu fiquei assustada, mas fiz, aqueles 22cm entrando rapidamente naquele buraquinho, a bunda dela é grande e rapidinho sumiu com aquele pauzão lá dentro, ela começou a rebolar e eu ajeitei minhas mãos, uma ficou segurando o consolo e outra direcionei na buceta dela, aquilo foi muito intenso, ela me chamava de puta, de empregada, escrava, mas era ela que estava dominada sentindo aquele prazer por minhas mãos.

Retribuí o prazer que ela havia me dado, só que em dobro, aquela delícia de mulher estava preenchida por trás e toda melada na frente, foi então que ela ficou sem controle, se jogou na cama e gozou, rapidamente tirei o consolo do cuzinho dela e me coloquei a chupar sua buceta, era deliciosa.

O resto do tempo ficamos nos beijando e acariciando, ela tinha a mania de chupar meus seios por um longo tempo enquanto eu ficava fazendo carinhos nela. Pouco tempo depois tomamos um banho juntas e nos vestimos, ela me deixou em casa e ainda trocamos algumas mensagens antes de dormir.

Naquela noite meu marido tentou algo, mas eu estava tão cansada e satisfeita que nem dei muita ideia, aquela mulher já estava substituindo minha vontade por ele, eu só queria a Silvia e ponto. Essa noite ainda rende comentários até hoje com ela, sempre falamos em repetir mas quase sempre a gente esquece os apetrechos rsrs

Hoje me sinto feliz sabendo que posso ser dominada, sentir prazer com um consolo parecia ser frio, mas vi que é extretamente excitante se feito pela pessoa certa, sou a putinha da minha dominadora, a escrava sexual dela.

Beijos de uma mulher dominada e feliz
Não deixem de dar a opinião de vocês, katyf083@gmail.com




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.