"Os mais excitantes contos eróticos"


Lis, a minha advogada


autor: publicitario45
publicado em: 14/07/15
categoria: hetero
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Já fazia alguns dias que eu não entrava na internet em busca de novas aventuras. Estava viajando muito para Colatina, noroeste do Estado do Espírito Santo fazendo atendimento dos nossos clientes da agência de publicidade na qual sou sócio e quem trabalha e agência de publicidade sabe que a vida não é fácil.

Chegando em Colatina, depois de uma viagem cansativa devido as reformas na estrada, fui direto pro hotel, reservei um quarto com internet, tomei um banho e resolvi navegar enquanto tomava uma cerveja gelada. No dia seguinte a minha reunião começaria às 10h, com isso, poderia dormir até mais tarde já que a cidade não é tão grande em alguns minutos chegaria no meu primeiro cliente. Diante desta possibilidade, resolvi matar saudade e entrei na sala de bate papo do Terra, especialmente a sala de Vitória.

Inicialmente comecei a me divertir com os erros de português ou frases totalmente sem noção das pessoas e acho que esta palhaçada toda acabou chamando a atenção da Lis que veio e puxou conversa comigo. Incialmente ela elogiou meu senso de humor e a conversa desenrolou. Lis era advogada, 26 anos e tinha acabado de terminar um noivado de 7 anos.

Falou que morava em Cariacica mas era de Cachoeiro de Itapemirim, sul do estado. Naquele dia por incrível que pareça não fomo para o MSN, passei meu telefone para ela e passamos boa parte da noite trocando SMS. Se fosse hoje, seria tudo mais fácil com o Whatsapp.

Dois dias depois, retornei para Vitória e as mensagens continuavam a todo vapor e cada vez mais eu gostava de receber mensagens da Lis. Parecíamos dois adolescentes descobrindo um sentimento bom. Na terceira semana, Lis disse que queria me conhecer pois já estava passando da hora de sairmos do mundo virtual e marcar nosso primeiro encontro.

Foi ai que eu informei que poderia ser numa quarta a noite, pois eu atendia uma faculdade em Campo Grande que é o mesmo bairro onde ela residiria. Adorei quando ela me convidou para passar na sua casa e tomar um café, desde que eu não me importasse de ter um amigo ou amiga dela por questão de segurança. Realmente não me importei e saindo da reunião fui direto para casa da minha nova amiga.

Chegando na casa da Lis me surpreendi com a sua beleza. Ela loira, 1,65 de altura, corpo bem definido, cabelos lisos, olhos verdes, uma boca muito bem desenhada e um senso de humor capaz de derrubar qualquer mau humor. Entrei, sentamos na sala, começamos a conversar enquanto ela me servia uma xícara de café com um pedaço de bolo. Percebi que a amiga dela não estava e ela me disse que ela morava no apartamento ao lado, tinha as chaves e que se fosse necessário, ela e o marido dela entrariam no apartamento rapidamente. Naquele dia conversamos sobre tudo, trabalho, filmes, música, diversão, relacionamentos e família. A conversa estava boa, mas deu a minha hora e eu fui embora.

Na saída, nos despedimos normalmente com dois beijos no rosto.
Quando cheguei em casa, peguei um celular e tinha a seguinte mensagem: adorei você. Vamos repetir a dose amanhã? Imediatamente respondi que sim mas desde que trocássemos o café por uma garrafa de vinho e queijos. Na mesma hora Lis me respondeu: te espero as 18h30.

Confesso que dormi pensando no dia seguinte e torci para que o dia passasse rápido. Ao sair da agencia, passei num supermercado, comprei duas garrafas de vinho e queijos tipo Grana Padano e fui para Campo Grande. Enfrentei bravamente um transito caótico até chegar na casa da Lis. Toquei o interfone e ela disse que eu poderia deixar meu carro na garagem dela. Achei estranho, mas assim o fiz.

Assim que Lis abriu a porta, me surpreendi ainda mais do que no dia anterior. Ela trajava um vestido preto, de tecido fino e corte reto que era sustentado apenas por duas alcinhas. Estava nítido que ela estava sem soutien. Salto alto, maquiagem bem feita, batom escuro que contrastava com a sua pele branca e realçava ainda mis seus olhos verdes. Cabelo bem tratado, um perfume maravilhoso e salto alto. Resumindo, Lis estava linda.

Começamos a beber, falar de vinho, de queijo, de viagem, de relacionamento, de amores e claro, sexo. Foi ai que Lis saiu de onde estava e sentou perto de mim. Sem dizer nada, começamos a nos beijar sentados no sofá confortável da sua sala. No seu aparelho, tocava um CD da Sade e o clima foi ficando cada vez mais sedutor. Liz começou a beijar e passar a ponta da língua no meu pescoço enquanto suavemente eu deslizava as mãos pelo seu corpo por cima do seu vestido. Aquele cheiro de Dolce & Gabana Light Blue estava me inebriando e aproveitando que o tecido fino do seu vestido subiu toquei de leve a sua perna. Lis deu uma suspirada e eu continuei. Resolvi descer a minha boca pelo seu pescoço, passei pela nuca e senti sua pele branca arrepiar. As minhas mãos já passeavam pelo corpo da Lis e eu ia cada vez mais perto do seu sexo e cada aproximação ela se contorcia ainda mais. Resolvi começar a tirar a minha roupa, peça por peça. Lis não dava sinais que iria me pedir para parar e decidi que era hora de começar a ousar mais.

Comecei beijando seus seios, médios, duros, com bicos rosados, passava a língua em movimentos circulares em torno dos bicos rijos e ela ia se contorcendo, gemia baixo, sem escândalos, alisava as minhas costas me fazendo arrepiar, tirei uma alça do vestido depois outra e desci o tecido até a sua cintura. Beijei levemente a sua barriga subia novamente aos seios deixando Lis cada vez mais à vontade. Quando cheguei perto da sua calcinha, senti um cheiro bom de creme misturado com o cheiro bom do seu sexo, beijei-a levemente na virilha e aos poucos cheguei até a sua bucetinha lisa, cheirosa com lábios rosados assim como seus mamilos. Lis já se contorcia e abria aos poucos as pernas enquanto eu aumentava o ritmo das chupadas e lambidas. Lis ia se descontrolando, mexia o quadril como se quisesse que eu entrasse de boca e tudo dentro dela. Comecei a chupa-la com mais voracidade, apertando seus seios até que senti seu primeiro gozo na minha boca sua respiração era descompassada, seu rosto estava rubro e os cabelos lindamente desarrumados. Sentei no sofá e lisa se joelhou na minha frente, sorriu e começou a me lamber. Ela não chupava, apenas passava a ponta da língua no meu pau e isso estava me enlouquecendo. De repente ela enfiou meu pau todo na sua boca quente me fazendo envergar de tanto tesão.

- vou retribuir a chupada gostos que você me deu seu safado. Gozei muito na sua boca e agora vou te enlouquecer.

Lis, lambeu meu pau, minha virilha, minhas pernas, beijou meus pés, mordeu cada um dos dedos. Aquilo me enlouquecia e ela não parava. Beijou as minhas costas, mordeu a minha bunda, introduziu a sua lingue em mim me levando a loucura. Me virei de frente ela veio subindo, explorando cada pedaço do meu corpo até encostar a ponta do meu cacete na sua bucetinha que estava pingando de tanto desejo. Lis não disse nada, apenas me olhou, deixou seu corpo indo de encontro ao meu. A sua lubrificação permitiu que meu pau entrasse com facilidade naquela xaninha lisinha, quente, apertada e muito molhada.

Sentia seu corpo vibrando na medida que ela ia robolando. Movimentos lentos e circulares foram dando espaço aos movimentos mais rápidos. Lis gemia um pouco mais alto mas ainda sem escândalos, transpirava, e aumentava o ritmo. Quando introduzi um dedo no seu cuzinho ela jogou seu cabelo pra trás, aumentou o ritmo e disse que ia gozar na minha pica. Senti seu corpo tremer e os movimentos diminuírem. Lis parecia cansada mas eu ainda não tinha gozado. Levante e a coloquei de quatro na beira do sofá, ela abriu bem as pernas e eu posicionei minha pica na porta daquela buceta linda, que se antes era rosada agora estava vermelha. Entrei e sai devagar até que Lisa me pediu mais força.

- mete. Mete tudo na sua xaninha. Me come safado, me come gostoso.

Comecei a socar com força e aquele barulho do encontro dos nossos corpos me fazia ficar ainda mais excitado. Lis gozou mais uma vez.... quando ela percebeu que eu iria gozar, pediu para gozar fora. Tirei o pau pra fora e gozei nas suas costas.

Ficamos por alguns minutos ali, parados, sentindo o coração do outro bater descompassadamente. Neste dia dormi na casa dela e a cena se repetiu várias vezes durante alguns meses até a minha advogada se mudar para Cachoeiro.





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