"Os mais excitantes contos eróticos"


A garota da agencia de modelo


autor: publicitario45
publicado em: 16/07/15
categoria: casual
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Se tem uma coisa que me alegra em trabalhar com publicidade e propaganda é a quantidade de mulheres lindas que fazem parte do nosso dia-a-dia. Desde as redatoras e diretoras de artes mais descoladas com roupas irreverentes, cabelos coloridos e piercings até as executivas de contas com os seus terninhos sensuais, o fato é que tem muita gata no ramo.

Com as empresas que fornecem serviços e produtos para as agências não é diferente e estas empresas fazem tudo para agradar os publicitários. Dentre os fornecedores existem as agências de modelo e como eu sempre atendi a indústria da moda no polo de Colatina, vira e mexe contratávamos modelos para campanhas. Numa destas ações, comecei a me relacionar muito com uma menina que se chamava Livia, que não era modelo mas sim a responsável pelo contato e orçamento para as agências. A gente se falava várias vezes durante o dia quase todos os dias. Livia tinha uma voz de menininha, mas comercialmente falando era muito esperta.

Um dia, trabalhando até mais tarde na agência, liguei para Livia querendo confirmar a data da sessão de fotos, como ela não atendeu, resolvi ir embora pra casa pois minha correria do dia já havia terminado. Chegando em casa, sexta-feira, nada para fazer, abri uma garrafa de vinho, botei um som e fui tomar banho para dar uma desligada geral.

Quando sai, vi que tinha algumas ligações da Lívia, certamente me retornando.
Ela: alô, tudo bem. sou eu, Livia. Vi que você me ligou.
Eu: oi, tudo bem? desculpe o incomodo. Eu queria apenas confirmar a data da sessão de fotos. Não percebi que estava tarde e liguei. Espero que seu marido não tenha achado ruim.
Ela: marido? Ai quem dera! Se eu tivesse um marido não estaria em casa de bobeira em plena sexta-feira.
Eu: sexta-feira, solteira, linda e em casa? Não acredito.
Ela: só porque eu trabalho em agencia de modelo não quer dizer que eu seja linda.

Bem, a conversa foi fluindo e depois de um certo tempo desligamos. Mais tarde, recebi uma mensagem onde se lia “obrigado pelo elogio. Boa noite e bons sonhos”. Respondi que adoraria sonhar com ela, mas como eu não sabia nem como era o rosto dela seria difícil.

Em alguns minutos, recebi uma mensagem contendo algumas fotos da minha fornecedora.
Livia era uma menina morena, olhos puxados quase que orientais, cabelos pretos com uma franja que a deixava muito mais jovem do que os seus 24 anos. Não tinha corpo de modelo mas esbanjava uma sensualidade a flor da pele. Agradeci pelas fotos, mandei duas e ela retornou a mensagem apenas com um “Gostei...rs”.

Durante a semana nos falamos várias vezes por telefone e mensagem. Já havíamos nos conectado através das redes sociais e a intimidade só ia aumentando. Resolvi chamar Livia para sair e ela topou de cara. Fomos caminhar na praia, convidei para um sorvete já que era verão e conversamos muito. Na hora de deixa-la em casa, trocamos um beijo daqueles que quando termina, dá vontade de começar outro. Ela desceu do carro e eu fui embora. Chegando em casa tinha uma mensagem no celular que dizia: fiquei molinha.

Bem, a senha estava dada e era só esperar a festa do dia do mídia, onde a champagne rola solta para resolver a minha questão com a Livia. Fomos para a festa, ela toda de preto, salto muito alto, cabelo preso com um coque e uma maquiagem matadora. Não tinha um que não olhava pra ela. Dançamos, bebemos e começamos a nos sarrar dentro da festa. A coisa ia esquentando na medida que as taças de Moet Chandon iam se espalhando pela mesa até que ela não aguentou mais e sussurrou no meu ouvido.
Ela: esta bebida está me dando um calor...
Eu: é só a bebida?
Ela: também. Acho que eu estou me lembrando do nosso beijo e a vontade de ganhar outro esta me esquentando.
Eu: se eu te beijar não prometo parar.
Ela: alguém pediu promessa? Se me beijar te conto um segredo.
Beijei. Beijei muito. Se tem uma menina que eu já beijei e que até hoje morro de saudades, esta menina é a Livia.
Eu: agora conta o segredo.
Ela: estou sem calcinha, depilada e passei óleo no corpo todo, só pra você.

Ali a festa acabou pra nós dois, pelo menos a festa do dia do mídia. Peguei Livia pela mão, descemos as escadas, entramos no carro e voamos para o motel mais próximo. Livia parecia estar entorpecida de tesão, me beijava, alisava as minhas pernas, meu pau, mordia minha orelha.... se transformou. Chegamos no motel e nem conseguimos entrar no carro. Encostei-a no capô do carro ainda quente e começamos a nos beijar. Fui conferir se ela estava mesmo sem calcinha e percebi que além de ser a pura verdade, seu melzinho já escorria pelas pernas. Me ajoelhei na garagem e comecei a lamber todo seu suco enquanto ela abria as pernas e se apoiava no carro. Lambi os dedos, as pernas, a virilha, chupei, introduzi um dedo e voltei a lamber. Me levantei e ofereci a minha boca melada para ela beijar. Fomos nos atracando até a cama já nos livrando das roupas. Livia tinha seios pequenos porém duros e extremamente empinados. Estava ligeiramente acima do peso mas nada que tivesse a menor importância. Abri suas penas e cai mais uma vez de boca naquela buceta lisa, melada, carnuda e quente. Ela ajudava muito rebolando e segurando a minha cabeça como se quisesse que eu entrasse por inteiro na sua xaninha.

Perdi a conta de quantas vezes ela gozou na minha cara. Dei uma trégua, me levantei e fiquei contemplando aquela morena linda se serpenteando na cama.

Abri uma água e quando retornei Livia estava de quatro me esperando. Mas ela queria mamar. Pegou meu pau e deu uma lambida apenas para me mostrar o que viria daí em diante.

De quatro pro espelho começou a alternar entre lambida, chupada na cabeça do meu pau, mordidas e mais lambidas. Meu corpo estremeceu, fiquei zonzo de tesão vendo aquela cena através do espelho. Uma boca pequena porém quente, aveludada envolvi meu cacete de uma forma mágica. Não aguentei e me joguei na cama e a Livia continuava a me dar um banho de língua. Saiu do meu pau e foi guiando sua língua pelas minhas coxas, desceu até os pés e chupou cada um dos meus dedos. Retornou pelo mesmo caminho, lambeu meu saco, levantou as minhas pernas e passou a ponta da língua no meu rabo. Surtei de tanto tesão e comecei a chama-la de puta pra baixo. Dai ela se virou, olho na minha cara e me mandou calar a boca e em seguida sentou na minha cara sufocando meu gemido com aquela buceta ensopada.

Eu já não aguentava mais de tesão. Pedi pra ela sentar na minha pica e ela assim o fez, virada de costas pra mim. A visão daquele rabino gostoso e aquele cabelo comprido na minha frente me enlouquecia. Comecei a soca-la por baixo cada vez mais forte. Livia perdeu o controle e começou a gritar e pedir mais pica, rebolou, xingou, urrou e gozou me deixando completamente lambuzado. Continuei socando e quando disse que ia gozar,

Livia saiu de cima e caiu de boca no meu pau. Gozei, jorrei todo meu tesão na sua boca. Via porra escorrendo, vi seu esforço em beber o que era possível. Estávamos exaustos. Após uns minutos quietos, Livia subiu até a mim, me beijou docemente e pediu para ir embora. Fomos pra casa ainda cansados.
Assim que cheguei na minha casa, mais uma mensagem: amei. Quero mais. Agora vai ter que ser na sua casa, na garagem do seu prédio e dentro do carro.




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