"Os mais excitantes contos eróticos"


continuação


autor: anakarlai
publicado em: 15/11/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor



Acordei, com esperança que aquilo era um pesadelo horrível e que quando abrisse os olhos estaria na minha casa e veria minha filha do meu lado. Mais quando acabei de despertar ainda estava ali, presa naquele maldito pesadelo. Toda suja, e pra piorar fedendo. Estava morta em vida. Comecei a gritar de desespero. De dor. De saudades da minha filha. De vontade de sair dali. Vontade de matar aquele desgraçado. Ouvi a porta se abrir. Fingi que estava dormindo, pra ver se levava alguma vantagem. Ele se aproximou me desamarrou dali e fez barulho de que estava com vômito, ai eu vi que realmente estava fedendo. Ele com o pé me balançava pra me acordar. Mostrei pra ele q estava acordada, tirou o trapo dos meus olhos e disse:
"Vai tomar banho, você tá podre, ali tem um banheiro nos fundo, não precisa tentar fazer graça pq não existem saídas, tudo oque você precisa esta em cima da mesa"
Disse isso e saiu. Me levantei, e fui verificar a sacola. Havia um sabonete, roupas, calcinha, uma escova de dente, pasta e um sapatinho de criança, e eu reconhecia aquele pezinho, reconhecia até o cheiro, era da minha filha. Me agarrei aquele sapato e chorei, como uma louca, gritava o nome dela, nem sabia mais quanto tempo ja estava sem ela. Me recuperei. Tomei o banho e vesti a roupa que ele tinha deixado.
E comecei a pensar em como sairia dali. Pensei mil maneiras, mas nenhuma parecia que daria certo. A porta se abriu era o desgraçado. Peguei o sapatinho da minha filha e disse:_Oque significa isso? Oque um pé do par de sapatos da minha filha está fazendo com você?
Tentei avançar nele, sem pensar no que poderia acontecer. Ele com um empurrão me jogou pro outro lado da sala.
Ele se aproximou, colocou o dedo na minha cara e disse:_Aqui você não está no direito de perguntar nada. Apenas de ficar calada. E ser fodida quantas vezes eu quizer! Não passa de um lixo. Então fica de joelho na minha frente e começa a fazer carinho no meu pau pra ver se te desculpo por iss.
Eu ignorei e fiquei olhando nos olhos dele, ele agarrou nos meus cabelos, desceu a calça e colocou o pau dentro da minha boca, ele manipulava aquele vai e vem numa força que ia além da minha garganta. Aquilo foram 15 minutos de ânsias, enjoos e nojo, muito nojo. Terminou ele gozando na minha boca me obrigando a engolir.
Me levantou pelos cabelos, virou o colchão, e me jogou em cima, me fazendo ficar de quatro. De uma vez so estocou dentro do meu cu, era muita dor e ele gritava de prazer e eu de dor. Com uma mão puxava meu cabelo com a outra me arranhav.
Mais uma vez usada.
Quando terminou me jogou num canto. Comecei a chorar, ele me olhava com ódio, não demonstrava nenhum remorso. Perguntei pra ele o motivo daquilo, por me mantinha ali, por que abusava de mim daquela forma. Ele agachou bem perto, ergueu meu rosto, e disse numa forma lenta e clara:
"Você ainda não pagou por tudo, espera. Quando você tiver me pagado tudo oque deve, vou te contar o motivo e ainda te libero, pra viver a sua vida."
Pegou meu dois pulsos e amarrou de novo, me colocou de pé, prendeu no gancho, me deixando de costas pra ele. Ouvi o barulho dele tirando o cinto. Já imaginei oque iria acontecer. Só senti a cintada na minha bunda, tão forte que senti cortando a minha pele.Gritei, urrei, implorei para que parasse. Ele parou e examinou se realmente tinha cortado, passou o dedo e bateu mais uma vez, e outra, e outra, e outra. Parei de contar na 65.
Parou e perguntou se eu queria mais. Aonde que eu queria que continuasse. Eu não sabia responder. Acho que de tanta dor entrei em transe que eu não sentia mais nada. Não estava, acordada nem desacordada. Ele viu que eu não aguentava mais. Me desamarrou. E desmaiei.
Acordei horas depois. Estava sentindo fraca mentalmente e fisicamente. Um trapo humano. Sem comer, bebia água que descia do chuveiro. Não sei quantos dias estava ali, sendo estrupada e açoitada a todo momento. Minha mente estava fraca. Sentia que ia enlouquecer. Já havia me acostumado com aquela vida. Não sentia mais dor. Não sentia mais nada.
Mais uma vez à maldita porta havia se abrido. Dessa vez não demonstrei nenhuma reação, apenas me virei pro lado da parede. Senti ele se aproximando. Me virou e disse:
_Você sabe o motivo de estar aqui? O motivo de estar acontecendo isso tudo? O motivo de querer te manter aqui?
Fiz com a cabeça que não. Ele tirou do bolso o celular, procurou alguma coisa e me entregou. Era um vídeo. E tinha um cara amarrado e sendo surrado. Mesmo com dificuldade reconheci aquele homem. Era meu namorado.
"Agora escuta o que ele tem a te dizer"
No vídeo, depois de apanhar muito, meu namorado, confessava que durante muito tempo abusava dela . Mais que não tinha culpa...
Pegou o celular, deu pause.
_Escuta bem oque esse desgraçado tem a dizer! Não fala nada, apenas escuta.
No vídeo o meu namorado dizia que abusava da minha filha desde o primeiro dia que conheceu ela...
Continua




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