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Sociedade dos Prazeres 4


autor: Sr-Acauan
publicado em: 18/11/16
categoria: jovens
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continuando...

“Lave sua boca para falar dessas garotas sua patricinha metida e arrogante.” Uriel falou em um tom serio tentando conter a raiva que estava no seu peito.

Os olhos de Camila encheram de água com aquelas palavras. Logo ela que se julgava tão forte iria se desfazer em lagrimas na frente do cara que ela mais odiava. Ela ficou com um nó na garganta, tem tentou argumentar porque sabia que a única coisa que estava impedindo ela de chorar era o seu silêncio. Uriel respirou fundo e mudou sua postura. Ele levantou a mão para tocar onde havia batido em Camila que se encolheu toda esperando um novo tapa. Ele resolveu não tocar.

“Ei hã me desculpe não foi mesmo minha intenção te dar esse tapa. Mas eu perco a cabeça quando alguém fala mal dessas garotas.” Uriel estava meio sem jeito e se não odiasse tanto ele Camila até poderia ter achado graça da mudança repentina dele. O sinal tocou anunciando o fim do intervalo e eles já podiam ouvir o som de pessoas entrando na biblioteca. “Seu rosto ainda está muito vermelho vamos matar as próximas aulas até que ele esteja melhor.” Uriel agora parecia outra pessoa carinhosa, amável.

“Eu não vou a lugar nenhum com você” conseguiu falar Camila limpando algumas lagrimas dos olhos.
“Você faz o que quiser mas quando entrar na sala desse jeito todo mundo vai saber que você levou um tapa meu, porque além das marcas dos meus dedos ficou até a marca no meu anel.” Sem esperar Uriel pegou na mão dela da forma mais gentil que podia e conduziu ela para uma porta nos fundos.
Andaram um pouco sob um silêncio ensurdecedor até um jardim nos fundos da escola. Mas parecia um gramado com flores crescendo desorganizadamente mas ainda sim era um jardim. Uma arvore imensa ficava bem no centro do jardim e foi de baixo dela que eles sentaram. Uriel sentou primeiro depois Camila meio relutante em sujar sua saia sentou-se afastada dele.

“Pode chegar perto eu não mordo” falou Uriel mas depois ele refletiu um pouco “talvez eu morda mas eu costumo pedi antes”

Camila não agüentou deu uma gostosa gargalhada. “Rindo espontânea desse jeito eu nem tenho tanta vontade de te matar.” Comentou Uriel sorrindo, ela fechou a cara na hora mas se aproximou um pouco mais. Uriel respirou fundo e se aproximou mais, ele estava tentando escolher bem mais palavras.

“Escuta Camila acho que começamos meio que com o pé errado. Podemos passar uma borracha e começar de novo?Camila olhou para ele de uma forma confusa. Ela tentava ver através das palavras dele procurando por alguma armadilha ou algo do tipo. Desistiu e murmurou um “sim”.

“Ótimo!!! Prazer meu nome é Uriel. Da onde eu vim quando nos apresentamos para alguém costumamos dar um abraço, posso?” ele disse abrindo um sorriso e estendendo os braços. Meio relutante Camila se aproximou mais e aceitou o abraço. Os dois se sentiram felizes e preenchidos. Ela podia sentir seus peitos sendo apertados contra o peito de Uriel, era muito bom. Mas não só porque ela começava a sentir um tesão com aquele aperto, tinha algo mais era como se fosse....ela buscou a palavra na cabeça....sim era sentimento. Uriel não tinha arrastado ela a fim de transarem ou outra coisa do gênero. Ele estava querendo conforta-la.

Sem soltar do abraço Camila afastou seu rosto para ver Uriel melhor. “Ele parece até atraente visto de perto” pensou ela dando um risinho bobo. “Tem alguma coisa no meu rosto?” falou Uriel tentando encontrar um motivo para o riso dela. “Não seu bobo” e mais um risinho. Uriel se desfez do abraço e encostando-se no tronco da arvore chamou Camila para junto do seu peito. Ela foi. Ele começou a fazer carinho nos cabelos longos dela enquanto os dois olhavam as nuvens passarem. Dessa vez o silêncio era agradável. Camila podia sentir a brisa tocando seu corpo, a grama baixinha pinicando suas pernas e melhor era o carinho de Uriel. Claro ela sentia também o cheiro de sexo que vinha dos seus corpos. Uriel tocou o rosto dela e deslizou a mão para o queixo puxando ele devagar para perto da sua boca.
Camila envolveu o pescoço de Uriel e se entregou no beijo. Começou tímido com os dois descobrindo o gosto das bocas e a sensação gostosa das línguas se tocando, mas depois ficou intenso com uma volúpia apaixonada. Uriel percorreu com uma mão as curvas de Camila até chegar a sua coxa apertando forte. Ela se afastou do beijo para gemer fechando os olhos e jogando a cabeça para trás.

“Isso tudo é uma loucura. Nada faz sentido nessa escola” sussurrou Camila mais para ela mesmo do que para Uriel.

“Se você está falando das outras garotas tudo tem uma explicação bem razoável”
“Eu quero muito descobrir” falou Camila fazendo beicinho.

“Você não precisa tentar me seduzir para que eu lhe conte meu anjo” quando percebeu ele já não estava mais chamando ela pelo nome. “Sabe eu sempre estudei aqui e conforme fui ficando mais velho e comecei a pensar menos em carrinhos e mais em mulheres eu percebi que existiam muitas garotas com baixo auto estima. Não eram exatamente feias, eram só descuidadas assim como a Maria. Tentei do fundo do coração ajuda-las e por isso fundei um clube da auto estima ou como gosto de chamar Sociedade do Prazer. Durante o sexo elas se soltam, se sentem bonitas, realizadas e dou isso para elas.”

Camila prestou muita atenção em cada palavra de Uriel e sua mente já formava mil perguntas mas ela soube esperar até que ele terminasse.

“Começou com uma garota e depois a historia foi se espalhando. Não é um clubinho de putaria é algo maior. É muito realizador ajuda-las e não pense que eu faço por pena, eu realmente gosto muito delas e coloco sempre sentimento sentimentos em cada gesto. É isso que muitas delas precisam para se sentirem seguras com elas mesmas”.
“Acho que entendo um pouco. Então tem uma vaguinha para mim?” perguntou Camila timidamente.
“Você é linda, tem um corpo maravilhoso, tem dinheiro e pode ter qualquer homem que quiser. Porque iria querer se juntar a nós?”
“Pelo carinho. Tenho tudo que o dinheiro pode comprar é verdade mas nunca tive carinho, os caras só buscam sexo comigo. Eu ainda não fiz amor com ninguém.” Camila se aninhou mais no peito de Uriel, ela buscavam a proteção dele.

O rosto de Uriel passou de espantado à compreensivo enquanto Camila falava. Ele apertou mais ela para junto dele. “Uma menina tão decidida e tão frágil” pensou ele.

“Você estaria disposta se submeter a um pequeno testes antes que eu decida se pode ou não entrar?” perguntou Uriel encarando ela com seriedade. “Juro que não vou te maltratar nem machucar de nenhuma forma”

“Eu acredito em você. Estou disposta sim a me submeter ao seu teste.”
“Ótimo vou te passar o endereço da minha casa esteja lá as 8 dessa noite. Use uma roupa bem confortável e se prepare para abrir sua mente. Infelizmente nosso tempo aqui já está acabando vamos ter que ir pelo menos na ultima aula.” Os dois se colocaram de pé e saíram do jardim de mãos dadas. “Até que eu tenha certeza vai ser melhor ninguém nos ver juntos. Sinto por isso mas saiba que não é vergonha de você”

Camila balançou a cabeça em sinal de entendimento e com um beijo de leve se despediram tomando caminhos diferentes.

Ela passou a tarde toda daquele dia imaginando o que Uriel iria fazer com ela. Uriel....pensar nele agora lhe trazia um sentimento bom de carinho e conforto. Era engraçado que depois de tantos caras querendo apenas sexo com ela e sendo dominados por Camila fosse justamente com Uriel que existisse um clima de sentimento. Pela primeira vez em muito tempo ela não se sentiu sozinha nem triste dentro da sua fortaleza que era seu quarto.

Pouco antes da hora marcada ela pegou um táxi até a casa de Uriel. Era uma casa grande com estilo antigo no centro de um jardim grande e bem cuidado. Um toque no interfone....nada. Segundo toque.... nada. Camila já estava ficando apreensiva com aquela demora. O pior que na empolgação do que aconteceu ela nem pegou o número do celular de Uriel. “Mais um toque e vou embora” pensou ela.

“Boa noite Camila” respondeu o interfone com a voz metálica de Uriel. “Aguarda um minuto que eu já desço para abrir o portão para você.”

Ela não teve que esperar muito. Lá estava ele com um sorriso no rosto. Sem uniforme ele ficava ainda mais encantador ainda, camiseta justa e bermudão com chinelo de dedo. Um estilo bem solto. Uriel parou por um momento antes de abrir o portão para admirar Camila. Ela estava vestida como se fosse malhar, camisa solta, calça justa e tênis. O cabelo amarrado em um rabo de cavalo impecável. Parecia muito com o dia que eles se viram pela primeira vez Ele riu dele mesmo e da mudança do seu sentimento para com Camila. Os dois se encontraram em um abraço apertado e se beijaram demorando bastante para curtir cada minuto daquele beijo gostoso e quente. As mãos percorriam os corpos explorando cada parte, descobrindo novos pontos. Tanto Camila quanto Uriel estava desvendando o corpo um do outro.

“Eu te amo” disse Camila.

Uriel fez uma cara de espanto e ao mesmo tempo felicidade ao ouvir aquela declaração. Até mesmo Camila ficou surpresa com suas palavras, ela nunca tinha dito “eu te amo” para nenhuma outro cara.




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