"Os mais excitantes contos eróticos"

 

2009, um réveillon muito louco.


autor: Publicitario45
publicado em: 23/11/16
categoria: hetero
leituras: 1979
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Fonte: maior > menor


Ela se chama Ana, 38 anos, massoterapeuta, morena clara, um corpo bonito bem cuidado a base de alimentação balanceada e natação, sem exageros de academias, pele clara, cabelos cacheados, olhos castanhos, casada com Afonso, 50 anos, aposentado e com uma de sono que chega a dar sono.

Ana é amiga da minha tia, grande parceira de boteco e foi numa sexta a noite que eu conheci o casal, eles chegaram no bar ode estávamos e se juntaram a nós. Afonso sentou-se ao lado da minha tia e Ana do meu lado. Rapidamente fomos apresentados e com ela eu troquei dois beijos no rosto, o que foi suficiente para sentir um delicioso perfume exalando atrás das suas orelhas.

Ana é do tipo animada, topa qualquer farra, praia, caminhada, churrasco, baladas etc, já o marido, já esta na fase do pijama o dia todo. Rapidamente eu e ela engatamos uma conversa boa enquanto Afonso reclamava da vida com a minha tia que não tirava os olhos da gente. Bebida vai, bebida vem e Afonso se ofereceu a fazer uma moqueca na casa da minha tia no dia seguinte, e Ana imediatamente me convidou.

Depois de muita conversa eles se despediram da gente, Ana queria ficar mas Afonso estava com sono, queria dormir para levantar cedo no dia seguinte.

- Amor, posso ficar com eles?
- Depois você vai embora sozinha?
- Não, eles me levam, não oramos tão longe assim né?

Minha tia seguia me encarando, já estava pressentindo que quem daria a carona de volta seria eu. Afonso concordou e Ana se levantou para lhe dar um beijo de boa noite. Assim que ele saiu Ana se soltou ainda mais, disse que o marido era um amor mas muito desanimado.

Depois de algumas cervejas minha tia resolveu ir embora e Ana também, porém, eu que levaria ela até em casa, que não ficava muito longe da minha, todo mundo morava no mesmo bairro.

Nos despedimos, minha tia mais uma vez me mandou tomar juízo e eu e Ana entramos no carro. No meio do caminho Ana mostrou suas garras.

- Que tal uma saideira?
- Onde?
- Quero beber cerveja num postinho, de preferencia bem movimentado.
- Eu conheço um na Praia da Costa.
- Vamos?
- E seu marido?
- Décimo sono.

Seguimos pro postinho que nem estava tão cheio assim. Estacionei o carro num ponto mais afastado e fui no bar buscar duas cervejas. Quando voltei Ana já tinha ligado o som e estava bem a vontade do lado de fora. Naquela noite ela usava um short branco, uma blusa amarela de frente única e uma sandália.
Me aproximei e entreguei a cerveja, Ana sorriu, se pôs a dançar balançando o corpo sensualmente. Quando ea girou pude ver que nas suas costas havia uma enorme tatuagem, pedi pra ver, ela se virou novamente, puxou os cabelos pro lado e eu cheguei bem perto da sua nuca. Ana sentiu a pele arrepiar mas voltou a dançar.

Ficamos ali nesse joguinho cheio de segundas intenções. Ana colocava as mãos no meu ombro, sorria maliciosamente, dançava mais um pouco, eu a segurava pela cintura, nossos corpos se aproximavam mas nada passava disso.

Num desses lances ela se aproximou mais e os nossos corpos se encostaram, de leve, mas o suficiente para Ana perceber que meu pau já estava duro.

- Que isso heim!
- Isso é o resultado da sua dança sensual. Acho que devemos ir embora.
- Eu quero ficar mais vinte minutinhos, se você deixar ganha um beijo... no rosto.
- Ok. Só mais vinte minutos. Amanha tem moqueca na casa da minha tia e eu não quero levar esporro dela.
- Relaxa.

Ficamos ali mais um tempo e eu avisei que o tempo dela estava acabando. Ana fez cara de manhosa mas entrou no carro. Os vidros escuros nos protegiam doa olhares externos e quando fui ligar o carro ela segurou a minha mão.

- Não vai querer o beijo?
- Beijo no rosto só minha mãe – falei rindo.

Ana puxou meu rosto e nossos lábios se tocaram. Sua boca parecia estar ávida por um beijo proibido, afinal de contas ela já tinha um bom tempo de casada. Suas mãos apertavam as minhas pernas e as minhas começaram a percorrer todo seu corpo dentro do carro.

Ana abriu o zíper da minha bermuda e começou a massagear o meu pau com uma certa força, puxou a cueca e liberou ele para que em seguida ela caísse de boca na minha rola. Uma chupada forte, precisa, sempre fazendo muita pressão na cabeça do meu pau, suas mãos atrevidas subiam e desciam a minha pica e quando eu dsse que queria gozar Ana simplesmente parou.

- Tá louco? Vou chegar em casa com a boca cheirando a porra não.

Imediatamente Ana se compôs, arrumou a sua roupa que estava toda fora do lugar e eu puto da vida levei ela até em casa. Quando Ana veio me beijar virei o rsoto, pedi que ela saísse do carro e fui embora, morrendo de tesão e vontade de gozar. O resultado foi uma punheta debaixo do chuveiro me fazendo jorrar uma quantidade absurda de porra.

Na manha seguinte minha tia me ligou logo cedo.

- E ai você não vem?
- Vou, acabei de acordar, vou tomar banho, deixar o carro lavando e vou.
- Voce se comportou ontem com a minha amiga?
- Sim, quase um anjo.
- Meu Deus, tenho até medo.
- Relaxa tia. Ta tudo certo.

Quando cheguei na casa da minha tia apenas ela e Afonso estavam lá. Entrei, fali com os dois coloquei umas cervejas na geladeira e fui pra varanda atender uma ligação. Minutos depois Ana chegou, estava uma tentação de gostosa detro de um vestidinho branco, curto, de tecido bem leve e solto no corpo.

Quando ela andava, dava para perceber que a sua calcinha era minúscula, pois o tecido escorregava pelo corpo. Então para dar uma disfarçada, liguei o som, coloquei uma musica e como toda família mineira nos reunimos na cozinha para jogar conversa fora. Logo depois, maus um casal de amigos da minha tia chegou e a conversa fluiu com mais naturalidade pois eu passei a ter mais pessoas para conversar.

Depois do almoço o meu telefone tocou, era o cara do lava jato dizendo que o carro estava pronto. Me despedi das pessoas e fui buscar o carro. Quando cheguei na porta do elevador, Ana chegou, dizendo que iria no bar mais próximo comprar mais cerveja e cigarro para o marido.

- Está com raiva de mim?
- Claro! Aquilo não se faz.
- Desculpa, mas eu fiquei com medo dele perceber.

O elevador chegou e assim que a porta fechou Ana já veio grudando sua boca na minha. As minhas mãos imediatamente foram em direção pelo seu corpo até chegar na sua bunda, o vestido era curto, facilitou o trabalho e rapidamente meus dedos já estavam massageando seu grelinho, a boceta estava ensopada, escorria pelas pernas. Ana estava entregue, seu corpo dava pequenos espamos, ondas de choque pareciam percorrer o seu corpo mas a brincadeira teve que parar assim que o elevador chegou ao térreo.

- Você vai voltar?
- Não, vou buscar meu carro e depois vou encontrar uns amigos.
- Nossa, tô louca de tesão.
- Chegando em casa, dê para o seu marido.
- Vou dar, mas vou pensar em você.

Dei um beijo no rosto de Ana e sai rapidamente do prédio. Ela seguiu na direção contrária e não nos falamos mais por um bom tempo.

O tempo passou e chegou as festas de final de ano, Natal passamos em família mas o Reveillon a gente costuma colocar uma tenda na praia e receber os amigos. Todos os anos eu participo e naquele ano Ana e o Marido iriam também. A montagem de tudo e compra de bebidas e comidas ficava sempre por minha conta e de alguns primos. Uma correria louca mas no final sempre dava tudo certo.

Na noite do dia 31 esperávamos mais ou menos 30 pessoas na nossa tenda. Fui cedo e estacionei meu carro bem em frente para poder descarregar as coisas. Daí fazíamos um revezamento para que todos pudessem ir em casa se arrumar e eu fiquei por último. Como moramos perto da praia, dava para ir a pé e voltar em pouquíssimo tempo.

Lá pelas 22h eu já estava na tenda, minha família e alguns amigos também. Tudo ia bem até que Ana chegou com o marido, emburrado e com cara de sono como sempre.

Ana estava linda. Usava um vestido até a metade das coxas, era branco, mas alcinhas tinhas umas pedras que brilhavam. Em contraste com a luz dava para ver a silhueta do seu corpo e se abraçasse, era possível sentir a sua pele e o contorno da calcinha de tão fino que o vestido era.

Ela se aproximou e cumprimentou a todos, o marido também. Minha tia chegou e elogiou dizendo que ela estava linda, sexy e cheirosa. O corno resmungou alguma coisa mas ninguém deu importância.

Quando chegou a hora da virada, a queima de fogos e todo mundo se abraçou desejando feliz ano novo. Quando Ana me abraçou e me disse que o pedido dela para 2010 era muita pica. Meu pau latejou na hora, depois ela saiu abraçando as outras pessoas e eu também.

A ideia da tenda era ficar até o sol raiar, todo mundo animado, bebendo, dançando, menos o corno do marido da Ana. Lá pelas 3h da manhã ele disse que queria ir embora estava bêbado, quase dormindo na cadeira.

Ela disse que não iria mas que arrumaria uma carona para deixa-lo em casa e é claro que eu topei leva-lo. Colocamos ele no carro e fomos, estacionei na garagem do prédio dela, subimos pelo elevador e colocamos ele na cama para dormir. O cara estava morto, completamente bêbado, praticamente desmaiado.

Saímos do quarto e Ana fechou a porta. Quando chegamos na sala ela me atacou, me empurrou no sofá e se ajoelhou de frente pra mim. Abriu o zíper da minha bermuda, puxou ela até a meta de da canela, soltou meu pau e caiu de boca com vontade. Chupada e murmurava umas palavras que eu nem fazia questão de entender. Suas mãos subiam e desciam com o meu pau entre os dedos.

Eu com uma das mãos segurava seu cabelos cacheados fazendo ela subir e descer com a boca no ritmo que eu queria. Depois de muito me chupar, Ana se levantou, tirou a calcinha e me entregou – chupa o mel que esta ai - disse ela em tom provocativo.

Peguei a calcinha e meti na boca enquanto ela vinha com as pernas abertas se posicionando para cavalgar na minha rola. A cabeça estava já na porta, ela com uma das mãos esfregava a ponta do pau no seu grelo, depois foi sentando e engolindo ele por inteiro. Sua boceta estava melada, quente e bem apertada. Ela mordia meu pau e subia e descia bem devagar. Seu corpo dava umas tremidas e ela se controlava para gemer baixinho.

Aos poucos Ana foi aumentando o ritmo da trepada e ficou mais intensa depois que eu omecei a meter dois dedos no seu rabinho, ela enlouqueceu, em alguns momentos gemeu mais alto esquecendo que o marido dormia bêbado no quarto ao lado.

Pedi que ela ficasse de quatro e ela obedeceu, abri bem a sua bunda, dei uma chupada começando pela boceta e ido até o cuzinho, suas unhas cravaram no sofá, me levantei e soquei naquela boceta com vontade. A xana escorria um mel dento e viçoso, o pau entrava e saia fácil da gruta ensopada, acelerei a estocada e enchi sua boceta de porra, Ana pediu que eu continuasse e gozou junto comigo.

Depois, eu desci e ela foi pro banheiro se limpar, a porra estava escorrendo por entre suas pernas. sua bunda estava vermelha devido alguns tapas que eu havia desferido.

Minutos depois Ana entrou no meu carro. O marido nem tinha se mexido na cama. Partimos então para a praia e tivemos que estacionar o carro um pouco mas longe. Assim que parei, Ana pediu pra chupar meu pau de novo, caiu de boca, chupou com a mesma vontade da primeira vez e me fez gozar enchendo sua boca de porra.

Assim foi meu final de ano em 2009. Em 2010 eu e Ana ainda saímos umas duas vezes e eu prometo que conto tudo nos próximos contos.







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