"Os mais excitantes contos eróticos"


Enquanto o marido bebe com os amigos...


autor: Publicitario45
publicado em: 25/11/16
categoria: hetero
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Ana estava adorando a ideia de viver perigosamente. Sempre que seu marido saia com os amigos para beber ela me ligava e a gente se trancava dentro de uma suíte de motel. Me lembro que Ana fazia uma piadinha dizendo que se ele podia sair para beber cerveja com os amigos, ela tinha o direito de beber porra com o amante.

Uma manha eu estava caminhando pelo calçadão e fui abordado por um senhor, eu estava com os fones de ouvido e não percebi que tinha um carro buzinando pra mim. Era Ana, o senhor me chamou, apontou pro carro dela e ela fez um sinal me chamando.

Eu estava suado por causa da longa caminhada, apenas de camiseta, short, tênis e um celular tocando música.

- Entra aqui.

Entrei e Ana já me beijou nos lábios.

- Vamos sair?
- Não posso, estou sem carteira, dinheiro, cartão. Vim apenas dar uma caminhada mesmo.
- Você é meu convidado.

Ana ligou o carro e seguimos pro motel mais próximo. Enquanto dirigia seu carro automático, Ana apertava meu pau por cima do tecido com a mão direita. Sua cara de vadia deixava claro que ela queria pica e nada mais que isso.

Chegamos no motel, escolhemos o quarto e entramos. Ana estacionou na garagem, fechamos o portão e dentro do carro ela já tirou meu pau e começou a chupar com voracidade. Sua boca engolia e fazia pressão o tempo todo, Ana sabia chupar um pau com tanta maestria que era quase impossível não gozar na boca dela, e eu gozei. Segurei sua cabeça, enchi sua boca de porra e ordenei que ela bebesse até a ultima gota.

Terminado o boquete, entramos na suíte e eu fui tomar um banho. Ana abriu uma garrafa de cerveja, ligou o som e ficou na cama, nua, me esperando. Assim que sai do banho ela abriu as pernas, derramou cerveja na xana e ordenou que eu limpasse. Cai de boca, sua boceta estava gelada e melada ao mesmo tempo. Ana bebia no bico da garrafa, gemia, abria ainda mais as pernas, sentia minha língua percorrendo toda extensão do seu sexo. não demorou muito e ela gozou.

Dai em diante foi só loucuras. Ana pediu que eu a beijasse – quero sentir o gosto do meu gozo – beijávamos, ela bebia de novo, derramava a cerveja que estava em sua boca diretamente na minha. meu pau já estava vivo de novo.

- Vira. Me dá logo essa bunda que eu quero te comer de quatro.

Ana nem questionava, apenas se entregava, virou-se, abriu as pernas, deixando aquele rabo lindo à minha disposição. Meti um dedo, meti dois, deslizei eles para dentro do cuzinho.

- Mete logo essa pica, ordenou ela.

Coloquei a cabeça na porta e fui entrando, seu rabo foi engolindo meu pau por inteiro. Dei-lhe um forte tapa na bunda e chamei ela de putinha casada, Ana deu uma gargalhada e disse – sou mesmo – e comecei então a socar aquele rabo apertado.

Ana gostava de ser tratada como vadia, apanhar, puxão de cabelo, xingamentos deixavam ela louca, Ana gozava bem mais rápido quando as estocadas eram mais fortes e tinha os cabelos cacheados puxados. Outro gozo e ela pediu pra dar a xaninha.

- Deita aqui safado, quero sentar no seu pau.

Com a pica apontada pra cima e louco pra gozar, Ana sentou e se começou a cavalgar na minha rola, ela subia e descia bem devagar, se empinava toda, rebolava gostoso, as vezes ela acelerava a trepada depois diminuía bem o ritmo.

Minhas mãos apertavam os bicos dos seios, ela gemia, sentia o novo orgasmos chegando e quando disse que estava gozando novamente eu acelerei o movimento por baixo dela e gozamos juntos.

Depois fomos pro banho, ganhei outro boquete de presente, desta vez gozei na sua cara, esfreguei meu pau por toda parte enquanto chamava ela de vagabunda pra baixo. O clima foi interrompido pelo telefone tocando, era o marido querendo saber onde ela estava e informando que iria para um churrasco na casa de uns amigos e que se ela quisesse ela poderia passar lá mais tarde, pois todas as esposas estariam lá.

- Sim meu amor, vou sim. Chego ai em mais ou menos uma hora e meia.

Voltamos pra cama e começamos a putaria tudo de novo.






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