"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Pondo um chifre


autor: somentealguem
publicado em: 27/07/15
categoria: outra
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Fonte: maior > menor


Meu marido sempre me dizia que gostaria de ser corno. No começo, achava que era uma armadilha, pra ele também dar suas escapadelas. De qualquer forma, não sentia tesão de dar para outra pessoa, pois o amava incondicionalmente. Mesmo assim, na cama, vivia chamando ele de corno. Ele ficava louco quando, no meio da transa, dava detalhes de minhas relações anteriores. O pau dele não era muito grande, e ele adorava me ver citar o nome dos meus ex, e de dizer que o pau dele era nada perto dos outros que eu já tive.

De tanto ele insistir, um belo dia resolvi dar um gostinho pra ele. Fui a uma sex shop e comprei um pênis grande e grosso. Quando mostrei pra ele, ele ficou doido. Daí pra frente, muitas vezes eu gozava no meu brinquedinho, e deixava ele com vontade. Aprendi a torturar o meu marido, deixando ele dias sem gozar, somente me vendo transar com meu brinquedinho.

Desse momento em diante, comecei também a me sentir diferente. A submissão do meu marido me mostrava o quanto ele realmente gostava de mim e do nosso relacionamento. Isso me deu mais confiança, e uma postura diferente com a vida. Passei a me vestir melhor, a usar roupas sensuais, e a olhar para o lado nas ruas.. Meu lado sedutor estava aflorando.

Um belo dia, entrou um novo funcionário na empresa em que eu trabalhava. Um gato daqueles que todas as mulheres cobiçam... Eu fui indicada para passar a ele os detalhes da empresa, e passamos a primeira semana dele juntos o tempo inteiro. Ele tinha um sorriso lindo, e uma voz de enlouquecer a gente... Nessa semana, nos almoços, fomos pegando intimidade. Ele falava da vida dele, das conquistas, das mulheres... E eu evitava falar de minha vida, mas ficava babando enquanto ele contava de suas peripécias sociais.

No último dia de treinamento, ele disse que já estava com saudades, e queria que nos encontrássemos após o expediente para tomarmos alguma coisa e se despedir... Fiquei meio preocupada, e disse que responderia depois.

A tarde, conversei com meu marido, e comentei sobre isso. Ele me respondeu mais ou menos assim:

- Ihhh... Será que vou levar meu primeiro chifre? – Aquilo me acendeu uma luz. Se eu queria o Paulo, se meu marido não se incomodava (pelo jeito tinha até encorajado), e se o Paulo queria... Porque não?

- Talvez, corno. Você tá me autorizando? – Respondi.

- Sim, mas quero que faça lá em casa, pra eu ver...

- Vou pensar no seu caso, tá?

Bom, resolvi que ia ser hoje!!! Ao final do expediente, Paulo me esperava. Fomos a um bar e, depois de algumas batidas, já estava super solta e facinho. Ele, sedutor e experiente, facilmente me envolveu e me beijou. Que beijo... A muito tempo não beijava alguém pela primeira vez, e tinha me esquecido da força e do desejo que envolve um beijo desses.

Levei o Paulo pra minha casa, e quando entramos, percebi que meu marido estava em casa, mas escondido. Sem perder tempo, agarrei o Paulo e demos um beijo longo e delicioso, e sentia o pau dele (enorme) roçar em mim... Estava molhada de tesão... Fomos para o quarto no meio desse beijo, e nossas roupas foram ficando pelo caminho. Nus, ele me chupava ardentemente, me fazendo gritar de desejo.

Foi quando aconteceu o mais absurdo, meu marido entra no quarto, cumprimenta o Paulo (com a boca na botija), vira pra mim e diz preocupado:

- Amor, pára. Eu não vou aguentar... Achei que ia, mas não vou.

Com meu corpo gritando de tesão, puxei o Paulo pra continuar o serviço, e disse ao meu marido:

- Agora, seu corno, não tem volta. Se quiser ficar, fica, mas eu vou até o fim com esse gostoso. Olha só que pau maravilhoso ele tem...

Meu marido ficou quieta, num canto, olhando... De pau duro, mas receoso!

Paulo me apresentou seu membro, e eu adorei a cena. De perto, aquela maravilha era linda. Um pau grande, grosso, sequinho e com a cabeça linda pra fora... Caí de boca! Nunca chupei um pau com tanto gosto.

Ele então, depois de um tempo, tirou o pau da minha boca, me levou a virar-se de quatro, e colocou a cabeça deliciosa do pau dele em minha bucetinha molhada... Só ficou brincando, colocando e tirando a cabeça e me levando à nuvens... De repente, colocou ele todo em mim. Gemi alto, com um desejo absurdo. Ele estocava forte, rápido, e eu me sentia enlouquecer. A forma como ele entrava em mim fazia seu membro roçar em meu clitóris, e eu gozei muito rápido... Quando ele viu que gozei, parou. Me virou de frente, deu um sorriso, e me beijou maravilhosamente. Me beijou os seios, o pescoço, e com aquela voz maravilhosa me disse no ouvido:

- Agora vamos fazer um coisa diferente, tá? Vira de bruços que vou comer seu cuzinho.

Nunca tinha dado o cú, mas não podia negar isso a ele... Virei obedientemente, e ele pegou um creme que tinha na minha cabeceira e começou a passar no pau dele... Depois de lubrificado, ele encostou aquela cabeça no meu cuzinho, e pressionou deliciosamente, sem me penetrar.

Meu marido (ainda está aqui???) levantou e suplicou:

- Amor, você nunca me deu o cú! Não faça isso.

- Nunca te dei, e nunca vou te dar, corno. Cu é pra quem sabe comer, e pra quem tem pinto. Vê se some daqui, ou assiste calado!

Paulo sorriu, deitou-se sobre mim, e magicamente colocou seus dedos em meu clitóris... Nossa, que dedos... Enquanto me enlouquecia na frente, seu pau começou a me enlouquecer por trás. Nunca pensei que dar o cú fosse tão bom... Era uma mistura de dor com tesão, que me fazia gritar... Quando estávamos quase gozando (juntos), senti o pau dele pulsar dentro de mim, o que acelerou meu orgasmo... Gozei junto com ele, e nunca tive uma foda melhor que essa na vida.

Me despedi de Paulo quase chorando de tristeza, e implorei que ele me procurasse quando precisasse saciar sua vontade. Nos vimos no escritório diversas vezes depois disso, mas nunca mais conversamos...

Meu marido? No dia seguinte estava mais manso que nunca, e depois disso faz tudo o que quero. Quando transamos, se quero que ele goze rápido, basta usar a mesma frase de sempre:

- Transar com você me dá uma saudade do pinto do Paulo... – E ele goza na hora!



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