"Os mais excitantes contos eróticos"


O Rio de Janeiro continua lindo.


autor: Publicitario45
publicado em: 05/12/16
categoria: hetero
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Os últimos meses tem sido bem estressante aqui na empresa. Redução de contratos, saída de clientes entre outras coisas me deixaram bem irritado.

Então, conversando com um grande amigo num bar, ele me convidou para passar um final de semana com ele e mais alguns amigos no Rio de Janeiro.

Confesso que fui poucas vezes ao Rio e as poucas vezes que fui era para trabalho ou algum evento corporativo, portanto, vi pouca coisa da vida noturna da capital.

Na sexta-feira passada, dia 02, embarcamos as 16h para um final de semana na casa de uns amigos de uns amigos meus em Copacabana, na bagagem pouca roupa e muita animação por parte de todos.

Já começamos a beber no saguão do aeroporto, todo mundo com uma garrafinha de Stella Artois na mão, olhando de rabo de olho para umas mulheres que pareciam que iriam embarcar no mesmo vôo que a gente, e para nossa alegria, embarcaram.

Meus dois amigos são recém separados e estão loucos para pegar alguém e já na aeronave começaram a puxar papo com as quatro meninas, todas lindas por sinal, enquanto a gente não decolava. Eu, como não curto muito aviões, tratei de colocar um fone no ouvido e esquecer que aquela coisa iria voar.

Enquanto isso, os meninos já tinham trocado de lugar com as meninas, já sabia o nome delas, já estavam pegando na mão fazendo frases de duplo sentido e foi quando me dei conta da minha grosseria em não conversar com a loira que estava sentada ao meu lado.

Imediatamente pedi desculpas, expliquei que não gosto de voar e ela disse que também não curte. Ofereci o meu fone de ouvidos pra ela e ficamos ali conversando tentando fazer de contas que não estávamos dentro do avião.

Ela tem 30 anos, loira, bonita, educada, funcionária pública, noiva e também estava indo passar alguns dias no Rio com as amigas. Conversamos muito durante o curto percurso que é de Vitoria pro Rio e quando aterrissamos os caras combinaram de ligar pras meninas para saírem. Eu achei engraçado, pois a primeira coisa que veio na minha cabeça foi: os caras voam até o Rio de Janeiro e querem comer umas capixabas?

O nosso amigo carioca já estava no aeroporto nos esperando, de lá seguimos para o seu apartamento que fica em Copacabana. Ricardo tem 40 anos, solteirão convicto, estilo maladrão carioca, pegador, não se liga em ninguém e tem uma lista enorme de amigas que adoram umas farras. O final de semana prometia e meus amigos estavam enlouquecidos.

Deixamos as coisas no apartamento e fomos para um quiosque na praia, pedimos cerveja e o celular de Ricardo não parava, um bando de mulheres ligando e mandando mensagens e aos poucos elas foram chegando no quiosque fomos sendo apresentados, cada uma mais louca que a outra e aquele sotaque carioca começou a reinar na mesa. Algumas foram embora, outras ficaram e a gente continuou ali bebendo.

Mais tarde, Ricardo teve a brilhante ideia de fazer um churrasco na área de festas do prédio, as meninas se animaram e começaram a ligar para outras pessoas. A coisa foi tomando um rumo que a lista de 7 pessoas já tinha mais de 20 e se ninguém falasse nada ela provavelmente não pararia de crescer.

Depois da bebedeira fomos pra casa. Meus amigos já estavam aos beijos com as cariocas e eu e Ricardo sobramos, sim, ninguém deu trela pra gente. Nos restou então irmos embora e o resto da turma ficou no quiosque enchendo a cara.

Quando chegamos no prédio do Ricardo, entrou uma menina de uns 23 aninhos, coisa mais linda do mundo. Pele queimada de sol, cabelos até a cintura, corpo delicioso todo saradinho, de sainha, blusinha, vestida para matar e aquele sotaque sensacional das cariocas.

Ricardo me apresentou e ela já veio me abraçando e dando três beijinhos, disse que estava chegando de uma balada e que precisava dormir. Ricardo mais que na hora avisou do churrasco no dia seguinte e ela disse que iria e levaria a mãe dela que adora uma farra.

Quando ela saiu do elevador ganhei mais dois beijos e um elogio referente ao perfume. Fiquei louco e Ricardo disse que se ela era uma delicia eu precisava ver a mãe.

Mais tarde os caras chegaram com as meninas, foram pros quartos banheiros e era um festival de beijos e amassos. Eu já estava na minha cama e do lado tinha outra cama.

Foi ai que a porta abriu, bem devagar, era Fernando com a loira que estava no meu lado no avião. Eles estavam bêbados mas não se desgrudavam. Fiz que estava dormindo, sequer me mexi e o amasso continuou, Fernando chupava os peitinhos dela, ela alisava o pau dele por cima da bermuda, depois de um certo tempo ela abriu o zíper e caiu de boca na rola do meu amigo, chupou até deixa-lo completamente babado.

Fernando então deitou na cama e ela de saia foi por cima, colocaram a calcinha de lado e ela começou a cavalgar nele, rebolava com vontade, em alguns momentos eu acho que eles esqueceram que eu estava ali do lado “dormindo” e a coisa foi assim até que eles gozaram juntos. O nível de cachaça era tão alto que depois da trepada, a loirinha dormiu em cima dele com o pau dentro. Então, me levantei na ponta dos pés, e apaguei a luz.

Na manhã seguinte quando eles acordaram eu já estava de pé e é claro que as piadinhas toaram conta do café da manhã. Fora isso o assunto da mesa era a vizinha novinha que eu tinha conhecido no elevador, eu não parava de pensar naquela ninfeta e se ela fosse ao churrasco eu iria cair matando.

Depois do café fomos para a piscina do prédio e começamos a preparar o churrasco, as pessoas foram chegando e até um pagode improvisado rolou, mas a festa só ficou boa mesmo quando a ninfeta chegou. Shortinho curto, blusinha marcando os bicos dos seios, cabelos presos, óculos espelhados, piercing no nariz, tatuagem nas costas e nas pernas ela estava roubando a cena. Veio me cumprimentar, falamos e trocamos beijinhos mas a concorrência logo acirrou.

Ricardo queria, eu queria e mais meia dúzia de marmanjo começaram a babar em cima dela. Ai eu percebi que ela estava se achando e me afastei, fui na cozinha buscar cerveja e quando eu abri a porta da geladeira uma voz rouca atrás de mim me chamou atenção.

- Pode pegar uma pra mim?
- Depende de quem quer – falei virando e dando de cara com a dona da voz.
- Prazer, meu nome e Lana.

Apertamos as mãos e ficamos extasiados olhando um pro outro. Ela não soltava a minha mão e muito menos eu pensei em soltar a dela. Aquela situação indefinida me fez puxa-la pelo braço e lhe dar três beijos no rosto. Senti seu cheiro, elogiei, ela sorriu e eu já nem me lembrava mais da ninfeta.

Entreguei a cerveja e fomos andando para beira da piscina. Começamos a conversar e eu descobri que Lana é aeromoça da TAM, faz vôos internacionais e por incrível que pareça, é a mãe da ninfeta que todos queriam.

A gente conversava como se fossemos amigos de longa data, a lita de afinidades ia da cerveja, passando pelo vinho, musica, comida, entre outras coisas. Sua mão direita já á estava sobre a minha perna, eu não conseguia mais parar de olhar para sua boca. Lana tem cerca de 40 anos, morena, mais ou menos 1,70 de altura. Tem um corpo normal, bonito, sem exageros, mas é de um charme capaz de ganhar qualquer pessoa com um sorriso.

Nossas cervejas acabaram e eu perguntei se ela queria mais, sedutoramente ela respondeu que se eu quisesse ela também iria querer. Me levantei e fui em direção a cozinha que ficava um pouco afastada da piscina e da churrasqueira, abri a geladeira, peguei duas garrafas e quando me virei Lana estava atrás de mim, nem pensei duas vezes, entreguei a cerveja e já fui encostando seu corpo na parede, começamos as nos beijar, minhas mãos passaram a deslizar sobre o tecido fino do seu vestido e quando minhas mãos geladas tocaram sua pele ela se arrepiou toda.

Ao lado da geladeira tinha um corredor, entramos por ali e encontramos uma porta, estava aberta, entramos aos beijos e trancamos por dentro, era uma espécie de sala para guardar material de limpeza. Continuamos a nos beijar, Lana me mordia o pescoço mordia minha orelha, foi me deixando cada vez mais excitado.

Meti a mão por debaixo do vestido e encontrei uma calcinha minúscula e ensopada, coloquei de lado, ela abriu as pernas para ajudar e comecei a massagear seu clitóris, ela gemia baixinho e não demorou muito pra gozar nos meus dedos.

- Vou retribuir.

Lana me olhou com cara de loba, se ajoelhou, sacou meu pau e caiu de boca, chupou com vontade, eu sentia dor e prazer a cada mordida que ela dava na cabeça da minha rola. Lana fazia uma pressão gostosa e eu não consegui segurar e acabei gozando na sua boca todo meu gozo.

Saímos da área de limpeza e voltamos pro meio do povo, alguns perceberam a nossa escapada entre elas, a filha ninfeta de Lana.

A noite todos estavam meio embriagados, inclusive Lana. Como eu queria muito comer aquela morena, segurei minha onda na bebida. Aos poucos as pessoas foram se despedindo e Lana disse que teria que ir embora.

- Tem duas Stellas na minha casa, uma pra mim e outra ra você. Quer?
- Só se for agora.

Descemos pelas escadas, nos atracando, era uma esfregação, uns beijos loucos, a gente quase se despindo nas escadas até que chegamos no seu andar. Na porta da sala tinha um bilhete da ninfeta dizendo que dormiria na casa de uma amiga, Lana vibrou, o apartamento seria só nosso.

Entramos e eu nem dei tempo pra cerveja. Já fui jogando Lana no sofá da sala e meio que sem querer arranquei seu vestido destruindo as alças. Ela riu e me chamou de safado.

- Cachorro, quer me comer quer?
- Não, quero te fazer de puta.
- Então faça. Me dá na cara.

Um tapa ecoou na sala, Lana riu, abriu as pernas e colocou a calcinha de lado. O convite foi aceto e eu cai de boca naquela boceta carnuda, chupei, lambri, meti os dedos, mordisquei o grelinho, meti o dedo no cuzinho enquanto chupava cada centímetro daquela xana deliciosa. Lana apenas se contorcia e gemia, dizia umas baixarias, arranhava as minhas costas, esfregava a boceta na minha cara e os orgasmos iam se sucedendo.

- Me come logo... eu quero essa pica.

Sentei e Lana entendeu, acabou de tirar o vestido, abriu as pernas e se pôs a cavalgar na minha rola. Meus dedos voltaram a brincar com o seu rabinho, ela ria, fazia cara de vadia, rebolava, quicava no meu pau, mordia minha orelha e gozava com extrema facilidade.

Pedi que ela ficasse de quatro e me desse as mãos por trás, ela obedeceu, sentiu meu pau entrando na xana e eu comecei a foder com força, Lana parecia não se importar com os vizinho, gemia, me chamava de vagabundo pra baixo, o som dos corpos se chocando ficava cada vez mais alto e ela pediu pra eu meter na bundinha.

Soltei seus braços, me ajoelhei e dei uma bela lambida na portinha, ela gemeu mais alto, abriu as ancas e eu comecei a forçar a cabeça, demorou mas passou, algumas vezes ela recuou, pedi pra parar e começar de novo, a cabeça do meu pau estava inchada e devia estar doendo mas Lana não desistiu e aos poucos a rola foi entrando. Começamos então um vai e vem delicioso, devagar no incicio, mas aos poucos foi ficando mais intenso.

Dei alguns tapas naquela bunda deixando a marca dos meus dedos, Lana usava os dedos no grelo e gozou de novo e eu fui junto.

Esta noite eu passei no apartamento de Lana, trepamos até o sol raiar. A fome dela era algo impressionante, acordei com a sua boca chupando meu pau todo melado da trepada anterior. Ainda de manha transamos debaixo do chuveiro e Lana nos levou no aeroporto.

Cheguei em casa morto, Lana havia acabado comigo. Ficamos de nos encontrar me Janeiro aqui em Vitoria, ela vai trazer a ninfeta e algumas amigas para conhecer nossas praias.

Quem sabe você não se junta ao nosso grupo. Verão esta chegando.

Beijos e boa semana.





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