"Os mais excitantes contos eróticos"


A estrela do filme fui eu!


autor: PsicoPutinha
publicado em: 05/12/16
categoria: hetero
leituras: 4560
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Fonte: maior > menor


Nenhuma das amigas disponíveis, namoradinho viajando de novo e eu de férias...

Decidi ir ao cinema sozinha.

Cheguei um pouco cedo e já haviam umas 5 pessoas na sala.

Olhei para o meu bilhete que indicava P-1, no canto da última fileira.

Para o meu azar já tinha alguem sentado na "P-2", continuei andando e sentei ao lado de um homem moreno, de mais ou menos uns 38 anos.

Eu usava um short jeans curto, blusa grande de malha e tênis. Não usava nenhuma maquiagem além de um batom vermelho, e um pouco de rímel.

O cara do meu lado tinha um bigode fino e os cabelos penteados para trás, usava um jeans azul e uma camisa cinza por dentro da calça.

Quando passei ele murmurou um "Boa tarde", que respondi com um discreto aceno de cabeça.

Quase na hora do filme começar e tinham mais ou menos umas 10 pessoas no cinema, eram em torno de 15:00, o horário mais tranquilo.

Cruzei as penas e me virei um pouco para o canto, o que fez o meu short subir um pouco, mas não o arrumei, tinha até esquecido que o homem estava do meu lado.

O filme começou e eu estava tentada a mudar de lugar, mas como detesto incomodar as pessoas, fiquei sem graça em passar na frente dele.

Pois bem, continuei em meu lugar.

O filme era de terror, alguma coisa com "Inferno" no nome, não curto muito e recebeu criticas ruins, por isso o escolhi, imaginava que teria tranquilidade numa sessão vazia.

Engano meu!

No meio do filme senti uma mão roçar minha bundinha quase exposta, me assustei e repreendi o homem, que já gesticulava para que eu fizesse silêncio.

Ele desabotoou o cinto e tirou o pau pra fora, assim, na cara dura.

O safado pegou a minha mão e hesitante deixei que ele a guiasse.

Levou-a até seu pau quente e grosso. Senti ele pulsando assim que o segurei.

Comecei a punhetá-lo de leve e ele me deu um sorriso perverso.

Ele me beijou na boca mordendo meu lábio com força e sem nenhuma cerimônia meteu a mão no meu peito, apertou com força e quase me fez gritar.

A esse altura, um rapaz que estava um pouco na frente já nos assistia.

Minha excitação era palpável, precisava "resolver" a situação.


Foi aí que liguei o "foda-se" e caí de boca no pau dele, suguei aquela cabeça toda, matando minha vontade.

Olhei pelo canto do olho e o safado que estava nos observando se aproximava sorrateiramente.

Quando chegou perto começou a desabotoar meu shortinho, enfiou a mão dentro da minha calcinha sem nem mesmo dizer uma palavra, apenas murmurando seu nome, "Pedro".

Eu estava encharcada. Louca por um pau.
Completamente sedenta.

Pedro enfiava um dedo na minha bucetinha e chupava, olhando pra mim, lambendo os lábios.

Ele aparentava ter no máximo 20 anos e parecia não se importar se alguém nos visse.

O que eu estava chupando (que depois descobri se chamar Marcos) forçou minha cabeça contra seu pau, engasguei alto mas as pessoas pareceram não notar graças ao som alto do cinema.

Disse a eles que não poderíamos transar ali pois logo o filme acabaria e as luzes acenderiam.

Marcos disse para irmos para o carro dele, tentei me recompor da melhor maneira possível mas mesmo assim sai com a boca toda babada e o batom borrado.

Chegando ao estacionamento entramos no carro e ele deu a partida, me assustei e perguntei para onde estávamos indo.

Ele me respondeu que estávamos indo ao andar de cima, onde um novo pavimento estava sendo construído e que costumava ficar vazio.

Subimos e encostamos o carro.

Sem falar nada, começaram a tirar minha roupa, Pedro me dava tapas no rosto o tempo todo, me chamava de safada, cachorra, puta e vadia.

Eu estava descontrolada, precisava meter... Forte e gostoso.

Abaixei o banco e disse para o Marcos se deitar nele.
Mais que depressa terminei de tirar a calcinha, pedi uma camisinha e posicionei o pau na entrada da minha buceta.

Sentei com força, ele agarrou minha bunda e me encheu de tapas.

Comecei a quicar tão forte que fazia o carro balançar, e foi ai que senti o dedo de Pedro no meu cuzinho.

Estava exposta, com a bunda pra cima, recebendo investidas cruéis de Marcos em baixo de mim.

Ele castigava minha bucetinha.

Pedro cuspiu no pau, se posicionou atrás de mim, apertado por causa do espaço o pau entrou de uma vez.

Desabei em cima de marcos, e Pedro me deu um tapa forte na bunda me mandando empinar o máximo que eu conseguia.

Os dois metiam tão rápido e tão gostoso, me levavam a loucura.

O gozo veio inesperado e eu gemi alto, meu sulco escorreu pelas minhas pernas e pelo banco.

Ja estava exausta, Pedro disse que queria meter na minha bucetinha, já ia mudar de posição quando Marcos me segurou, dizendo que eu era muito safada para não ganhar duas rolas na buceta.

Gelei na hora, não ia caber.

Marcos abriu minha buceta e Pedro começou a forçar na minha bucetinha.

No começo não entrou.

Passou um tempo começou a escorregar pra dentro e ele não parou. Me agarrou pela cintura e começou a bombar forte.

Eu gemia loucamente, me sentia completamente arrombada com aqueles dois paus na buceta.

Os filhos da puta me mandaram rebolar e com dificuldade comecei a mexer a bunda, ora ou outra olhando por cima do ombro e mordendo o lábio para Pedro.

Ele ficava louco.

Marcos começou a estimular meu clítoris e eu gozei, tremendo e gritando putaria.

Os rapazes disseram que queriam gozar.

Passei para o banco do motorista e fiquei de joelhos, juntei meus seios para os dois que bateram com os paus na minha cara e gozaram nos meus seios.

Caímos os três exaustos.

Quando me vesti, passei no banheiro, lavei o rosto e corri de volta para o estacionamento para pegar o meu carro.

Para a minha surpresa ainda encontrei os dois conversando na entrada.

Trocamos sorrisos e telefones.

A próxima transa está marcada para semana que vem e dessa vez será no meu apartamento.

Me disseram que vão trazer mais um amigo...
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É isso galera, espero que tenham gostado, porque eu estou molhada só de lembrar.

Comentem e me mandem mensagens. Adoro falar putaria com vocês.
Até a próxima, safadinhos.



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