"Os mais excitantes contos eróticos"


Casal Linhares


autor: publicitario45
publicado em: 27/07/15
categoria: hetero
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Ainda sobre a época que eu estava separado e morando sozinho, aconteceu algo inusitado. Entrei no MSN e tinha uma pessoa me adcionando. Achei estranho mas resolvi aceitar o pedido. Mas demoramos alguns dias para começar a conversa, pois esta pessoa estava sempre Off Line.

Bem, os dias foram se passando e numa segunda-feira a noite a pessoa entrou e começamos a conversar:
Eu: Olá, boa noite, tudo bem?
Ela: sim, e você?
Eu: estou bem, mas nós nos conhecemos de algum lugar?
Ela: não, na verdade acho que te adicionei por engano, me desculpe.
Eu: desculpo se você não me bloquear.
Ela: ok..... rs.

Deste dia em diante passamos a conversar com mais frequência. Descobri que ela era de Linhares, casada, 35 anos, loira, duas filhas e viciada em academia. A conversa corria bem até que ela um dia me mostrou a foto dela. Uma mulher bonita, normal, mas muito bonita, elegante e com uma taça de champagne na mão. Perguntei quem ela estava procurando quando ela me adicionou por engano e ela confessou que tinha anotado um e-mail por engano. Depois de algum tempo, descobri que seu nome era Beth e que seu marido se chamava Alvaro, fazendeiro, com muita grana e que sempre passavam os fins de semana na Praia da Costa. A intimidade ia aumentado a cada dia até que Beth me confessou que ela havia descoberto um chifre do marido dela e que para não se separarem eles resolveram ser um casal mais liberal, onde cada um podia trazer um amigo ou amiga para festinhas mais intimas.

Depois de muitas conversas no MSN eu e Beth já havíamos trocado telefones e falávamos diariamente e ela sempre falando das festas com o marido e mais algumas meninas. Um dia eu disse que não acreditava e ela passou o número do meu telefone pro cara me ligar, e ele ligou.
Ele: bom dia, tudo bem? sou marido da Beth de Linhares.
Eu: tudo bem Álvaro?
Ele: sim. a Beth disse que você não está acreditando que somos um casal liberal, é isso?
Eu: sim.
Ele: então, neste fim de semana estaremos em Vila Velha, podemos nos encontrar na sexta e nos conhecer.
Eu: combinado. Vamos nos encontrar num restaurante que tem na P. do Canto, se chama O Mercador e eu faço questão de tê-los como convidados. Ok?
Ele: combinado.

Na sexta-feira, sai da agência e fui direto pra casa me arrumar, pois me encontraria com Álvaro e Beth às 21h. coloquei uma boa música, uma dose de Jack Daniel, deitei por alguns minutos para dar uma relaxada e lá pelas 20h comecei a me arrumar. Após um banho quente, fiz minha barba, me vesti com uma calça jeans, camisa polo e claro, meu Polo Black como perfume preferido.

Fiz questão de chegar no restaurante antes do casal. Como Beth já havia me falado sobre suas bebidas preferidas, pedi uma garrafa de vinho, Alma Negra, e aguardei. Em alguns minutos o casal chegou e foi ao meu encontro. Álvaro estava bem vestido, calça jeans, camisa preta e blazer de couro preto. Tinha poucos fios de cabelos brancos e barba. Era do tipo atleta, com corpo em dia e uns 7cm mais alto que eu. Beth estava linda. Loira, cabelos bem cuidados, vestido bordo confeccionado num tecido fino, salto alto o que a deixava exatamente da minha altura. Sentamos, conversamos sobre tudo, disse que tinha clientes em Colatina mas em Linhares não e depois da segunda garrafa começamos a falar de sexo e eles me explicaram que já tinham saído com algumas mulheres e que agora seria a vez da Beth se divertir. Mas, tinha um porém: Álvaro não era gay, mas se na hora H quisesse, ele tocaria o convidado se quisesse.

O jantar encaminhava no melhor estilo “viemos aqui para te conhecer e ver se vai rolar algo no futuro”, mas eles eram tão agradáveis que se não rolasse nada, a noite teria sido muito agradável. Na hora de irmos embora, como bom anfitrião paguei a conta e no caminho para o estacionamento, Beth que abraçava a mim e ao marido, disse que queria dançar, mas tinha que ser numa boate gay. Indiquei uma casa bacana e ela me convidou para encerrarmos a noite dançando.

Chegando na Next, começamos a dançar ao som da música eletrônica e a beber. Beth ia se soltando cada vez mais e o marido também. Quem já foi numa boate gay sabe que o clima é tranquilo mas a sensualidade das pessoas fica a flor da pele. Assim que Álvaro foi ao banheiro, Beth me abraçou dançando e sussurrou no meu ouvido:

Ela: quero você!
Eu: também quero, mas seu marido já deixou claro que hoje iremos apenas nos conhecer.
Ela: vou dar um jeito.

Em seguida, fui presenteado por um beijo quente, molhado e sedutor enquanto minhas mãos percorriam aquele corpo bem cuidado por cima do vestido. Logo em seguida, fomos surpreendidos por Álvaro que se juntou a nós numa dança a três muito sensual.
Beth se virou, deu um longo beijo no marido, falou algo no seu ouvido e foi me puxando pela mão até a saída. Ela já tinha resolvido e dali para casa deles era questão de minutos. Chegando no apartamento começamos a nos atracar no estacionamento, depois no elevador, corredor até entrarmos no apartamento. Um apartamento estilo loft, quarto grande, sala confortável com visão para a cozinha.

Enquanto Alvaro abria mais uma garrafa de vinho, eu já me divertia com a Beth no enorme sofá da sala. Soltei as alças do seu vestido deixando-o cair de leve. Continuamos a nos beijar, desta vez de pé, quando Álvaro chegou e começou a beijar a nuca da sua esposa. Aquele sanduiche fazia com que a pele de Beth se arrepiasse cada vez mais e os bicos dos seus seios estavam rijos como pedra. Por trás da esposa, Alvaro começou a abrir o zíper da minha calça enquanto Beth tirava a minha camisa. Alvaro colocou meu pau pra fora e começou a me punhetar lentamente. Depois pediu que a sua esposa ajoelhasse e chupasse a minha pica.

Boca quente, macia e gulosa. Beth engolia o meu pau e alternava entre lambidas e chupadas. Alvaro se ajoelhou ao lado da esposa e caiu de boca no meu pau. Meu corpo tremia de tesão com aquelas duas bocas me sugando. Beth pediu que eu me jogasse naquele sofá e assim eu fiz. Os dois vieram sedentos pra cima da minha pica. Eles me lambiam, me chupavam, se beijavam num movimento gostoso que parecia não ter fim.

Devagar, Beth se virou e deixou sua buceta de frente pra minha cara. Pela calcinha já dava para ver o melzinho escorrendo de dentro dela. Coloquei sua calcinha de lado e comecei a sugar aquela buceta linda. Lambi, chupei, mordi, enfiei um dedo, depois outro. Beijei a porta do seu cuzinho arrancando-lhe espasmos e gemidos. Ela e seu marido continuavam a me chupar, Beth colocando meu pau inteiro dentro da sua boca e o marido lambendo o meu saco.

Beth se virou e vei me beijar. Sua boca cheirava a sexo e bebida. Um sabor bom de luxuria. Alvaro abriu bem as suas pernas, ajudou a tirar a calcinha e direcionou meu pau para portinha da buceta da sua esposa. Sem camisinha, sentir aquele calor que só uma mulher ardendo de desejo tem. Meu pau foi entrando, sendo engolido pela buceta quente e apertada. Enquanto Beth cavalgava na minha rola, Alvaro lambia meu saco me deixando cada vez mais excitado. Comecei a socar por baixo arrancando mais suspiros e gemidos de Beth que não demorou pra gozar. Um gozo forte, melado, que fazia meu pau escorregar facilmente dentro dela.

Alvaro pediu que Beth limpasse meu pau com a boca e a colocou de quatro. Posicionou seu pau na buceta da esposa e começou a socar. Sem dó. Com força. Ele gritava que a esposa era puta e ela gemia cada vez mais alto.
Ele: é isso que você queria sua puta? Uma pica?
Ela: sim, quero dar pra muita gente na sua frente. Quero pica, quero buceta, quero gozaaaaaaaaar.

Alvaro parecia enlouquecido com a cena. A esposa gostosa de quatro pra ele e ela chupando a minha pica. Não aguentei e gozei em jatos de porra que escorreram pelos cantos da boca daquela mulher linda. Alvaro e Beth gozaram quase que no mesmo tempo.

Deitamos os três no sofá e ficamos ali, descansando, ouvindo música sem falar nada.
Beth se levantou e começou a lamber o pau do marido dela. Me convidou para dividir aquela pica que se não era grande, era grossa. Ficamos ali lambendo o dono da casa até que ela se levantou e sentou de costas pra ele. De perto eu via seus lábios sendo alargados pela tora do marido. Cai de boca naquela buceta, lambia seus clitóris e passava a língua no saco dele. Aos poucos eles começaram a se movimentar mais rápido até que mais uma vez Alvaro gozou. Vi de perto a porra escorrendo. De dentro dela, não resisti e cai de boca naquela buceta melada e vermelha de tanta pica.

Me despedido casal prometendo trazer uma amiga para uma festinha mais movimentada. Na saída do prédio, lembrei que a minha amiga da agencia de modelos, a Livia, me disse que tinha vontade de fazer sexo grupal.

Esta história, eu conto depois.








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