"Os mais excitantes contos eróticos"

 

31 - A sobrinha estagiária: 2ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 11/12/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


- No banho 2ª Parte

No metrô, cheio novamente , Ricardo se colocou atrás da sobrinha que desta vez sorriu e fez questão de esfregar bastante a bundinha no seu pênis que logo, mostrou sinal de vida. Ela estava bastante satisfeita com a reação que provocava nele. Mais de uma vez olhou-o e esboçou aquele sorrisinho maroto de quem queria perguntar: - Está gostando? Eu também estou.

Não dava para negar que o que Ricardo queria era ser engolido por aquele rabinho. Durante o trajeto, conseguiu se livrar da culpa, afinal ela já era adulta e ou ele muito se enganava, ela estava querendo isso há muito tempo e quem sabe era melhor pensar que ela havia armado esta vinda para o Rio, com vários objetivos, entre eles escapar da vigilância da mãe e gozar bastante. Talvez não fizesse parte dos seus planos seduzir logo o tio, mas já que acontecera, tinham se juntado a fome e a vontade de comer, literalmente.

Chegando em casa ela perguntou se eles iriam sair para jantar. Ricardo respondeu que só se ela quisesse, senão poderiam pedir alguma coisa por telefone e comer ali mesmo. Ela disse que estava ótimo e foi o que fizeram. Cada um foi para seus respetivos quartos.

Quando Ricardo se dirigiu ao banheiro, diga-se de passagem que havia um único banheiro na casa, a porta estava encostada, mesmo assim ele bateu na porta, e Helena mandou que entrasse, pois já estava acabando. Ele nunca tinha visto a sobrinha nua e as roupas que ela tinha usado não revelavam muita coisa, apenas as pernas e o contorno do busto. Quando ela saiu do box, como tinha vindo ao mundo, toda molhadinha, com os cabelos longos e negros escorrendo água pelos bicos rosadinhos dos seios, completamente intumescidos ele quase teve um enfarto.

Ela era muito gostosa, tudo nos lugares certos nas quantidades exatas. A bundinha então, que beleza, fazia-o voltar no passado e imaginar que a mãe dela era assim quando se casou com o seu irmão. Ele sempre foi fissurado naquela bunda, mas ela nunca deu a menor oportunidade para que ele sequer dissesse alguma coisa. Mas várias vezes ele homenageou aquela bunda nos meus gozos solitários, pronunciando seu nome. E, agora estava ali ao vivo e a cores a bundinha da sua juventude, só que ainda continuava lindinha como sempre deveria ter sido, imune ao passar do tempo. Nenhuma marquinha, nenhuma celulite, lisinha e rosada como um bumbum de neném. Helena percebendo o seu pasmo perguntou:

-Decepcionado?

Com algum esforço ele respondeu:

-Lógico que não. Você é muito mais do que eu imaginava.

Ela sorrindo disse com a autoridade de quem sabe que é gostosa:

- Então tio, deixa de conversa e vem secar as costas da sua sobrinha, vem! E entregando-lhe a toalha, curvou-se um pouco para frente oferecendo-lhe a visão do paraíso que ele esperava conquistar. Começou a secar a parte de cima das costas e beijou suavemente a sua nuca. A esta altura, a toalha já tinha caído da cintura dela e ele também estava nu, com o mastro armado para uma longa batalha, onde esperava não haver vencedor.

Quando ele, estando por trás dela, beijou sua nuca e com o pênis procurou o meio da bundinha dela, ela afastou um pouco o corpo e fugindo do ataque, pediu calma. Ele continuou secando, mas ao chegar nas montanhas não resistiu e lambeu despudoradamente aquele reguinho até encontrar o segredo, que reagiu ao contato da sua língua, provocando um retesamento das nádegas que, evidenciaram, ser ali o botão que desligava o alarme e fazia abrir as portas do paraíso.

Ricardo beijou e mordeu levemente aquela bundinha como se fosse um docinho que não queria que acabasse. Helena arfava e demonstrava que estava tremendamente tesuda, pronta para o abate. Mas ele não podia ser afoito demais, afinal tinha quase o dobro da idade dela e isso tinha que ser levado em consideração se quisesse apresentar um desempenho satisfatório.

Dizendo que já havia secado as costas pediu que ela se virasse para que secasse a frente também. Ela obediente virou e lhe ofereceu um par de seios maravilhosamente eretos, que foram apalpados e sugados com carinho, energia e voracidade de um menininho morrendo de fome. Ela gemia baixinho e seus batimentos cardíacos disparavam enquanto Ricardo saltava de um peito para outro. Eles eram revessados entre a boca e a mão que os massageava e apertava levemente os biquinhos. Ela já estava louca de tesão, mas ele ainda não havia chegado lá, naquela grutinha quase totalmente depilada, com um montinho de pelos bem aparadinhos só para sinalizar a entrada.

A menina exalava o odor característico, de fêmea no cio pronta para ser coberta, mas ele não tinha pressa e pretendia explorar ao máximo as suas habilidades, antes de partir para o ataque final, pois tinha plena consciência que iria se acabar quando estivesse dentro dela. De preferência, atolado naquele botãozinho rosado.

Ele foi descendo a língua até encontrar a xaninha completamente encharcada. Ele até aquele momento achava que ela já tinha gozado, tal a quantidade de líquido que já tinha escorrido pela parte interna das coxas. Ela antes passiva, agora assumia o comando abrindo as pernas e forçando o rosto dele contra sua grutinha para sentir mais profundamente a língua no seu interior. Depois de umas poucas lambidas em seu clitóris ele percebeu que ela estava gozando tomada de um estremecimento incomum, além do que, violentamente ela fechou as pernas como se quisesse aprisionar a cabeça dele entre elas. Pacientemente ele esperou que o tremor passasse e deu mais uma lambidinha no grelinho da menina, o que funcionou como um açoite. Ofegante ela pediu que ele parasse, pois agora teria que tomar outro banho.

Ricardo concordou, pois, também precisava de uma pausa. Ela voltou para o Box e ele foi beber um pouco de água. Quando voltou, ela já tinha saído e se secava sozinha. Desta vez não quis ajuda.

Enquanto tomava seu banho ele se deu conta de que até ali, ela havia chupado fazendo com que ele gozasse bastante em sua boca, também ela tinha gozado na boca dele, mas em nenhum momento eles se beijaram como namorados. Isso o fez pensar que aquela menina não queria romance. Ela queria era sexo, muito e variado sexo. Seu interesse pelos filmes pornográficos demonstrava interesse em coisas novas ou outras possibilidades, provavelmente, sua cunhada tinha criado a menina com muita vigilância, o que não impedia dela se relacionar com outros homens, mas demonstrava uma demanda por sexo bastante reprimida. O titio estava ali para ajudar a sobrinha a adquirir bastante experiência, pelo menos era isso que a sua cunhada tinha solicitado e ele não podia negar–lhe esse pedido.

Quando Ricardo voltou à sala enrolado na toalha, Helena vestia uma das suas camisa e mais nada. Estava sentada no sofá, pronta para ser submetida a mais doce tortura que pudesse lhe infligir. Ele perguntou se ela queria ir para o seu quarto, ela respondeu que não, que queria ficar ali mesmo na sala. Disse que nunca tinha transado numa sala de visitas, sempre em quartos ou lugares escondidos. Agora que estava sozinha na casa do titio, ela queria na sala, onde mais tarde ele iria receber as visitas e lembrar dela naquele mesmo sofá. Ele respondeu que seria como ela quisesse, que achava ela meio doidinha, principalmente por se envolver com um homem que era irmão do seu pai. Helena desconversou e esticou os braços convidando-o para o reinício do prazer. Quando ele se dirigiu para apagar as luzes e deixar somente o abajur, ela pediu que não fizesse isso, pois ela queria ver tudo, curtir até a última imagem bem claramente, que estava cansada de fazer tudo escondido. Hoje ela queria liberdade, muita luz, queria se exibir e ver o homem com quem estava. Para ele estava ótimo. Brincar com uma menina linda daquelas faria muito bem para os olhos.

Ao se aproximar, ela de um só golpe, arrancou-lhe a toalha, deixando-o completamente exposto. Mesmo não sendo um velho, pois Ricardo se cuida bastante, não tem mais um corpo de menino e se constrangeu ao ficar exposto ao exame daquela menina. Ela não deixou que o constrangimento o tomasse, pois imediatamente segurou seu saco e começou a dar beijinhos no bruto, que imediatamente se apresentou para o trabalho que tinha pela frente. Ela brincou com ele, lambeu, chupou, mordeu, brincou com os testículos enfim, ficou se divertindo com aquele brinquedinho já pronto para o embate. Ricardo não queria gozar e aquela brincadeira ia acabar levando a isso. Assim pediu a ela que parasse um pouquinho para que pudesse brincar com ela também. Ela atendeu ao seu pedido, o que o levou a fazer outro, você disse que queria ver o homem e se exibir para ele. Você já me viu, agora é sua vez de se exibir para mim. Ela perguntou:

- O que você quer ver?

Ele respondeu:

-Tudo.

-Tá bem, respondeu ela.

Levantou-se do sofá tirou a camisa e ficou completamente pelada se expondo aos olhos do tio que manipulava seu pau e ela, dando uma voltinha perguntou:

- Assim está bom?

Não, eu quero uma exibição detalhada. Quero que você dance uma dança erótica e se exponha para mim, como nos filmes que você costuma ver. Helena respondeu que não tinha jeito para isso, nunca tinha feito, mas ia tentar. Vestiu novamente a camisa e começou uma dança meio desajeitada, mas bastante erótica, em que se contorcia como uma serpente. Então ele pediu que ela se aproximasse, pois ele queria ver de perto aquela bucetinha linda que deveria ser aberta para que pudesse admirar seu grelinho. Ela veio se aproximando sempre serpenteando e ao chegar perto do seu rosto ela abriu as pernas e com as mãos afastou os grandes lábios exibindo o grelinho arroxeado de tanto sangue que afluía para ele.

Aproveitando aquela exibição Ricardo tocou com o dedo médio de levinho bem na sua cabecinha o que lhe provocou um frisson, que deu por encerrada a exibição. Ele protestou que não tinha sido o prometido. Ela respondeu:

- Não fiz o que você pediu?

-Não, quero uma exibição completa, quero ver tudo, faltou exibir o mais importante, seu buraquinho.

Helena reiniciou a dança exibindo a bucetinha de novo e depois virou a bundinha rebolou um bocado e a abrindo as nádegas expôs completamente aquele cuzinho. Ricardo quase teve uma síncope, o objeto do seu desejo, ali na sua cara. Pediu que ela se aproximasse mais um pouco e passou a língua nele, que piscou ao seu toque. Ela se virou e perguntou se agora estava bom. Ele respondeu que agora sim, a exibição estava completa.

Ricardo estava com o cacete para além de duro, era preciso fazer alguma coisa com ele. Como viu que Helena estava toda molhadinha sugeriu que ela viesse de frente para ele se encaixar nela. Abrindo bem as pernas ela se posicionou encaixando a glande e deixou que a gravidade fizesse o seu papel. E assim, pela primeira vez ele entrou todo na bocetinha da sua sobrinha. Tinha começado de verdade o seu estágio.

A menina deslizava sobre as coxas do tio, para frente e para traz, fazendo com que a penetração fosse suave e deliciosa para ambos, ela escorregava o seu corpo sobre o dele como se as suas pernas fossem dois trilhos e a piroca a guia mestra que evitava o descarrilamento.

Às vezes o avanço era até que os púbis se entrechocassem e assim ela engolia tudo com o maior prazer. Quando isso acontecia, ela mantinha o seu corpo colado ao dele dando uma reboladinha para sentir o movimento daquela ferramenta todinha atolado no seu interior.

Quase gozando ele se agarrou a sua cabeleira negra e a puxou com certa violência o que muito agradou a menina, que se viu obrigada a lançar o tronco para traz, oferecendo os peitinhos para que ele os mamasse.

Dava para sentir a pulsação daquela gruta quente de onde começava a escorrer um caldinho viscoso e inebriante que exalava um odor bastante agradável ao olfato do macho. Ela estava gozando. Seus olhinhos fechados e os lábios tensos formavam uma linda imagem que jamais Ricardo esquecerá. A tensão que ele mantinha em seus cabelos obrigavam que ela gozasse sem parar forçando a busca por mais um centímetro daquela massa que lhe invadia e causava tanto prazer.

Por um longo tempo, talvez um breve minuto, não se sabe ao certo, porque, para quem já teve essa experiência sabe que o tempo parava, Ricardo, pode se deliciar com aquela visão. Sua sobrinha, uma ninfeta, gozando até não poder mais com o seu caralho totalmente entalado.

Era lindo perceber que cada movimento, por mais sutil que fosse lhe provocava um grunhido incontrolável. Ricardo se sentia acolhido naquela grutinha escaldante que parecia querer mastigar inteiramente o seu falo. Talvez, se ela pudesse, o guilhotinaria para que ele nunca mais se retirasse dela. Os jatos do seu prazer foram bastante intensos. Era a sua seiva que misturada a dela o que escorria pela lateral do pênis inundando seu saco. Soltando seus cabelos, ficaram ali abraçadinhos, até que os batimentos cardíacos voltassem quase ao normal. O guerreiro que parecia imbatível escapara da fenda e agora jazia encolhido em meio a aquela mistura de sucos. Helena também parecia satisfeita. Ele teve a impressão de que há muito ela esperava por aquele momento. Ela geralmente silenciosa, no auge do orgasmo, deixou escapar um gemido forte e disse alguma coisa que ele não entendeu, porque também estava entregue ao seu gozo. A verdade é que havia sido sensacional. E, por mais que quisesse continuar a fodê-la, agora não dava, era preciso recuperar as forças.

O volume de oxigênio consumido durante a transa ressecara a garganta. Então, ele lhe pediu que o permitisse levantar-se para beber alguma coisa, pois estava completamente ressecado. Ela também quis um pouco de água.

Quando ele retornou com a bebida a encontrou adormecida. Seu rosto expressava um ar de felicidade, como se estivesse tendo um lindo sonho. O sofá estava molhado com o caldo que ainda escorria de dentro daquela grutinha vermelha. Segurando-a nos braços a levou para a sua cama. Ela estava totalmente entregue. Não esboçou nenhuma reação.

Vê-la nua e abandonada na sua cama parecia um troféu recentemente conquistado.

Ricardo voltou para o banheiro onde tomou outro banho para remover toda melação que colada em seus pelos, causavam incômodo e depois voltou para o quarto, dormiu o melhor dos seus sonos encaixadinho naquele corpo quentinho.

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