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Carente e Safada


autor: Publicitario45
publicado em: 22/12/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Já relatei aqui em algum conto uma experiência que tive com uma vendedora de uma loja que eu era sócio. O que eu queria dividir com você neste conto é relacionado ao casal que me vendeu a loja.

Clara e Hercules eram casados e tinham filhos, um menino de 10 anos e uma menina de 5 aninhos. O casal era evangélico e como a loja que eles me venderam vendia ternos, os pastores sempre nos procuravam em busca de bons ternos e preço justo.

Além dos pastores, alguns músicos que cantam nas igrejas também eram frequentadores assíduos da loja.

Clara na época, tinha 40 anos, alta, corpo esguio, cabelos liso até a metade da cintura, olhos verdes, boca bem delineada, pernas compridas, bunda média mas bem arredondada. Sempre usava vestidos longos e por serem justos, dava para ver cada curva do seu corpo. Adorava salto alto, joias (Era a outra loja deles) e perfumes. Era muito vaidosa, se vestia sempre muito bem e chamava atenção de todos por onde passava.

Já Hercules, o marido era exatamente o contrário. Pesava uns 180 quilos, não se cuidava, estava sempre mal vestido e por conta do excesso de peso, tinha alguns probleminhas de saúde.

A coisa toda começou quando Clara levou até a nossa loja um músico chamado Pedro, um cara alto, forte, bem vestido falava bem. Clara olhava pra ele e os olhos dela brilhavam, ela não conseguia sequer disfarçar o encanto pelo cantor. Várias vezes eles foram na loja e ela sempre o ajudava a escolher as roupas, pedia descontos etc. na loja todas as vendedoras comentavam sobre esse carinho exagerado, que ali tinha algo muito além da amizade de irmãos da igreja.

O fato é que Clara tinha uma mania de ir ao cinema a tarde. Ela permanecia dentro do shopping mas sumia e aquilo começou a me intrigar. Um dia eu resolvi ir pro cinema a tarde e lá estava ela, aos beijos e amassos com o cantor. Me sentei um pouco afastado mas as vezes a sala clareava com algumas explosões e dava para ver que as vezes ela se abaixava, um sinal claro de que ela estava chupando o pau do cara. Fiquei excitado, Clara era gostosa demais e com toda certeza o marido não deveria estar comendo como deveria.

O filme terminou e mesmo com a sala bem vazia por conta do horário, Clara e Pedro foram saindo aos beijos, ela com a cara mais safada do mundo e ele se achando o maior comedor da terra. O sorriso foi interrompido quando eles me viram, Clara que estava de mãos dadas com ele ficou pálida, apenas disse “oi” e segui pra loja. No entanto o casal ficou lá parado e naquele dia Clara não retornou mais para a loja dela que ficava ao lado da minha.

Clara sumiu e quando ia na loja escolhia os horários que ela sabia que eu não estaria lá. Já seu marido, o corno, continuava feliz da vida, falando com todo mundo, dizendo que iria fazer uma bariátrica e que perderia o peso para ter uma vida saudável de novo.

Um dia Clara entrou na minha loja, disse que queria falar comigo, eu informei que estava ocupado e que depois eu iria sair, pois tinha que ir para outra empresa. Ela insistiu e marcamos de nos encontrar, ela estava aflita e queria conversar. Marcamos então no dia seguinte na casa dela, os filhos estariam na escola, o marido iria abrir a loja e la ficaria em casa sozinha.

No dia seguinte eu estava lá no horário combinado. Toquei o interfone e ela atendeu disse que eu poderia entrar, ela estava na piscina. Chegando lá vi que se de vestido ela era linda, de biquíni era quase uma diva. Nem parecia que Clara tinha dois filhos, a pele clara bem tratada, corpo bonito, cabelos amarrados e óculos escuros para proteger os olhos do sol forte.

Me aproximei, sentei e ela se manteve deitada. Estava linda num biquíni amarelo com detalhes em azul.

- Bom dia Clara!
- Bom dia, obrigado por ter vindo.
- O que você quer?
- Falar sobre o cinema.
- Relaxa, eu não sou dedo duro. Você deve saber o que está fazendo.
- Eu sei, me incomoda, mas eu sou uma mulher de 40 anos, não sou feia, sou casada mas não tenho um homem em casa. Entende?
- Sim.

Nisso, meu pau já estava dando sinais de vida, eu tentava olhar pros olhos dela mas eles me traiam e percorriam seu corpo esticado na espreguiçadeira. E Clara foi falando, falando e falando.

- Eu subo pelas paredes. Quero sexo todo dia, mas ele não aguenta, não sente desejo por mim, sei lá...
- Clara, eu já entendi isso tudo. O que eu não entendi é o que você quer que eu faça.

Clara se levantou, ficou de pé na minha frente e em seguida se ajoelhou colocando as mãos no meu joelho.

- Eu quero isso.

Em seguida me beijou. Não sei se ela queria comprar meu silêncio, se queria algo mesmo, o que eu sei que o beijo foi delicioso. Sua boca grande e quente, aveludada, envolveu meus lábios num beijo forte, intenso, cheio de maldades. Suas mãos ficavam alisando minhas pernas por cima do tecido da calça, subiam e desciam pelas minhas coxas até alcançarem o meu pau que a esta altura parecia querer explodir de tesão.

- Vamos entrar.

Clara foi andando na minha frente me puxando pelas mãos, sua bunda foi me hipnotizando, o tesão só aumentava, meu pau estava tão duro que nada que eu tentasse daria para disfarçar. Entramos, ela trancou as portas, fechou a cortina e já me empurrou pro sofá. Abriu a minha camisa, depois a calça, puxou foi me deixando apenas de cueca e rapidamente ela se livrou dela. Puxou meu pau, segurou ele forte com a mão esquerda, puxou seus cabelos pro lado e começou a chupar meu pau com uma vontade louca. Se ela queria me manter em silêncio, ela já tinha conseguido. A esta altura, eu sequer me lembrava da cena do cinema.

Clara chupava meu pau, passava a língua no meu saco, arranhava a minha barriga, metia ele inteiro na boca, engasgava, soltava, repetia tudo de novo. Meu corpo ia se arrepiando cada vez que ela usava a língua, o calor só aumentava, a sensação de que o Hercules poderia aparecer me deixava ainda com mais tesão.

Tirei o pau da boca dela, puxei Clara pelos cabelos e ela veio com a boca babando em direção a minha, sua boca tinha o cheiro e o gosto do meu pau, grudamos uma na outra, Clara estava louca, tirou sua calcinha pro lado e sentou no meu pau colocando ele inteiro dentro da sua boceta quente e ensopada.

Seu corpo remexia em cima de mim numa velocidade incrível, se no começo da conversa eu achava que ela queria calar a minha boca, agora a minha certeza era outra: Clara é vadia, gosta de pica.

Comecei a socar por baixo dela enquanto minhas mãos apertavam os bicos dos seios, seus gemidos iam aumentando de volume e Clara teve seu primeiro gozo, caiu sobre o meu peito,, respiração ofegante, coração disparado mas eu ainda queria mais.

Sai debaixo dela, abri suas pernas, fiquei frente a frente com aquela buceta molhada, inchada e grande. Cai de boca, Clara se abriu me dando livre acesso, chupei seu grelo, meti o dedo, lambi, recebi seu segundo gozo na minha boca.

Clara queria mais pica, me puxando pelo cabelo me levou em direção a sua boca, com uma das mãos pegou meu pau e colocou na porta da xana, eu não entrei, fiz questão de provoca-la, fiquei esfregando a cabeça, ameaçando entrar, colocava a abeça, depois tirava e ela seguia implorando.

- Me fode logo seu filho da puta! Berrou ela.

Coloquei seus pés dela no meu ombro e comecei a foder com força. O som dos ossos corpos se chocando começou a ecoar pela sala, Clara gemia, falava baixaras, nem de longe parecia aquela empresária, mãe, esposa e evangélica fervorosa. Seu lado puta estava pulsando, ela se abria, eu metia cada vez mais rápido, depois pedi o cuzinho e ela cedeu, ficou de quatro, sentiu meu pau entrar inteiro e jorras uma quantidade generosa de porra lá dentro.

Depois da trepada eu me vesti, nos despedimos e fui embora pra loja. Lá dei de cara com Hercules, o corno, batendo papo com o cantor, o outro corno.

Eu e Clara ainda fizemos algumas loucuras, transamos no shopping, no cinema, na minha casa e motel. Chegamos ao ponto de transarmos dentro das nossas lojas, no estoque, mas essas loucuras eu conto pra vocês na semana que vem.

Feliz natal para todos e muito obrigado pelos elogios, e-mails e mensagens.






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