"Os mais excitantes contos eróticos"


A secretária


autor: publicitario45
publicado em: 30/07/15
categoria: hetero
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Eu nunca gostei nem me permiti me envolver com alguma funcionária das minhas empresas, exceto a vendedora da loja que eu tinha num Shopping aqui do Espírito Santo. Mas, quando eu era funcionário de uma pequena agencia, isso era normal. Talvez porque o pessoal da publicidade seja mais descolado, o fato é que quando eu era um simples atendimento numa agencia que aqui vou chama-la de S&P eu aprontei algumas.

Fui contratado por esta agencia quando e tinha 24 anos, ou seja, 21 anos atrás. Minha obrigação nesta agencia era atender uma parte dos clientes da agencia e prospectar novos empresas. Sempre fiz isso, pois lido bem com as pessoas, consigo negociar bem e de certa forma consigo envolve-los durante a apresentação da agencia e das propostas. A agência não era grande, mas tinha potencial. a equipe era formada por uma dupla de criação, um mídia, eu, a dona da empresa e a Paula, secretária.

Paula era uma menina da mesma idade que eu, apenas alguns meses mais nova. Baixinha, pernas grossas, bunda empinada, cabelos castanhos claros, olhos verdes e uma cara de sapeca que desconsertava qualquer um que chegava na agencia e dava de cara com ela na recepção. A dona da agencia era uma senhora bonita, se vestia muito bem, casada com um empresário famoso daqui da cidade. Pela qualidade de vida deles, eles viviam viajando e quando isso acontecia eu ficava responsável pelo atendimento dos clientes da carteira dela. Isso era bacana porque eu tinha um acréscimo nas minhas comissões mas era bem desgastante e estressante.

Paula, vivia contando para as meninas da agencia sobre um primo de Brasília que ela era apaixonada, inclusive a família toda sabia e torcia pelos dois, mas o cara só queria saber da noiva dele o que deixava a Paula irritada com isso.

O tempo foi passando, minha intimidade com todos ia aumentando cada vez mais e principalmente com a Paula que vivia anotando meus recados, inclusive de uma namorada que eu tinha na época. Um dia, ao me passar o recado, Paula perguntou se a minha namorada era ciumenta e eu disse que não e quis saber o motivo daquele interesse todo.

Ela: é que você tem cara de safado, de galinha
Eu: não sabia que você reparava em mim, você só fala do seu primo que não quer saber de você.
Ela: reparo sim. sei até quando você está na agencia pelo seu cheiro.

A conversa acabou ai, mas eu fiquei pensando naquilo a noite toda, fiquei excitado pensando naquela menina que era baixinha, gostosa e adorava usar vestidinhos leves e curtos.

Quando a nossa chefe viajou, minhas jornadas iam até mais tarde. Naquela época não tinha a internet como hoje e todos os relatórios tinham que ser digitados e eu fazia isso sempre depois do expediente. Achando que estava sozinho na agencia, coloquei uma música para ouvir, desabotoei um pouco a camisa já sem a gravata e comecei as minhas tarefas até ser interrompido por uma voz doce.

Ela: ainda trabalhando moço? Quer ficar rico?
Eu: rico eu não diria, mas preciso finalizar tudo isso aqui. São planilhas e orçamentos de mídia.
Ela: posso te ajudar?
Eu: sua diária vai custar caro, não?
Ela: que nada, você pode pagar.

Paula chegou perto de mim, entrou na minha frente e sentou na minha mesa, ficando com as pernas bem perto do meu rosto. Seus pés estavam apoiados na cadeira e as pernas levemente abertas.

Eu: Paula, tá ficando doida? Tem gente na agencia, pode chegar alguém....
Ela: xiiiiiiuuuu, cala boca. Você não percebeu que eu estou aqui para te ajudar no que você pedir.

Olha. Paciência tem limite e a minha é pouca. Num piscar de olhos minhas mãos já estavam acariciando as pernas grossas daquela morena que estava disposta a tudo. Minhas mãos percorriam suas pernas que tinham pelos loiros que contrastavam com a sua pele morena e eu adoro pelos nas pernas. Sentia seu corpo arrepiar com o movimento das minhas mãos entrando debaixo do seu vestido. Fiquei de pé e comecei a beijar aquela boca linda e sedenta. Paula me abraçava forte, procurava sentir meu cheiro, alisava as minhas costas e começou a desabotoar a minha camisa. Com as minhas mãos, fui retirando sua calcinha por debaixo do vestido e ao arranca-la, passei a ponta da língua no local babado com o seu mel. Paula sorriu e me chamou de safado me puxando contra seu corpo. Abri minha calça, deixei cair no chão e ficamos ali, sarrando e esfregando um corpo no outro.

Paula se deitou devagar em cima da minha mesa e abriu as suas pernas deixando o caminho livre para cai de boca naquela buceta com pelinhos loiros. Chupei, lambi, mordi e engoli cada gosta que escorria de dentro do seu corpo. Mordi os bicos dos seus seios, duros, redondos e grandes. Paulinha se contorcia na mesa e pedia mais, me xingava de safado pra baixo e forçou a minha cabeça pra cima do seu corpo, como se quisesse que eu entrasse ali mesmo enquanto gozava.

Sua respiração estava ofegante, seu coração batia descompassadamente e seu me senti de novo na cadeira. Agora era a hora dela mostrar suas habilidades com a boca. Se ajoelhou na minha frente, retirou a minha cueca libertando meu cacete duro e latejante. Caiu de boca sem aviso. Me lambia e chupava de uma forma incrível, alisou meu saco, passou a língua por todo meu corpo. Não me deixou gozar, queria me ver sofrendo e tendo espasmos de tanto tesão. Pegou a cabeça do meu pau e começou a pincelar na porta daquela buceta encharcada de tanto tesão. Aos poucos Paula foi sentando, engolindo cada centímetro do meu cacete. Se mexia lentamente como se quisesse aproveitar cada segundo daquele momento. Sua buceta me mordia, me deixando cada vez mais louco. Minhas mãos deslizavam pelo seu corpo enquanto minha boca deslizada entre um seio e outro.

Paula falava coisas desconexas, dizia que eu não ia querer mais comer a minha namorada e que o primo dela era um frouxo. Falar do primo deixava Paula excitada e ela me mexia e remexia cada vez mais rápido. Seus orgasmos eram múltiplos, um atrás do outro e ela pedia mais gemendo e gritando na nossa sala.
Levantei e a coloquei de costas com as mãos apoiadas na mesma. Meu pau estava completamente melado e de dentro da sua bucetinha carnuda escorria um mel provocado pelos seus orgasmos insanos. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da sua grutinha e fui empurrando até me perde lá dentro. Comecei a estoca-la com corça. Uma das minhas mãos puxava seu cabelo longo pra trás enquanto a outro segurava seu corpo na altura da sua barriga. Paula não era do tipo sarada, mas tinha um corpo que me proporcionava uma linda visão por trás. Socava cada vez mais forte até que a minha colega de trabalho anunciou mais um gozo. Ela pedia para eu não parar, suplicava por mais e mais orgasmos com a cabeça encostada na mesa. Todas as planilhas já tinham ido ao chão, seus cabelos estavam totalmente atrapalhados e molhados de suor. Meu gozo vinha em minha direção em passos largos. Segurei mais forte nas suas ancas, aumentei ainda mais o ritmo e gozei inundando a sua gruta de porra grossa e quente.

Sentamos num sofá que havia dentro da sala para descasarmos. Eu, com 24 anos não demorei a ficar de pau duro de novo.

Eu: agora eu quero seu cuzinho.
Ela: não, só uma pessoa comeu meu rabo, vai doer.
Eu: você não disse que ele era um frouxo? Então, agora eu quero seu rabinho.
Ela: mas você tem que ter cuidado.

Deitei Paula sobre o sofá, com uma perna apoiada no chão e a outra por cima do estofado. Seu cuzinho se abriu pra mim, lindo, rosadinho e quase virgem pela falta de sexo.

Lubrifiquei com saliva e comecei a empurrar com carinho e calma. Paula relaxou facilitando a minha vida e aos poucos eu já estava socando de novo. Paula retomou seus gemidos, seus sussurros, e suas palavras desconexas. Empinou ainda mais o rabinho e começou a tocar seu clitóris com a outra mão. Meti, enfiei meu pai com força até o talo.

Paula gozou novamente deixando o sofá da agencia melado com o seu orgasmo. Não demorei e gozei dentro deixando meu corpo cair em cima do seu. Ambos cansados mas extasiados.

Senti meu pau amolecendo e ao tirar vi minha porra escorrendo pelas suas entranhas.
Depois deste dia eu e Paula transamos mais algumas vezes na agencia após o expediente, na casa dela e em motéis.

Hoje Paula mora em Brasília, casou com o seu primo e vivem felizes. Se um dia ela quiser repetir a dose, é só chamar.




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