"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ESCOLHAS 9


autor: AlexBahia
publicado em: 28/12/16
categoria: hetero
leituras: 921
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Fonte: maior > menor


ESCOLHAS 9



Para uma troca de ideias, sugestões, comentários e críticas deixo meus canais: Skype alexandre.cqo e email alexandreqfo@gmail.com



Como a vida de Cadu tinha mudado. De monótona a totalmente ativa sexualmente. Duda o satisfazia plenamente e sua Esposa, ao que parecia, estava deixando a frieza que lhe era constante. Saiu do quarto já com o intuito de tomar uma dose de destilado p/ se acalmar. Um turbilhão de emoções tomou conta. Pensou numa questão de poucos minutos em tudo que envolvia ele e suas duas amadas.

E mais um fator o deixaria mais louco. Assim que aponta na escada, Rose o espera. Cheirosa. Com uma saia jeans e uma camisa regata. “look” simples, mas atraente.

ROSE: - fiquei preocupada. O Senhor disse que ia descer logo.

CADU: - primeiro falei com Duda depois Maju ligou e terminamos por demorar.

- você está linda.

ROSE: - eu o que?

CADU: - diferente.

ROSE: - muito diferente de quando me conheceu.

CADU: - p/ muito melhor.

Um filme passou pela cabeça de Cadu. Lembrou de quando viu Rose pela primeira vez.

Sempre teve uma atração pela mesma. Mas seu jeito não o levava a demonstrar. Apesar de Rose tê-lo inspirado em algumas punhetas ele sempre manteve uma distância dela. Num momento frustrado, com a forma de Maju o tratá-lo como Esposo, pensou em se insinuar. Mas seu lado correto falou mais alto e deixou p/ lá. Porém ela estava de um jeito.

Depois de algumas taças de vinho e de pelo menos três doses de uma deliciosa brejeira, Cadu ficou mais corajoso. Rose com aquela mini saia jeans e com uma camisa regata branca tinha a deixado perfeita aos olhos de Cadu. Sentada a sua frente, permitia que suas belas pernas torneadas pelo trabalho, ficassem expostas. E a mente de Cadu foi longe a encarando por inteiro.

ROSE: - “seu Cadu”.

- o Senhor me olhou de uma forma.

- lembrei daquele dia que conversamos bastante lá na roça. Mãe preparou aquela galinha caipira.

- conversamos muito.

CADU: - desculpa se te assustei. Viajei. Fui longe.

- você está de um jeito.

ROSE: - que jeito?

CADU: - com todo respeito. Lembrei de quando te v pela primeira vez. Vc levando aquele carrinho de mão com duas latas cheias de água. Um short marron e uma camisa beje..

ROSE: - para. Nem lembra disto. Horrorosa!

CADU: - confesso que está bem melhor. Vc tem uma beleza interior que somada a essa beleza ... Ah!

- fico preocupado contigo. Acho que está se privando de muita coisa. Deixou de estudar. Tem muito a crescer.

ROSE: - não nasci p/ estudar. Me alfabetizei. E acho que estou bem com relação a isto.

- Duda fala que me expresso muito bem. Tenho um vocabulário, forma de me portar diferente e que isso vem de outra encar

CADU: - encarnação.

ROSE: - isso! E eu acredito. Sem explicação. E se sou isso que o Senhor fala, te devo muito. Antes vivia numa casa onde lutávamos p/ comer. Ter comida já nos bastava. Trabalhávamos p/ comer. Viver. Aí o Senhor como um anjo vem e muda a vida de toda minha família. O senhor é tudo p>
Aquilo soou de forma forte p/ Cadu. E o clima ficava cada vez mais gostoso. Rose também bebia vinho e cada vez mais se sentia à vontade. Lembrou que naquele mesmo almoço no passado Cadu estava solto também e até por um momento avançou e ela queria, por mais que relutasse também, que o mesmo ocorresse.

CADU: - esse Cadu acho que não existe mais. Mudei. Aquele respeitado, certo em todas as atitudes morreu.

ROSE: - deixa disto. Tudo que o Senhor fez foi por conta de uma circunstância. O S.....

CADU: - Vc sabe o que Eu fiz?

ROSE: - somos muito amigas. Não fica que chateado com ela. Eu nunca trairia o Senhor. Te devo muito.

E Cadu ai que bebeu com vontade. Se sentiu muito mal no início ,mas depois chutou o balde. Aquela conversa serviu p/ amenizar a culpa que sentia. Até aquele momento não tinha dividido sua história com ninguém. Mas o melhor é que o tesão pairava no ar. O desejo de ambos um pelo outro era velho e estava prestes a aflorar de vez.

CADU: - você é maravilhosa! O cara que te tiver será um sortudo.

ROSE: - acho melhor parar. Já bebi demais. Não tenho esse costume. Já estou até falando demais.

CADU: - você não bebeu nada. Eu sim.

ROSE: - mulheres de sorte. Qualquer uma ficaria muito feliz em tê-lo. O senhor é um homem maravilhoso.

CADU: - e vc?

ROSE: - já o tenho como patrão. E espero não perder. Preciso do Senhor.

O nível de excitação entre ambos era enorme. A vontade dos dois era se entregar um ao outro. Cadu num ato de coragem. Num momento de loucura, esqueceu de tudo e partiu p/ o ataque.

CADU: - essa bebida está me dando uma coragem danada. Mas ao mesmo tempo fico com medo de errar e te perder.

ROSE: - nunca.

- sou sua.

Foi a senha.

CADU: - que loucura! Quero muito te......

ROSE: - sou sua. Devo minha vida ao Senhor. Eu também quero muito...

E Cadu levantou. Apreciou mais uma vez aquela morena maravilhosa que tanto desejava e que se punha ao seu dispor. A beijou de forma intensa. Um beijo cheio de tesão. Voraz, suculento. Quando ela levantou puderam se sentir de forma mais intensa. O beijo era somado a mordiscadas na orelha, leves chupões no pescoço.

CADU: - que cheiro gostoso.

ROSE: - fico com medo de alguém chegar. Mas....

CADU: - fica tranquila. Vms esquecer de tudo. Que bundinha gostosa!

Cadu levantou a saia de Rose. Apertava a bunda de sua amante com desejo. A sentou mais uma vez na cadeira e explorou com um misto de beijos e mordiscadas as pernas de Rose. A convivência com Duda a fez se cuidar. Pelo cheiro e pela pele sedosa Cadu percebeu que ela usava o mesmo óleo hidratante de Duda e Maju. E se acabou. Beijava com carinho, levando Rose a loucura. Nunca tinha sido tratada daquela forma. Tinha perdido seu cabaçinho com um primo. E todas as relações que manteve com ele e mais um outro conhecido da roça foram muito grossas. Elas se resumiam apenas em dar prazer e nem um pouco receber de seus parceiros.

ROSE: - gostou do meu cheiro?

- ahhhhhhhhh!

- sempre quis isto. Fica tranquilo. Vou estar sempre ao seu dispor. Sou sua.

Ela levantou a cabeça de Cadu e lhe deu um beijo intenso, apaixonado. Rose estava realizando tudo que sempre sonhou.

Cadu voltou a explorar as pernas e foi subindo, subindo, chegando na área da xota. Já tinha percebido e agora constatou como a xota daquela morena era inchada. Um xoxotão. Beijando sobre a calcinha já percebia o quanto ela estava molhada. Beijou, mordiscou e sua amante soltava cada vez mais gemidos altos e isso estimulava mais e mais a Cadu dar prazer àquela que tanto desejava.

Para mudar e melhorar a posição, Cadu se levantou e Rose passou a beijar seu pau por cima da bermuda que vestia. Sentia o quanto ele estava duro e o quanto ele queria ficar livre p/ ser saboreado. Ela de forma intensa puxou de vez a bermuda, cueca e teve 14cm cheio de veias e com um cogumelo vermelho e que babava de tesão por ela, a seu dispor. E não se fez de rogada. De cara tentou colocar de vez aquele pau que tanto desejou na boca. Não fazia uma exímio boquete.

CADU: - calma. Brinca com ele com calma. Se quiser vai té-lo sempre. E temos hoje a casa só nossa.

ROSE: - não sou de fazer isto. E vou melhorar mais e mais. Vou fazer um boquete p/ o Senhor sempre lembrar dele.

E ela chupou com calma. E Cadu delirava. Ela chupava toda a extensão da rola. Mordiscou as bolas. Voltava e tentava colocar todo na boca.

Cadu mandou ela parar. Sua vontade era fazer aquela gostosa gozar muito. A ajeitou na cadeira, tirou com carinho sua calcinha, e pode ver um pinguelo avantajado doido para ser chupado. Cadu explorou com maestria aquela xota. Quando colocou o dedo viu o quanto era lubrificada e Rose se contorcia e gemia. Soltava gritinhos de prazer.

ROSE: - sonhei com isto. Ahhhhhhhhhhh!

Cadu se concentrou no pinguelo de Rose e ela foi a loucura. Gritava de prazer. E gozou. Que gozo. Ela tremia. Parecia que teria algo. Se contorcia e Cadu se deliciava com aquele mel do prazer.

ROSE: - quero o Senhor dentro de mim. Mas o senhor tem que pegar camisinha, eu não tomo remédio.

- Acho melhor até tomar agora.

CADU: - você vai querer mais vezes?

ROSE: - sou sua. Sempre que o Senhor me quiser serei sua.

CADU: - vi você comentando ainda ontem que sua menstruação foi embora. Então se fizermos hj, sem problema.

ROSE: - esperto o Senhor.

-Safado!

-Desculpa!!

CADU: - safada!

Cadu recebeu mais um carinho em seu pau. Ela mesmo não sendo de forma exímia colocou os 14cm de carne todo na boca. Deixando-o todo babado. Saíram da cadeira da mesa e foram p/ a mesa da churrasqueira. E lá em cima da mesa, Rose recebeu mais uma vez uma chupada deliciosa. Gozou fartamente mais uma vez. E agora queria receber aquele pau que tanto desejou e povoou seus desejos por tanto tempo. A altura da mesa era perfeita e ali mesmo Cadu enfiava com vontade. Enfiava com força e Rose gritava, gemia alto. Delirava e mais uma vez gozou.

ROSE: - o Senhor é muito gostoso.

- Goza no meu peito.

CADU: - fantasia é. Ahhhh! Já imaginou isto antes foi. Safada!

- quero realizar todas.

ROSE: - goza aqui viu.

Cadu segurava. Socava com vontade na morena. Mas depois de um tempo gozou fartamente nos seios de Rose. E ela gozou de novo com aquela sensação. Apertava os bicos de seus seios e delirava recebendo o leite farto e grosso de seu patrão.

E Cadu a levou a loucura quando lambeu seu próprio gozo e beijou sua amante. Ela enlouqueceu com a atitude.

De monótona p/ bem ativa tinha se tornado a vida sexual de Cadu. E muitas sacanagens e surpresas estavam por vim.

Críticas, sugestões, avaliações serão sempre bem vindas.





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