"Os mais excitantes contos eróticos"


Saudade da Guta nº 4


autor: guto delucci
publicado em: 03/08/15
categoria: gays
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Fonte: maior > menor


O elevador parou, e apagou... No escuro, eu e o loirinho começamos a soltar palavrões, por estarmos presos... Depois de alguns minutos, sossegamos, preocupados com o silêncio... O interfone não funcionava... Ninguém aparecia... Algum tempo depois, ouvimos a voz do porteiro dizer que houvera um apagão no bairro, e que deveríamos fica calmos, porque poderia demorar... O elevador estava parado entre dois andares, e só os bombeiros poderiam fazer o resgate... Nesse momento, voltamos a ficar calados no escuro, e eu comecei a sentir um misto de vontade e medo de me revelar...


Queria aproveitar o momento, mas me reprimia só de pensar... Poderia ser repudiado, e virar chacota depois... MAs um frio na espinha, aumentava o medo e a libido... Resolvi fazer m pouco de teatro... A timidez e o caráter do garoto me deixavam com mais coragem para me soltar... Apostei na hipótese de que ele não me ridicularizaria... Então, simulei um certo desespero por estar ali, disse que era meio claustrofóbico, que achava que ia surtar ali, e fiz isso com um certo ar feminino, mas sem soar histérico... Eu disse: "Cara... Acho que não consigo ficar preso assim!..." E fingi um certo choro...

Ele se aproximou e me tocou no braço, dizendo para eu me acalmar... Sem vê-lo, eu disse "obrigado", e toquei-lhe, com delicadeza, no seu peitoral, já bem desenvolvido... Parei por um tempo no toque, para me insinuar... E não falei nada... No silêncio novamente, não soube dizer a mim com ele reagiu a isso... O frio na espinha aumentou... E eu tomei coragem e disse: "Cara... Eu sou homem... Mas tenho vontade de ser menina pra você..." Ele gritou: "O quê? Tá maluco?" E eu falei... "Não... Não tô..."

Confidenciei a ele ali, como funcionava a minha sexualidade... E que, se eu estivesse de calcinha, certamente ele me sentiria como uma garota, e não como um garoto... Nem mesmo poderia ver ou sentir meu pau... Ele ouviu, e daí complacente, apenas soltou algumas interjeições... Tipo: "Cara!... Que coisa!..." Tomei coragem para abrir a mochila rapidamente e procurar a calcinha ,enquanto falava... E já me sentia um pouco como uma menina, remexendo a bolsa... Aquilo me fez me sentir meio mal, menos homem, mas continuei... Quando achei-a, fui rápido em baixar a calça do meu kimono de judô, e sacar a cueca, para substituir pela calcinha rosa, quase mágica... Vesti a calça de novo, enquanto ele perguntava; " O que foi?" E eu disse: "Já tô pronta pra vc como te falei..."



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