"Os mais excitantes contos eróticos"


Sr R II


autor: Caçadora
publicado em: 04/01/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Quarta-feira, dia de folga e seu organismo não coopera, além de despertar desnecessariamente às 07h, ainda te faz acordar com um puta tesão. Depois de percorrer toda a galeria de vídeos recentes do Redtube, incluindo minha categoria favorita, decidi que não iria gozar sozinha, recorri ao meu amado site de entretenimento UOL. A intenção era um papo quente pelo telefone, queria uma coisa rápida, sem que eu precisasse sair de casa, nem me mostrar pra alguém.

Pensei que poucas pessoas acordariam com o mesmo pensamento que eu, mas todas as salas de sexo pelo telefone estavam lotadas e apesar de meu imenso amor , não sou uma assinante e não tenho superpoderes, portanto, fui obrigada a tentar encontrar alguém disposto a me fazer gozar à distância aqui em minha cidade mesmo.

Depois de longa procura, acabei desistindo e fiquei conversando inocentemente com um tal Sr. R, não tinha interesse em sexo, era um senhor casado e estava no chat apenas para se distrair, em dado momento, contei-lhe sobre meu desejo inicial, ele não curtiu a ideia, mesmo assim fomos para o whatsapp. Ainda inocentemente, engatamos uma conversa ao telefone, ele queria me ouvir. Sua voz grossa despertou-me novamente a vontade de foder, minha mãe chegou antes que a conversa esquentasse, desligamos.

“Sua voz me deixou com muita vontade, posso tentar te fazer gozar, vamos nos encontrar agora?”
“ Mas a gente nem se conhece!”
“ Deixa disso, eu sou um cara do bem, só quero satisfazer suas vontades!”
“ Não, deixa pra outro dia” “ Eu sei que você quer, 9:00 tá bom pra você!?”
“ Não... sério, deixa pra outro dia!”
“ Não vamos desperdiçar a oportunidade, outro dia pode não chegar. Vamos, sei que não vai se arrepender. Onde te pego?”
“ Caramba...”

Aguardei no local combinado, nunca tínhamos nos visto, mas quando chegou, não tive dúvidas de que era ele. Entrei no carro, conversamos sobre trivialidades, beijamo-nos durante o sinal fechado, achei o beijo fraco, me arrependi de estar ali, mas era tarde para desistir.

Entramos no quarto, o beijo do carro foi esquecido, quase fui engolida por aquela boca deliciosa...

“Como você gosta?”
“ Eu sigo o ritmo, se você for calmo, serei também... só quero que apague a luz!”
“Daqui a pouco eu apago, deixa eu te ver um pouco mais...”

Me jogou na cama, deitou sobre mim, prendeu minhas mãos, deixando meu corpo imóvel e novamente me beijou, nessa hora pensei que tinha me fodido de verdade, por que jamais teria condições de lutar contra ele, caso quisesse algo e eu não. Acho que minha expressão denunciou meu medo e Sr. R pediu que me acalmasse, não faria nada que eu não permitisse.

Começou a tirar minha roupa, deixou somente a calcinha, pôs a mão por dentro dela e tocou minha buceta: “ Ai, minha nossa, não acredito que você já tá assim? Que safada!!” (Apesar do desespero inicial, minha buceta escorria, louca para ser maltratada).

Massageava meu clitóris e com a outra mão apertava minha coxa: “ Abre as pernas pra mim, fofinha!”
“Fofinha!? Fofinha não, né?” Sério, se não fosse quem sou, teria broxado..
“Minha linda, pode ser?”
“ Pode, mas lá fora. Aqui você pode me chamar de puta, cadela, vadia, vagabunda...”. A cada palavra proferida, sentia meu corpo arrepiar, sua expressão mudou.
“Abre logo essas pernas, puta!” Enfiou a cara entre minhas pernas e beijou minha buceta como se fosse uma boca, sentia sua língua tentando me invadir, em pouco tempo metia os dedos com sofreguidão, fazendo com que minha primeira gozada fosse em sua boca. “Levanta! Fica de quatro!” Parecia que brincávamos de O mestre mandou, já não era mais dona de mim, estava hipnotizada, pronta para satisfazer aquele macho, meu mestre.

Esperei que tirasse a cueca, “Vira pra mim, mostra o que minha cadela sabe fazer com essa boca deliciosa!”. Obedeci, segurei seu pau e comecei a lamber, deixei a saliva escorrer e melasse a cabeça, então fiz ele escorregar pra minha boca, mamei, sentia o caldinho saindo... “Tira a mão!” Mais uma ordem que obedeci sem pestanejar. Segurou-me pelos cabelos e fez de minha boca uma buceta, metia o pau bem fundo e rápido, quis parar, então senti sua mão na minha cara, um tapa estridente que me fez enlouquecer, queria muito cavalgar naquele pau e foi o que eu disse. “ Cala a boca, eu vou lhe foder quando EU quiser! Entendeu? Coloca a língua pra fora!” e de novo, fodeu minha boca, bem rápido, tirou o pau e mandou ordenou que eu deitasse, não questionei. Senti novamente seu corpo pesar sobre o meu. “Abre mais as pernas, vadia! Não era pica que você queria? Vou lhe dar muita pica!”

Segurou minhas mãos, seu pau lascava minha buceta, enquanto eu não podia me mover, apenas gemia, o êxtase tomou conta do meu corpo e comecei a gozar. Levei dois tapas na cara por ter gozado em silêncio, tentei tirar seu pau de dentro de mim depois que gozei, mas ele era mais forte que eu. “ Fica quieta sua vadia, vou fazer você gozar de novo e quero ouvir você gritar!”. “ Eu não vou gritar!” respondi com um sorriso desafiador.

Sr. R soltou minhas mãos, me segurou pelos ombros e meteu o pau bem fundo, seus movimentos eram lentos, quando mais eu movia o quadril indicando que queria mais, mas ele diminuía o ritmo e me beijava. Agarrou meus peitos com as unhas, sentia o ardor e queria mais, segurei suas mãos apertando ainda mais, ele apertava e puxava torcendo os bicos, gritei, senti mais um tapa na cara “Vejamos, quem não ia gritar?”, mais um tapa na cara, “ Geme pra mim, minha puta, geme!”, segurei o grito, apertou meu pescoço. Mais uma série de tapas na cara "Não vai gritar, grita, puta, GRITA CARALHO!!
Gemi, gritei, minhas pernas tremiam desgovernadas, entre urros o gozo veio, mas ele não parou de penetrar, quanto mais eu gritava, mais me apertava e enfiava a pica, a cada madeirada ouvíamos o barulho da lama de gozo. De repente, em um movimento brusco ele se levantou, arrancou a camisinha e gozou em meus peitos.

Não sei se existe algum poder curativo no sêmen, espero que tenha, senão irá demorar um pouco até eu poder usar decote novamente.



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