"Os mais excitantes contos eróticos"


Françoise


autor: Publicitario45
publicado em: 04/01/17
categoria: hetero
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Conheci a Fran em 1992, quando trabalhei num hotel fazenda em Guarapari, na época ela tinha 20 anos e eu 22, ela tinha um namorado e eu também era comprometido. Quase não conversávamos no trabalho e menos ainda no trajeto diário que percorríamos de ônibus.

Naquela época Fran era loirinha, olhos verdes, magrinha, cabelos tipo Channel, curtinhos, boca bem desenhada, rosto angelical. Durante o percurso ela se isolava no fundo do ônibus com um fone nos ouvidos e eu também.

Eu era do Controle de Estoque do hotel e ela da recreação, eu trabalhava de segunda a sexta e ela por escala, então, em alguns dias da semana a gente nem se encontrava por conta da sua folga.

Numa sexta-feira, com o hotel ainda vazio, Fran entrou na minha sala muito nervosa, chorava e não conseguia explicar o motivo. Ofereci agua ela recusou, perguntou se poderia ajudar e ela recusou de novo, mas o choro continuava. Do nada ela se levantou, saiu e foi embora da minha sala sem dizer uma palavra.

Na hora de ir embora entramos no ônibus e eu fui pro meu canto, coloquei meu fone e fiquei esperando o ônibus dar a partida. Assim que saímos Fran se aproximou, me chamou e começou a pedir desculpas pelo ocorrido. Rapidamente ela me explicou o que havia acontecido, sentou-se ao meu lado e fomos conversando até chegarmos em Vila Velha.

Passei o telefone da minha casa pra ela nem sei bem o pôr que e em seguida desci do ônibus. Chegando em casa fiquei pensando na conversa, nas explicações dela. Fran havia descoberto que o namorado, de 38 anos era casado, tinha uma outra família no Rio de Janeiro e por isso se desesperou.

No sábado, eu estava em casa sozinho quando o telefone tocou, era ela. Perguntou se poderia ir na minha casa e eu disse que sim. Quando Fran chegou sentamos no tapete da sala e começamos a conversar como grandes amigos. Fran deitou no meu colo, eu deitei no dela, o clima foi esquentando e eu não entendia nada. Ela usava uma blusinha branca, um short jeans bem curto e uma sandália baixa. Estava maquiada mas sem exageros. Nesse clima todo começamos a nos beijar, trocamos carícias, ela massageou meu pau, eu coloquei minhas mãos por debaixo da sua blusa, seus seio pequenos estavam duros como pedra. Depois Fran me surpreendeu mais uma vez e caiu de boca no meu pau, me chupou deliciosamente e quando eu estava quase gozando o interfone tocou, era a minha mãe pedindo pra ajudar a subir as compras.

O clima esfriou. Minha mãe entrou eu apresentei a Fran pra ela, expliquei que ela era do hotel e acabamos tomando café da tarde juntos. Depois Fran foi embora e dias depois ela pediu conta do hotel e sumiu.

Dezoito anos depois, em 2010 eu reencontrei Françoise por acaso num evento de um cliente meu. Eu estava com 40 anos e ela com 38 e por incrível que pareça ainda mais linda. Ela se casou, depois separou e tinha duas filhas que moravam com ela. Fran era executiva numa empresa parceira do meu cliente e por isso ela estava lá, linda, de salto alto, cabelos ainda curtinhos como na juventude, lábios brilhantes, olhos com a mesma expressão de antes e o corpo ainda melhor. Um pouco mais alta que eu, Fran tem cerca de 1,78 de altura e de salto fica ainda mais alta.

Ficamos horas conversando e na medida que o vinho fazia efeito a gente falava cada vez mais perto, nossas mãos se tocavam insistentemente, olhávamos fixamente nos olhos do outro até que lembramos do dia em que a minha mãe interrompeu a nossa festa na sala.

- Nossa, aquele dia eu fui casa toda melada.
- Eu quis matar a minha mãe.
- Eu também mas não ia fala isso.

A conversa foi esquentando, resolvemos sair dali e seguimos para uma área externa da casa de eventos, sentamos num banco no jardim e começamos a nos beijar como na adolescência. Fran repetiu a cena, pegou meu pau por cima da calça do terno e apertou forte.

- Saudade de uma pica grossa assim.
- Saudade é? Desde quando você não transa?
- Desde quando me separei do meu ex.
- Quando foi isso?
- Tem um ano. To louca aqui.

Nisso Fran pegou a minha mão e guiou ela até sua calcinha, estava ensopada, escorria pelas pernas. Acariciei o grelinho rapidamente para não sermos pegos em flagrante e ela gemeu baixinho.

- Me tira daqui antes que eu faça uma loucura.

Na mesma hora eu obedeci. Ela se levantou e foi na frente se despedindo das pessoas da festa, eu passei no banheiro e sai em seguida. Nos encontramos no estacionamento e seguimos pro motel mais próximo.

Dentro do carro Fran já começou a mostrar as garras. Abriu o zíper da minha calça, colocou meu pau pra fora e começou a aperta-lo forte, ela me olhava com cara de safada e seguia me masturbando enquanto eu tentava prestar atenção na pista. Depois ela tirou a calcinha, jogou no banco de trás e levou minha mão direita até sua xana, estava melada, grelo durinho louco pra ser chupado.

Introduzi um dedo e Fran fechou os olhos, abriu ainda mais as pernas e gemeu mais forte, depois meti mais um e depois lambi o seu mel. Ao ver esta cena Fran aproveitou o sinal fechado e caiu de boca na minha pica. Uma boca quente que apesar de pequena e aparência delicada, chupava um pau como poucas. Ela lambia, engolia, mordia, chupava de novo e eu olhando pra pista disse que iria gozar e ela parou, disse que eu não poderia gozar pois ela queria mais, muito mais.

Chegamos no motel, escolhemos a suíte e entramos. Fran continuava apertando meu pau que a esta altura estava quase explodindo de tesão. Entramos aos trancos, nossas mãos travavam uma verdadeira guerra com as nossas roupas. Fran se livrou da minha gravata, camisa, paletó, calça, meias, sapatos e cueca. Me deixou completamente nu e já foi se ajoelhando, pegou minha pica de novo e abocanhou com vontade. Me mandou sentar numa poltrona e continuou me chupando, ia da cabeça a saco, as vezes descia um pouco mais e eu delirava de tesão. Sua boca sugava, fazia pressão, ela me mordia com usando os lábios, ora os dentes, eu sentia meu corpo esquentando, ela continuava o boquete e eu disse que estava quase gozando, ela me olhou riu e mandou eu caprichar no leite que explodiu na sua garganta em seguidos jatos de porra, meu corpo tremia cada vez que ela chupava a cabeça sensibilizada depois do gozo, ela parecia saber disso e continuava, eu sentia um prazer louco pois a sensação é que eu iria urinar dentro da sua boca mas nada acontecia. Depois de fazer isso insistentemente, Fran parou e veio em direção a minha boca, me beijou, o gosto da porra ainda estava lá, ela sentou no meu colo, esfregava a boceta no meu pau ainda mole, eu sentia o mel escorrendo pelas suas entranhas. Minhas mãos apertavam sua bunda, mexia com o seu cuzinho e eu sentia seu corpo tremer cada vez que eu tocava lá.

Ai foi a minha vez de mostrar serviço. Me levantei com Fran grudada no meu corpo, seguimos pra cama, ela deitou e abriu-se toda. Cai de boca nos seus pés, ela se arrepiou, subi pelas suas pernas, passei mordiscando suas coxas, senti o cheiro doce da sua xana e segui em direção ao seios médios, redondos e duros. Mordi os bicos e Fran pediu para morder com mais força, ela sentia prazer ao sentir dor nos bicos, mordi mais forte ela gemeu mais alto, se soltou e levou a minha mão em direção a sua boceta, queria ser masturbara mas eu retirei a minha mão e segurei as dela. Suas pernas abertas eram um convite para eu meter logo, a cabeça do pau encostava na porta da xana mas eu não entrava, as mordidas fortes seguiam nos bicos dos seios até que ela gozou me chamando de tudo quanto é nome.

- Me come caralho.

Fran já estava pronta pra tudo. Mas eu queria tortura-la um pouco mais. Desci e abocanhei sua boceta como se fosse uma ventosa. Suguei seu grelo, chupei seus grandes lábios rosados, meti a língua lá dentro e senti quando veio o segundo orgasmo, desta vez na minha boca. Bebi todo seu mel, senti que ela estava a ponto de perder o controle.

Me levantei e com um movimento brusco girei seu corpo, coloquei Fran de bunda pra cima e depois a puxei com violência pela cintura a deixando de quatro. A sintonia era tão grande que ela já veio em direção da cabeça do meu pau que entrou forte lhe arrancando mais um gemido.

Comecei a estocar, batia na sua bunda e fodia cada vez mais forte, Fran gemia, dizia que estava sentindo falta de pica e por anos pensou no nosso sarro na sala da minha casa. Com uma mão na cintura e um dedinho forçando o cuzinho senti quando Fran gozou de novo deixando meu pau melado.

Sai de dentro dela, me ajoelhei na beira da cama, meti o pau na boca e ordenei que ela limpasse a minha pica, ela meteu a boca, lambeu cada gota de mel que estava ali e pediu que eu deitasse.

Sentou na minha pica com as duas mãos no meu peito e cavalgou como uma cachorra no cio, subia, descia, acelerava e diminuía o ritmo. Meu pau entrava e saia daquela boceta apertada e quente como se fosse um ferro quente, ela esfregava o grelo na minha virilha em busca de outro gozo que não demorou a chegar, este mais intenso, onde sobrou até uns tapas e arranhões em mim.

Depois do gozo furioso, Fran deitou do meu lado de bunda pra cima. Uma bunda media mas redondinha, lisinha e eu não resisti. Me levantei, abri suas pernas e fui colocando no cuzinho, ela riu, ajudou empinando a bunda e fazendo movimentos circulares. Rapidamente a pica estava alojada e comecei a socar, Fran gemia, segurava no travesseiro e gemia mais alto, era dor e prazer misturado, o ritmo das estocadas crescia na medida que eu sentia meu gozo chegando, socava mais forte, ela segurava firme e sentiu de novo outros jatos de porra invadirem seu cuzinho apertado.

Caímos exaustos, ficamos ali e depois fomos pra banheira onde trepamos de novo desta vez dentro d´agua, ainda antes de nos despedimos pela manhã, Fran me acordou com um delicioso boquete que terminou em nova gozada na sua boca.

Depois desse dia eu e Fran saímos mais umas três vezes, numa dela transamos com uma amiga dela na sua casa, mas esta história eu conto outro dia, afinal de contas o ano está apenas começando.

Feliz 2017 pessoal. Que voces gozem o dobro do ano passado.





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