"Os mais excitantes contos eróticos"


A ruiva


autor: publicitario45
publicado em: 04/08/15
categoria: hetero
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Após alguns anos viúvo, meu tio entrou num site de relacionamento e conheceu uma mulher maravilhosa. Meu tio tem em torno de 65 anos e a atual esposa dele deve ter uns 58 anos. Ela era separada do primeiro marido e tem um casal de filhos. O cara eu nunca vi, pois mora em São Paulo e raramente vem aqui visitar a mãe. A filha, apesar de morar no mesmo bairro que eu, só conhecia de nome. Aqui vou chama-la de Karla para proteger o seu nome. Karla também tinha separado do marido, um cara que não era muito chegado ao trabalho muito menos nos estudos. Karla como sempre trabalhou e estudou muito, se cansou e pediu a separação.

Alguns anos depois, fui ao encontro do meu tio num restaurante para que ele assinasse uns documentos pra mim. Era domingo e eu não queria atrapalhar o almoço de família, já que estava ele, a esposa e a filha que eu só conhecia de nome. Logo de cara achei estranho, pois só estavam os dois na mesa e ao perguntar pela filha da esposa dele, me disseram que ela tinha ido ao estacionamento pegar o celular dentro do carro.

Fiquei ali conversando com a minha quase tia enquanto meu tio analisava cada um dos documentos que ele tinha que assinar, até que fomos interrompidos por uma voz meio rouca atrás de mim.

Me levante e quase cai ao ver a enteada do meu tio. Karla era branca, olhos azuis, corpo esguio graças ao balé, seios pequenos e ..... ruiva. Amigos, quem aqui nunca se perdeu no caminho olhando para uma ruiva não sabe de nada. Elas são lindas, sedutoras e aquele cabelo vermelho é capaz de destruir qualquer coração que esteja por perto.

A ideia de chegar e sair rapidamente logo foi abandonada. A esposa do meu tio começou a elogiar os meus drinks, falar que na minha casa as reuniões são sempre divertidas e eu ali, babando naquela mulher linda.

Na hora de ir embora, me despedi do meu tio, da esposa dele e da Karla com dois beijos na Face e a promessa de convida-la para a nossa próxima farra.

Chegando em casa, guardei os documentos e fiquei ali na minha cama, olhando pro teto e pensando na ruiva. Ficou claro que rolou uma empatia entre a gente e que eu tinha que arrumar uma reunião de amigos e familiares na minha casa de qualquer jeito. Dei uma cochilada e ao acordar fui pro computador ver alguns e-mails e acessar meu Facebook. Ao abrir o meu perfil, lá estava a ruiva mais linda da minha vida me convidando para ser amigo dela. Aceitei e imediatamente comecei a vasculhar suas fotos. Tinha foto de balé, de vestido, de roupa de frio na Argentina, e de biquíni. Aquela pele branca contrastava lindamente num biquíni preto que se não era indecente, ficava ainda mais bonito junto ao seu corpo bem torneado.

Assim que Karla ficou online começamos a conversar. Falamos sobre a mãe dela, o meu tio, o meu trabalho, os estudos dela para passar no concurso do TRT, sobre as bebidas famosas que eu faço e a cor do cabelo dela. Não aguentei e confessei a minha queda por ruiva mas Karla discretamente apenas sorriu. Nossa conversa foi breve pois Karla tinha que retomar os estudos mas antes pedi seu telefone e ficamos de marcar uma reunião na minha casa.

No dia seguinte, segunda-feira, acordei com o som do meu WhatsApp e ao abrir li uma mensagem de bom dia da Karla e eu respondi desejando que a semana dela fosse iluminada, produtiva, abençoada etc. começamos a nos falar mais, trocar mais mensagens até que eu convidei meu tio, sua esposa e a Karla para almoçarmos em Pedra Azul, cidade que fica uns 150 km de distância da minha casa, nas montanhas, clima frio e ideal para ser romântico ou apenas apreciar um bom vinho e queijo. Com a concordância de todos, passei na casa da Karla por volta das 11h e ao entrar no carro ganhei dois beijos no rosto e um elogio sobre o meu perfume – adoro homem cheiroso – disse Karla que sempre se mostrou na dela e bem reservada. Partimos para buscar o meu tio na casa dele e fomos todos no meu carro. Passamos o dia conversando, rindo, bebendo vinho e no final do dia pegamos o caminho de volta. Karla estava maravilhada com o lugar e disse que na próxima vez teríamos que ir para passar o fim de semana todo. Deixei meu tio em casa e segui para Vila Velha, já que Karla mora no mesmo bairro que eu. Chegando lá fui convidado para tomarmos um café. Convite feito, convite aceito e lá fomos nós para o apartamento 901.

Sentamos na sala e deixamos a luz baixa enquanto Karla preparava um café na cozinha. Ficamos conversando a distância enquanto eu olhava um álbum de fotos que estava em cima da mesa. Numa das fotos, Karla aparecia com roupas sensuais e ao me ver folheando ficou com o rosto vermelho e pediu que eu fosse sincero em relação ao resultado das fotos. Ao sentar do meu lado com uma caneca de café eu comecei a falar sobre as fotos.

Eu: nossa, como você está linda nestas fotos. Quem fotografou?
Ela: meu ex-marido, foi na nossa lua de mel. Ficamos pouco tempo casados e eu estou sozinha há três anos.
Eu: sozinha? Mas você deve ter namorado, paquerado neste período, não?
Ela: nada. Acordo, passo o dia estudando, a noite vou na academia, volto e estudo mais um pouco.

Ficamos sentados um próximo do outro folheando o álbum e o perfume da Karla começava e mexer comigo. Acho que ela percebeu e ficou me olhando fixamente nos olhos e me perguntou se eu estava gostando das fotos. Respondi mais que isso, estava encantado com a dona das fotos. Após ter dito isso, achei que ela mudaria de assunto ou sentaria em outro sofá, mas fui surpreendido por um carinho no rosto e um leve beijo na face. Não resisti e a puxei pelo pescoço lhe roubando um beijo quente e apaixonado. Karla inicialmente parecia querer recusar o beijo não demorou para corresponder. Colocou a sua caneca na mesa de centro e começou a me beijar com mais vigor, minhas mãos que até então apenas acariciavam seu rosto, passou a deslizar pelas suas costas ainda por cima do tecido. Sua respiração era ofegante, seu coração estava disparado. Seu corpo começava a reagir aos meus toques. A cada beijo um arrepio e um leve gemido. Karla começou a desabotoar a minha camisa, beijou meu peito, desceu pela minha barriga. Abriu o zíper da minha calça e me ajudou a despir em poucos segundos. Levantou-se e se desfez das suas roupas ficando apenas de calcinha e sutiã na minha frente. Seu corpo novamente veio por cima do meu, nos roçamos por algum tempo tendo apenas os tecidos separando nosso sexo.

Soltei as presilhas do sutiã e cai de boca naqueles seios médio, firmes com bicos levemente rosados. Ela se contorcia, gemia, dava suspiros, arranhava as minhas costas e me puxava pelo cabelo. Era nítido que ela estava perdendo o controle das reações do seu corpo. Tanto tempo sem sexo fazia com que seu corpo reagisse de forma inesperada.
Karla se desvencilhou dos meus braços, ajoelhou no tapete e liberou meu pau. Caiu de boca começando a me dar leves lambidas, acariciou meu saco, beijou a cabeça da minha pica. Foi aos poucos colocando tudo dentro daquela boca quente, parecia estar com fome tamanha gula na hora do boquete. Karla me lambia, me chupava e punhetava divinamente.

Não aguentei e gozei com jatos forte enchendo a sua boca de porra. Totalmente descontrolada, minha bailarina ruiva sentou novamente no meu colo me beijando com sofreguidão, sua boca ainda tinha gosto de esperma, meio doce, meio salgado. Agora era a minha vez de retribuir o sexo oral que tinha acabado de receber.

Abri levemente suas pernas deixando apenas a sua calcinha de lado. Karla tinha uma buceta bem cuidada, depilada, perfumada, clitóris rosados e muita carne ao redor. Comecei a minha festa com leves lambidas, mordidinhas, chupadinhas enquanto seu mel escorria fartamente na minha boca. Karla sentia um prazer enorme depois de tanto tempo sem sexo. Rebolava na minha boca puxando minha cabeça de encontro ao seu sexo. Seu corpo se arrepiava e remexia num ritmo frenético, os orgasmos eram em sequência até que ela me puxou a encontro da sua boca para mais um beijo. Agora, o gosto de sexo era dela e sem muito esforço, meu pau ao encostar na porta da sua xaninha deslizou com facilidade para dentro do seu sexo. Começamos a nos mexer com mais vigor, Karla queria sexo, queria mata a sua fome de pica. Já eram mais de três anos sem sexo e naquela hora ela se permitiu a tudo, cavalgou na minha pica, rebolou, quicou, pediu estocadas mais forte de quatro, pediu para apanhar, para ser chamada de puta e vadia. Me ofereceu seu cuzinho rosado com preguinhas. Coloquei inicialmente a cabeça, forcei com cuidado e em pouco tempo Karla gemia de dor e de prazer. As bombadas no seu rabinho foram aumentando, Karla segurava no encosto do sofá e pedia mais pica. Soquei com vontade e anunciei meu gozo. Enchei aquele rabo de porra e deixei meu corpo cair sobre o seu.

Karla ria sozinha, talvez esta fosse mais uma reação do seu corpo. Aos poucos, meu pau foi saindo de dentro do seu corpo deixando minha porra escorrer entre as suas pernas. Ficamos ali nos beijando e naquela tarde transamos mais algumas vezes.




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