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Os meus dois duendes de Natal...


autor: Anamaria
publicado em: 07/01/17
categoria: incesto
leituras: 3454
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Fonte: maior > menor


Este conto aconteceu dois dias antes do Nata.
Cá em casa vive-se o espírito Natalício. A árvore está enfeitada e há sua volta encontram-se os presentes que vamos distribuir na noite de natal.
É sábado a seguir ao almoço, José saiu para levar nosso filho a um jogo de futebol com os amigos. Disse que só o levava e voltava num instantinho. Quando ele chegasse tínhamos a tarde só para nós e isso deu-me ideias.
Lá fora chovia, a lareira estava acesa e minha coninha com muita vontade de ser penetrada.
Tinha pouco tempo até José chegar e resolvi proporcionar-lhe uma surpresa. Vou buscar uma manta acolchoada e estendo-a em frente á lareira. Coloco velas por todo lado. De seguida visto a fantasia de Mãe Natal que já tinha usado no ano anterior. Não vesti cuecas.
Tudo preparado para receber José. Aguardo só com a iluminação das velas. O tempo passou e ele não chegava.
Meti mais lenha na lareira e fui me aquecendo.
Passado um bocado sinto abrir a porta. Fico de quatro com o rabo virado para a porta. Não tinha contato visual com meu marido.
- Olha, olha. O que se passa aqui. O Natal chegou mais cedo?
- Vem buscar teu presentinho. – Digo a meu marido abrindo meu cuzinho para ele.
- Mamã, também tens um presente para mim? – Pergunta meu filho.
- han!!! Que estás aqui a fazer? Não devias estar a jogar a bola?
- Por causa da chuva ninguém apareceu e ainda bem. Tens ou não um presente para mim?
- O presente era para o papá mas dá para os dois. Venham meus amores. Venham buscar vosso presente.
Agora ajoelhada na coberta em frente á lareira era abraçada por os dois. Meu filho por trás ajoelhado também apalpa-me as mamas enquanto me beija o pescoço.
- Que cheirosa mamã!
Meu marido despe-se e dá-me seu caralho para mamar. Meu filho faz o mesmo. Ia chupando um e punhetando o outro. Trocava e chupava. Estendi-me de barriga para cima e o meu menino vem lamber-me a coninha. Estava um mestre. Agora sim chupava e era chupada. A minha coninha rapadinha reagia às lambidelas de meu filho com prazer. Gemidos meus e de meus duendes ecoavam pela casa. A lareira e as velas tornavam tudo ainda mais mágico.
- Quem quer ser o primeiro a foder a mamã Natal? Digo enquanto dispo o vestido de Natal. Fiquei só com as luvas de veludo vermelho e as meias de renda pretas. Na cabeça tinha o gorro com um pompom branco.
Meu filho deita-se e eu subo em cima dele. Enterro aquele caralho juvenil na minha cona ensopada. Entrou todo de uma vez. Senti suas bolas baterem nos meus lábios vaginais. Inicia-mos um movimento lento mas profundo. Meu marido continua a fuder-me a boca.
Não podia haver melhor natal que este. No ano passado quando José me comprou esta fantasia ainda não tinha feito sexo com meu filho. Este ano estava a ser maravilhoso. Dois caralhos para fuder a Mãe Natal. Que mais uma mulher pode querer.
José também queria meter e nada melhor que no cuzinho. Muito gosta ele de meu cu. Recebo-o e não tardou muito para me vir a primeira vez.
Com dois paus os orgasmos são sempre violentos.
-Fodam a Mamã Natal. Tomem vosso presente. Fode o meu cu. Isso fodam-meeeeeeeeeeeeeeeeee. haaaaaaaaaaaaa. Gemi enquanto era fudida pelos dois.
Meu filho não aguentou e vem-se dentro de mim. Sinto os esguichos de esperma tucarem no fundo de minha coninha e tenho novo orgasmo.
- Não parem. Não parem. Esto a virme de novo. Não aguentoooooooooooooooo. Porra vocês querem me matar de tesão.
- Toma teu presente mamã. Toma meu leitinho. Toma.
Depois de se vir meu filho sai de baixo de mim e o esperma de minha coninha sai para a colcha. Meu marido continua a bombar meu cú.
- Mas que mamã natal esta que gosta de se enrabada. Mas que cusinho tu tens. Gostas-te? Estavas á espera de um e aparecem dois.
- Sim. Sim, gostei. Muitoooooo. Haaaa. Hummm
Do caralho de meu filho que agora estava murcho ainda caiam algumas gotas de esperma. Puxei-o para o pé de mim e chupei-o. Estava pequeno. Fui chupando e ele foi dando sinais de vida e estava novamente pronto para mais.
Ao mesmo tempo que era enrabada meu filho penetrava-me a boca. Mantivemo-nos assim durante um tempo. O pau de meu filho era delicioso e ao fim de uns minutos começa a jorrar leite em todas as direções. Já tinha esperma nos cabelos, na cara e nas mamas. José bombeia mais. Sinto seus testículos baterem nas minhas nádegas.
Shop, shop. Sinto um urro e meu cu é invadido com jatos de esperma quente. José vem-se com abundancia.
- Porra, nunca me farto de comer este cu. Toma meu leitinho.
Estava-mos saciados. Ficamos os três ditadinhos ao calor da lareira.
Meu filho diz qualquer coisa ao ouvido de meu marido.
- Temos um presente para ti, espera um pouco.
Volta um pouco mais tarde e os dois levam-me para a casa de banho. O presente era um banho de espuma. Os dois lavaram-me o corpo todo. Acho que se estavam a aproveitar. Meu corpo nu foi percorrido várias vezes por os dois pares de mãos.
- Vocês não se estão a aproveitar. Já me lavaram as mamas e a coninha mais de dez vezes. De seguida secaram-me e deitaram-me na cama para uma massagem.
Quatro mãos a massajar meu corpo. Primeiro de costas, depois viraram-me e massajaram minhas mamas e coninha. Massajaram meus lábios vaginais e não aguentei. Vim-me. Já tinha perdido a conta das vezes que me tinha vindo esta noite mas estava bom. Bom demais.
Nessa noite dormimos os três agarradinhos.

A quem leu este conto desejo um bom Natal.
Não se esqueçam de dar prazer.
A vida são dois dias por isso vamos aproveita-la.
Sejam felizes.
AnaMaria




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