"Os mais excitantes contos eróticos"


Fotografei dois casais e a ami


autor: publicitario45
publicado em: 06/08/15
categoria: grupal
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Antes de relatar este conto, gostaria de pedir ao Sr. Gorilla que ele pode copiar os meus contos como fez com “A ruiva”, mas ao publica-lo no Portal Picante, me dê os créditos amigo. Combinadinho?

Relatei que a minha passada pela sala de bate papo com o nick Fotografo tinha me rendido uma experiência incrível. Não transei mas fotografei um casal com o seu amante. O marido era bi e a esposa linda. As fotos registradas foram parar no SexLog e eu fiquei acompanhando os comentários das fotos. Um belo dia, li um comentário de um casal pedindo o meu contato, pois eles fariam uma festinha e queriam o registro e também perguntavam o valor do serviço. Como não tenho senha neste blog, não pude interagir mas vi que meus amigos disseram que iriam me passar o contato.

A semana passou rápido e eu precisei sair da Grande Vitória algumas vezes e na estrada eu não atendo o telefone por questão de segurança. Ao chegar em Linhares, vi que tinha algumas chamadas perdidas mas não pude retornar pois o número era restrito.

Passei o dia em Linhares, uma terra boa demais mas que faz um calor imenso e no final do dia resolvi parar num bar descolado para tomar uma cerveja antes de ir embora pro hotel dormir. E ai que o tal número restrito liga de novo. Atendi e fui surpreendido por uma voz seria, rouca e sedutora. Era Valéria, a mulher que elogiava as fotos no Sexlog dos meus amigos:

Ela: olá, boa tarde. Tudo bem?
Eu: sim, ótimo, quem fala?
Ela: meu nome é Valéria, quem me passou seu telefone foi o Roberto, marido da Elisa. Eu e me marido adoramos as suas fotos e principalmente a ideia d ter um fotografo registrando nossas farras. Quanto você cobra?
Eu: nada. Aquilo foi uma brincadeira, coincidências da internet.
Ela: mas queríamos tanto a sua presença lá. Não tem nenhuma possibilidade de conversarmos a respeito?
Eu: claro que sim. Não disse que não iria, apenas ressaltei que não vivo disso, apenas me divirto. Podemos marcar com o seu marido um almoço ou jantar e se vocês sentirem confiança a gente marca.
Ela: você participa da farra?
Eu: com o Roberto eu ganhei apenas uns agradinhos (risos) mas não tive o prazer de transar com a Elisa que por sinal, é linda.
Ela: então vamos marcar. Na nossa festa ninguém costuma ficar de fora.

Falamos mais sobre nossas experiências e marquei de me encontrar com Valéria e seu marido em Vitória, numa sexta a noite na P. do Canto. No dia e local combinado, cheguei lá pontualmente às 19h30. Parei meu carro no estacionamento do Praia Shopping e fiquei aguardando a ligação de Valéria. Não demorou 5 minutos e ela me ligou, dizendo que estava sentada no segundo piso de um restaurante. Sai do carro lentamente e caminhei até o local. Chegando lá, o garçom me levou até o segundo piso onde estava Valéria, sozinha, numa mesa mais isolada.

Valéria é uma mulher fantástica. Não apenas pela sua beleza, pela forma de se vestir, pelo cheiro, cor do cabelo e dos olhos. Mas é uma mulher que sabe muito bem o que quer.

É empresária, tem pós-graduação e mestrado na área de saúde, viaja muito pelo mundo atrás de congressos e eventos da sua área. O marido é um italiano, empresário da área de mármore, muito comum aqui no Espirito Santo. Mora três meses lá e três meses aqui. Como são um casal liberal Valéria organiza algumas farrinhas na sua casa e me explicou tudo:

Eu: ué, cadê o seu marido?
Ela: está na Itália e chega no próximo mês. Mas ele sabe que eu estou aqui e o motivo desta conversa. Vou ser direta. Sou médica, tenho uma clínica aqui perto e preciso de descrição. Tenho 39 anos, sem filhos e meu marido, o Martino, tem 50 anos, é empresário e vive lá na Itália e aqui revezando a cada três meses. Nosso casamento é aberto e tenho umas festas prives que eu realizo com ele e algumas pessoas. Mas quando vi as fotos do Roberto e da Elisa tive uma ideia e acho que você vai se encaixar muito bem. já que você não cobra, precisa ser discreto.
Eu: ok. Me fale mais sobre a festa, suas fantasias, local e principalmente quando será, pois como te disse não cobro, me divirto e por isso não pode ser uma coisa em cima da hora.
Ela: relaxa. A festinha será em duas semanas. Vá se preparando, pois eu quero que você registre as melhores fotos da sua vida.

Ficamos ali conversando sobre nossas vidas, aventuras, trabalho etc. além da festa, Valéria se interessou pelos serviços da minha empresa de publicidade para cuidar da imagem da empresa dela e do marido dela, ou seja, me dei bem duas vezes numa noite só.

Bebemos algumas garrafas de vinho e nos despedimos com um selinho. Era nítido que havia uma química entre eu e Valéria, mas neste dia, foi apenas um selinho.
Chegando em casa tinha uma mensagem “adorei te conhecer e seu cheiro” no meu Whatsapp. A semana recomeçou e nada da Valéria me ligar. Passei a semana pensando naquela mulher e na festa. Valeria tinha cabelos negros, pele branca, olhos verdes, corpo muito bem cuidado e sem exageros, mais ou menos 1,74 de altura que com alto 15 fica irresistivelmente mais alta que eu. Se vestia com muita elegância sem perder a sensualidade e isso é o que realmente faz um homem perder o rumo. Imaginar o que deve ter debaixo daquele pano todo é muito melhor do que encontrar uma mulher quase nua numa balada.

Na quinta-feira meu telefone toca. Era Valéria me informando que o marido dela chegaria na sexta-feira e que a festa poderia ser no domingo se eu tivesse de acordo. Domingo geralmente é um dia meio devagar e eu confesso que não gosto muito dele, então, porque não anima-lo? Concordei e comecei a me preparar para o grande dia. Na sexta sai com alguns amigos, tomamos umas cervejas no Triangulo e no sábado preferi ficar em casa, pois não queria nem passar perto de uma ressaca no domingo. Acordei cedo, tomei um banho, me arrumei, levei a minha máquina (Mesmo sabendo que eu iria usar a deles) e fui para uma casa na Ilha do Boi, que tem o seu quintal de frente para o mar. Logo na entrada dava para ver que se tratava de um casal com muito dinheiro. Tinha mármore até no piso da garagem, um jardim enorme e um píer com uma lancha ancorada. Aliás, quase todas as casas da Ilha do Boi possuem um píer ou uma saída direto na praia. Na garagem uma BMW X6 e um Jaguar X Type preto. Resumindo, eram ricos.

Estacionei meu carro na área destinada a convidados e fui caminhando pelo jardim da mansão. Em minha direção veio um senhor de mais ou menos 50 anos, corpo enxuto, cabelos grisalhos, charuto cubano na boca e um copo de uísque na mão. Perfume dele exalava à distância e era de ótima qualidade. Era Martino, o marido italiano da Valéria.

Comecei a conversar com Matino na varanda, seu sotaque italiano era um chame a mais para aquele senhor muito bem apessoado. Me serviu uma dose de Jack Daniels e disse que Valéria estava se arrumando para a festa.

De repente a garagem abre e entra mais um carrão. De longe avistei Elisa e Roberto trazendo uma convidada. Era Laura, que carregava em suas mãos uma caixa própria para carregar um saxofone. Nos apresentamos, troquei beijinhos na face da Elisa que por sinal estava linda como sempre, cumprimentei Roberto que me apresentou para sua amiga saxofonista. Laura era uma loira alta, magra que ostentava um cabelo enorme preso com um coque no alto da cabeça. Usava óculos, tinha cara de nerd mas extremamente bonita.

Sentamos todos na varanda e começamos a conversar até que Valéria desceu, vestindo um longo vestido vermelho, com um decote generoso nas costas e na frente. Cabelo impecável, perfume top de linha, uma taça numa mão e uma garrafa de Moet Chandon na outra. Era a visão mais perfeita do paraíso. Ela me deu dois beijos no rosto, abraçou os convidados e me surpreendeu beijando longamente a boca de Elisa e em seguida, Laura.

Entramos na sala maior da casa que tinha uma mesa no canto com bebida e comida farta. Pouca luz, muitas velas e ao som, além do barulho do mar tocava músicas de Lisa Stendfield. Quem conhece esta cantora saberá exatamente o clima da festa. Todo mundo conversando, eu, Roberto e Martino num canto, as meninas dançando e se esfregando no centro da sala. Algumas vezes elas sem beijavam, se esfregavam umas nas outras e o clima foi esquentando. Peças de roupas ia caindo pelo chão e a mais animada era Elisa que a esta altura já estava de calcinha e sutiã, sendo acariciada por Laura e Valéria. Peguei a minha máquina e comecei a registrar tudo. A pouca iluminação e as velas faziam uma luz perfeita para a situação. Valéria e Elisa começaram a se beijar com mais sofreguidão e Laura quase nua, se afastou e pegou seu saxofone tocando junto com as músicas do CD.

Aquilo era incrível, uma saxofonista tocando para as donas da festa transarem enquanto eu fotografava.

Valéria que era mais alta que Elisa a conduziu ao sofá que tinha no canto da sala. De onde eu estava vi a médica abrir as pernas da sua amiga e toca-la com a ponta dos dedos enquanto sua língua percorria seu pescoço e seios. Elisa gemia baixinho mas seu corpo se mexia descompassadamente a cada toque de Valeria. Martino e Roberto já estavam nus e de pau na mão cada um apreciando aquela cena perfeita.

Laura apenas tocava para que o clima continuasse subindo dentro da mansão. Os machos resolveram participar da brincadeira e começaram a lamber Elisa e Valéria, um chupando a mulher do outro numa troca de casal incrível. Laura continuava a toca mas já estava sentada numa cadeira grande, parecida com aquelas cadeiras do século passado. Parou de tocar por um instante e começou a se masturbar comas pernas abertas. Cliquei sua buceta aberta e brilhosa de tanto mel que escorria de dentro. No sofá ao lado o sexo já rolava freneticamente, um comendo a mulher do outro, os gemidos aumentavam na sala e o cheiro de sexo tomava o lugar dos perfumes. Laura pediu que eu me aproximasse dela e começou a me despir enquanto eu registrava tudo, deixou meu pau duro e latejante livre e caiu de boca. Me chupou gostoso. Neste momento Martino me mandou esquecer os cliques por algum tempo e ordenou que eu participasse da brincadeira. Laura continuava sugando meu cacete me fazendo tremer de tesão. Dois casais fudendo do meu lado com mulheres maravilhosas e aquela gata me lambendo era um delírio. Laura largou minha pica e de pé começou a me beijar. Fui descendo pelo seu corpo, passando pelos seios onde revezei nas lambidas e mordidas, passei pelo seu umbigo, virilha e cai de boca naquela buceta linda, depilada, cheirosa e melada. Não demorei para coloca-la de quatro na cadeira antiga e penetra-la por trás. Sua xaninha me recebeu fácil tamanha era a sua lubrificação. Enquanto isso no sofá do lado os machos gozavam dentro de suas esposas. Martino o mais tarado, veio em nossa direção e colocou seu pau dentro da boca de Laura. Ela tratou de limpar aquele cacete melado de porra enquanto eu a fodia com fortes estocadas por trás. Elisa, que tinha dado sinais na nossa festinha em Pedra Azul que eu poderia um dia come-la veio em minha direção e começou a beijar. Sua boca tinha um gosto misto de buceta e porra, mas seu beijo era quente e eu não me desvencilhei.

Martino puxou Laura para o sofá grande e começou a meter nela com muita força. De todas as mulheres ela era a mais jovem e o coroa queria experimentar aquela quase ninfeta.

Elisa se ajoelhou e começou a mama meu pau com sofreguidão e dizia que desde a festa passada queria experimentar meu pau. Puxei-a pelo cabelo lhe beijei mais uma vez a boca e a coloquei-a na cadeira de pernas abertas. Chupei, lambi introduzi um dedo depois dois. Elisa gozou mais uma vez na minha boca me puxando fortemente pelos cabelos. No canto da sala, Valéria e Roberto se pegavam num sessenta e nove fantástico. Ela engolia com facilidade a pica do amigo.

Ainda com Elisa sob meus cuidados, meti naquela xaninha sem dó. O tesão da festa anterior estava sendo descontado naquele momento mágico. Fodemos em várias posições e quando anunciei que ia gozar Elisa pediu para eu gozar dentro mesmo sem a camisinha.

Gozei em jatos fartos dentro da minha amiga que caiu do meu lado com o coração disparado.

Me levantei e peguei a minha câmera e fui registrar o resto da festa. Nesta tarde transei com Laura, Elisa e Valéria. Roberto que havia mamado o amante da esposa dele em Pedra Azul ainda dividiu meu pau com a anfitriã.
No final do dia, todos exaustos mas saciados, nos despedimos prometendo uma nova festa. Martino e Roberto me pediram o cartão de memória da máquina para que eles editassem as imagens e os vídeos.

Desculpem-me pelo excesso de detalhes, mas a festa foi boa e vocês merecem saber de tudo.





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