"Os mais excitantes contos eróticos"


A novata


autor: Publicitario45
publicado em: 18/01/17
categoria: hetero
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Em 2013 entrou uma funcionária nova na agencia, naquela época ela tinha 23 aninhos e eu 43. A menina parecia ser muito tímida, nos primeiros dias de trabalho só falava o necessário mas aos poucos sua timidez foi sucumbindo ao bom ambiente que temos aqui.

Vou chama-la de Rafaela, como já disse, 23 anos loira, olhos verdes, magra mas com belas curvas. No começo a gente quase não conversava, ela só ia na minha sala quando eu chamava e olhe lá.

Um dia eu resolvi olhar seu perfil no Facebook e vi que um determinado momento da sua vida ela tinha os cabelos pintados de ruivo o que fez seus olhos verdes acender ainda mais.

Pois bem, um dia Rafaela me pediu para sair mais cedo, pois iria começar a praticar natação, pois ela não sabia nadar. Ficamos falando por alguns minutos sobre os benefícios do esporte e eu a surpreendi quando perguntei porque ela tinha deixado de ser ruiva.

- Como você sabe?

- Eu vi suas fotos no Facebook.

- Ah é? Gostou da cor dos meus cabelos ruivos?

- Ficou linda, não que você não seja, mas é que 99% dos homens se encantam por uma ruiva na vida.

- Se encantou?

- Não fui isso que quis dizer.

Rafaela ficou vermelha com a minha resposta e disse que tinha que ir para o primeiro dia de aula. A noite ela me mandou uma mensagem dizendo que estava quebrada, que suas pernas pareciam pesar 220 quilos e que ela ia tomar um Dorflex para dormir.

- Pede pro namorado fazer uma massagem que ajuda.

- Que namorado?

- Não sei, você não tem?

- Não, o meu ex-namorado terminou comigo um dia antes do meu
aniversário.

- Que pena, sinto muito.

- Tudo bem, mas se você souber de alguém que saiba fazer uma bela massagem e que não seja caro, acho que vou precisar viu.

- Eu faço, de graça.

Ela não mandou mais mensagem e eu cheguei a acreditar que ela havia se ofendido com o comentário. Acabei dormindo e só no dia seguinte percebi que ela tinha respondido a mensagem dizendo que tinha caído no sono, já que o treino tinha sido puxado.

No dia seguinte cheguei cedo na empresa e dei de cara com ela, Rafaela usava uma sainha roda preta, curta e uma blusinha verde com alcinhas, dava para ver que seus seios eram durinhos e médios. Nos falamos rapidamente e eu fui pra minha sala onde passei o dia atarefado.

No final do expediente todos já tinha saído menos Rafaela, ela tinha um trabalho grande para entregar na manhã seguinte e ficou na empresa até umas 20h, eu também fiquei, porém cada um na sua sala.

Na hora de ir embora encontrei com ela no corredor, entramos no elevador juntos e ela puxou assunto.

- Vou pintar meu cabelo de ruivo de novo. O que acha?

- Sou suspeito para falar. Adoro mulheres ruivas.

- Vou pintar e vou querer sua opinião, ok?

- Combinado.

- Voce vai pra casa como?

- Pego um ônibus aqui na esquina.

- Mas neste horário é perigoso, você deveria ter pedido um taxi para te levar, a empresa paga.

- Eu não sabia. Fica para a próxima. Espero que você tenha aprovado as peças que te mandei.

- Gostei de todas elas e por isso vou te deixar em casa. Não quero que a minha novata seja assaltada na primeira semana.

- Sua novata?

- Força do hábito, me desculpe.

- Chama todas as novatas de sua?

- Não.

Fiquei sem graça e ela riu como se divertisse com a minha gafe.

Seguimos para o estacionamento e Rafaela foi caminhando um pouco a frente, o movimento da sainha e suas pernas lisas e esguias foram me chamando a atenção e eu simplesmente não conseguia parar de olhar até que chegamos no carro. Abri a porta, ela entrou e a saia subiu um pouco. Rafaela não fez nenhum esforço para cobrir as pernas e isso parecia ser proposital, pois ela falava e sorria maliciosamente enquanto eu tentava prestar atenção no trajeto.

Rafaela morava do outro lado da cidade, o que levaria quase 50 minutos de carro, então resolvi colocar uma musica, ela gostou do que estava tocando e dizia que tinha um bom tempo que não saia com as amigas para se divertir. O motivo a reclusão era o término do namoro de mais de três anos.

Conversa vai, conversa vem e Rafaela ia se soltando cada vez mais.

Ela estava tão a vontade que até mencionou a falta de sexo e que estava quase subindo pelas paredes. Aquela conversa me deixou de pau duro mas consegui me conter até chegarmos na porta da sua casa.

- Obrigado, quer entrar?

- Não, seus pais podem estranhar a presença do chefe na sua casa.

- Eles não estão. Pode entrar.

- Na próxima eu entro.

- Quer dizer que você vai me dar outra carona?

- Só se você esquecer de chamar o taxi,

- Ok, boa noite e obrigado pela carona e pela boa conversa.

Nos despedimos com dois beijos no rosto e Rafaela saiu. Foi o suficiente para que seu perfume Angel ficasse me perturbando o resto da noite.

Voltei pra casa rapidamente e quando cheguei no meu quarto vi que tinha algumas mensagens, entre elas uma da Rafaela que agradecia a carona novamente e tinha algumas fotos dela com os cabelos ruivos.

Entre as fotos tinha uma que estava estava fantasiada de capetinha, com chifrinho e tudo. Usava meias arrastão, salto alto vermelho, boca bem pintada. Deveria ser uma festa a fantasia, o fato é que ela estava deliciosa naquela foto. Sua pele branca se destacava diante de tanto vermelho.

Elogiei e ela respondeu rápido – pena que você não entrou ia te mostrar mais fotos no meu computador – respondeu ela com toda malicia do mundo.

Dai eu respondi dizendo que não seria legal alguém nos encontrar vendo as fotos dela na sala e ela foi além – o computador fica no meu quarto. Aquela resposta era a senha de que Rafaela queria me mostrar um pouco mais que as fotos, ela queria matar a sede de sexo dela e eu resolvi brincar com a situação e provoca-la ao máximo.

Pra começar no dia seguinte não fui para empresa, trabalhei de casa e não demorou muito pra Rafela perguntar se tinha acontecido algo.

Respondi que não, e disse que tinha saído com uma amiga e chegado tarde. ela nada respondeu. Passou mais um tempo ela perguntou se eu iria na empresa, pois queria me mostrar novas criações, eu disse que só iria no final do dia. Ela perguntou se podia me esperar e eu disse que não, pois iria bem tarde.

No dia seguinte cheguei cedo na empresa, ela estava na sua sala e eu dei um bom dia para todos. Ela respondeu com um sorriso lindo.

Usava um vestido preto, salto alto e o cabelo... estava ruivo seus olhos verdes pareciam ainda mais verdes, olhei bem pra ela e depois sai.

No final do dia a cena se repetiu. Rafaela ficou depois do expediente mas desta vez foi mais direta.

- Posso te pedir uma carona?

- E o taxi?

- Quero a sua carona.

- Ok. Me espera até as 20h?

- Te espero o tempo que você quiser.

Passei a tarde de pau duro, eu sabia que iria rolar e o dia custou a passar. Às 20h em ponto sai da minha sala e Rafaela já estava na recepção, todos já tinham ido embora e descemos rumo ao estacionamento. Rafa estava mais linda, cabelos cheirosos, seu perfume parecia ainda melhor que na noite passada. Entramos no carro e ela deixou as pernas amostra.

- Pra sua casa?

- Acredito que você tenha ideia melhor.

- Tem certeza disso?

- A única certeza que eu tenho e que eu quero a mesma coisa que você.

- O que você quer Rafela?

Rafa me respondeu com um beijo quente, provocante, atrevido. Sua boca bem desenhada parecia saber exatamente como enlouquecer um homem, sua língua era ágil e explorou bem os meus lábios. Saims dali e fomos direto pro motel mais próximo.

Minhas mãos estavam sobre sua coxa, Rafa brincava com a situação.

Pegava minha mão e guiava ela até perto da sua calcinha e voltava, me olhava com cara de quem queria aprontar e retornava. Chegamos rápido no motel, escolhemos uma suíte e entramos.

Quando saímos do carro voltamos a nos beijar, Rafale se esfregava em mim como se quisesse gozar em pé ali mesmo. joguei seu corpo em cima do capô do carro e comecei a beija-la enquanto minhas mãos exploravam seu corpo. Suas pernas me laçaram pela cintura e aos poucos eu fui descendo até chegar na sua calcinha preta cheia de rendas. Coloquei de lado e senti o cheiro de buceta sedenta, cheirosa, que já escorria um fio de mel devido ao tesão acumulado.

Dei um beijo e Rafaela gemeu, abriu mais as pernas me dando permissão para chupa-la com vontade. Me levantei e mandei ela entrar. Fomos caminhando e beijando descompassadamente, entramos na suíte e Rafa sentou em cima de uma mesa grande de madeira. Soltei as alcinhas do vestido preto e seus seio ficaram a minha disposição. Sua pele estava arrepiada, os bicos rijos, e eu cai de boca mordendo, lambendo, beijando e chupando os dois alternadamente.

Ela desabotoou a minha camisa, depois a calça as nossas peças de roupas foram voando pelo quarto até que ficamos completamente nus.

Rafa então deitou novamente em cima da mesa de madeira, abriu as pernas e ordenou.

- Me faça gozar na sua boca como nunca.

Me aproximei da xana e cai de boca de uma vez só, sem cerimonias nem joguinhos. Apenas chupei, chupei muito e fui sentindo as tremidas que seu corpo dava a cada gozada. Minha cara melou, o seu gozo era intenso, escorria pelas pernas e o que vinha na minha boca eu bebia. Rafa queria mais, apertava minha cabeça entre suas pernas e minha língua alternava entre o seu sexo e seu rabinho, ela pedia mais, rebolava e se esfregava em mim como se não conseguisse mais parar de gozar.

Depois da quarta gozada ela se levantou, ficou de pé e me empurrou para um sofá confortável. Eu sentei e ela se ajoelhou, pegou minha pica e meteu na boca de uma vez só. Sua língua se movimentava ao mesmo tempo que ela me chupava, senti quando ela tocou meu saco me causando arrepios e me tirando um gemido alto. Ela mordeu, lambeu, chupou, sugou... fez o que bem quis com a minha pica até que eu anunciei que se ela não parasse eu iaria gozar. Rafa apenas me olhou, sorriu e disse – goza na minha boca.

O primeiro jato de porra saiu forte, intenso e eu gritei. Rafa grudou os lábios nele para que nenhuma gota escorresse e começou a chupar com mais vontade, aquilo me deu um tesão absurdo, senti meu corpo tremer inteiro, os jatos seguintes foram todos direto pro fundo da sua garganta.

Assim que eu a última gosta, Rafa me olhou sorrindo, vei até os meus lábios e com a boca cheirando a porra me beijou com volúpia. Sentou no meu colo e eu pude sentir o caldo que ainda escorria de dentro sua buceta.

Ficamos nos beijando e nos provocando por um tempo e meu pau foi dando sinal de vida. Na posição que Rafaela estava era questão de tempo para que meu pau entrasse inteiro dentro da sua boceta melada. O pau foi subindo e na medida que endurecia ela me provocava mais falando baixarias no meu ouvido. Rafa tinha cara de santa mas sabia ser putinha quando queria e era isso que ela estava disposta naquela noite. Ser puta.

Com uma rebolada certeira ela colocou meu pau inteiro dentro, ele entrou fácil. Sua boceta estava melada, quente, apertada e ela rebolava insanamente. Subia, descia, mordia meus lábios e sua loucura foi tanta que ela pediu para apanhar.

- Bate na cara da sua putinha bate.

Um tapa estalou no quarto, Rafa se assustou e eu levantei, coloquei ela de quatro no sofá e comecei e meter por trás.

- Quer ser tratada como vagabunda?

- Quero.

Sua voz estava tremula, assustada. Comecei a estocar com força enquanto puxava seus cabelos ruivos com uma mão e batia na bunda branca com a outra, a pele foi ficando vermelha, ela gozou mais duas vezes e eu passei a bater forte no outro lado da bunda deixando vermelho também.

Comi Rafaela em todas as posições. De quatro, em pé com ela segurando na bancada, ela cavalgou, na beira da piscina, no chuveiro.

Pra finalizar pedi a bundinha, ela se recusou e eu disse que puta de verdade dava a bunda pra mim. Ela pediu calma e eu fui entrando, ela gemia baixinho, afundou a cara no travesseiro pra abafar o gemido de dor e prazer e eu fui socando o pau inteiro até que gozei enchendo a sua bundinha de porra.

Às 3h da manhã saímos do motel e fomos pra casa. Deixei Rafa na porta da sua residência e segui pra casa. No dia seguinte de manha fui acordado pelo celular com uma mensagem e uma foto. Era sua boceta totalmente inchada e vermelha assim como a sua bundinha. Tinha uma mensagem onde ela pedia para trabalhar em casa pois estava exausta.

Concordei, desde que naquele dia ela me convidasse de novo para ver as suas fotos no seu quarto.

- Passa aqui as 20h. estarei sozinha em casa.

Essa trepada eu conto outro dia.

Beijos a todos.




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