"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Fiz papel de canalha


autor: publicitario45
publicado em: 07/08/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Se tem uma coisa que eu não gosto é ter que esperar por fornecedor e para piorar um fornecedor me fez trabalhar numa sexta-feira até mais tarde quando eu só queria ir pra casa. Enfim, enquanto esperava resolvi dar uma futucada na internet e acabei caindo no chat do Terra, sala de Vitoria com mais ou menos 25 pessoas. Nem me recordo o nick que eu usei, estava tão puto com a demora que acho que devo ter escrito qualquer coisa.

Eu não puxava assunto com ninguém nem as pessoas falavam comigo e eu só ficava ali lendo as sequencias de erros de português que as pessoas despejam na internet. Até que em um determinado momento, uma pessoa com o apelido Ca$ada Ambicio$a me chamou.
Começamos com as tradicionais perguntas tipo “De onde tc?”, “idade”, “casado?” e por ai foi. Como a conversa estava morna resolvi perguntar o motivo do $ no meio do apelido e ela sem pensar duas vezes me disse que apesar de ser casada estava atrás de um amante rico. Achei aquilo meio escroto mas continuamos a conversa.

O nome dela é Beth, trabalha num salão famoso da Praia do Canto, é uma espécie de sub gerente e naquele dia tinha ficado até mais tarde por conta de uma noiva que ia se casar. Ficamos conversando, ela me disse que era casada, 29 anos, 3 filhos, sendo que um deles tinha apenas 2 aninhos e que o marido era segurança numa empresa de seguros, nada ambicioso e ela estava cansada da vida que levava de trabalhar e cuidar da casa nos fins de semana.

Meu fornecedor chegou, me despedi dizendo que tinha que ir embora e ela me passou o número do celular dela. Anotei num pedaço de papel, enfiei no bolso e fui pra casa. A noite sem ter muito o que fazer, cadastrei o número no meu celular e apareceu a foto dela no Whatsapp. A foto mostrava o rosto e parte dos seios num generoso decote. Beth era morena jambo, cabelos bem cuidados (Também, trabalhando naquele salão até eu), boca bonita e rosto bem desenhado.

Mandei um “oi” discretamente, afinal de contas ela é uma mulher casada e me surpreendi quando ela retornou. Continuamos a nossa conversa com tranquilidade pois o marido estava trabalhando e só retornaria de manhã. Beth me mandou mais fotos e puder ver que ela era alta e magra e quase todas as fotos ela estava de uniforme. Perguntei se o lance do amante rico era sério e ela disse que sim, que as meninas do salão quase todas eram casadas e tinham amantes com dinheiro que viviam presenteando todas elas. Confessei que aquilo era horrível mas ela não deu muita bola.
Lá pelas 4h, Beth me disse que ia dormir por as 8h tinha que abrir o salão no sábado, pois após o expediente teria que esperar alguns pedreiros irem embora, pois parte do salão estava em obra. Antes de nos despedirmos, ela perguntou se eu não queria ir lá após as 12h para conhece-la. Disse que sim, mas já avisei que não era rico, apenas tenho uma vida confortável.

Acordei sábado com o meu celular vibrando e ao abrir tinha uma mensagem da Beth apenas perguntando: você vem? Não acreditei naquilo mas disse que sim. Quando deu 12h, me arrumei e fui pro salão na P. do Canto. Achei rápido, estacionei o carro no estacionamento e entrei no salão. No primeiro andar tinha uns caras trabalhando numa obra e ao perguntar pela Beth eles disseram que era no segundo piso, na última sala do corredor. Quando bati na porta, ela me mandou entrar e veio me dando dois beijos na face. Beth era realmente alta, mais alta que eu e com o salto ficava com quase 1,90 de altura. Bonita, magra apesar de 3 filhos, cheirosa e de uniforme, começou a conversar comigo me contando a sua saga atrás de um amante com grana.

Aquela conversa me incomodava mas eu queria aquela mulher pra mim, então, num ato extremamente canalha disse que poderia ser seu amante rico. Ela me levou para uma sala especializada em receber noivas, confortável, com um barzinho, sofá que vira cama e começamos a nos beijar. Ela disse que naquele dia eu poderia apenas beija-la, disse que tudo bem, mas queria beijar seu corpo todo. Incialmente ela discordou mas na medida que o calor ia subindo as peças de roupa do seu uniforme iam caindo pelo chão.

Assim que Beth ficou apenas de calcinha, coloquei ela deitada sofá e cai de boca nos seus seios pequenos. Mordi um, lambi o outro, passava a língua em torno dos bicos e ela abria as penas se remexendo com o prazer provocado pelas minhas investidas, desci pela sua barriga, passando pelo umbigo chegando até sua buceta de pele morena com os lábios rosados e completamente molhados de tesão. Suguei cada gota daquele mel, bebi sua seiva até que ela gozou esfregando sua racha na minha cara. A barba fazia um efeito devastador naquela morena jambo linda e sedenta.

Me deitei do lado dela e retirei minha camisa e bermuda. Beth continuava insistindo que naquele dia não teria sexo, mas já completamente nua caiu de boca no meu pau. Ajoelhada no chão e segurando minha pica com as duas mãos, Beth me chupava com força, causando dor e prazer ao mesmo tempo. Puxei-a pelo cabelo e pedi mais um beijo. Estratégia para que meu pau ficasse perto da sua xana. O calor dos nossos corpos aumentava mesmo com o ar ligado e no meio da movimentação a cabeça do meu pau encostou na entrada da grutinha.

Beth deu um leve gemido, começou a rebolar com apenas a cabeça do pau dentro dela até que o tesão a fez perder o controle e ela arriou o corpo engolindo meu pau com toda facilidade. Buceta escorregadia como quiabo não tem mulher que resista.

Beth cavalgava na minha rola com vontade, as vezes mudava a posição e ficava de cócoras facilitando a visão. Meu pau estava melado e brilhando e Beth gozou mais uma vez. Pedi que ela ficasse de quatro na beira do sofá e cai de boca no seu cuzinho. Lambi com vontade suas pregas lhe arrancando mais gemidos. Posicionei a cabeça na entrada e forcei a penetração. Beth pedia mais, queria a pica inteira dentro do rabo dela, aos poucos ela me engoliu e comecei a foder com mais vigor. Não resisti por mais tempo e gozei dentro, fundo, enchendo seu rabo de porra. Meu pau amoleceu e saiu deixando um rastro de esperma escorrendo entre as pernas e caído no chão.

Ficamos deitados por alguns minutos e ai, eu fiz meu papel de canalha. Assim que Beth disse que já erámos amantes e que eu deveria presenteá-la a cada encontro, acenei que sim, dei-lhe mais um beijo naquela boca carnuda, pedi que chupasse meu pau mais uma vez e fui embora.

Nunca mais vi aquela mulher linda, Ca$ada e Ambicio$a.





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