"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Dei pro negro na frente do meu marido.


autor: CasalNitro
publicado em: 27/01/17
categoria: hetero
leituras: 8637
ver notas
Fonte: maior > menor



Olá meninas e meninos. Desculpem-nos pelo sumiço mas estávamos de férias e retornamos ontem de viagem. Bem, fomos passar alguns dias em Búzios e como não temos filhos, marcamos com mais seis amigos uma viagem para um ressorte maravilhoso. Tudo teria sido dentro da normalidade se um dos casais não tivesse tido a brilhante ideia de levar um amigo solteiro com eles.

O amigo na verdade é um Deus de Ébano, negro, alto, forte, uma boca enorme, dentes perfeitos, brancos, olhos expressivos, um sorriso matador, pernas torneadas, braços fortes e um peitoral digno de tirar concentração de qualquer mulher.

Fomos apresentados ao Pedro logo no ponto de saída. O combinado era de nos encontrarmos num ponto e seguir em comboio formado por três carros.

Quando Pedro segurou minha mão e me deu dois beijinhos senti uma onda de choque percorrer meu corpo, minha calcinha molhou, a boceta me traiu e pulsou e eu apenas consegui dizer “muito prazer” e nada mais.

Meu marido, Ricardo, percebeu e tratou de me salvar cumprimentando o rapaz que repetiu o gesto com todo mundo. Entramos nos carros e seguimos em direção a BR 101 e já no carro meu marido me provocou dizendo que eu não tinha conseguido nem disfarçar o tesão.

- É porque você não viu minha calcinha.
- Molhou amor?
- Completamente.
- Puta safada.
- Sou sim, sua puta, sua safada.

Ricardo não se conteve e meteu a mão debaixo do meu vestido pra conferir se a calcinha estava mesmo molhada e espantou-se quando sentiu a quantidade de mel que havia escorrido dela. Química é isso gente, não precisa de muita coisa não, simplesmente rola.

Depois de três horas de viagem paramos para esticar as pernas e reabastecer os carros. De longe eu ficava olhando o Pedro, alto, com mais ou menos 1,95 de altura. Ele gesticulava, conversava com os maridos e nós mulheres falávamos dele no banheiro.

Depois voltamos pra estrada e o tesão ia me consumindo, não aguentei e pedi pro Ricardo colocar o pau pra fora, cai de boca, chupei ate ele gozar na minha garganta, foi a única forma que eu consegui para aplacar o meu fogo.

Horas depois estávamos em Búzios, passamos pela recepção e cada casal seguiu pro seu quarto. Pedro foi pro dele que apesar de distante ficava no mesmo andar que o nosso.

Os outros casais não sã liberais, minhas amigas nem sonham que eu e Ricardo gostamos deste tipo de relação. O fato é que depois que fechei a porta senti minha boceta febril, escorrendo, ardendo em chamas de tesão e eu nem quis saber, sentei Ricardo no sofá, abri sua bermuda e sem dizer nada senti na pica dele e rebolei como uma louca, gemi quiquei e gozei como uma cadela no cio. O maridão percebeu que meu fogo tinha nome e endereço e resolveu meu ajudar a dar pro Pedro.

A noite resolvemos ir num restaurante de comida oriental e depois dançar, coloquei um vestidinho curto, soltinho, amarelo de alcinha e um salto alto. Debaixo do vestido não tinha nada, apenas euzinha e um fogo que teimava em não apagar.

Já no restaurante Pedro sentou do meu lado. Aquele negro alto, forte e cheiroso estava me deixando louca, começamos a beber e na medida que o álcool subia o fogo subia junto, eu tentanto manter a concentração, a boceta já escorria, pulsava, a boca salivava e tudo piorou quando sem querer, ou não, a mão de Pedro tocou a minha coxa, me arrepiei da cabeça aos pés e precisei ir ao banheiro pra não melar o vestido todo já que eu estava sem calcinha.

Quando retornei nossos amigos já tinham pago a conta e estavam apenas me esperando para irmos a boate. Quando me aproximei, Pedro estava de conversa com o meu marido, eles riam e falavam baixinho.

Já na boate meu marido se aproximou e disse que a nossa noite seria inesquecível. Começamos a dançar, eu esfregava meu corpo nele e com a luz baixa senti suas mãos deslizando por cima do vestido que as vezes levantava um pouco o tecido. Aquelo foi me excitando, me deixando mais louca. Quase enlouqueci de tesão quando olhei pro lado e vi Pedro dando um amasso numa loirinha novinha no canto da boate. A menina estava de vestidinho, ela a pressionava conta a parede e suas mãos grandes percorriam o corpinho dela. Novamente minha boceta piscou, senti o mel escorrer.

Lá pelas quatro da manhã saímos da boate. Pedro se despediu da menina e nos pediu carona. Já no carro meu marido teve a brilhante ideia de tomarmos uma saideira, Pedro concordou mas chegando na recepção do hotel os outros amigos resolveram dormir.

Então meu marido começou a colocar seu plano de ação em prática, convidou Pedro para ir pro nosso quarto beber. Chegando lá Pedro sentou-se no sofá e perguntou se podia tirar a camisa, meu marido disse que sim. Quando ele se despiu meu fogo acendeu de novo, para disfarçar disse que iria tomar um banho e colocar uma rpua mais leve.

Quando voltei, Pedro não estava, apenas meu marido.

- Ué! Cadê ele?
- Foi buscar mais bebida no quarto dele e colocar uma bermuda.
- Voce tá doida pra dar pro negão né?
- Eu e a torcida do Flamengo né amor. Que delicia de homem.
- Vem aqui, chupa meu pau que eu tenho um presentinho pra você.

Meu marido estava deitado na cama, apenas de bermuda. Me ajoelhei e abri o zíper, comecei a mamar a rola dele pensando na pica do outro. Estava de tolaha ainda, de quatr, caindo de boca como uma louca depravada quando a porta abriu bem=m devagar, era Pedro, me assustei e fiz que ia parar, meu marido me puxou pelo cabelo e mandou que eu continuasse.

- O Pedro vai brinca com a gente amor.
Antes que eu tirasse o pau da boca para falar alguma coisa senti as mãos grandes de Pedro tocar a minha bunda, ele puxou carinhosamente a tolha, se posicionou atrás de mim e ficou olhando pra minha boceta que a esta altura escorria como uma torneira aberta.

- Posso ficar a vontade amigo?
- Deve!

Ao ouvir a resposta do meu marido, Pedro meteu a língua grande (Até a língua é grande) no meu cuzinho, me arrancou um grito de tesão que foi abafado pela rola do meu maridinho. Ele me chupava com tanta vontade que meu corpo apenas estremecia, eu tinha perdido totalmente o controle da situação, fiquei mais louca ainda quando ele enfiou dois dedos enormes na minha boceta me deixando mole, gozei, gozei tantas vezes no dedo dele que não consegui contar, apenas ia sentindo o corpo entrar em choque e gozava de novo.

Depois de ter gozado inúmeras vezes na boca e nos dedos do safado do Pedro, resolvi retribuir e pedi pra chupar o seu pau. Ele mal cabia na minha boca, era grande, muito grande, grosso, pesado, um saco enorme e que parecia estar cheio de porra pois estava duro. Pedro era todo depilado, seu pau não tinha um pelo sequer. Enquanto eu tentava meter a rola na boca meu marido me chupava de todas as formas e eu acabei gozando de novo, gozo fácil e naquele momento até um aperto de mãos me faria gozar.

Eu lambia os 24 centímetros de pica preta do Pedro, chupei suas bolas, mordi a cabeça, mordi o pau todo, tentei enfiar-lo na boca mas foi em vão. Pedro apenas gemia e batia com a tora na minha cara, chegava a dar eco no quarto, meu rosto já estava vermelho de tanto tomar surra de pica na cara.

- Senta logo no pau dele amor.

Meu marido mandou e eu obedeci. Estávamos tão loucos que nem lembramos da camisinha. Pedro sentou no sofá e eu fui por cima dele. Quando a cabeça encostou na portinha da minha boceta senti um calor inexplicável, era tesão e medo. O pau começou a entrar, me arrombando inteira, senti o suro escorrer pela minha testa e pelas minhas costas. Pedro mamava meus seios, o pau foi entrando, me preenchendo e parecia que não ia acabar nunca. Com muito esforço entrou tudo, eu sentia as paredes internas alargarem, minha boceta estava estufada e Pedro resolveu mostrar serviço.

Por baixo de mim ele socava, o pau ia fazendo um estrago gostoso, na cadeira meu marido olhava e batia uma punheta lentamente, estava apreciando sua putinha sendo devorada pelo negro, o pau deslizava dentro de mim, eu sentia os orgasmos chegando, gozava perdia os sentidos e depois voltava a gozar de novo.

Pedro me comeu de todas as formas, de quatro enquanto eu mamava o meu marido, de lado, depois cavalguei de novo, me fodeu em pé no banheiro debaixo do chuveiro, ele nunca gozava e o pau não dava trégua, era uma disposição física impressionante, eu já estava mole de tanto levar ferro e o cara me comendo sem parar.

Depois de um verdadeiro show de pica ele acelerou, socou aquele monstro com muita força dentro da minha boceta e urrou quando começou a gozar. Senti os jatos de porra me invadindo, era uma quantidade absurda de porra e Pedro não parava de socar, o pau dele mole era enorme e naquele momento não fazia a menor diferença, ele continuou gozando, socando e eu gozei de novo na pica dele deixando ele ainda mais animado. Pela primeira vez entendo o termo dei mais de uma sem tirar de dentro.

Eu deitava com os pés nos ombros de Pedro sentindo o pau dele endurecer de novo, ele sequer tinha tirado a pica de dentro, a porra escorria pelos lados e ele continuava socando como um cavalo no cio, tempo depois gozou de novo, outros jatos forte de porra invadiram minha boceta e ai sim ele parou e deitou do meu lado.

Quando seu pau saiu, senti um vazio, estava arrombada, mole, melada, cansada mas realizada. Aquela quantidade toda de porra continuou escorrendo de dentro de mim.

Pedro foi super carinhoso depois, me tratou como uma rainha. Eu fiquei deitada entre ele e meu marido ganhando carinho dos dois. Depois Pedro disse que tinha que ir pro quarto, iria dormir um pouco por às 9h iriamos todos para a praia.

Assim que ele saiu fomos tomar um banho, a porra dele ainda escorria da minha boceta, mandei o maridão me chupar e gozoei de novo na sua boca, depois retribui com um boquete e ganhei leitinho de presente.

Na manhã seguinte todos foram para praia, menos eu. Estava exausta, ardida e com a boceta ainda teimando em escorrer. Recebi uma mensagem de Pedro dizendo que na próxima vez ele iria querer o meu cuzinho. Respondi que ele tinha que pedir pro meu marido e a resposta veio rápida: ele esta aqui do lado e já autorizou.

- Então venha logo, estou sozinha no quarto.

Dez minutos depois Pedro bateu na porta, estava de sunga amarela, sozinho e doido pra me comer de novo. Mas isso eu conto outro dia.






ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.