"Os mais excitantes contos eróticos"


A Novata Putinha


autor: Publicitario45
publicado em: 27/01/17
categoria: hetero
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AGRADECIMENTO.

Antes de mais um relato eu gostaria de agradecer a centenas de e-mails que eu recebi nos últimos dias. Muito obrigado pelos elogios, assim eu até fico animado e em escrever cada vez mais para vocês.

Continuando...

Eu e Rafaela já havíamos transado duas vezes e a ultima foi uma loucura na sala de reunião da empresa onde trabalhamos. Na hora de leva-la em casa Rafaela me disse que os pais estariam fora e que a irmã iria dormir na casa do namorado. Pelo tom de voz dava para perceber que a novinha queria mais e não se pode negar esse tipo de prazer pra ninguém.

Entramos na sua casa e realmente não tinha mais ninguém lá. Rafa pediu que eu esperasse por ela na sala pois ela iria tomar um banho e trazer a tal surpresa pra mim. Eu ainda estava suado e cheirando a sexo, meu pau estava melado por conta dos nossos orgasmos.

Alguns minutos depois Rafaela voltou. Estava irreconhecível. Usava um corpete preto cheio de rendas e pedras, uma calcinha que mal dava para ver, um par de meias ¾ preto, salto, muito alto, uma maquiagem bem pesada onde podia ver uma boca bem vermelha que chamava muita atenção.

Em suas mãos uma caixa vermelha, média, com um cadeado. Rafaela se aproximou toda cheirosa e sentou-se ao meu lado, me entregou a caixa e disse que a chave estava dentro da sua calcinha. Começava ali uma farra inesquecível. Coloquei a caixa de lado, peguei ela no colo e a sentei no sofá de dois lugares, abri bem as pernas e cai de boca ainda por cima do tecido. Rafaela perdeu o controle da respiração, abriu-se ainda mais me dando livre acesso. Coloquei a calcinha de lado a chave estava lá. Beijei levemente seu grelo, ela gemeu baixinho e se segurou no encosto do sofá. Comecei a chupa-la com voracidade com força, dando mordidas no grelo, Rafaela rebolava no sofá e esfregava seu sexo na minha cara, e quando ela disse que iria gozar eu parei, coloquei a calcinha no lugar e fui abrir a caixa.

- Isso não se faz.
- Isso o que?
- Interromper um gozo feminino.
- A culpa é sua. Quem mandou me deixar curioso em saber o que tem dentro da caixa.

Abri a caixa e me deparei com um parque de diversões. Tinha de tudo, vibradores médios e grandes, uns mais grossos que o outro, algemas, chicotes, penas, bolinhas que explodem, gel que esquenta, vendas para os olhos e uma infinidade de coisas que eu nem conheço.

O sofá da casa de Rafaela é antigo, rústico, tem madeira e acochado. Peguei as algemas e prendi seus braços na madeira, vendei seus olhos mas não tirei nenhuma peça de roupa.

Me levantei e comecei a me despira lentamente, meu pau já latejava a esta altura. Rafaela estava inquieta, apenas ouvia mas não estava vendo o que estava acontecendo.

Fui até a cozinha e peguei uma forma de gelo na geladeira, coloquei na minha boca e me aproximei dos seus lábios, beijei lentamente e ela entendeu o recado.

- Voce não vai fazer isso comigo, vai?
- Claro que vou. É isso que você queria quando trouxa a caixinha.

Voltei a beijar seus lábios e com os dedos ainda gelado comecei a massagear sua boceta que já pingava novamente. Rafaela apenas se abriu e gemeu, começou a rebolar nos meus dedos e falar baixarias. Era incrível como aquela menina tímida da empresa se transformava numa puta na cama.

Não demorou e ela gozou deixando meus dedos melados, pediu que ela os chupasse e fui obedecido. Rafaela queria mais e eu resolvi brincar com a situação.

Com uma pedra de gelo na boca comecei lambendo os dedos dos seus pés, a menina urrava, delirava e pedia que eu parasse e quando eu parava ela mandava eu continuar. Fui nesse ritmo, com a boca gelada até alcançar seu sexo de novo, rasquei a calcinha, cai de boca e comecei a chupa-la de novo. Rafaela se remexia descontroladamente, queria que a minha língua a penetrasse, soltava gritinhos e gemidinhos de prazer quando meus lábios gelados tocavam seu grelo, gozou e eu troquei o gelo pelas bolinhas que esquenta

Estourei uma na mão e comecei a esfregar o óleo na sua boceta, ela esquentou e a mudança de temperatura enloqueuceu a garota que voltou a gemer mais alto.

- Safado, me fode toda.
- Calma, vou te foder sim, mas não agora.

Continuei esfregando o óleo que esquentava seu sexo cada vez mais, Rafaela gozou de novo, o mel escorria e eu com outra pedra de gelo na boca fui chupa-la de novo.

- Ahhhhhhhhhhhhh!!!

Rafaela se descontrolou de vez, gemeu, gritou e pediu que eu a fodesse. Peguei o vobrador maior, era grosso, passei o óleo nele e fui empurrando pra dentro dela. O brinquedo entrou inteiro, comecei a socar enquanto chupava seu grelo, dava mordidinhas, metia aquele aparelho com vontade e ela ia se contorcendo sem poder fazer muita coisa.

- Por favor, me solta...estou mole... você me paga safado.

Soltei e Rafaela mostrou as garras. Me jogou no sofá e pegou meu pau com força, deu um mordida e eu gritei de dor e prazer.

- Isso é pra você aprender a não parar de me chupar quando eu estiver quase gozando. Safado.

Voltou a me chupar e massagear minhas bolas, sua boca atrevida e ágil me chupava, me mordia, sugava, lambia, descia, subia, enfiava ele todo na boca e quando eu disse que estava quase gozando ela parou, sentou nele, e começou a rebolar.

Alguns minutos nesse ritmo e eu gozei, sentia os jatos de porra preencherem aquela boceta quente e apertada.

Rafaela saiu de cima de mim e nem me deu descanso. Caiu de boca nele de novo, a sensibilidade do orgasmos me fez gritas quando senti seus lábios me sugando de novo.

O pau ainda mole era presa fácil, ela metia ele inteiro na boca, mordia de novo, chupava mais e na medida que ele ia endurecendo ela aumentava o ritmo do boquete.

Quando ele ficou duro de novo ela se levantou e virou-se de costas pra mim, colocou o pau na direção do cuzinho e veio descendo lentamente. A cabeça entrou, ela sentiu um pouco de dor mas estava determinada a dar tudo naquela noite. Mais um pouco e ela já tinha engolindo meu pau, então começou a subir e descer com ele inteiro dentro dela e ficou assim até as pernas cansarem.

Rafa se posicionou de quatro e me chamou – mete tudo aqui – coloquei o pau na bundinha de novo e fui entrando, segurando ela pelas ancas e pelos cabelos, comecei a meter com força e Rafa apenas gemia e pedia mais força ainda. Não demorei e gozei novamente, caímos exaustos no sofá e ficamos ali até o sono nos vencer.

Lá pelas 3h da manhã eu acordei assustado, chamei Rafaela e fui tomar um banho para poder ir pra casa. Arrumamos a bagunça na sala, guardamos os acessórios e minutos depois a irmã dela chegou.

Nos despedimos e eu fui pra casa, morrendo de sono, cansado mais extremamente satisfeito com a surpresa que Rafaela tinha preparado pra mim.




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