"Os mais excitantes contos eróticos"

 

45-Iniciação Mutua entre Primas (lésb


autor: bernardo
publicado em: 31/01/17
categoria: hetero
leituras: 5411
ver notas
Fonte: maior > menor


Era época de carnaval, Bianca acompanhou os pais em viagem até Stª Catarina para estar com uma tia, que a muito tempo não viam. A princípio, foi a contragosto, pois queria curtir o carnaval com o namorado e longe dos pais, mas depois até que gostou do lugar. Diferente, interessante e que lhe proporcionou uma experiência inesquecível...

A tia, Mônica, era viúva, morava distante cerca de 30 minutos de carro do centro da cidade, mas tinha uma cabeça e mentalidade bastante moderna e muito animada, curtia bastante esta época e ainda mais agora com a sobrinha, a irmã e o cunhando dividindo as férias com ela. Típica pessoa que curte a casa cheia de parentes, adorou acolhe-los em sua casa por duas semanas. E que casa! Três andares, amplo quintal, enfim, todas as mordomias que uma respeitável aposentadoria permite, somada a uma herança nada modesta deixada por seu, a essa altura, querido titio (ô, interesseira...).

Tiveram três filhas, duas já casadas e uma mais nova, Leila, ainda morando na casa. Bianca não se admirou a alegria da titia quando os viu chegar: somente duas pessoas morando naquela casa imensa deveria dar uma sensação de vazio enorme. Com tantos quartos na casa, foi até difícil escolher em qual ficar. Por fim, seus pais ficaram numa suíte grande, e ela ficou em um quarto no final do corredor. Era menor, porém, aconchegante e ensolarado, o que ajuda num lugar que faz somente 20 graus ao meio-dia, em caso de céu limpo e onde também ficava o quarto da sua “guia” na cidade, a prima Leila.

Garota à primeira vista mimada, mas cheia de personalidade, Leila tinha 19 anos, e estudava alemão, pois pretendia fazer faculdade de hotelaria em Düsseldorf. Ficou dois anos trabalhando em vária lojas da família na cidade, e descobriu que tinha tato para o ramo de hotelaria. Tinha ideias como as de qualquer jovem da sua idade: curtia festas, música, saídas à noite, namorar etc. As duas primas se entrosaram facilmente, e até fez com que Bianca se esquecesse de seus dois anos a mais de idade e a experiência de viver numa metrópole como Rio de Janeiro quando conversava com a prima, pois era super inteligente e com ideias bem avançadas, o que lhe dava a liberdade de não medir determinadas ideias na hora de conversar. A amizade nasceu e cresceu rapidamente.

Nos primeiros dias ficaram, as duas, meio que grudadas em excesso aos familiares, pois tinham de cumprir aquela peregrinação de ir em todas as casas de parentes que não viam há décadas, e inclusive a alguns que nem conheciam ... Em suma, um saco! Dos 15 dias naquela cidade, um terço já havia ido às favas com aquela chatice. Foi no quinto dia que Leila pegou Bianca pelo braço e a levou para conhecer o reduto jovem da cidade. Bacaninha, com vários bares com música ao vivo (adoro isso!) e duas danceterias, tinha points suficientes para ela se animar naquelas noites que ainda tinha ali. Reparou que não havia aquelas comemorações típicas de Carnaval de cidade grande, até porque o clima frio não combinava muito com o uso de pouca roupa, como é de praxe nesta época; apenas a noite ficava mais movimentada do que o normal, segundo Leila.

Passeando com ela pela noite local, Bianca foi apresentada a seus amigos, onde não pode reparar que chamou a atenção, principalmente dos meninos, pelo tipo pouco comum na região: morena queimada de praia, cabelos negros, lisos, até a cintura e formas bem definidas pela ginástica. A colonização alemã na cidade era evidente, o que a diferenciava bastante dos demais. Mesmo assim, sua prima atraía os olhares masculinos, em meio a tantas mulheres semelhantes: 1,78m de um corpo de 67 kg muito bem distribuídos, por sinal, e fechando o conjunto com chave de ouro, uma pele branquinha, cabelos lisos e loiros quase tão longos quanto os seus e um fascinante par de olhos bem abertos e azuis. Naquela primeira noite sem a vigilância dos parentes, foram dançar em um grupo de sete pessoas, e se divertiram para valer. Chegaram em casa por volta das quatro da manhã, sem maiores broncas pois, afinal de contas, estava de férias.

Dois dias seguidos e duas noites de chuva as prenderam em casa, com exceção de seus pais e a titia, que nem no mal tempo cansavam de visitar parentes. Em casa, ficaram apenas as duas e se isolaram no quarto da Leila e assim, sozinhas, começaram a descobrir gostos comuns, como ver álbuns de retratos antigos, ouvir uma boa música, tomar um bom vinho, sempre a calhar naquele friozinho, e outras cositas mas...

Na primeira das duas noites que passaram sem sair, Bianca contou para a prima que ela e seu gato deram um tempo, mas que dificilmente rolaria uma volta. Leila, por sua vez disse que chegou a ficar noiva por dois anos de um playboy, filho do figurão político da cidade, mas se achando muito nova para assumir um compromisso tão sério que, de uma hora para a outra, não ficou mais a fim dele e deu o caso por encerrado. Segundo ela, o coitado rasteja até hoje os pés dela, implorando uma volta, e ela nem aí. Para um homem, perder um mulherão daquele não deve ser fácil, realmente. Explicou que sentia falta de alguma coisa no relacionamento que ela não sabia explicar, mas que estava disposta a descobrir a qualquer custo. E assim, Bianca, resolveu ajudar e pôs para fora seu lado de psicóloga. Conversaram muito, horas a fio, a ponto do pessoal chegar, ir dormir, e elas quase viraram a noite ali, no tititi. Bianca, mais experiente, mulher da cidade grande, logo percebeu que a prima falava das transas que tinha com o carinha com um certo desdém, como se não fosse nada. E foi assim, que trocaram experiências sexuais e Bianca confessa que se identificou muito com o problema da prima, embora também não soubesse qual era. O sono começou a chegar e Bianca decidiu que iria dormir ali com a prima, pois sua cama de casal era maior que a do seus pais, e queria conversar até cair no sono. Foi ao seu quarto pegar o pijama e roupa de cama e, quando retornou, viu Leila nua, trocando de roupa para dormir, de costas para ela. Vendo-a pelo reflexo de um enorme espelho que tinha pendurado na parede acima da cama, Bianca não pode deixar de reparar e sentir uma ligeira inveja da perfeição daquele corpo cheio de curvas, assim como ela também reparou que a prima mantinha os olhos fixos nela. Dada tal liberdade para com ela Bianca fez o mesmo para se trocar e desta vez foi Leila quem foi pega por Bianca admirando suas marquinhas de biquíni, inimagináveis em qualquer outra menina daquela cidade. Ficaram meio sem graça uma com a outra pela troca de olhares e foram dormir, em silêncio, como que pensando a mesma coisa...


No segundo e último dia chuvoso, a parentada toda resolveu se reunir para um almoço na casa da avó Lurdes, a matriarca da família, a cerca de uma hora de onde estavam em direção ao interior. Bianca, menina da cidade grande, ficou imaginando como seria o “interior do interior” e quase morreu de vontade de sair correndo dali para não ter que ir! Foram cedo, e ela e a Leila voltaram às cinco da tarde, antes do resto do pessoal. A chuva apertou e a estrada foi bloqueada, o que forçou seus pais e tia a se hospedarem por lá mesmo até o dia seguinte, quando as coisas estivessem normalizadas. Foi a senha para vibrarem com a noite livre para fazerem o que quisessem com aquela casa enorme.

Começaram pela adega, regada com as melhores safras da região, queijos e salames. Ligaram o rádio para dar um pouco de vida ao ambiente e acenderam à lareira para se esquentarem um pouco e apreciarem o fogo, naquele felpudo tapete e sofás fofíssimos de se deitar. Bianca tem uma certa resistência à bebida, mas pode reparar que Leila não possuía essa característica. Já na segunda taça, começou a falar das suas transas com o ex-noivo com detalhes picantes: na piscina, no quarto dos pais, no pomar e até mesmo no jatinho particular da família dele! Como jogo de igual para igual, Bianca fez o mesmo e simulou até os movimentos que fazia, e pode ver que a prima catarinense ficava muda e estática ao vê-la se remexendo e rebolando em cima de um carinha imaginário ali, no chão da sala.

Fez aquilo, rindo alto e a Leila olhando, fixa, com apenas a música do rádio no fundo e o estalar dos troncos na lareira. Mil coisas me passaram pela cabeça... Quebrando o silêncio constrangedor, Leila quis mostrar para a prima as camisolas que chegou a usar com o cara no seu quarto; subiram as escadas e ligaram o aquecedor do quarto no máximo, por causa do frio intenso. Antes disso, Leila foi à adega buscar mais uma garrafa de vinho Cabernet Sauvignon.

Como Leila demorou um pouco, Bianca se deitou na cama, aguardando-a. Quando ela entrou e a viu deitada, começou a rir e disse:

- “Já tá "betrunken" (bêbada), é?”

Embora estivesse meio altinha, Bianca negou com a cabeça, rindo alto também, e ficaram rindo delas mesmas um bom tempinho. Àquela altura, já viraram a garrafa no gargalo e começaram a experimentar várias camisola que Leila tinha, só de onda.

Defronte ao espelho, faziam caras e poses cheias de sensualidade, como se estivessem sendo fotografadas para uma revista masculina. Ao falar isso, Leila fez uma expressão de quem teve uma grande ideia. Tirou a pouca roupa que cobria seu corpo e começou a fazer poses sensuais, dizendo que ela, Bianca seria o fotógrafo de um fictício ensaio erótico. O efeito do álcool manifestava-se constantemente nas duas: ela, fazendo caretas e poses, rindo sem parar, e Bianca, rindo à toa, dela naquelas posições, sugerindo alguns ângulos e ela achava o máximo, obedecendo à risca as instruções. Sem querer, começaram a achar a resposta para os seus problemas.

A ação do aquecedor começava a manifestar-se, e embora estivessem sentindo até um ligeiro suadouro, mas não o desligaram. Leila começava a embarcar no pensamento de Bianca e aos poucos ia se soltando cada vez mais. Ela mandou-a se deitar na posição papai-e-mamãe, abrindo bem os beicinhos da sua xaninha, para que pudesse ser “fotografada” melhor e Bianca sentiu que ela começava a tocar-se levemente, de maneira quase imperceptível.

Depois mandou-a ficar de pé, empinando bem o traseiro e os seios, simulando estar olhando seu amante, e ela fez uma das expressões mais sensuais que Bianca já viu: aqueles cabelões dourados por sobre seus seios, a bundinha para trás, bem empinadinha, e o dedo na boquinha acenderam nela algo inexplicável. Foi se aproximando com a sua “câmera” e mandou-a sentar-se na cama. Leila obedecia cegamente, séria, sem rir agora, ainda cambaleante do efeito do vinho, com aquela carinha de faminta.

Bianca sentou-se ao seu lado e aproximou-se da sua boca, simulando um flash com as mãos. Se olharam fixamente por alguns segundos e perguntou sutilmente:

- “Você quer?” - ela respondeu, fazendo sinal de afirmativo com a cabeça que sim.

Assim se beijaram, a princípio, tímidas, com medo, intensificando os toques aos poucos, até estarem com as línguas envoltas uma na outra. Leila se deitou, sem parar de beijar a prima, que foi por cima dela, se abraçaram fortemente, ela já nua e Bianca com um de seus baby-dolls minúsculos, verde-água, doida para arrancá-lo e poder sentir seu corpo branquinho se esfregando no seu.

Ao término desse longo beijo, ficaram se olhando, deitadas e impávidas, um pouco assustadas ainda, mas com uma sensação cúmplice de extremo alívio. Pareceu-lhes que o efeito do álcool evaporou por completo, como num passe de mágica. Desejando a mesma coisa, passaram a se trocar pelo corpo uma da outra, em regiões como as pernas e os braços, como se estivessem estudando um amplo terreno a ser explorado. Mas corpos como os delas precisavam de muito, muito tempo para serem explorados por completo...

Cientes do que queriam, passaram à ativa. Coube a Bianca as primeiras investidas, passando a beijar os seios da prima até chegar aos mamilos, enormes e caroçudos, de cor um pouco mais escura do que o restante de sua pele. Estavam enrijecidos por completo com os seus toques e beijos. Ela sentia sua respiração sôfrega e, ao apertar sua boca contra seus seios, passou a mordiscá-los levemente, fazendo-a se remexer toda. Ela pôs a mão direita em sua xana e passou a alisá-la com movimentos circulares e aumentando a velocidade progressivamente. Ela sentia muito prazer em proporcionar tesão àquela criatura linda! Sentiu seus dedos melados e o cheiro de sexo no ar estava demais. Ela puxou-a com força pelos braços e a pôs sentada de frente para ela, no seu colo, como se estivesse cavalgando alguém.

Esfregando a xana na dela, puderam se beijar várias vezes e como beijava bem a danadinha da prima! Sentada no seu colo, Bianca puxava seus cabelos para trás e dava de cara com aqueles seios maravilhosos, caindo de boca neles novamente. Leila miava como uma gata no cio e pedia mais, coisas do tipo “morde, vai, morde mais”. No meio do beijo, ela confirmou sua posição sexual favorita, ao pedir “me pega de quatro, agora”. Nas conversas anteriores ela havia confessado adorar tal posição, embora só curtisse sexo vaginal comum, sem anal.

Bianca levantou-se e ficou de pé assistindo aquele monumento loiro ficar com a bundinha empinada para ela. Era uma experiência inédita para ambas e Bianca nunca imaginou sentir tamanho tesão por uma mulher de quatro para ela. Naquela posição ela foi por trás, pegou-a pela cintura e introduziu dois dedos em sua xota, que extremamente lubrificada, não ofereceu qualquer obstáculo para que ela os pusesse até seu útero. Foi divino senti-la em suas mãos, toda sua, sob seu domínio, naquela posição, como faz com o namorado quando vai por cima dele. Leila começou a urrar de prazer e pedia para enfiar mais, até o fim, e bater com mais força.

Sentindo que ela ia gozar, Bianca começou a realizar movimentos circulares com os dedos dentro dela, enquanto esfregava seus lábios com a outra mão. Leila gozou como jamais havia gozado ou sequer sonhou em ver alguém gozar. Sua boca tremia, e seus seios balançavam sofregamente, bem como o resto do seu corpo e seus olhos semiabertos passavam uma sensação de como se ela estivesse dopada, como Bianca pode conferir pelo reflexo do espelho defronte delas. Ela desabou na cama, desfalecida de tesão e deitou-se a seu lado.

Elas se olharam e começaram a rir intensamente, às gargalhadas, vibrando juntas com o novo horizonte recém-descoberto. De ladinho, uma para a outra, trocaram alguns beijos no rosto e Bianca saiu daquele transe ao dar de cara com o relógio digital no criado-mudo e verificar que já eram pouco mais de oito da noite. Passamos mais de duas horas naquele amasso gostoso, e sentindo que ainda havia fôlego para mais. Leila, baixinho, perguntou se ela havia feito tudo que gostaria de ter feito com ela, e ouviu da prima que achava que sim. Daí ela passou à frente e disse:


- “quero te provar agora”.


Bianca ficou trêmula! Gosta de sexo oral, mas nunca imaginou fazer com outra gata! Mas era chegada a hora. Leila, ressuscitando do gozo recente, ajoelhou-se à sua frente, entre suas pernas. Bianca pode imaginar o que seu namorado sentia quando ela partia para cima dele, pois a posição que ela ficava com ele quando partia para cavalgá-lo era a mesma em que ela estava qgora. Realmente, a vista é excepcional: as coxas dela ficavam mais grossas, quando dobrada, dando a sensação de que se ela sentasse nela, poderia engoli-la inteira com sua bucetinha. Os bicos dos seios vazavam a parede dourada que seus cabelos produziam sobre eles, numa visão esplendorosa. Ela abriu as pernas de Bianca e introduziu os dedos na xana, cujos abundantes pêlos negros contrastavam com os parcos pelinhos loiros dela. Era uma sensação inebriante; Bianca fechou os olhos e constatou a realização de uma fantasia há muito guardada e reprimida, num turbilhão de pensamentos avassalador. Leila mostrou aprender rápido, pois repetia os mesmos movimentos que a prima fez com ela.

Bianca não é de gozar rápido, mas numa experiência nova, tudo é possível. Viu isso da única maneira possível: testando seus limites. Jogando sua cabeleira para trás Leila se abaixou e começou a beijar o grelinho da prima. Êxtase! Bianca começou a se contorcer e quando viu tinha perdido rapidamente o controle do seu corpo, que tremia todo. Leila percebendo isso, e gostando muito, segurou a bunda de Bianca com as duas mãos para obter mais firmeza e enterrou a língua no seu buraquinho peludo.

Os gritinhos finos de Bianca só a excitavam mais ainda, e fez com que Leila diminuísse o intervalo entre uma lambida e outra, aumentando o ritmo. Sua língua parecia uma lixa torturando a prima. Bianca com as pernas abertas, apoiou seu tronco sobre os cotovelos e viu no reflexo do espelho uma visão que jamais esquecerá: Leila de quatro chupando-a, com a bundinha enorme empinadinha e, logo acima, seu corpo, da barriga para cima, com os cabelos sobre os ombros e, seus seios estavam inchados! Pareciam inflar com as estocadas que a boquinha deliciosa da prima dava nela.

Leila saboreava a buceta da prima como um faminto a um prato de comida, com força e vontade. Suas mãos completavam o serviço, deslizando por sobre a barriga, pernas e seios, apertando-os nos bicos, deixando-a maluca! Tanto tesão ao seu redor não podia dar em outra coisa: Bianca gozou, gozou muito na cara da sua priminha, que pôde sentir todo seu suquinho escorrendo por seus lábios. Enquanto ela mesmo gozava, ia xingando-a baixinho, o que só a excitava ainda mais.

Após um relativo e longo descanso, preenchido com o mais franco diálogo que Bianca já teve sobre seus grilos em transar com mulher, elas se amaram ainda várias outras vezes, naquela noite em diversas posições, de modo que uma pudesse explorar ao máximo o prazer da outra. Só acordaram no outro dia com os empregados batendo na porta para avisar que o café estava servido.

As noites em que saíram juntas foram bem diferentes dali em diante. Elas se olhavam com uma cumplicidade explícita, notada facilmente quando dominavam as pistas de dança da região; as outras meninas as olhavam com um quê de admiração e inveja, e suspeitavam daquilo que nunca teriam coragem de dizer, mas que mal sabiam elas que já havia sido consumado. Os homens? Rá! Babavam com o charme das duas primas e agora amantes, lhes propiciando várias rodadas de bebida de cortesia, e houve até quem quisesse tirar fotos com elas.

De todos os demais dias que Bianca passou na casa de Leila, só puderam repetir a dose e se curtirem novamente mais um dia, o penúltimo, e mesmo assim, bem mais comedidas, pois qualquer barulho em excesso atrairia desconfianças da parte do pessoal da casa, que resolveu aquietar-se em casa após inúmeras visitas. Nada como aquele dia em que, sozinhas e com mais liberdade, as duas puseram para fora um desejo latente, que vinha de certa forma prejudicando suas vidas afetivas.

Na despedida, a titia pela enésima vez ressaltou a importância de continuarem mantendo unidos os tais laços familiares que ela tanto venerava. Mal sabia ela que se dependesse das duas primas, esses laços jamais seriam desfeitos novamente, e que ela havia ganho aliadas de peso para a realização, o mais breve possível, da próxima reunião familiar, agora no Rio de Janeiro.

*******************
Gostou? Se excitou? Dá uma nota então, ela será um incentivo para continuar escrevendo. Se desejar podemos conversar. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp:11- 944517878, agora com vídeo chamada.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.