"Os mais excitantes contos eróticos"


A minha massoterapeuta


autor: publicitario45
publicado em: 12/08/15
categoria: hetero
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Conheci Andressa na sala de espera de uma clínica ortopédica. Eu com problema de cartilagem no joelho e ela fazendo um tratamento também no joelho fruto de um tombo de bicicleta. Imediatamente houve uma empatia entre nós. Menina bacana, simpática, educada e muito extrovertida. É o tipo de pessoa que você gosta de primeira.

Andressa me contou que era massoterapeuta mas estava afastada das atividades há dois anos, pois seu pai tinha sofrido um AVC e como ela era filha única, coube a ela cuidar do pai no processo de recuperação, que foi doloroso, traumático e que nem o noivo suportou a pressão e terminou um relacionamento de anos.

Entrei primeiro na sala, fiz a minha revisão e não demorei mais que cinco minutos para sair. Passei por Andressa, dei-lhe dois beijos na face e sai em direção ao estacionamento. Quando cheguei na minha vaga, vi que tinha um carro estacionado meio torto e trancava meu carro. Eu tinha acabado de comprar uma SUV e o carro não é pequeno.

Voltei na recepção e perguntei para a secretária quem era a dona do carro. Como ninguém sabia, retornei ao estacionamento e fiquei lá plantado como uma árvore esperando o meio roda aparecer.

A demora começou a azedar meu humor que naquele dia estava dos melhores, afinal, quem fica de mal humor na sexta-feira? Sentei numa lanchonete, pedi um café e comecei a folhear o jornal até que Andressa chega e pede um suco de laranja.

Ela: olá, já é o segundo café que você toma aqui na clínica, isso vai te fazer mal.
Eu: que nada, meu estomago é de titânio, ele aguenta.
Ela: o que você está fazendo aqui, me esperando? Ficou com saudades?
Eu: quase. É que o meia roda estacionou de uma forma que meu carro não sai daquela vaga e como ninguém sabe quem é o dono só me resta esperar e rezar para ele sair logo.

Ela olhou na direção do meu carro e deu uma gargalhada. O carro em questão era dela. Me pediu desculpas, explicou que estacionar não é o forte dela e que ia tirar o carro. Ri da situação junto dela mas disse que poderíamos terminar o café. Na saída, peguei um cartão, disse que havia me simpatizado com ela e que se ela quisesse fazer aula de baliza eu não cobraria nada. Nos despedimos e fomos embora.

Alguns dias depois recebi uma mensagem no Whatsapp me desejando bom dia e uma ótima sexta. Como não tinha este número anotado no celular respondi perguntando quem era. A resposta foi: Andressa, a meia roda...rs.

Respondi na hora e adicionei o número no celular. Imediatamente apareceu a foto dela, de óculos escuros e com um copo de drink na não. Elogiei a foto e ela respondeu que tinha sido a última viagem dela com o ex-noivo para Bahia. Depois ela não se divertiu mais em função do problema de saúde do pai.

Passamos a semana toda trocando mensagens inclusive de madrugada. Tínhamos gostos parecidos quando o assunto era música, comida, filmes e diversão. Ela perguntou se eu tinha namorada ou era casado e expliquei que era separado, mas omiti as minhas aventuras sexuais principalmente aquela história de fotografar casais transando em festinhas liberais.

Na segunda semana, resolvi ligar pra Andressa mas ela atendeu rapidamente dizendo que estava num salão, ia cortar e pintar os cabelos, depilar, fazer as unhas, ou seja, ia cuidar um pouco dela. Quando a conheci, Andressa era loira, olhos verdes, 1,70 de altura, corpo normal mas um pouco desleixada. Após desligar o telefone, ela me mandou uma mensagem dizendo que me mandaria uma foto com o resultado. Imediatamente eu disse que não queria uma foto e sim, encontra-la para ver pessoalmente o resultado da mudança.

Ela topou e eu resolvi abusar um pouco e fiz mais uma proposta. Disse que se eu gostasse do resultado, teria direito a ganhar um beijo e ela respondeu rindo que esta proposta só me beneficiava, mas aceitava o desafio.

No final do dia Andressa me manda outra mensagem dizendo que já estava em casa, ia tomar um banho e depois da academia ia dormir mais cedo. Perguntei sobre nosso encontro e ela disse que a tarde do dia seguinte seria tranquila pra ela. Marcamos então um encontro no estacionamento da Pedra da Cebola.

Naquele dia acordei animado. Tomei um banho logo cedo, coloquei terno e gravata, afinal de contas antes do encontro teria que atender uns clientes, ajeitei o cabelo, me perfumei e fui trabalhar. Após o almoço, atravessei a ponte em direção ao Parque da Cebola chegando rapidamente. O parque estava vazio e resolvi estacionar debaixo de uma arvore para esconder do sol forte. Deixei o ar ligado e fiquei esperando a chegada da Andressa. Em menos de 3 minutos, o carro preto que havia me prendido no estacionamento da clínica entrou. Pisquei os faróis e Andressa veio em direção ao meu carro.

Simplesmente não acreditei na cena que estava à minha frente. Andressa estava linda dentro de um vestido verde, sandálias pretas com um salto não muito alto e tinha os cabelos pintados de castanho com uma mexas finas avermelhadas. Sua pele branca contrastava com o tom de verde da sua roupa. Ela entrou sorridente no meu carro, meu deu um beijo no rosto e elogiou o perfume. Claro que eu cobri aquela menina de elogios, ela estava linda, seus olhos acenderam com a nova cor do cabelo, suas pernas de fora estavam lindas e depiladas e o perfume era excelente. Por alguns minutos ficamos em silêncio, olhando um pro outro meio sem saber o que dizer até que ela cortou um silêncio elogiando o interior do meu carro.

Saímos dali e fomos para um café que tem perto, ficamos quase a tarde toda conversando até que ele disse que teria que ir embora, pois ainda tinha que buscar o pai dela numa clinica de fisioterapia. Concordei, paguei a conta e voltamos ao estacionamento onde tínhamos deixado o carro dela.

Na hora de sair eu lembrei da aposta:

Eu: ei, psiu, não esta esquecendo nada não?
Ela: o que?
Eu: o nosso acordo.
Ela: ahhhh, você nem gostou tanto assim. Só agora falou sobre a aposta.
Eu: isso é estratégia. Eu me vendo caro no primeiro encontro.
Ela sorriu, entrou no carro, fixou seus olhos em mim e eu a beijei. Ela correspondeu com a sua língua buscando a minha freneticamente, nos acariciamos dentro do carro. Minhas mãos passeavam pelas suas costas e pernas. Quando ela percebeu que eu ia tentar algo mais, me segurou e disse que ela não tinha feito a depilação, portanto, eu só conseguiria tocar ali em outro momento. Terminamos nosso encontro com mais uns beijos dentro do carro e cada um seguiu para a sua casa, pois já era noite.

Uma vez me disseram que o primeiro encontro se torna inesquecível quando você sai dele já querendo o segundo. Dito e feito. Parece que tanto eu quanto Andressa ficamos com esta sensação e a noite voltamos a nos falar através de mensagens. Na conversa falamos o que sentimos naquela tarde e eu perguntei se ela ia se depilar mesmo. Ela disse que sim que gostava dela completamente lisa, pois além de mais bonita ela acha mais confortável.

Daí eu falei qual seria a aposta especiais. Você escolhe. e ela mostrou-se ser tão ousada quanto eu.

Ela: a aposta é assim. Eu tiro a minha roupa inteira pra você avaliar o resultado. Não pode pôr a mão, apenas olhar. Se gostar, pode dar um beijo nela, mas apenas um beijo, combinado?
Eu: claro, adorei a ideia. Mas e seu eu não resistir e quiser ir além do beijo?
Ela: ai você perde uma massagem surpresa que eu vou fazer em você com óleos especiais. Você escolhe.

Concordei com o desafio dela e nossas conversas foram ficando cada vez mais quentes, até que eu resolvi contar pra ela minhas aventuras de homem separado, incluindo as sessões de fotos com os casais que eu já relatei aqui. Inicialmente achei que Andressa ia encerrar nossas conversas ali mesmo, pois ela se assustou com as revelações, mas aos poucos foi me perguntando detalhes e aceitou numa boa.

No sábado, marcamos pela manhã de nos encontrarmos no mesmo estacionamento. Chegando lá, Andressa saiu do seu carro e veio em direção ao meu. Desta vez, ela estava se vestindo de forma mais ousada, salto bem mais alto, minissaia de couro, uma blusa branca e uma jaqueta de couro. Estava de óculos escuros e um batom que realçava os seus lábios. Já entrou no carro me beijando com vontade e disse que estava com saudades e aquela conversa toda tinha deixado ela excitada a semana toda.

Seguimos para um motel no município de Serra e em 20 minutos já estávamos numa das suítes que eles chamam de Mansão, pois além de ser muito grande, ela tem duas camas de casal. Resumindo, é uma suíte para festinhas de casais.

Ao entrarmos ela ficou espantada com o tamanho da suíte, a cadeira erótica e principalmente as duas camas enormes.

Ela: você pediu duas camas porque vai ter mais alguém?
Eu: não divido você com ninguém, pelo menos por hoje.
Ela: se esqueceu da nossa aposta? Tem que avaliar antes e se resolver beijar ou algo mais perde a massagem.

Andressa ia falando essas coisas com uma fala mansa, uma voz meio rouca, cara de quem queria aprontar. Tirou a jaqueta, a blusa deixando a mostrar um par de seios médios, brancos, bicos rosados e durinhos. Mexendo as pernas tirou a mini saia e ficou apenas com uma calcinha minúscula, preta e com um fio dental atrás. Pedi a ela que não tirasse o salto, que aliás, somando-se a sua altura, ela ficava 3 centímetros mais alta que eu.

Ela veio em minha direção e começou a beijar meus lábios enquanto suas mãos iam desabotoando a minha camisa. Beijou meus peitos, mordeu meus mamilos e desceu usando a ponta da língua até a minha cintura. Soltou meu cinto e em seguida tirou minha calça com facilidade. Andressa não falava nada, não fazia alardes, apenas agia com uma cara de safada. Sentei-me numa cadeira enquanto ela massageava meu pau por cima do tecido da cueca box, voltou a beijar o meu pescoço, minha orelha e sussurrava obscenidades que me tesavam cada vez mais.

Na beira de uma das camas, ela acabou de se despir retirando a sua calcinha, deitou na beirada, abriu as pernas e me mandou ajoelhar de frente para ela. De onde eu estava dava para ver que ela estava totalmente lisa após se depilar. Cheguei perto e ela me disse que eu poderia apenas olhar, podia ser de perto mas sem toca-la. Aquela proibição estava me provocando e meu pau já latejava de tanto tesão.

Me ajoelhei a menos de 4 centímetros de distância e pude ver que além de lisinha, Andressa tinha uma buceta grande, carnuda, com os lábios rosados. Uma bela visão. O perfume que exalava do seu sexo ia se misturando com a reação do seu corpo e quando ela me perguntou o que eu tinha achado, resolvi esquecer a tal massagem e cai de boca. Dei um beijo bem no seu clitóris lhe arrancando um suspiro seguido de um leve gemido. Sua coluna envergou para tras e ela abriu ainda mais as pernas levando as suas mãos aos seios. Beijei mais uma vez e deixei a ponta da língua percorrer levemente na sua racha.

Andressa me chamou de safado e puxou a minha cabeça para o meio das suas pernas. Comecei um banho de língua digno dos melhores contos que já li na minha vida. Chupei sua buceta inteira, dei umas mordidinhas de leve e forcei uma penetração com a minha língua, deslizei até o seu cuzinho fazendo com que ela gemesse um pouco mais alto.

Andressa já rebolava na minha boca como se estivesse buscando a minha língua e não demorou a gozar na minha boca. Pediu um minuto para recuperar a energia e eu deitei ao seu lado recostando-me na cabeceira da cama. Aos poucos ela voltou a si, pediu desculpas e disse que gozar após dois anos de seca é uma sensação muito forte. Ela sorriu me pegou meu pau com uma das mãos. Começou a me chupar como se estivesse chupando um sorvete.

Enfiava meu cacete inteiro na boca, lambeu meu saco, deixou meu pau todo melado de saliva, subiu seu corpo em direção aos meus lábios e pediu que eu não me movimentasse.

Começou a esfregar seu corpo no meu como se estivesse me massageando por inteiro. Usou seus seios, barriga, coxas, bundas e quando sua virilha chegou perto do meu pau, ela abriu as pernas, se posicionou e começou a engolir meu pau. Sua buceta era apertada, aliás, uma buceta que estava há dois anos sem ser penetrada. Senti uma pressão fantástica no meu pau com aquele vai vem. Andressa se pôs a cavalgar no meu pau mas com as costas viradas pra mim. Dei-lhe um tapa na bunda mas ela me mandou parar, ficar quieto que a transa era dela. Adorei essa postura de dominadora e ela foi se mexendo cada vez mais rápido até gozar de novo. Deixou seu corpo cair sobre o meu e com os dedos comecei a massagear a sua vulva e mais uma vez o terceiro gozo chegou e meu pau lá dentro, duro e latejante.

Me levantei, coloquei Andressa de quatro na cadeira erótica e resolvi dar meu show. Me ajoelhei por trás dela, dei uma lambida na sua buceta suguei aquela baba branca que escorria de dentro dela. Andressa gemeu mais uma vez desta vez me chamando de cachorro.

Levantei, dei-lhe um tapa forte na bunda e mandei que ela se calasse. Pincelei a pica na entrada e comecei a socar com força em movimentos rápidos e fortes. Andressa não aguentou e gozou mais uma vez rebolando como se fosse uma putinha de luxo. Mas eu ainda queria gozar. Virei seu corpo ainda na cadeira e coloquei suas pernas abertas, apoiadas nos braços da cadeira. Sem muita frescura entrei de uma vez só naquela buceta lisa e soquei com vontade até meu corpo esquentar e eu gozar dentro, sem camisinha, sem pedir licença. Joguei meu corpo em cima do dela, nos beijamos e ficamos ali, sentindo nossos corações desacelerarem.

Ela lembrou que não tínhamos usado camisinha e que ela não estava tomando pílulas. Tranquilizei dizendo que eu tinha feito vasectomia alguns anos atrás.
Passamos aquela tarde no motel trepando e assim seguimos por alguns meses. Andressa nunca me deixou gozar na boca dela nem comer seu cuzinho. Ela dizia que para uma transa ser completa isso não seria necessário. De fato nos dávamos bem na cama e isso nunca atrapalhou.

Deixamos de nos ver quando ela resolveu voltar pro noivo mas ficaram as boas lembranças de uma menina que tem um astral incrível.




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