"Os mais excitantes contos eróticos"

 

51 - Escrava do Porteiro - 1ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 17/02/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor



Isa tem 30 anos, é casada há cinco anos, morena clara, cabelos compridos e lisos, olhos castanhos, 1,67, 54kg, tem uma linda filhinha de 3 anos, ama de paixão seu marido, mas o está traindo, consequência de uma série de fatores que fugiram de seu controle, que se seguem abaixo.

Há uns dois meses atrás, ela ficou sozinha em um fim de semana, pois seu marido tinha ido viajar por conta do seu trabalho. No sábado à tarde ela ligou para Amanda, uma amiga, também casada e papo vem papo vai, Amanda a convidou para irem ao cinema e depois comer uma pizza, só as duas, para colocarem o papo em dia. Amanda passou na casa da Isa, pelas 19:00 hs e foram a um shopping. E em um dado momento, Amanda sugeriu que, ao invés de cinema, seria interessante irem em bar que ela conhecia, pois lá poderiam continuar a conversa e ouvir uma boa música ao vivo, sugestão que Isa aceitou de imediato. Mal sabia onde estava se metendo.

Chegando no tal bar, Isa, reparou que era uma casa de 2 andares, muito discreta pois nem luminoso tinha. Amanda vendo que a amiga estava desconfiada, disse-lhe:

- Ei amiga, tudo bem? Relaxe e curta a noite.

Entraram e sentaram numa mesa em um canto e ainda desconfiada, Isa começou a analisar o ambiente. Era um lugar bonito e chique, um bar boate, onde executivos iam passar happy hour. Havia várias mulheres que pareciam modelos e soube depois que no segundo andar eram quartos onde os casais faziam suas festinhas particulares.

Claro que ela ficou puta da vida com Amanda quando soube onde estava, mas era tarde para reclamar. Amanda sentiu que a amiga ficou chateada, saiu da mesa e foi conversar com dois homens que estavam em outra mesa, parecia que já se conheciam e logo voltou acompanhada pelos dois. Isa pegou a amiga pelo braço e foi no banheiro pedir explicações, no que Amanda falou:

- Fica fria miga, venho muito aqui, e você só faz o que quer, ninguém te obrigara a nada, se gostar de alguém é só subir e transar com ele se não, fique só conversando, ok?

E voltaram para a mesa. Conversaram, beberam acompanhada pelos dois homens e depois de um certo tempo, sem dizer nada para ela, Amanda e um dos homens se levantaram e foram em direção às escadas. Isa, pasma, não acreditando no que estava vendo e ficou sem saber o que fazer, se ia atrás para fazê-la mudar de ideia ou se ficava aonde estava.

Nisso o outro cara se animou e a convidou para subir também. Ela o empurrou, e disse que não iria a lugar algum com ele, que só ficaria ali até a amiga voltar e iria embora. Mas isso foi em vão, pois ele nem ligou para o que ela estava falando e continuou as investidas, beijando-a e tocando-a. Em certo um momento ele colocou a mão por baixo da saia dela e alisou suas pernas e começou a subir em direção a xoxotinha, aí ela ficou brava com ele dizendo mais uma vez que não estava a fim de nada e era para ele ir embora. Então ele disse:

- Tudo bem, você acaricia só um pouquinho o meu membro, que depois disso vou embora, tá bem?

- Você deve estar louco – ela falou.

- Então vou ficar aqui e tentar te convencer a subir - retrucou ele.

- Está bom, se eu fazer, você promete ir embora? – ela suplicou.

Ele disse que sim. Então ela colocou a mão sobre suas calças e começou a acariciar seu membro, lentamente. Era a primeira vez, depois de cinco anos, que acariciava outro homem. E, para sua surpresa, começo a ficar excitada e gostando daquilo. E incentivado pelos seus carinhos, o rapaz começou a beijar seu pescoço e a convidou para subir com ele, e ela disse que sim, que subiria, mas que teria que ir ao banheiro primeiro. Mas, invés de ir ao banheiro, ela se dirigiu a portaria e pediu que chamassem um táxi, pois estava decidida a ir para casa, antes que fizesse algo que se arrependesse depois.

Ao chegar ao seu prédio, abriu o portão da garagem para que o porteiro da noite não a visse chegando num táxi e comentasse algo depois.

Nisso para um carro, e sai dele o rapaz que estava na boate. E ele já saiu do carro xingando-a, falando alto. Isa gelou na hora, seu coração disparou, só faltava essa agora, esse cara fazer escândalo na frente do seu prédio, uma pessoa que mal conhecia, aliás nem sabia seu nome. Tentou usar o bom senso e falou que era casada, que tinha ido naquele bar por engano acompanhando a amiga. Ao ouvir isso, ele nem quis saber, disse que ela era uma vagabunda, que o tinha enrolado, feito ele de bobo e que era para fazer o que tinha prometido naquele bar, de transar com ele. Começaram uma discussão que chamava a atenção das pessoas que passavam.

Ele disse:

- Vamos a um motel e depois vou embora e nunca mais te incomodarei.

Ela o chamou de louco, que não iria a motel nenhum. Então ele começou a andar na direção da portaria, e ela correu, segurou-o pelo braço e perguntou o que ele iria fazer. Ele disse que iria perguntar ao porteiro qual era seu apartamento, se realmente era casada, e iria falar ao seu marido onde eles tinham se conhecido.

- Puxa, não faz isso comigo, você vai acabar com meu casamento – ela disse preocupadíssima.

- Está bem, vamos fazer o seguinte, vamos até a sua garagem e você faz um boquete para mim, e eu vou embora numa boa.

Isa, sem alternativa e sem muito o que disser, acabou concordando e chegando na garagem, se encostaram num carro, ele foi abrindo o zíper e colocando seu membro para fora, então ela se agachou e começou a chupá-lo, e não precisou fazer muito, pois alguns minutos depois sua boca estava cheia de esperma daquele desconhecido. Em seguida, levantou-se e agarrando-a pediu:

- Vamos dar uma rapidinha - já colocando sua mão em baixo da saia dela e bolinando sua bunda.

Nem precisa disser que ela estava excitada com aquela situação inusitada, mas também estava muito amedrontada com o que pudesse acontecer. Então mudou de tática e ficou mais carinhosa com ele, mas decidida a não transar de forma alguma, pois não estavam com camisinha e que ela o chuparia de novo e depois ele iria ser bonzinho e fosse embora. Ele disse que também queria chupá-la, e ela tirou a calcinha, a essa altura estava molhadinha. Sentou num capô de um carro e ele a chupou duma forma que a tempo ela não tinha sentido tanto tesão e minutos depois, tentou penetrá-la, mas ela foi ligeira e não o deixou, mas começou a masturbá-lo até ele gozar de novo.

Ele se limpou, a beijou no rosto e foi embora satisfeito e ela, aliviada, foi em direção aos elevadores. E voltou a sua vida normal. No dia seguinte, Amanda ligou perguntando o que tinha havido e o porquê de ela ter ido embora.

Isa, respondi-lhe:

- Você ainda me pergunta! Como pode fazer isso comigo, o cara quis me comer na marra, e ele também me falou que você já transou com quase todos os caras que frequentam aquela boate e que você cobra muito bem por isso. Agora entendi de onde vem os recursos para manter o padrão de vida boa que você leva.

E disse ainda que era para ela a esquecer, pois amiga que é amiga não faz isso com a outra, e desligou o fone.

Passados dois dias, ao sair com a filha à noite para lanchar, Isa viu que o porteiro estava estranho com ela e percebeu que queria falar algo, mas não tinha coragem, então ela pensou: “será que ele ouviu ou viu algo?”. Tentou recordar aquela noite e lembrar se ele poderia ter visto algo, mas nada que pudesse se encaixar com ele lhe passou pela cabeça e pensou consigo mesma: “deve ser outra coisa, aquilo passou e vou tentar esquecer também”, mas ela estava enganada, pois no outro dia, ao sair, ele foi conversar com ela e disse que tinha visto tudo o que ela tinha feito naquela noite. Isa gelou de novo, mas se manteve firme, e chamou o de louco e que isso poderia fazê-lo perder o emprego, aí ele pediu que o acompanhasse até a sala na portaria, que iria lhe mostrar algo. Ela foi e ele mostrou um vídeo que mostrava tudo o que tinha ocorrido naquela noite. Disse-lhe, que a tinha visto discutindo com aquele homem e que a viu entrando com ele pela garagem e não tinha ouvido o elevador subir, e pensou que pudesse ser algum assalto, então ele os procurou pelas câmeras de vídeo operadas por controle remoto instaladas na garagem e gravara tudo o que se passara.

Naquela hora seu mundo desabou, Isa saiu correndo chorando da sala, e aguardou o elevador. Não sabia o que fazer, mas se controlou e minutos depois voltou para falar com ele.

- Sr. Pedro, sei que o Sr. é uma pessoa boa e trabalhadora e também sei que precisa de dinheiro, certo? Então, quanto você quer para me dar a fita e esquecer esse assunto.

Ele pensou um pouco, e respondeu:

- Dona Isa, não se trata de dinheiro, não é isso que eu quero, quero que você faça comigo o que fez para aquele moço na noite passada e um pouquinho mais.

- Você deve estar louco em pensar nisso - e saiu correndo para seu apto.

A noite nem dormiu direito e chegou a rejeitar os carinhos do marido, dizendo estar com dores de cabeça. Pensou bastante, durante a noite, sobre tudo o que estava acontecendo e decidiu que não estragaria seu casamento, já que tinha chupado um estranho, faria de novo, para encobrir aquela história e no dia seguinte foi falar com ele.

Ele era um homem negro, de uns 47 anos, casado, forte e musculoso, tipo de pessoa que se vê que trabalhou no pesado a vida inteira e agora trabalhava de porteiro no prédio, as vezes de dia outras vezes de noite. Ao chegar, meio tímida, lhe disse:

- Já vi que não conseguirei fazer você mudar de ideia, então, como você quer?

- Vamos descer à lavanderia e lá a gente conversa - falou ele.

Chegando, ele afirmou:

- Sempre te achei linda e gostosa, te via às vezes sair com calças justas e uma tanguinha bem pequena enterrado na bundinha. Às vezes, ia ao banheiro me masturbar, pensando nessa sua bunda firme e perfeita. Agora você vai realizar meu sonho, hoje não posso ficar muito tempo fora da portaria, você só vai me chupar, mas amanhã, chegarei mais cedo, e sei que sua filha, a tarde fica no jardim de infância e seu marido só chega pelas 20:00 hs., aí irei ao seu apto, pois sei que estará sozinha e faremos completo.

Aí se aproximou e cobriu com suas mãos fortes o rosto dela e a beijou suavemente na boca e disse:

- Como você é linda, parece artista - e começou a empurrar a cabeça dela em direção ao meio de suas pernas.

Ela, meio trêmula, abriu sua braguilha, abaixou suas calças e viu aquele volume todo por baixo da cueca, era tão grande e rígido que a ponta do caralho negro dele estava saindo por cima da cueca, abaixou-a e libertou aquele membro grande e grosso. Isa, ficou boquiaberta, já tinha visto alguns assim na net e que ficava pensando consigo mesma, como aquelas mulheres conseguiam transar com algo assim tão grande e grosso, jamais passou pela sua cabeça que ela iria ver um ao vivo e a cores na sua frente e talvez ser penetrada por ele.

Seu Pedro, muito sacana, pediu:

- Pare de admirar e coloque-o na boca - e ela, mesmo com nojo, acabou fazendo isso.

Claro que só coube um pedaço, mas ele começou a fazer movimento de vai e vem com a cabeça dela tentando colocar daquilo boca adentro, chegando até a garganta dando -lhe ânsia de vomito. Ficaram assim alguns minutos até sentir que ele tinha gozado e ela tentando tirar a boca, mas ele não deixou. Ela se engasgou com a enorme quantidade daquele liquido quente e pegajoso.

Ao ser libertada, vomitou a porra na hora e tentando limpar o que ficava escorrendo pelo canto da boca e ele passando seu pau sobre a sua cabeça, como se tentando limpar-se nela. Eles se recompuseram e subindo as escadarias, ele disse:

- Hoje você foi horrível me chupando desta forma, mas te garanto que você vai acabar gostando e fazendo certo.

E ela inocente, ainda perguntou:

- Como assim?

Ele explicou:

- Você vai pegar meu caralho, vai lamber, chupar avidamente, vai lamber meu saco e vai engolir todo o meu liquido e vai fazer com todo o prazer do mundo, pode escrever isso.

Isa, foi para seu apto direto para o chuveiro, se agachou no box e começou a chorar. Depois seu marido chegou e viu que ela estava estranha, mas disse-lhe que não estava se sentindo bem, e ele falou:

- Poxa que pena, estava a fim de fazer sexo gostosinho com você, pois desde que cheguei de viagem não tivemos oportunidade.


Bem, essa foi a primeira parte do que aconteceu com a Isa, caso você ficou excitada com essa história me dê uma nota, entre em contato e me anime a continuar a relatar como ela se tornou uma escrava sexual do seu Pedro. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878, agora com vídeo chamada.




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