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52 - Escrava do Porteiro - 2ª Parte


autor: bernardo
publicado em: 19/02/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


No dia seguinte, mil duvidas apareceram na mente de Isa, tais como: “será o Pedro vai ter coragem de continuar essa loucura. E como seria? E se tiver, como ela reagiria a isso? Se realmente transaríam, como ela irá suportar aquele pênis enorme, que é quase o dobro do seu marido? E se ele for frio e bruto como ontem? E se ele quiser sexo anal, coisa que nos últimos cinco anos, ela fez umas três vezes no máximo? E depois, como conseguirá encarar o Rafael, seu marido? Como conviveria com isso?” Eram perguntas difíceis de responder no momento e que a atordoaram no decorrer do dia.


Por volta das 16.00 hs, a campainha tocou, ela sabia que era ele, pois ninguém comunicou nada pelo interfone, e trêmula, foi atender. Ao abrir, lá estava ele, seu carrasco negro, forte, com um sorriso sacana nos lábios. Foi logo entrando e fechando a porta atrás de si.

- Como está, minha princesa? Está mais calma e preparada para nossa brincadeira? Você vai gostar, pode ter certeza disso.

Foi até ela e tentou beijá-la na boca, mas ela virou o rosto instintivamente, mas ele não se ofendeu e beijou a face. Abraçou-a e com suas mãos fortes e foi subindo seu vestido e bolinando a bunda, e disse:

- Que coisinha gostosa, firme, durinha, como seu marido é felizardo em poder ter isso só para ele quando quiser, mas eu vou ter agora e tirarei minha casquinha.

Aí ele a levou até a sala de jantar e com uma das mãos foi empurrando a toalha para o lado e ajeitou-a em cima da mesa, abriu suas pernas e foi tirando a calcinha e ao tirá-la, cheirou-a e colocou a no bolso. E afirmou:

- Até o cheiro do teu sexo é gostoso, minha putinha.

E com a cabeça entre as pernas dela começou a chupá-la, enfiando a língua o quanto podia, começando um vai e vem entre seu ânus e a vagina, chupando, lambendo, e ela se segurando toda, sentindo aquelas sensações gostosas, que você mulher que está lendo esse conto, já sentiu. Ele ficou assim por uns minutos e parou. Ela continuou deitada esperando sua língua voltar e sentir aquele prazer indescritível, mas como ele demorou, ela levantou-se para ver o que ocorria e o viu desajeitadamente colocando uma camisinha no seu membro, então disse-lhe:

- Pedro, por favor, vamos parar com isso, até agora não fizemos nada demais - mas foi em vão.

Ela tentou sair da mesa, mas ele bravo, resmungou:

- Fica quieta sua puta, acha o que vou parar agora, quero comer você todinha, quero ver você gemer de prazer rebolando com meu pau todo dentro de você. Vamos abra a perna e apoie seus pés na borda da mesa, vou ser bonzinho contigo e não te arrombar toda, vou colocar de pouco em pouco, até sua xaninha se dilatar e se acostumar com a grossura.

E assim foi, ela sentiu quando o pau entrou, fechou os olhos, apertou a boca e ficou esperando aquilo tudo entrar dentro dela, e ao ver seu saco encostado na virilha, ele começou o vai e vem. Ela se segurou na borda da mesa, gemendo baixinho com a dor e o prazer, sentindo seus movimentos cada vez mais rápidos e ele bombando cada vez mais forte.

Seus instintos estavam em conflitos com a consciência, um queria chorar e o outro gemer de prazer, mas sendo uma luta desigual, ela começou a corresponder aos movimentos do macho que estava entre suas pernas, urrando de prazer. Levantou um pouco e o abraçou enquanto ele mordia seus lábios e se movimentava cada vez mais rápido até faze-la atingir uma série de orgasmos múltiplos nunca antes sentido. Ela ficou perplexa consigo mesma, sendo fodida por alguém que mal conhecia gozando como nunca. Ele sentiu que ela tinha tido um orgasmo, e sorriu sacana, mas continuou bombando. Alguns minutos depois, parou e sem tirar seu pênis de dentro dela, a levantou, segurando-a pelas nádegas e tirando-a da mesa, perguntou aonde ficava seu quarto e se dirigiu para lá. Pelo caminho, ela abraçada a ele no pescoço, sentiu quando ele enfiou o dedo indicador em seu ânus até aonde conseguiu. E foi assim até o quarto. Chegando lá ele a colocou na cama e continuou as investidas. Isa ficou mais confortável para receber as estocadas. Em um momento ele tirou o pau todo e a forçou a se virar, ficando de quatro para ele, empurrou a cabeça dela para baixo, deixando-a com a bunda bem empinadinha para ele. Chupou-lhe outra vez, principalmente no ânus, depois enfiou de novo seu pau, mas foi só para lubrificar. E assim, ela sentiu seu ânus sendo pressionado por ele. E o escutou falar:

- Agora vou comer esse rabinho tão sonhado.

Ela tentou esboçar uma reação, e ele gritou:

- Fica quieta, senão, não terei dó de você. Já vi que você está gostando e gostara mais ainda sua putinha safada – e deu-lhe dois tapas nas nadegas as quais ficaram vermelhas - e foi enfiando aquilo, devagar mas firme, ânus adentro.

Isa, começou a urrar, a gritar, um grito sufocado em um misto de dor e prazer. Ao completar seu intento, apoiou suas mãos na cintura dela e começou as estocadas ficando assim por uns 20 minutos. Até finalmente gozar alucinadamente, fazendo-a simplesmente desfalecer e a medida que ia deixando o corpo cair na cama, ela sentia aquele pau ainda pulsando, saindo de dentro do seu corpo. Segundos se passaram, e ele mandou:

- Vire-se, tenho algo para te mostrar.

Ao fazer isso, ela olhou seu membro e o viu todo lambuzado de esperma, a camisinha não aguentou, tinha se rompido dentro dela.

- Meu deus, e agora.

Isa olhou para ele desconsolada e ele afirmou:

- De mim você não precisa ter medo, a anos que transo só com minha esposa e sei que ela não me traiu. Agora, de você, não sei, pois pelo que já vi você é de fazer bastante festinhas fora do matrimonio.

Brava, Isa não gostando do comentário retrucou:

- O que você está pensando, acha que sou promíscua, acha que fico dando para tudo quanto é homem, pois fique sabendo que você foi meu segundo homem desde que casei a cinco anos atrás, e que o que fiz naquela noite, era para me livrar de outro canalha igual a você.

- E o seu marido, você confia nele - ele perguntou.

- Acho que sim, pois mesmo tendo que viajar muito, acho realmente que ele seja fiel- respondeu.

- Então não precisamos nos preocupar e agora temos segredos íntimos - disse ele.

Depois disso, ele foi bolinando os seios dela colocando-os na boca, as vezes fazendo sucção e outras dando mordidelas de leve no bico. Seu pau imediatamente começou a crescer e ele pegou a mão dela e colocou em cima dele, e ela ficou acariciando e sentindo toda a sua grossura. Então ele pediu:

- Vai chupe, mas chupe gostoso, como sei que você sabe fazer.

Ela agarrou aquela torra e colocou o que pode na boca. Foi chupando e passando a língua na cabeça, abocanhava até onde podia, quase sufocando, para depois tirar e lamber seu talo até o saco e tentava colocar uma bola na boca. E ficaram assim, uns bons minutos, aí ele se deitou de costas na cama e pediu para ela sentar em cima dele. Tremula, não se sabe de tesão ou de medo diante daquela torra imensa e grosa ela se posicionou, pegou o pau e o colocou na entrada da xaninha, e começou lentamente a descida, milímetro por milímetro até sentir o saco encostado nas nádegas, aí sentiu um pequeno desconforto mas começou a subir e descer freneticamente e uns 20 minutos depois estava os dois gozando juntos como loucos. Ficaram assim uns minutos com ela deitada sobre o corpo dele como dois amantes, depois, ela saiu e se deitou na cama, ele, por sua vez, se levantou, colocou suas roupas deu-lhe um beijo e disse:

- Te procuro essa semana, tchau.

Assim foi a primeira transa com o Pedro, Isa não pode dizer, que não gostou, pois gozou como uma cadelinha no cio.

Os dias seguiram sem que ela o visse. Uns três dias depois, numa noite, ele ligou pelo interfone e disse que estava esperando-a na lavanderia, ela que já estava esperando um contato disse ao marido que iria conversar com uma vizinha e foi ao seu encontro. Pedro a levou a um lugar no prédio que ela não conhecia, era uma sala pequena, aonde tinha as bombas das piscinas, estendeu um cobertor no chão, e transaram de novo. E assim foi, ela transando ou só chupando-o duas a três vezes por semana.

Numa tarde, aconteceu algo, que a deixou um pouco chateada, ela se esbarrou sem querer com ele no subsolo, e ele disse:

- Estou com saudades e com vontade de te comer de novo.

Ela respondeu:

- Agora não dá, tem muito movimento e meu apto tem uma pessoa limpando.

Ele disse:

- É rapidinho - e como dois adolescentes no cio, foram para aquela salinha já tão conhecida de ambos.

Ele colocou o cobertor no chão, ela ficou de quatro, e ele a enrabou gostoso e sem dó. Em um dado momento, a porta se abriu e apareceram dois garotos de uns 17 anos, moradores do prédio também e olharam para os dois ali naquela posição, ela instintivamente abaixou a cabeça para não ser identificada e com vergonha, mas o Pedro puxou seu cabelo forçando-a para que ela olhasse para eles, e disse:

- Olhem o que estou fazendo com essa gostosa, ela é minha putinha. Podem olhar, mas quero que fiquem com a boca fechada, pois se não, conto para a polícia que vocês vêm fumar e cheirar nessa salinha - e continuou seu ritmo de estocar no rabo dela.

Assim lhes contei um pouco, das aventuras que Isa está vivendo nesses meses. Quem sabe, se a nota for boa, continuarei contando-lhes outras aventuras da Isa, aguardem!

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Bem, essa foi a 2ª parte do que aconteceu com a Isa, caso você ficou excitada com essa história me dê uma nota, entre em contato e me anime a continuar a relatar as aventuras da Isa com o porteiro e outros homens. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878, agora com vídeo chamada.





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