"Os mais excitantes contos eróticos"


Gaby, 18 aninhos.


autor: Publicitario45
publicado em: 22/02/17
categoria: hetero
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Era um fim de semana como outro qualquer. Estava em casa, lendo um livro enquanto lá fora aia uma chuva fora de hora. Eu lia o livro e teclava com uma pessoa que havia me escrito recentemente. Mulher interessante, corpo bonito, boca irresistível, um sotaque baiano capaz de enlouquecer qualquer homem na face da terra, 31 aninhos, casada, irresistível etc.

No e-mail uma novinha atrevida, que carinhosamente eu vou chamar de Gaby. Dezoito aninhos, atrevida e inconsequente como a maioria dos jovens. Até que ela começou bem o e-mail, elogiou os contos, mencionou a Mariana, disse que ficava molhada com os contos e que alguns ela já tinha lido mais de uma vez. Depois dos elogios a rebeldia da menina começou a gritar, disse que queria me conhecer e quando eu falei que estava um pouco ocupado ela mostrou as garrinhas.

- Tá bom tio, talvez você não consiga mais dar conta de uma novinha, afinal de contas são 46 anos né?

Filha da puta! Se tem uma coisa que eu não tolero é o tal de “tio”. Tio é o cacete, eu não tenho sobrinhas.

Bem, eu dei uma risada e ela continuou perturbando, pedindo que eu mandasse foto, fotos intimas, vídeos e o que mais eu pudesse manda. Não mandei pois não guardo esse tipo de foto. Faço, mando e apago.

Dos e-mails passamos pro Whatsapp e a criança foi ficando cada vez mais ousada. Na foto do perfil uma boca pequena e carnuda mordendo uma cereja. Ela disse que era a boca dela. Eu achei que era mentira mas não prolonguei o assunto.

Uma semana se passou e eu não dei muita atenção. Uma amiga brincou dizendo que eu deveria montar um jardim de infância, mas pela idade dela e pelo corpinho, um cursinho de inglês seria o ideal.

Ela tentou um encontro eu recuei. Semana puxada e sem paciência pra conversar com uma menina de 18 anos recém completados. Outro convite e outra recusa. Mas como a curiosidade matou o gato eu peguei o e-mail dela e achei o perfil no Facebook. Lá estava ela, linda, 18 aninhos, falsa magra, pele branca, tão branca que chega a ser rosada, lábios pequenos, carnudos, cabelos loiros naturais, seio pequenos, bunda pequena porém arrebitada, provocante, ela deve ter mais ou menos 1,72 de altura. Uma delícia, uma tentação, uma coisa inexplicável de linda.

Depois de ver e rever mil vezes as suas fotos, resolvi provocar a Lolita. Falei das fotos, das roupas, da marquinha que ela tem na barriga e a menina ficou doida querendo saber como eu sabia daquilo tudo.

- É simples. Sou publicitário e usamos um programinha de rastreamento. Já sei tudo sobre você. Onde mora, onde estuda, com quem namora e qual praia frequenta.
- Eu não namoro.
- Namora sim, um pirralhinho com cara de nerd que mal deve saber te comer. Marcelo é o nome do boyzinho.

Ela riu. Abriu o jogo. Contou que namora ele desde os 16 anos, eles perderam a virgindade juntos mas ela não sabe o que é uma boa trepada. Por isso começou a ler contos eróticos e achou os meus e para delírio da humanidade, moramos na mesma cidade.

Enquanto isso, eu ia me vendendo cada vez mais caro. Ganhei um caminhão de fotos de calcinha, de todos os tipos, das mais sexys até as de ninfeta com desenho da Magali. O fato é que a novinha queria dar, queria que alguém a comesse de verdade e eu estava me convencendo que essa pessoa tinha que ser eu.

Mais uma semana se passou e eu resolvi ir ao encontro da pirralha. Marcamos de nos encontrar ontem (Sim, este conto é fresquinho) numa hamburgueria da moda. De início me preocupou pois é o tipo de local que fica abarrotado de jovens e provavelmente teria um amiguinho ou amiguinha dela por lá.

Cheguei e fui para o segundo andar. Lá é bem mais calmo, meio escuro, escolhi uma mesa bem no canto. Na verdade eu já estava morrendo de tesão mesmo sem saber se pessoalmente a menina seria aquilo tudo que parecia nas fotos. É que minha amiguinha, baiana, deliciosa, resolveu me provocar ontem dizendo que seria minha putinha caso eu fosse ao seu encontro na Bahia. Fiquei louco com aquela voz molinha, suave e quando a gente ia começar a brincar no telefone, fomos interrompidos por um imprevisto, ou seja, eu já estava subindo pelas paredes e nem sabia se daria certo ou não aquele encontro.

Com vinte e dois minutos de atraso ela chegou. Quase engasguei com a agua que eu estava bebendo. Uma menina esguia, alta, cabelos loiros até a cintura, cinturinha fina diga-se de passagem, pernas bem torneadas, um salto que ainda a deixava mais alta se aproximou. Seu perfume, “Angel” chegou primeiro. Nenhum homem em sã consciência resiste a uma mulher que usa o Angel, mas essa menina já tinha me desconcentrado sem ao menos chegar perto.

Quando ela se aproximou, mostrou personalidade. Me deu um beijo nos lábios de leve, sentou-se ao meu lado e cruzou as pernas, o vestido subiu, eu olhei rapidamente e depois o garçom se aproximou.

- Querem fazer o pedido agora?

Antes que eu respondesse ela respondeu.

- Não. Eu só vim busca-lo. Nós vamos para um lugar mais calmo.

Como assim? Não bastava ser linda, tinha que ser mandona?

Apenas acenei com a cabeça, paguei a agua e saímos de mãos dadas da hamburgueria. Chegamos no estacionamento ela me mostrou a chave do seu carro mas pediu que eu levasse. Sua CNH não tinha mais do que 3 meses.

- Pra onde vamos?
- Me leva pro mesmo motel que você comia a Mariana. É lá que eu quero dar pra você.

Saímos e ela ligou o rádio, colocou uma música animada, cantou, me beijou o pescoço fazendo a minha pele se arrepiar toda. Por cima da calça jeans alisou as minhas pernas e fomos nesse joguinho até a entrada do motel.

Entramos, pedimos uma suíte oriental, lá tem um tatame a beira da piscina. Gaby ligou o som e se pôs a dançar. Se aproximou e eu puder ver sua beleza com mais calma. Não resisti, beijei seu pescoço, ela se virou e colocou os cabelos de lado deixando o pescoço e as costas livres pra mim.

Fui direto na sua nuca e dei uma mordida. Ela se arrepiou, fui empurrando seu corpo até a bancada onde estava o aparelho de som, mandei ela abaixar o volume e ela obedeceu.

- Quero ouvir como uma cadelinha de 18 anos atrevida como você geme.

Ela riu com cara de vadia e apenas fez um sinal com as mãos como se tivesse me chamando para mais perto. Outro beijo, desta vez um beijo de verdade, molhado, cheio de línguas, cheio de apertos e amassos. Minhas mãos apertavam seu corpo e ela apenas se contorcia.

Girei seu corpo de novo, ela se apoiou na bancada, abriu as pernas, e minhas mãos invadiram por debaixo do vestido de tecido fino. La, apenas uma minúscula calcinha rendada e com pequenas pedras. Soltei as alcinhas e o vestido desceu até o chão. Virei ela de frente, ei um tapa forte na sua bunda deixando os cinco dedos marcados.

- Isso, bate na sua putinha. Bate na minha cara, mas bate igual homem.

Outro tapa e o cabelo espalhou pela sua face. Ela riu, se ajoelhou e abriu o zíper da minha calça de uma vez só.

Enrolei minhas mãos nos seus cabelos enquanto ela se livrava da minha roupa. Puxei e dei com a minha pica na sua cara, exatamente como eu tinha dito para minha amiga baiana.

Bati de um lado, do outro, meti o pau na sua boca e comecei a fode-la com vontade. Gaby engasgava, pedia calma e eu apenas lembrava que ela tinha dito que eu, com 46 anos não conseguiria comer uma novinha de 18. Mandei ela se levantar e caminhar até o sofá.

- Fica de 4 putinha!

Gaby obedeceu. Abriu as pernas deixando a mostra aquela boceta carnuda ainda coberta pela calcinha já melada. Me ajoelhei e chupei cada gosta depositada no tecido da calcinha, depois coloquei de lado, lambi a xaninha, depois seu rabinho. Pele rosada, melada, quente e úmida.

Me empolguei e rasguei a calcinha, ela ameaçou reclamar e eu mandei calar a boca, em seguida com a boca melada de boceta fui ao encontro do seus lábio e a beijei novamente. Ela apenas sorria e pedia mais com tom desafiador.

Deitei Gaby no sofá e cai de boca. Chupe sua boceta, o grelo, penetrei com um dedo, depois dois. Ela gemia, se sentia meio virgem, mas sabia rebolar na minha boca como poucas. Suas pernas nos meus ombros, minhas mãos aperando os seios e veio o primeiro gozo, intenso, libertador, cheio de gemidos e arranhões nas minhas costas. Gaby se transformou, a cada espasmos um palavrão, ela se contorcia ao ponto de ficar de bundinha pra cima, um convite para que eu caísse de boca mais uma vez.

Língua no cuzinho, dedos na xaninha e começamos tudo de novo. Gaby gemia, pedia mais, queria ser fodida, pedia que eu metesse logo mas pressa era o que eu não tinha.

Chupei ela até que veio o segundo gozo, forte, acompanhado de mais espasmos, mais gemidos com aquela voz embargada parecendo um choro.

Me levantei e coloquei o pau bem na entrada da boceta. Estava quente, parecia febril. Empurrei a cabeça e ela arfou, pediu calma, eu mandei calar a boca e fui invadindo o que naquele momento era meu por direito.

- Fala agora quem não consegue te comer.
- Come...come ...
- Que é a minha putinha?
- Eu!
- Quem é o corinho de dezoito anos?
- Não fala assim dele.
- Responde vagabunda. Se está aqui dando é porque não tem pica em casa. Quem é o corno? Quem não aguenta te comer?
- O Marcelo... ele não sabe comer ... corninho...

Acelerei as estocadas segurando Gaby pela cintura com as duas mãos, ela gemia, falava coisas que eu não conseguia entender, veio outro gozo e eu continuei socando, seu corpo amoleceu, tirei o pau, me ajoelhei, abri suas pernas de novo e comecei a chupar aquela boceta melada de novo, estava sensível e não demorou para ela gozar de novo.

- Levanta. Fica de pé e se apoia na bancada.

Gaby se levantou, se livrou do salto e ficou na posição certa. Abri bem suas pernas, dei um outro tapa mais forte e voltei a meter. Ela gemia, minha mão esquerda puxava seus cabelos como se fosse uma rédea a outra segurava a cintura para dar firmeza continuei socando e senti meu corpo esquentar, o coração disparou, o gozo veio e quando eu ia começar a gozar ela pediu para beber cada gosta de porra... e bebeu, com maestria, que nem uma puta de carteira assinada.

Depois do gozo veio a sede. Gaby deitou na cama com um sorriso nos lábios, eu me joguei na piscina pois mesmo com o ar ligado um calor insuportável tomou conta do meu corpo. Peguei uma garrafa de agua e ela uma de cerveja.

- Você está de carro mocinha? Vai pra casa como?
- Quem disse que eu vou pra casa hoje?
- Se eu fosse você eu iria. Seu namorado esta te ligando neste momento. Não vai atender?

Gaby atendeu. Falou com o namorado enquanto eu matava a minha sede de agua e ela saboreava uma garrafa de Bud. No meio da conversa ela se aproximou de mim, abriu as pernas e fez sinal para que eu a chupasse. Isso mesmo, ela com o boy no celular e eu metendo a língua na sua grutinha.

Gaby se esforçava para manter a voz controlada. Sai da piscina, fui levando ela até a cama e nos deitamos de lado. Eu por trás já sentia meu pau dar sinal de vida, ela não deixava eu penetrar mas gostava quando eu esfregava na entradinha. A conversa entre os dois era cheio de carinho, coisinhas de namorados apaixonados e eu não acreditava naquela cena.

Quando ela desligou deu uma risada, coisa que somente as vagabundas gostam de fazer.

- Chupa a minha pica.
- Sim senhor. Nossa, como você trepa gostoso. To exausta, mas quero mais, quero tudo.

Gaby deu um gole na garrafa e caiu de boca no meu pau. Sua boca gelada me fez gemer, a menina sabia chupar uma pica, mordia a cabeça, descia com a língua até o meu saco, voltava, me chupava inteiro. Pediu para beijar minhas costas, me virei, ganhei um tapa que doeu na alma, mas e seguida uma sessão de beijos intermináveis. Gaby por um momento tentou me penetrar com a língua, me lambeu inteiro e depois sentou na minha rola e se pôs a cavalgar. Rebolou, subiu, desceu e com uma habilidade incrível, tirou meu pau de dentro da sua boceta e mesmo por cima, cavalgando, colocou no cuzinho. Entrou fácil, ela já andava dando aquilo muito antes de perder a virgindade. Rebolou deliciosamente na minha pica, se colocou de cócoras e fez uns movimentos incríveis, não resisti e gozei dentro, vi quando a porra escorreu, desceu pelo meu pau e foi escorrendo entre as minhas pernas.

Gaby saiu, pegou meu pau com a mão e começou a limpar, a cabeça sensível me levou ao delírio, gemi, chamei de tudo quanto foi nome e ela apenas parecia se divertir.

Ficamos no motel até hoje pela manhã. Depois da segunda trepada Gaby dormiu, eu apaguei também, de madrugada acordei com ela me chupado, ela se virou, começamos um sessenta e nove delicioso, gozamos um na boca do outro, depois tomamos um banho pois tinha porra por toda parte.

Pela manhã cedo tomamos café, Gaby pediu que eu a comesse em cima da mesa, ao lado das xicaras, pães e frutas. Com os pés em cima das cadeiras e as pernas abertas, trepamos ali e gozamos mais uma vez.

Depois ganhei uma carona e o pedido que a dose fosse repetida em breve.

- Me ligue, safado você sabe meu número.

Estas foram as últimas palavras da ninfeta quando eu sai do carro. Se vãos repetir a dose eu ainda não sei, mase rolar, conto tudo pra vocês de novo.

Boa quinta a todos.










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