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RAPIDINHA NO QUARTINHO DAS TRALHAS


autor: CarlaDelicinha
publicado em: 25/02/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Acordei molhadinha naquele dia. Era sábado de manhã. Já fazia mais de uma semana que não transava e o tesão já estava a flor da pele. Liguei o notebook e fui ver se tinha algum “amigo” online, mas naquele horário é claro que não havia ninguém. Prendi o cabelo num rabo de cavalo, vesti um shortinho bem curto e uma blusa decotada, sem sutiã por baixo, e fui tomar café. Meus pais deixaram um bilhete em cima da mesa avisando que não demorariam.
Tomei café tranquilamente e já estava lavando a louça quando a campainha tocou. Fui atender e pra minha surpresa era o Klebinho. Quando abri o portão ele já foi me olhando com aquela cara de tarado nojento dele. Já não era um cara lá muito bonito, ainda mais quando sorriu pra mim com os dentes tortos. Pelo visto ele tinha acabado de sair de alguma pelada de futebol. Estava sem camisa, com um short e de meiões e chuteiras ainda sujas de terra. O pior mesmo era o fedor de suor e cerveja que já começava a me embrulhar o estômago.
- O que você tá fazendo aqui? – perguntei pra ele, meio estúpida.
Klebinho me deu uma olhada de cima a baixo e pude ver um volume crescendo dentro do calção dele.
- E aí, morena? Tava jogando bola aqui perto e to com sede. Arruma pra mim aí um copo d’água? – estava mais do que na cara que aquilo era mentira, mas no fundo fiquei balançada. Apesar de ser um cara muito feio, ele era também um safado na cama e era isso que eu estava precisando naquela manhã. O problema é que meus pais poderiam voltar a qualquer momento. Isso me tirou um pouco o tesão.
- Onde você jogou bola não tinha água não? – reclamei.
- Não, tava sem água lá. Caralho, gatinha, vai regular um copo d’água mesmo? – ele argumentou.
Imaginei que um simples copo d’água não teria problema algum, desde que fosse bem rápido, antes que meus pais voltassem. Se eles pegassem aquele sujeito imundo dentro de casa, nossa, eu nem queria pensar.
- Vai, entra aí – convidei –, mas tem que ser logo. Meus pais não vão demorar pra voltar.
O neguinho sorriu de novo e já foi entrando como se a casa fosse dele. Fechei o portão e fui andando na frente, rebolando a minha bunda inocentemente. Quando cheguei na metade do quintal o safado me agarrou com tudo por trás e sussurrou no meu ouvido:
- Tá muito gostosa hoje, morena. Vamos dar uma trepada rapidinha? – quis saber, tosco e vulgar.
A partir daquele ponto ficou quase impossível resistir. Com uma mão ele apertou um dos meus peitos, com a outra esfregou minha bucetinha por cima do shorts. Senti o pinto dele muito duro pressionando a minha bunda. Fiquei com a xana completamente ensopada de tesão, tanto que o safado sentiu os dedos umedecerem mesmo com a calcinha e o shorts por cima.
- Você é doido? Não dá...
Tentei protestar, mas Klebinho não quis nem saber.
- Dá sim! Vai ficar de frescura? Sei que você adora levar rola de tudo que é jeito, tesuda do caralho!
O pior é que ele não estava errado. Havia duas opções: expulsar Klebinho de casa e continuar maluca pra transar ou dar bem gostoso e apagar meu fogo. Obvio que eu escolhi a segunda.
Andei na frente até uma porta ali perto, um quartinho abandonado que meus pais usavam pra guardar tralhas. Minha vontade era levar ele pro meu quarto, mais especificamente pra minha cama, mas não podia correr esse risco. Entrei no quarto com aquele macho louco de tesão me encoxando e fechei a porta com um estrondo.
Ali dentro ele já foi arrancando meu shorts e a calcinha ao mesmo tempo, depois a blusa decotada. O safado me deixou peladinha e não perdeu tempo. Caiu de boca nos meus peitos, ora chupando um, ora chupando o outro, tentando abocanhar o máximo que podia. Enquanto isso dois dedos já me bulinavam por baixo, esfregando meu grelinho melado. Fiz muita força pra não gemer alto, mas ficava cada vez mais difícil não gritar de prazer.
- Gostoso do caralho! – sussurrei com aquele tom de vagabunda no cio.
Klebinho parou de chupar meus seios na hora, baixou o calção e a cueca até o meio das coxas e liberou aquela rola dura, fina, preta e melada que eu já conhecia. O cheiro ruim dele já era insuportável num ambiente fechado, imagine então a situação daquela pica. Em qualquer outra situação aquilo me faria vomitar, mas a vontade de transar falou bem mais alto. Acabei ficando ainda mais safada só em imaginar um fedido sujo daqueles comendo uma morena gostosa e com cheirinho de hidratante no quartinho das tralhas do papai.
Klebinho me puxou pelo rabo de cavalo e me colocou de joelhos pra pagar um boquete. Não me fiz de rogada e cai de boca em seu caralho. Fiz um vai e vem frenético naquele pinto duro, indo da cabeça até o talo numa chupada babada, sentindo o cheiro e o sabor salgado de pinto suado.
- Mama a minha caceta, vagabunda! – ordenou, com meu cabelo enrolado na mão como se fosse uma rédea. Houve um momento em que ele me fez engolir até engasgar. O tarado literalmente fodeu a minha boquinha.
Sem mais paciência e com a piroca toda babada, Klebinho me empurrou sentada numa mesa velha e empoeirada, abriu minhas pernas e caiu de boca na minha buceta. Meteu três dedos ali, deu um banho de língua no grelinho e me fez explodir num orgasmo alucinado em questão de minutos.
Ofegante e trêmula, assim eu ainda estava quando ele ficou em pé, enfiou o cacete na minha racha e começou a meter sem parar. Abocanhou meus peitos como um animal faminto enquanto segurava minhas coxas e me dava aquele trato. As metidas ligeiras dele faziam barulho e ecoavam no quartinho. Gemi baixinho, mas a vontade que tinha era de gritar alto pra toda a rua ouvir.
Pouquíssimos minutos depois Klebinho apertou minhas coxas com tanta força que ficaram com as marcas vermelhas de seus dedos. Quando ele acelerou as bombadas e o pau começou a pulsar achei que daria uma bela gozada na minha barriga, mas não foi o que aconteceu. O neguinho safado fez algo que me deixou preocupada: gozou dentro da minha bucetinha assada. Costumava tomar anticoncepcional, mas ainda assim fiquei intrigada.
Klebinho, ao contrário de mim, não deu a mínima. Exausto, tirou o pau meio duro e todo melecado de dentro de mim, agarrou meu rabo de cavalo de novo e me fez descer bruscamente da mesa empoeirada.
- Quero ver minha benga limpinha, novinha. – exigiu ele, como se fosse meu dono.
Ele forçou minha cabeça pra baixo e me fez ajoelhar de novo. Aquilo fez com que meu tesão voltasse a todo vapor, por isso obedeci e mamei a jeba mais um pouco, sugando cada gotinha de porra e sentindo o gostinho doce da minha xana.
Tirei da boca com fios de baba, olhei pra cima e mandei com um sorrisinho malicioso nos lábios:
- A gente já deu uma trepada, agora você tem que ir embora, seu safado.
O meu boquete fez a rola do Klebinho ficar dura novamente, e é claro que ele não ia sair e deixar por isso mesmo. O cretino me pegou pelo cabelo mais uma vez, me virou de costas e deu um tapa estalado na minha bunda meio suja com a poeira da mesa.
- Ir embora o caralho! Ainda falta comer seu cu, cachorra. – veio outro tapa forte na bunda que deixou um vergão. – Anda, empina esse rabo pra mim.
Apoiei as mãos na mesa, arrebitei meu rabo malhado e dei uma rebolada. Pra que fui fazer isso? Klebinho abriu minha bunda com as mãos, cuspiu no meu cuzinho, cuspiu na piroca e começou a enfiar com tudo. Não entrando tudo, ele tirou a pica, deu outra cuspida e meteu fundo de uma vez. Daquela vez deslizou gostoso quase até o talo, o suficiente pra me arrancar um gemido alto.
- Ai, meu cu, pauzudo gostoso! Hummmm!
- Gosta de dar o cu, né, vadia? – ele sentou outro tabefe na minha bunda, depois outro, outro e mais outro, e do nada iniciou uma série de bombadas rápidas e violentas que me tiravam o fôlego. Pergunta se eu liguei pra isso. Que nada! Amava ser fodida daquele jeito, feito uma cadela no cio. – Toma rola no cu, toma! Gosta de tomar no cu, vagabunda? Gosta?
- Adoro! – respondi com a voz sensual e sofrida. - Come meu cu, come! Não foi pra isso que você veio aqui?
Klebinho intensificou as metidas segurando meus ombros com as mãos firmes e cochichou no meu ouvido:
- Foi pra isso mesmo. Vou vim aqui pra tomar água? Porra nenhuma. Queria mesmo socar rola nesse cu apertado.
Olhei pra trás e provoquei ainda mais:
- Arrebenta meu cu então, caralho! Quero dar o cu pra você, tesudo!
Klebinho continuou socando o pau no meu cuzinho sem dó nem piedade enquanto me enchia de tapas na bunda. No fundo tinha medo que meus pais voltassem, mas a foda estava tão boa que não queria parar por nada nesse mundo. Quais as chances de um cara feio e sujo como aquele traçar uma morena gatíssima como euzinha? Foi pensando nisso que o neguinho tarado me usou de tudo que é jeito. Puxou meu cabelo, mordeu minha nuca e lambeu minhas costas suadas, tudo enquanto entrava e saía de mim por trás.
Não aguentando mais Klebinho tirou de uma vez o pinto do meu rabo e me fez agachar no chão outra vez. Bateu uma punheta na minha frente e gozou no meu rosto com um urro. Porra quentinha escorreu pela minha testa rumo ao nariz e o queixo. Esfreguei o pinto dele na minha cara e caí de boca pra deixar bem limpinho.
Ainda pagava um boquete guloso quando alguém abriu o portão. Levantei desesperada, sequei o rosto com a minha calcinha mesmo e vesti a blusinha e o short. Klebinho, também assustado, subiu a cueca e o calção e fez um gesto perguntando “e agora?”. Apontei uma estante e mandei ele se esconder ali atrás até a barra ficar limpa.
Dei uma sondada em casa, e quando meu pai entrou no banho e minha mãe foi ao quintal dos fundos lavar roupas, voltei ao quartinho das tralhas pra liberar aquele filho da puta gostoso. Praticamente empurrei Klebinho ás pressas até o portão. Antes de sair ele ainda meteu descaradamente a mão na minha bunda e prometeu:
- Outra hora eu volto aí pra gente trepar mais.
- Vou ficar esperando. – respondi com aquela voz de putinha e um sorriso repleto de satisfação.



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