"Os mais excitantes contos eróticos"


Fui seduzido por uma ninfeta d


autor: publicitario45
publicado em: 17/08/15
categoria: aventura
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Fonte: maior > menor


Eu tenho um cliente que possui uma rede de lojas de móveis no norte do Espirito Santo e algumas lojas na Bahia. Mensalmente eu visito estas lojas e com esta rotina acabei ficando amigo do gerente da loja de Teixeira de Freitas. Um cara trabalhador, simpático, casado com uma loira de parar o transito e com filhos. Geralmente quando vou lá a gente acaba fazendo um churrasco e a diversão é garantida. Apesar da esposa dele ser bem mais nova que ele, ela nunca deu pinta de querer outro homem na cama dela.

Estava me preparando para a reunião mensal quando Robson me ligou pedindo um favor. Me prontifiquei rapidamente em atende-lo, pois além de cliente o cara já era quase um amigo.

Ele: preciso de um favor seu e não é comercial?
Eu: pode falar. O que precisa?
Ele: a minha esposa (Andreia era o nome dela), tem uma irmã mais nova que está tendo problemas com um namoradinho violento ai em Vila Velha. Os pais dela estão com medo do cara. Preciso que ela venha para Teixeira de Freitas, pois ela vai passar um ano estudando aqui.
Eu: claro amigo, onde ela mora?
Ele: na P. da Costa.
Eu: tranquilo, perto da minha casa. Me passa os contatos dela que eu ligo e marco com ela o dia e o horário para sairmos. Combinado?
Ele: obrigado. Te mando os contatos via e-mail.

No final do dia o e-mail do Robson chegou com os dados da Ana Clara. Liguei, conversei rapidamente com ela e com os pais dela e marcamos a viagem para sexta. Geralmente eu passava o fim de semana lá e retornava na terça-feira pela manhã. No telefone a voz era normal, de uma adolescente e os pais me disseram que o Robson havia dado boas referências sobre a minha pessoa.

Na quinta à noite me arrumei, abasteci o carro e fui dormir mais cedo, já que de Vila Velha a Teixeira de Freitas são mais de 550 Km. Porém antes de dormir, recebi uma mensagem no WhatsApp de Ana Clara que dizia: estou ansiosa, adoro viajar de carro.
Na foto de perfil, apenas uma foto de uma boca bonita, carnuda com um batom bem vermelho que se destacava em contraste com a pele branca.

Logo pela manhã, mais precisamente às 5h, levantei, tomei um bom banho, fiz um café e liguei para Ana Clara que atendeu com uma voz de quem ainda estava dormindo. Logo de cara avisei que em meia hora eu passaria lá e que não poderia demorar esperando por ela. A primeira vista, acho que ela pensou que eu era uma porta de tão ignorante, mas durante a viagem tudo ficou esclarecido, afinal de contas a minha viagem era a negócios e não um mero passeio.

Quando cheguei no endereço combinado vi um casal na porta do prédio. Eram os pais de Ana Clara com as malas. Provavelmente desceram para conferir com quem a menina iria viajar. Cumprimentei os dois e eles disseram que Ana Clara estava descendo. Perdi ali uns 10 minutos até que o pai dela, perdeu a paciência e pediu para o porteiro interfonar para o apartamento. Antes mesmo que ele obedecesse surgiu uma ninfeta loira, cabelos cacheados como de um anjinho, olhos azuis, boca carnuda, corpinho tipo mignon, baixinha mas muito gostosa. Os pais dela me apresentaram e logo de cara ganhei um abraço e dois beijinhos no rosto. Imediatamente já senti o cheiro de um perfume maravilho. Nos despedimos dos pais dela, após um longo sermão e lista de recomendações e partimos para a estrada.

Logo de cara deu para ver que Ana Clara era elétrica, falava o tempo todo, contava histórias e perguntava tudo sobre a minha vida. Ela contou que estava indo embora porque seu namorado havia se envolvido com drogas e começou a ficar violento com ela e fez várias ameaças. Como ela queria entrar para a faculdade, resolveu com os pais que estudaria em Teixeira de Freitas mas tentaria uma faculdade em Salvador.

Após responder todas as suas perguntas e ouvir todas as suas histórias, Ana Clara adormeceu no banco do carona. Enquanto eu dirigia pela estrada fui reparando no seu corpo jovem e muito bonito. Ana Clara estava de vestidinho e botas e com o movimento do seu corpo em busca de uma melhor posição, o tecido foi subindo aos poucos deixando parte da sua calcinha à mostra.

Quando chegamos em Linhares, paramos para abastecer e eu chamei para saber se ela queria beber alguma coisa ou até mesmo ir ao banheiro. Ela acordou, se assustou com o vestido levantando, mas não disse nada a respeito, apenas se levantou e me acompanhou até a loja do posto. Chegando lá, ela comprou barras de chocolate e uma lata de suco, foi ao banheiro e ficou me esperando do lado de fora. Quando sai da loja, Ana me deu o braço e fomos caminhando até o carro.

Saímos e retornamos para estrada e eu comecei a ficar apreensivo, já que o tempo estava bem nublado e a estrada fica bem perigosa devido a quantidade de caminhões que trafegam levanto madeiras e granito.

Passamos de São Mateus debaixo de muita chuva e quando chegamos perto de Montanha, resolvi parar e buscar um lugar para esperar a chuva passar. Estava difícil de encontrar um hotel ou pousada, já que boa parte dos caminhoneiros haviam parado por causa da chuva. Até que encontrei um posto de gasolina que tinha um hotel. Quando chegamos na portaria, o recepcionista pediu meus documentos e os de Ana Clara. Quando o cara viu a identidade, disse que nós não poderíamos ficar no hotel pois ela tinha apenas 17 anos.

Pronto, o circo estava armado.
Peguei o telefone, liguei pro Robson e expliquei a situação a ele e que provavelmente iriamos nos atrasar. Ele pediu desculpas por não ter me avisado a idade da criança mas naquela altura do campeonato eu não tinha mais o que fazer pois já havíamos percorrido a metade do caminho.

A solução foi estacionar o carro no pátio do posto, reclinar os bancos e ficar esperando a chuva passar. Eu e Ana Clara ficamos ali, jogando conversa fora, contado causos e rindo muito até que ela me surpreendeu:
Ela: você ficou olhando a minha calcinha enquanto eu estava dormindo?
Eu: claro que não. Se eu estivesse olhando o carro teria saído da estrada.
Ela: mas você viu, não viu?
Eu: vi. Você não parava de se mexer no banco do carona. Mas eu vi e não olhei mais.
Ela: mentira (olhando pra minha cara e rindo).
Eu: ta bom, olhei algumas vezes quando paramos nos pedágios ou tinha mais transito.
Ela: e gostou? Você ficou excitado?
Eu: gostei mas não fiquei excitado. Você é sobrinha do meu amigo e ainda por cima é de menor.
Ela: tenho 17 anos e transo desde os 15. Tenho experiência e posso te enlouquecer se eu quiser, mas eu não quero.
Eu: melhor assim. Não quero ir pra cadeia.
Ela: já que você viu minha calcinha, acho justo eu ver a sua cueca. Tira a sua bermuda e me mostra.
Eu: menina, agora eu sei porque seus pais estão te mandando para Bahia, você é abusada.
Ela: tira a bermuda. Está com medinho?

E Ana Clara já foi metendo a mão no zíper da minha bermuda e abrindo. Comecei a sentir uma mistura de tesão e pânico, já que apesar de linda e gostosa a menina era de menor.

Mas quem já leu meus contos sabe que a carne é fraca e juízo foi feito para se perder.
Assim que Ana abriu meu zíper, fiquei apenas de cueca box dentro do carro. O motor estava ligado por causa do ar e os vidros bem escuros nos protegiam da curiosidade externa. Ana ficou olhando em direção ao meu pau que a esta altura latejava e causava um certo incomodo. Achei que a brincadeira ia terminar ai, mas Ana continuou dando mostras da sua ousadia e pegou meu pau por cima da cueca e ficou massageando.

Já que eu estava na chuva, resolvi me molhar e disse que já que ela tinha me tocado, agora eu teria o direito de toca-la por cima do tecido da calcinha. Ana deu um sorriso, afastou o banco do carro um pouco para trás e deixou seu corpo escorrer no banco do carro. Abriu levemente as pernas e subiu o vestido até a altura do umbigo. Quando toquei na sua bucetinha, senti o tecido da calcinha úmido e quente. Ficamos ali nos masturbando até que Ana tirou o meu pau de dentro da sunga e ficou acariciando com movimentos leves.

Falei mais uma vez que eu tinha os mesmos direitos e ela não pensou duas vezes. Num movimento rápido, Ana tirou a sua calcinha deixando aquela racha totalmente de fora, linda e depilada à minha disposição. Comecei a massagear seu clitóris com os meus dedos. Ana remexia e gemia baixinho enquanto chupava um dos dedos.

Assim que ela chegou ao primeiro gozo, Ana se jogou no banco de trás e me chamou. Já completamente descontrolado de tesão não pensei duas vezes e fui logo atrás. Começamos a nos beijar com certa violência enquanto nossas mãos deslizavam no corpo do outro. Ana, se abaixou e caiu de boca no meu pau, começou a me chupar como se fosse uma puta experiente. Sua língua explorava da cabeça ao meu saco me levando ao delírio.

Já completamente transtornado de tesão, esqueci todas as recomendações dos pais daquela ninfeta, esqueci que ela era irmão do meu cliente e a coloquei de pernas abertas me dando acesso direto aquela bucetinha novinha. Cai de boca, lambi, mordi, introduzi um dedinho e depois mais dois, arranquei suspiros e gemidos da minha putinha novinha. Ela rebolava e segurava a minha cabeça de encontro à sua buceta completamente ensopada.

Ana gozou algumas vezes na minha boca e não aguentando mas me puxou em direção da sua boca. Trocamos os nossos sabores num beijo quente e sedento. Os nossos corpos já suplicavam por mais que aqueles amassos. Ana se posicionou de forma que meu cacete ficou na portinha do seu sexo. Com duas reboladas a pica entrou facilmente dentro daquele sexo melado. Ela se remexia debaixo de mim e abri as pernas me dando livre acesso. Comecei a estocar com força, chamando-a de puta. Ana me arranhava as costas causando dor e tesão ao mesmo tempo. Sem sair de dentro dela, girei o corpo e a coloquei para cavalgar no meu pau. A ninfeta sabia trepar, já dava desde os quinze aninhos e pedia mais pica. Gozou mais uma vez e quando eu disse que iria goza, saiu de cima de mim e pôs a me mamar e punhetar de forma mágica. Não aguentei e gozei dentro da sua boquinha. Ana sugou todo meu gozo e depois veio com a boca melada me beijar.

Ao terminarmos, com mais calma e a respiração voltando ao normal, olhamos e percebemos que os frentistas e alguns motoristas olhavam para o meu carro tentando ver alguma coisa.

Ainda chovia mas com menos intensidade. Vesti minha cueca e minha bermuda e liguei o carro. Alguns kilomêtros à frente tinha um posto onde poderíamos tomar um banho. Boa parte do caminho Ana seguiu vestindo apenas uma calcinha e nada mais. Quando o transito diminuía por causa do movimento de caminhões ela voltava a mamar o meu pau. Durante a viagem gozei mais umas duas vezes na boca da minha ninfetinha.

Depois de mais de 7h30 de viagem chegamos a Teixeira de Freitas e fomos diretamente para casa do Robson. Chegamos lá, ele nos recebeu preocupado com a demora mas explicamos a chuva e o transito intenso.

Ana e sua irmã, a esposa do Claudio entraram e foram direto para o quarto desfazer as malas. Robson me agradeceu pela carona e insistiu que eu passasse a noite lá. Disse que ficaria mais a vontade no hotel que já estava reservado. Então ele concordou desde que eu jantasse com ele e sua família.

Na mesa, abrimos uma garrafa de vinho e nos reunimos para jantar. Eu, Robson, sua esposa, as filhas adolescentes e Ana Clara. Durante o jantar conversamos sobre a viagem, sobre as lojas, sobre a faculdade que Ana iria tentar em Salvador e sobre o ex-namorado que havia ficado em Vila Velha.

Durante o jantar, reparei que a linda esposa do meu amigo (Ela e a Ana se parecem apesar da diferença de idade) ficava me olhando de forma diferente, afinal de contas eu sempre frequentei a casa mas nunca tive esta sensação.

Será que Ana contou a ela sobre a nossa transa na estrada?




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