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62 - Venceu graças a esposa -1ª Pr


autor: bernardo
publicado em: 07/03/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor



Carlos é casado, pai de um casal de filhos maravilhosos e após muitas batalhas conseguiu dar a sua família uma vida confortável. Ele, a esposa e os filhos moram em um condomínio de luxo num bairro nobre da cidade de Curitiba, tem um bom saldo bancário, mas nem sempre foi assim. Tem uma frase que carrega como filosofia de vida que diz assim: “Hoje todo mundo admira o cavalo que eu ando, mas ninguém se lembra dos tombos que caí”.

Ele vem de uma família humilde, mas honesta e batalhadora. Saiu da casa dos pais em São Paulo, assim que a mãe faleceu e foi tentar a vida em Curitiba a convite de um tio que morava na cidade há anos.

Logo que chegou arranjou emprego. Não ganhava muito, mas dava para pagar os estudos e ajudar nas despesas de casa, pois seu tio era aposentado, ganhava pouco e pagava aluguel. Por ser viúvo e sem filhos, ele também levava uma vida difícil. A vinda dele para a casa do tio foi uma bênção como ele acostumava dizer.

Já nas primeiras semanas, Carlos, ficou encantado com Cristina uma linda moreninha que morava ao lado da casa do tio, mas o pai dela era muito bravo e metido a valentão, mas na primeira oportunidade que ele teve se apresentou e logo de cara rolou uma química entre eles e em uma semana estavam namorando, contra a vontade do seu pai, é claro.

Na época ela era ainda uma menina, linda de morrer. Baixinha, 1,57m, morena, olhos cor de mel, cabelos castanhos cacheados que iam até o meio da costa, seios médios empinados, cinturinha fina, coxas grossas e roliças, bundinha firme e empinada. Não tinha como não se encantar com aquela figura de menina mulher e além do mais virgem de tudo.

Na primeira vez, parecia que estava sonhando em ter aquela princesa só para ele. Os dois estavam nervosos, pois também era a primeira vez dele. Até aquele momento, o máximo que tinha rolado era beijinhos, mão na xotinha por cima da calcinha e alguns chupões nos seus peitinhos. Se para ele estava sendo difícil imagina para a Cristina, pois a fama de valentão do seu pai afastava qualquer gavião que resolvesse investir ali.

Quando ele tirou a cueca Cristina travou, olhando admirada para seu pau que estava rígido igual ferro apontado para o teto. Não que seja bem-dotado, 17,5cm de pau, mas bem grosso. Por ser a primeira vez que Cristina via um ao vivo deve ter se assustado e imaginado se aquilo caberia dentro da sua bucetinha sem causar dor.
Ele tentou acalma-la abraçando-a e beijando seu pescocinho, enquanto suas mãos davam um jeito de se livrar da saia e da calcinha deixando a peladinha da cintura para baixo. Quando viu aquela bucetinha saliente e com poucos pelos na altura da sua boca, o instinto falou mais alto e então pela primeira vez aquela menina sentia a boca de um macho na sua caverninha ainda inexplorada, e ele também pela primeira vez sentiu o cheiro e o sabor de uma bucetinha molhadinha e sedenta prestes a ser deflorada por um pau bem grosso.

Cristina levou um choque quando sentiu a língua do seu machinho abrindo passagem pelos seus grandes e pequenos lábios procurando desesperadamente seu grelinho para ser lambido, mordido, saboreado. De pé na frente de Carlos com suas perninhas abertas curtia as carícias agarrada forte na sua cabeça e com os olhos fechados gozava de verdade pela primeira vez na sua boca que também pela primeira vez saboreava o primeiro gozo da sua princesa. Aos poucos ela foi relaxando ele a livrou da sua camisetinha e tinha agora na cama aquela delícia peladinha como veio ao mundo só para ele.

Antes de começar a sessão de sexo, Carlos deitou-se ao lado dela, pegou na sua mãozinha e trouxe-a até seu pau e ela segurou apertando-o fortemente e ameaçando uma leve punheta. Em silêncio curtiam um ao outro. Ele mordia levemente os biquinhos dos seus peitinhos enquanto seu dedo incessantemente explorava sua bucetinha até chegar ao hímen que em pouco tempo iria pro espaço transformando aquela menina em mulher e ele, um menino, em um homem.

- Amor, será que não devemos parar por aqui? Se meu pai souber ele vai nos matar!

- Você quer parar querida? Agora que chegamos até aqui! Além do mais, seu pai só vai ficar sabendo se você contar!

- É que estou com medo!

- Medo do que gatinha! Você não está gostando?

- Estou adorando, mas tenho medo de você me machucar, seu pau é muito grosso! Tenho medo de meus pais descobrirem e me tocar de casa! Medo de engravidar! E o que meu pai poderá fazer com você se isto acontecer!

- Cris, quanto a te machucar, mesmo sendo minha primeira vez também eu farei com todo o carinho do mundo para que isso não aconteça e que você tenha só prazer.
- Quanto a você se engravidar, tomarei também todo cuidado para não gozar dentro. E se seus pais ficarem sabendo, e te tocarem de casa você vem morar comigo e seremos felizes para sempre – Carlos disse sorrindo para ela.

- Seu bobo, meu pai te matará se isso acontecer.

- Que mata nada! Eu não tenho medo dele.

Ele disse isso e pulou por cima dela mordendo seu pescocinho descendo até seus peitinhos, chupando e mordendo os biquinhos ora de um ora do outro, Cristina relaxada gemia e o acariciava enquanto ele percorria seu corpinho até chegar novamente na sua bucetinha.

Sua língua penetrava fundo na sua grutinha até chegar ao seu cabacinho, fazendo com que em pouco tempo, ela contorcesse seu corpo e começasse a tremer e desta vez Cristina o brindou com seu néctar delicioso que ele saboreou até a última gota.

Após Cristina ter gozado, Carlos se deitou ao seu lado e por instinto, ela pegou no seu pau começou a alisá-lo lentamente. Olhando para ele, se agachou e começou a chupar a cabeça meio sem jeito, pois mal cabia na boquinha dela, e devagarzinho foi pegando jeito e levando-o a loucura quando enfiava boa parte do pau na boquinha e chupava forte. Nem deu tempo de avisá-la e ele encheu sua boquinha de porra. Cristina por não estar esperando, engoliu uma boa parte e o resto cuspiu no chão.

- Seu safado! Nem para me avisar, não sabia que era tanto assim!

- Desculpe amore não deu tempo, mas pelo jeito gostou, pois vi você engolindo boa parte!

Ela continuou alisando o pau e em pouco tempo estava em ponto de bala novamente. E quando ele foi para cima e se ajeitei no meio das suas perninhas, sentiu certo medo estampado no seu rostinho, então ele colou seus lábios nos seus enquanto ajeitava a cabeça do pau na entrada da sua bucetinha e foi forçando para que entrasse. Logo sentiu a resistência do seu cabacinho impedindo a passagem. Ela retesou seu corpo e o agarrou com força muito apreensiva. Ele pediu para ela relaxar, e por sua bucetinha estar bastante lubrificada, ele foi colocando e tirando seu pau lentamente até encostar em seu hímen. Após perceber que a gata estava bem mais solta, ainda com seus lábios sobre o dela ele soltou seu corpo e ouviram um barulho de alguma coisa estourando e seu pau foi parar no fundo da sua bucetinha.

Quando Cristina perdeu seu cabacinho sentiu uma leve mordida nos seus lábios e um gemido. Gemido de alguém que naquele instante deixará de ser menina e se tornara mulher.

Assim que Carlos sentiu seu pau no fundo da bucetinha, aguardou um pouco para que se acostumasse ao novo invasor e aos poucos foi fazendo um leve movimento de entra e sai. Cristina agora bem mais relaxada com suas ancas ajudava no ritmo que achava melhor, e em pouco tempo já tirava pau quase todo para fora e metia novamente. Em poucos minutos pareciam que já transavam há muito tempo.

O barulho dos corpos se encontrando ouvia se de longe. Cristina cravava suas unhas na costa do namorado e dizia:

- Uuuiiii! Amor!!!! Que delllíiiicia! Dói mas é muito bom, continua, não para!!!! Eu vou gozzzzaaarrrrr!!!! Não para!!!! Uuuuiiiii!!!

E assim ele sentiu seu corpinho tremer, serpentear, retesar jogando-o para cima e cair na cama novamente bem na hora que ele não aguentando mais despejou toda a porra retida no seu saco no fundo da sua bucetinha inundando-a sem dar tempo de tirar o pau pra fora e gozar na sua barriga como tinham combinados. Ele caí por cima da Cristina e ficaram coladinhos até seu pau amolecer e sair aos poucos de dentro dela todo melado de porra misturado com uma quantidade de sangue do seu cabacinho.

Depois disso continuaram se encontrando as escondidas até que um dia Cristina chega para Carlos desesperada, chorando dizendo que estava grávida, claro que foi um choque pra ele também, mas acalmou-a dizendo que nunca iria abandoná-la.

A reação do pai dela quando contaram, como era previsto, foi de enxotá-la de casa mesmo com sua mãe implorando para o marido relevasse e aceitasse a relação. Por morar ao lado da família seu tio disse que não poderiam ficar ali por medo do que o pai da Cristina pudesse fazer o Carlos, pois o velho quando bebia virava o diabo e como tinha ameaçando-o de morte, Carlos também achou melhor não dar chance ao azar.

Então ele contou o que tinha acontecido para seu patrão o Sr Barbosa, ele com pena ofereceu uma casinha que ficava nos fundos do barracão onde embalavam arroz e que servia como depósito. Era uma meia-água com três peças pequenas, mas após a pintura e uma boa limpeza passou a ser o primeiro lar do casal. Seu Barbosa fez um adiantamento e conseguiram de forma simples mobiliar nossa casa.

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Não deixe de ler a segunda parte e se ficou excitada, me dê uma nota, ela será incentivo para continuar escrevendo. Se desejar entre em contato. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11-944517878, agora com vídeo chamada.




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