"Os mais excitantes contos eróticos"


Angelita


autor: valschio
publicado em: 18/03/17
categoria: jovens
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Eu devia ter na época uns 17 anos. Naquela noite tínhamos combinado de tomar vinho, comer pizza e conversar as três madrugada a dentro, pois estaríamos sozinhas. Era noite das meninas, nada demais. Começamos a tomar o vinho e olhar umas fotos na casa da Elis, minha colega de trabalho na época, a Angelita era amiga e conhecida dela e nós duas tínhamos sido apresentadas no mesmo dia. Eu fico tonta rápido quando bebo, e quase na mesma velocidade começamos a falar de putaria. Cada uma fazia uma pergunta picante para a outra entre goles e taças de vinho, estava uma delícia conversar com elas, e eu já estava sentindo minha buceta ficar quente com aqueles assuntos. Dava pra perceber que não era só eu que estava sentindo o tesão explodir dentro da calcinha e isso me deixava cada vez mais excitada. Arrumamos as camas na sala, um colchão de casal e outro de solteiro. Tomei meu banho, coloquei meu babydoll sem calcinha como costumo dormir e me deitei no colchão de solteiro que estava encostado num dos sofás da sala. Elis já tinha dado boa noite se despedido de nós, virada para o canto eu já ouvia a respiração cansada de quem pegou no sono rápido. Eu ali deitada pensando nas conversas, ainda com a buceta pulsando de vontade de gozar, a luz da sala apagada, e o único som que eu ouvia era do chuveiro em que a Angelita estava tomando banho. De repente a porta do banheiro se abre, Angelita com seus cabelos castanhos escuros, encaracolados na altura dos ombros, molhados que escorriam pelos seus peitos maravilhosos. Lá estava ela de frente pra mim, me olhava no fundo dos olhos, só de calcinha preta fio dental, e aqueles peitos com mamilos enrijecidos e provocantes. Não consegui desviar o olhar, ela estava me hipnotizando. Como se não bastasse ainda pegou um vidro de óleo e começou a passar devagar pelo corpo, primeiro nas pernas, depois na bunda que tinha ficado ainda mais linda com aquela calcinha bem enfiada no rabo e depois nos peitos, e ela fitava aquele olhar safado no meu e acariciava os mamilos os seios como se estivesse me chamando. Fiquei com mais tesão ainda, e tive vontade de pegar aquele vidro de óleo das mãos dela e eu mesma fazer aquele caminho com as minhas mãos por todo aquele corpo gostoso. Logo ela deitou do meu lado, eu já estava virada de costas. Meu coração disparou quando senti a presença e o calor dela, aquele cheiro, aquela calcinha, aqueles peitos… de repente comecei a sentir que a mão dela estava deslizando nas minhas costas indo até a minha bunda, passando pelas minhas coxas e voltando até o pescoço, minha boca seca, meu coração acelerado, e ela naquele vai e vem que só aumentava o calor e a umidade no meio das minhas pernas, até que senti que a mão dela me puxou me deixando de barriga pra cima. Ela se encostou mais em mim, eu sentia os peitos dela encostando nos meus braços, eram macios e ainda estavam acesos. Aquela mão suave foi me tocando, abrindo minhas pernas, se enfiando em mim por dentro do babydoll. Ela beliscou meus mamilos, apertou meus peitos com vontade e quando vi já estava com os dedos massageando meu clitóris. Senti a mão dela me invadindo, dois dedos na minha carne quente e molhada, ela sabia o que estava fazendo, parecia conhecer cada parte da minha buceta. Eu já não estava mais aguentando, não conseguia controlar meu gemido que era quase um sussurro bem baixinho pra que não acordasse a Elis. Meu corpo começou a se contrair, meu quadril a erguer, minhas pernas a se arrepiarem, até que gozei nos dedos dela e senti meu líquido quente escorrer, foi completamente delicioso. Ela tirou a mão devagar, cheirou os dedos e os lambeu demoradamente, o que me deixou extasiada. Me aproximei dela, fui deslizando meus dedos por aquele corpo quente e cheiroso do óleo que perfumava toda a sala. Passei a mão nos peitos, eu nunca tinha tocado em peitos tão grandes, puxei com delicadeza os mamilos, deu vontade de chupar, de lamber, mas me contive. Minhas mãos tocaram a barriga e logo eu cheguei no lugar mais desejado, puxei a calcinha para o lado e já sentia os pelos pubianos baixinhos e ralos que cobriam boa parte da buceta que estava encharcada de prazer. Fui massageando aquele grelinho, passeando com meus dedos por toda extensão até que enfiei delicadamente pressionando o ponto G, fiquei ali masturbando aquela buceta molhada de tesão por mim até que senti pulsar nos meus dedos e Angelita relaxando inteira. Nossos lábios não se encostaram, não nos beijamos. Depois que gozamos dormimos as duas. No outro dia nos olhamos e demosum sorriso meio envergonhado. Nunca mais nos vimos. Aquele cheiro ficou grudado em mim por anos a fio e sempre que eu sentia o perfume daquele óleo da natura em alguém ou em algum lugar eu me lembrava da Angelita e do envolvimento que tivemos naquela noite. Uma pena mesmo é que o perfume tenha saído de linha.

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