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67 O tio da van e a ninfeta boqueteira


autor: bernardo
publicado em: 25/03/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Lúcio, tem 35 anos, casado, dois filhos, e trabalha como motorista de van escolar, e apesar de gostar do que faz, as obrigações do dia a dia e os problemas constantes de ter uma família podem causar é algo extremamente estressante e cansativo, e foi em uma dessas épocas de dificuldade que ele teve uma das melhores experiências da sua vida.

Ele transporta desde crianças até jovens entre dezesseis e dezenove anos. Uma das meninas sem dúvida chamava a atenção de todos inclusive a dele. Todos os dias ela entrava na van de shortinho de educação física bem coladinho ao corpo, mesmo em épocas de frio, com uma bunda enorme, seios bem atraentes e convidativos exprimidos na blusinha do uniforme escolar com três botões sempre abertos que se transformavam em um belo decote. Uma voz espetacular que a fazia gemer enquanto falava, cabelo castanho claro até a cintura, olhos levemente esverdeados e aproximadamente 1.50m de altura. Isadora era sem dúvida uma baixinha espetacular, e apesar de respeitá-la muito, ela era sem dúvida uma das suas inspirações durante a masturbação em casa ou estacionando debaixo da sombra de uma árvore próximo ao colégio onde ele deixava e pegava os alunos.

Mas como tudo na vida ela também tinha grandes defeitos, era a primeira a entrar na van escolar sempre atrasada e com cara de sono e a última a sair, o que fazia com que ele ficasse mais tempo com ela, e ter que tolerar seus atrasos, chiliques, e sumiços, que irritavam os demais alunos e tornavam a rotina dele ainda mais difícil e desgastante que o normal.

Os pais eram sérios, boas pessoas, que faziam de tudo para colocá-la na linha. Dos últimos acontecimentos, os sumiços na hora da saída eram os motivos principais de represálias em casa. Sempre que ocorriam além do normal, Lucio precisava comunicar a todos os pais que ficavam preocupados e ansiosos pelo atraso dos filhos e isso os deixava também bem irritados, inclusive os pais de Isadora, que se preocupavam muito com o que ela estaria fazendo para demorar tanto a sair da escola e ainda se sentiam envergonhados pelo transtorno causado a ele e a todos da van.

Depois de muitas reincidências, e de perceber que nada do que falavam adiantava para ela, os pais começaram punindo-a com pequenos castigos, mas nem isso adiantava, ela continuava fazendo o que bem queria, e não temia a nenhum dos castigos, até que sua viagem de final de ano com a turma da escola foi ameaçada. Os pais deixaram claro que mais um sumiço seria o suficiente para cancelarem a autorização, proibindo-a de passar uma bela semana nas praias de Porto Seguro na Bahia com os amigos da escola.

Mesmo com a ameaça e o medo de perder sua tão esperada viagem, depois de alguns dias estando bem comportada ela simplesmente sumiu de novo. Lucio já estava irado, muitos pais estavam falando em retirar os filhos da van pois ficavam ainda mais cansados tendo que permanecer por mais tempo na escola por irresponsabilidade de outros.

Nesse dia, quando o ultimo aluno desceu da van e foi entregue em sua respectiva casa, Lucio antes de ligar o carro e seguir viagem para deixa-la em sua casa, deixou bem claro para ela, que no dia seguinte entraria em contato com os pais dela e teria uma conversa séria com eles, pedindo inclusive a liberação do contrato pois não daria para continuar levando-a e prejudicando os demais. Foi quando o desespero começou.

– Lúcio pelo amor de Deus não faz isso comigo. Essa viagem é meu sonho, eu não atrasei por mau eu juro. – disse ela chorando.

– Isadora eu lamento, mas quem sabe assim você não aprende de uma vez por todas e passa a respeitar aos outros e principalmente aos seus pais. – Lucio falou sério com ela sem se deixar dobrar pelo choro.

– Eu sei que eu dou trabalho, mas por favor não faz isso, eu te imploro. Eu te dou meus trezentos reais de mesada, eu prometo, mas por favor não fale com eles. – ela pedia aos prantos.

– Eu sinto muito Isadora, de coração, me simpatizo com você, acho que é uma moça linda e esperta, mas você não respeita, tudo que te dizem entra em um ouvido e sai pelo outro. – mais uma vez ele reagiu sem se render as suas súplicas.

– E se eu ficar com você e te mamar você não conta? – ela perguntou.

– Ficar? Mamar? Não entendi. – naquele momento ele realmente não havia entendido a proposta.

– É Lúcio, eu te estressei muito, e quero te recompensar, chegando na minha casa você entra um pouco, meus pais estão trabalhando e como eu fico sozinha podemos ficar à vontade, e assim eu te chupo para compensar por todo o transtorno que causei. – ela propôs.

– Viu o que falei? Tudo você tenta dar um jeito e fazer da sua forma. – ele estava com receio de aceitar a proposta tentadora.

– Eu vou te chupar, se no final você ainda estiver estressado pode falar com meus pais e fazer o que você quiser, mas me deixa tentar. Uma última chance por favorzinho. – insistiu ela apalpando o seu pau por cima da calça que a estas horas já dava sinal de vida.

Ele ligou o carro e continuou a dirigir, já estava bem próximo da casa dela, e quando chegaram ele olhou bem para ela, pensou nas consequências, avaliou os prós e contras, mas ele precisava daquilo, e acabou aceitando.

Logo que entraram na casa ela o segurou pelo cinto da calça e foi puxando-o até o quarto dos pais. Ele ficou um pouco com medo de ser pego ali, mas ela já tinha idade para saber o que estava fazendo e tomar esse tipo de decisão, e qualquer um na situação em que ele se encontrava não recusaria receber uma bela mamada depois de uma semana tão difícil.

Ela o empurrou na cama, se ajoelhou e retirou os sapatos dele, em seguida sua calça e meias. Fazia tudo olhando dentro dos seus olhos sem se envergonhar ou intimidar. Em seguida retirou a própria camisa, o short, e o sutiã, deixando-o louco só de ver seus seios, era muito melhor do que podia imaginar.

O tesão estava a mil, e ficou ainda maior quando ela se ajoelhou na frente dele, olhou ainda mais fixo em seus olhos e com aquela voz quase miando perguntou se ele queria filmar com o celular. Parecia mentira, mas ele estava louco com aquilo. Quando conseguiu abrir a câmera do celular ela já estava tirando a sua cueca com a boca, desceu até os pés e quando a tirou totalmente exibiu para ele como uma cachorrinha com um brinquedo.

Ainda de quatro na frente dela, ela foi se esfregando com o rosto em suas coxas, parecia realmente uma cadela querendo carinho do dono e só parou quando sua boquinha chegou ao seu saco, onde ela ficou por um bom tempo, lambendo e se deliciando enquanto ele filmava com uma das mãos e com a outra segurava sua cabeça.

Era fantástico o que aquela novinha levada era capaz de fazer com a boca. Depois de lamber muito o saco, ela subiu da base até a cabeça e olhando nos seus olhos desceu lentamente engolindo o pau com muita facilidade e profissionalismo.

Lucio estava explodindo de tesão e ela chupava e se divertia com o caralho todo na boca, ficava brincando de engolir e tentar lamber seu saco ao mesmo tempo, e mesmo com as engasgadinha fazia o trabalho com perfeição, fazendo-o até pensar que aquilo era um sonho.

Quando ele percebeu que estava próximo de gozar, levantou-se e posicionou o celular em um móvel, mandou-a abrir a boquinha e colocar a língua para fora enquanto ele batia uma em pé na sua direção. Era incrível a forma como ela continuava olhando-o nos olhos, dizendo bem gostoso:

- Me dá leitinho por favooooor!

Lucio gozou acertando o rosto dela com grandes jatos de esperma. Era sem dúvida o seu melhor oral de toda a vida e uma das melhores gozadas. A safadinha para fechar com chave de outro ainda limpou seu rosto passando os dedos e trazendo toda a porra para a boca, onde ela se deliciou. Então ele perguntou como ela sabia mamar tão bem e ela respondeu sem nenhum receio:

- Eu gosto e pratico bastante, por isso sempre chego atrasada na van.

Incrédulo com o que ouvia, Lucio continuou perguntando como isso acontecia e ela com uma carinha de puta disse que ia dormir todos os dias muito tarde porque passava a maior parte da noite se expondo na internet e as vezes até recebia homens em sua casa para mamá-los e na escola como ia muito mal em algumas matérias, tinha aula de reforço escolar com o professor de história e o de matemática. Entendeu o motivo dos meus atrasos? – ela disse e perguntou se ele gostou da mamada que ela lhe deu.

- Claro que sim. Foi a melhor de toda a minha vida e você mama como profissional e bem melhor que a minha esposa, mas por favor, manera nos atrasos – ele implorou pedindo.

Ela concordou e aceitou que estava exagerando nos atrasos e lhe propôs que se ele quisesse poderia lhe dar reforço escolar as tardes em sua casa e assim ela não se atrasaria mais, ele não perderia os contratos com os pais dos outros alunos e estaria segura a viagem de fim de ano para Porto Seguro com os demais colegas de classe e com certeza, com o professor de história e de matemática que os acompanharia.

O que vocês acham? Será que Lucio aceitou a proposta? Entre em contato dando sua resposta e sugestões para uma segunda parte deste conto maravilhoso. Que tal? Skype: bernard.zimmer3; e-mail: bernard3320@live.com; WhatsApp: 11944517878.




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